Clarice e sexo
- Temas: amor, sexo,corno, tranza, negão, Traição, Adultério, Interracial, Dotado, Anal, Cuckold, Escritório
- Publicado em: 08/05/26
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- Autoria: mamadordetetas
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Clarice é uma garota que veio do interior para a cidade grande com sua família. Sem muita experiência com sexo, teve apenas um namorado muito tímido, que só a beijava e passava a mão nos seus peitinhos por cima da blusa, sem nunca ir adiante. Embora ela, como uma menina sapeca, quisesse muito que ele avançasse, passaram-se quatro ou cinco meses de namoro e nada aconteceu. Ela estava com 15 anos quando foi para o Rio com seus pais, e ainda era virgem.
Não gostava daquela vida de pobreza — nada contra, mas ela sentia que tinha potencial para ir mais longe, se formar e ter um bom emprego que lhe proporcionasse uma vida melhor. Na cidade grande, ainda mais no Rio, onde as garotas têm a mente mais aberta e os rapazes são mais ousados, ela acabou tendo um namorado que a pegou de jeito. Em uma tarde só, ela perdeu a virgindade da boca e da xaninha; no dia seguinte, a do rabinho também.
Enfim, ela agora era uma mulher e estava super feliz com isso. Mas namorico de adolescência é sempre rápido, e logo ela teve outro namorado, e depois outro. Foram uns quatro ou cinco namorados dos 15 aos 18 anos. Quando entrou para a faculdade, lá deu muito e gostava disso; começou a botar para fora a putinha que havia dentro dela.
Com 22 anos, formou-se e foi trabalhar. Com o que ganhava, que era um bom salário, alugou um apartamento em um lugar melhor e levou seus pais, pois era filha única. Conheceu um homem no seu prédio e começaram a namorar. Com seis meses de namoro, ele a pediu em casamento. Tanto ela quanto seus pais acharam que era muito cedo para casar, mas ela acabou aceitando porque ele era cheio da grana, e assim ela teria uma vida ainda melhor.
Acontece que, assim que ela se casou, entrou para sua sala um empregado novo da empresa, um rapaz de 23 anos como ela. Era um negro alto e forte, e ela não conseguia parar de olhar disfarçadamente para a mala que ele tinha entre as pernas. Era um volume que a fazia voar em suas fantasias, imaginando o que teria ali escondido.
Numa sexta-feira, depois do expediente, haveria um happy hour para os funcionários da empresa que se conheciam. Era num barzinho ali perto, com pagode e funk rolando, regados a muita cerveja. Ela nunca tinha ido por ser casada, mas naquela sexta-feira esse rapaz, o Rubens, a convidou. Num instinto feminino, ela resolveu aceitar; pretendia apenas dançar um pouco, beber um pouco de cerveja e logo depois ir para casa.
Bom, o que ela pretendia era uma coisa, mas o que aconteceu foi outra bem diferente. No início, ela ficou meio inibida, querendo dançar mas sem coragem, afinal, estava com uma saia bem curtinha e um top, já que era verão e estava muito quente. Mas com a música alta e depois de vários copos de cerveja, ela começou a se soltar e a dançar. Clarice chamava a atenção: 1, 58m de altura, cabelos castanhos claros até o meio das costas, cinturinha fina, coxas roliças e bundinha redondinha e empinadinha.
Ela estava uma tentação para todos os machos do pedaço. Rubens, o colega novo de sala, logo ficou dançando com ela. No ritmo de funk e pagode, começaram a se encostar. Ela gostou da brincadeira e começou a esfregar sua bundinha nele, naquela mala enorme. Ele não perdeu tempo: puxava-a pela cinturinha e esfregava com vontade. Com isso tudo, a mala dele começou a crescer, e ela começou a ficar molhadinha e cheia de vontade.
Juntando a fome com a vontade de comer, ele segurou a mão dela, puxou-a para perto, abraçou sua cinturinha com força e, segurando sua nuca, deu-lhe um beijo de língua que não teve nenhuma resistência. Sentindo aquela mala toda encostada um pouco acima de sua xaninha molhadinha, perto do umbigo, ela não teve como resistir. Ele a chamou para um motel ali perto. Ela pegou sua bolsa, subiu na garupa da moto dele e se foram.
Chegaram rápido. Ele pagou o quarto e subiram. No quarto, abraçaram-se e beijaram-se muito. Ele levantou o vestidinho dela e alisou sua bundinha; ela estava se sentindo entregue. Então, começaram a tirar a roupa. Ela ficou nua e se ajoelhou logo que viu a tora que aquele negão tinha; eram 22 ou 23 cm e muito grossa. Ela segurou com as duas mãozinhas e ficou alisando; era cheia de veias salientes, enorme, grossa e negra. Ela nunca tinha visto nada parecido — seu marido tem um pau normal de 15 cm.
Ele mandou ela lambê-lo todo, e ela começou a lamber de cima a baixo, de um lado e de outro. Lambeu a cabeça, que era bem grande. Ele mandou ela abrir a boca e chupar, mas era muito grossa e ela não estava conseguindo. Ele, então, segurou os cabelos dela e forçou; o cacetão entrou até a garganta, sufocando-a. Ele tirou um pouco e ficou fazendo um vai e vem, comendo a boquinha dela. Pouco depois, ele disse: "Hoje não, você chupa outro dia; hoje quero te comer muito".
Segurou-a e a deitou na cama. Ela abriu bem as pernas e ele se ajoelhou na sua frente, começando a chupar sua bucetinha que já escorria melzinho. Ele lambeu tudo e chupou aquela florzinha linda, rosinha e docinha. Logo em seguida, ela teve um orgasmo, gemendo muito. Ele, então, molhou um dedo na bucinha dela e foi enfiando no cuzinho, ao mesmo tempo que voltou a chupar sua xaninha. Ela gemia muito e logo veio outro orgasmo intenso e delicioso.
Então, ele a segurou nos braços e a colocou deitada no travesseiro. Mandou ela abrir bem as pernas e foi se deitando em cima dela. Encostou o pauzão na entradinha e foi soltando o peso do corpo; o cacetão grossão foi entrando. Clarice foi sentindo sua xotinha se alargando toda para engolir aquela tora de carne grossa e muito quente, até que sentiu lá na parede do útero: ele havia metido tudo.
Rubens começou a bombar, no início devagar. Clarice começou a gemer alto; ela nunca tinha sentido algo tão grande e tão grosso dentro dela. Logo, começou a ter um orgasmo seguido do outro. Ele falava um monte de sacanagem e ela gemia muito; teve uns três ou quatro orgasmos até que ele também, gemendo alto, deu umas três ou quatro bombadas fortes e gozou muito dentro dela. Encheu o útero dela de porra. Ela nunca tinha sentido essa sensação de um homem gozar tanto dentro dela, a ponto de escorrer para fora.
Ficaram se beijando muito com ele ainda dentro dela, sentindo o peruzão latejando e lançando as últimas gotas. Ele foi tirando de dentro e ainda estava durão. Logo mandou: "Fica de quatro e empina essa bunda gostosa para o seu macho". Ela obedeceu, ficou de quatro e empinou o rabinho, mas estava preocupada: "Ele é muito grosso, machão... Vai me machucar e vai doer muito". Ele disse: "Eu trouxe KY, vou passar no seu buraquinho e vou meter devagar".
Ela se acalmou um pouco, também anestesiada pelo álcool. Ele passou o KY no rabinho dela, metendo dois dedos e fazendo um vai e vem. Perguntou: "Está gostando de dois dedos no cu, putinha?". Ela disse: "Os dedos estão muito gostosos". Ele falou: "Do meu cacetão você vai gostar mais ainda". Meteu na xota dela, cheia de melzinho e de porra, encostou na portinha do cuzinho, segurou sua cinturinha com uma mão e fez força.
O pauzão entrou um pouco, então ele segurou a cinturinha dela com as duas mãos e foi metendo tudo. Clarice gemia de dorzinha, mas era um prazer bem maior que a dor, sentir aquela tora invadindo seu rabo, sentindo suas preguinhas se abrirem todas para receber aquilo tudo dentro, até que sentiu as bolas dele encostadas na sua xana. Estava tudo dentro! Ele começou a comer aquele cuzinho macio e guloso.
Ele ali em cima dela, vendo seu cacetão enorme, grossão e preto entrando naquela bunda redondinha, branquinha e macia, estava nas nuvens. Começou a aumentar as estocadas, ficando cada vez mais rápido. Clarice gemia muito e alto; teve mais uns dois orgasmos com aquela meteção gostosa no seu rabinho, até que ele, urrando como um urso, meteu tudo com força e começou a lançar uns três ou quatro jatos de muita porra naquele cuzinho gostoso.
Ele gozou tanta gala que até ficou escorrendo para fora. Ela sentiu aquele esperma todo dentro dela e escorrendo por suas coxas, sentindo-se toda molinha de tanto que havia gozado naquela noite. Ele ficou ali parado dentro dela, esperando sua respiração ofegante se acalmar, enquanto ela sentia aquele cilindro enorme e grossão de carne quente pulsando e lançando as últimas gotas.
Depois que ele se acalmou, foi tirando de dentro. Clarice sentiu um vazio dentro do pobre rabinho arrombado; parecia que ele tinha aberto um túnel dentro dela. Caiu deitada de bruços na cama, molinha, sem nenhuma força nas pernas, parecia uma gelatina. Ele se deitou ao seu lado e ficou alisando aquela bundinha que havia acabado de comer. Fez vários elogios a ela, e ela a ele.
Depois de algum tempo de descanso, ele se ajoelhou em cima dela, abriu sua bundinha para ver o estrago do cuzinho, agora todo arrombado e escorrendo porra. Seu amigão foi se empolgando e ficou durão de novo. Então ele falou: "Quero mais cu". Foi se deitando em cima dela, encostou o peruzão na entradinha e foi soltando o peso do corpo. A tora foi entrando rabo adentro com facilidade, até que ela sentiu tudo dentro de novo.
Era uma sensação nova para ela: o cacetão todo dentro e o peso do corpo dele em cima dela. Sentiu um prazer enorme, ainda mais porque ele era grandão, pesadão e estava suado. Ele começou a bombar, acelerando e chamando-a de puta, vadia, piranha, cadela. Ela, gemendo muito, teve mais dois orgasmos nessa meteção, até que ele, de novo urrando alto, meteu com força três ou quatro vezes e foi gozando muito dentro dela. Ficaram um tempo assim. Ela virou o rosto e ficaram se beijando. Depois de um tempo, ele saiu de dentro dela, descansaram mais um pouco, limparam-se, vestiram-se e se foram. Ele a levou em casa; já era uma da manhã.
Clarice estava muito cansada e molinha por causa da bebida e da quantidade de orgasmos que havia tido. Seu marido, Ricardo, a esperava. Clarice cheirava a porra e a sexo, mas disse que estava no happy hour, que havia bebido muito e queria tomar um banho e dormir. E assim foi. O corno nem falou nada; ou não percebeu, ou assumiu logo o papel de corno. Clarice naquela noite foi dormir, e o corno ficou na punhetinha para se satisfazer.
No dia seguinte, umas dez da manhã, Clarice acordou com uma mensagem no celular: era o Rubens chamando-a para a praia. Ela se arrumou correndo, botou o seu menor biquíni e disse para o marido que o pessoal do trabalho havia marcado de ir à praia e que ela iria com um amigo de moto. E parece que o corno acreditou, ou fingiu que acreditou. Ela desceu pelo elevador e, pela janela da varanda, o corno viu-a subindo na garupa da moto de um rapaz negro.
Ali bateu nele o sentimento de corno manso total. Rubens e Clarice ficaram na praia até as cinco da tarde e, claro, passaram algumas horas num quarto de motel. Ela chegou em casa, tomou um banho e se arrumou, dizendo que ia jantar com o pessoal do trabalho e depois para a balada, sem hora para voltar. Naquele momento, o corninho abriu o jogo: "Eu sei que você está tendo um caso com aquele negro da moto. Só te peço para a família não ficar sabendo; confesso que até estou gostando de ser corno".
Ali ela sentiu que tinha o caminho livre para chifrá-lo muito. E não ficou só nesse negão não; deu para outros também. Deu para muitos!

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