Amarrada na cama
- Temas: Amor, sexo, sexo oral, amarrada, cama
- Publicado em: 13/05/26
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- Autoria: Brafra
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Charli, a minha linda musa, resolveu trocar a cama de casal e o roupeito da sua suíte e me chamou para irmos à loja de móveis do shopping próximo ao seu apartamento. Ela tem bom gosto, contudo pedira a minha opinião na escolha desses produtos.
A loja apresentava uma grande variedade de camas e de roupeiros deixando ela em dúvida; eu sugeri um roupeiro com espelho na porta e uma cama de ferro, com barras na cabeceira e na peseira, nas cores preto e rosa, a combinação preferida da loira que aceitou as sugestões e comprou o roupeiro e a cama cujos seriam entregues e montados na próxima semana.
Dias depois, Charli me ligou avisando que a cama e o roupeiro foram entregues e montados e que estavam prontos para serem inaugurados por nós dois. O convite feito com a sua voz meiga e os pensamentos que eu tive a respeito de testarmos o nosso principal ninho do amor me deixaram excitado.
Antes de ir ao apartamento da Charli, eu passei em casa para pegar a minha mochila na qual eu coloquei alguns lenços da minha mãe para uma ideia que eu tive e achava que a loira iria gostar.
No início da noite, eu cheguei ao apartamento encontrando a minha maravilhosa rainha trajando um vestido azul claro curto. Ela tinha feito lanche que foi servido antes de irmos ver a nova decoração da sua suíte.
Nós fomos lavar a louça com ela na minha frente no trajeto da sala de jantar à cozinha. O rebolado cadenciado da loira acelerou o meu coração; a cintura fina, os quadris largos, as nádegas empinadas me deixaram com tesão.
Da cozinha à suíte foi outra caminhada sedutora da loira que, certamente, estava me atiçando de propósito; o vestido colado destacava o contorno da minúscula calcinha que eu ansiava em tirar do seu corpo macio.
O roupeiro era de 3 portas largas de correr com um espelho na porta central que ficava na direção da cama de ferro com barras na cabeceira e na peseira. Eu abracei Charli apertando a sua bunda redonda, dando um beijo de língua e encostando meu pênis ereto em sua vulva, porém a loira me disse que estava cansada, estressada, irritada por causa de prováveis sintomas da TPM.
O lençol do colchão, macio e perfumado, era propício para fazermos amor; nos sentamos ali para conversarmos sobre como a suíte ficara bonita com os novos móveis. O vestido de Charli era curto suficiente para eu ver a sua calcinha azul escuro de cetim com detalhes de renda branco o quê me deixou com mais tesão.
A loira percebeu a ereção do meu pênis, mas permanecia aversa de fazermos amor naquele momento. Eu disse para testarmos a cama sem nos agarrarmos, assim nos deitamos lado a lado conversando sobre trivialidades. Então, eu comentei que tinha uma surpresa para ela.
Eu pedi que Charli fechasse os olhos; eu busquei os diversos lenços da minha mochila vedando os seus olhos e orientando que ela levantasse os braços sobre o colchão. A loira não desconfiou de nada, rapidamente eu amarrei os seus punhos na cabeceira da cama e, antes que ela esboçasse uma reação forte, os seus tornozelos na peseira da cama.
- O quê significa isso, Frank? Ela me perguntou com voz ligeiramente assustada porque não esperava ficar amarrada à cama e também por não estar enxergando nada, embora a loira confiasse plenamente em mim.
- Você gostará da minha surpresa. Eu respondi com voz rouca tomada pelo tesão em ver aquele corpo gostoso sendo dominado quando ela adorava dominar. Eu fiquei admirando a beleza extraordinária da Charli enquanto eu tirava a minha roupa.
Os seus pés foram os primeiros a sentir a minha língua que percorreu as pernas, as coxas, as virilhas se detendo na vagina tufada; eu encostei o meu rosto na calcinha lambendo a xana através do tecido e sentindo o cheiro da gruta molhada.
O vestido foi erguido até o pescoço para eu beijar e chupar os seios pequenos lambendo lentamente os mamilos arrepiados; eu tirei o lenço dos seus olhos e tentei dar um beijo de língua em sua boca, todavia ela cerrou os lábios e virava o rosto - eu lambi o seu pescoço e desci à vulva.
A loira protestava vendo, no espelho da porta do roupeiro, eu afastar a calcinha, mordiscar o seu clitóris durinho, chupar a xana cada vez mais molhada e abrir os lábios vaginais para dar lambidas demoradas dentro da gruta delicada.
Charli Simpson tentava evitar as minhas investidas no seu santuário sensível, mas ela não conseguia assim como também não controlava as contrações de sua vagina em minha boca anunciando a vinda de orgasmo com o meu dedo médio entrando, saindo e tocando o seu ponto G.
O meu pênis estava pingando pré-semen, eu aguardei a loira gostosa ter um orgasmo intenso, esguichando em meu rosto, para introduzir profundamente o meu pênis em sua vagina apertada. Em seguida ao esguicho, estremecendo o seu corpo, eu apertei o pênis no clitóris esfregando até ficarmos mais excitados.
Com a calcinha puxada para o lado, eu coloquei a glande na entrada da vagina de Charli que mandava eu parar sem obter sucesso. Eu entrei um pouco na loira que enrijecia o corpo tentando evitar que eu a penetrasse; com as pernas amplamente abertas, ela teve a vagina invadida pelo meu pênis a contragosto seu.
Com o rosto expressando raiva, Charli misturava as sensações de repulsa e desejo, de resistência e prazer, enquanto a vagina rosada era preenchida pelo meu pênis inchado que desapareceu em sua fonte de mel.
A xana da loira era pequena e apertada, o meu pau entrou aos poucos mesmo ela apresentando a gruta lubrificada. Eu segurava o meu gozo a fim da garota relaxar e atingir outro orgasmo dessa vez no meu pênis que entrava e saía do seu corpo macio.
Charli estava acostumada a comandar as nossas transas, conduzindo nós dois para êxtases maravilhosos, e permanecia inerte aversa ao nosso ato sexual mesmo o seu ser expressando o contrário; ela era temperamental e não gostava de ceder ainda que estivesse vencida como naquele momento.
Eu tirei o meu pênis da gata arredia voltando a lamber e chupar a sua xana de cuja escorria o seu mel junto com o meu. Eu enfiei, ternamente, dois dedos na vagina deliciosa causando tremores na loira.
Eu retornei a meter e, dessa vez, a tirar o pênis totalmente da vagina da minha musa. Eu percebi que ela estava gozando; eu aumentei o ritmo das estocadas para termos orgasmos simultâneos. O meu tesão era imenso pela nossa inusitada transa e eu explodi forte ejaculando dentro do loira ardente.
Nós dois relaxamos, ficando quietos até eu desamarrar um dos braços da Charli que me disse, com um ligeiro sorriso travesso, estar pensando em me dar o troco futuramente. Ela ficou livre das quatro amarras, se aconchegou em mim mesmo permanecendo aborrecida por ter sido dominada totalmente por mim.
- Você planejou tudo, seu safado. Eu não bato em você porque foi uma experiência incrível.
- Eu fico feliz que você teve muito prazer, Charli.
Eu fiz carinho em seus cabelos sedosos, rosto bonito e ombros macios. Ela me beijava carinhosamente; nós ficamos colados um bom tempo deitados no nosso colchão de amar. Nós fomos tomar banho e depois continuamos inaugurando a cama - com ou sem amarras.

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