Se você não me mandar parar, vou te comer em cima desse capô
- Temas: amor, paixão, Exibicionismo, Automóvel, Dominação, Oral, Clitóris, Cunnilingus, Submissão
- Publicado em: 14/05/26
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- Autoria: ana_cash
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“Você quer que eu pare?” “Não…” “Se você quiser é só falar, tá?!” “Ahammm”. “Se você não me pedir pra parar, eu vou acabar comendo você em cima desse capô”. “Hmmmf”.
Estava muito calor naquele sábado. Era fim de verão, o tempo estava úmido e quente, não havia roupa confortável o suficiente, muito menos para limpar a casa. O mais fresco que Ana encontrou no guarda-roupa foi um shorts de lycra que ela havia comprado por engano pela internet. Ele era extremamente curto, mal conseguia cobrir toda a bunda, e muito justo, dividindo sua xana no meio, razão pela qual ela nunca teve coragem de usá-lo fora de casa.
Na verdade, até mesmo dentro de casa ela tinha vergonha de usar, porque mais parecia que ela estava fazendo uma cena daquelas de filmes pornôs caricatos, em que a atriz lava um carro com um micro shorts. Mas estava muito quente, ela estava com calor e sem paciência para pensar demais nisso. Vestiu o shorts, um top de academia e se apressou em fazer logo suas tarefas e ficar livre para curtir o dia.
No quintal, seu marido lavava o carro e observava o ir e vir de sua esposa dentro daquela roupa, sentindo seu pau endurecer dentro da bermuda. Decidiu chamá-la até o carro e, com o capô aberto, pediu que ela olhasse atrás do motor se conseguia enxergar uma peça que ele havia deixado cair. Ela se inclinou sobre o capô aberto, deixando sua bunda em evidência com aquele shorts minúsculo. Ela não era inocente, sabia exatamente onde ele estava olhando naquele momento e, só de sacanagem, empinou-se um pouco mais.
Sem qualquer sutileza, seu marido encheu a mão no meio de sua bunda, pressionando seu clitóris com o dedo do meio. Ana soltou um suspiro gemido e, com ar de brava, disse: “Amor, não acredito que você me chamou aqui só pra isso!”. Ele respondeu: “Claro que não, meu amor. Chamei pra dar um beijo nesse seu pescoço”, e beijou o pescoço dela, “pra dar um beijo na sua boca”, e se beijaram ali em frente ao carro.
Ela se sentiu amolecendo, sua guarda baixando. Ele continuava enchendo sua mão com tudo que alcançava: sua bunda, sua buceta; ele apertava e ela gemia baixinho enquanto se beijavam. “Você quer que eu pare?” Ela não respondeu. Ficou de olhos fechados apenas sentindo a mão dele. “Você quer que eu pare, meu bem?”. “Não…”. “Se você quiser é só falar, tá?!”. “Ahammm”. “Se você não me pedir pra parar, eu vou acabar comendo você em cima desse capô”. “Hmmmf”.
Ela não tinha coragem de mandá-lo parar. Sentia contrações no baixo-ventre como reflexos que respondiam às pontas dos dedos que se atreviam a apertá-la por cima de seu shorts. “Ain, amor, eu tenho muita coisa pra fazer agora…”, ela respondeu com a voz manhosa. “Quer que eu pare, meu bem?”. Ele falou em seu ouvido ao mesmo tempo em que os dedos de sua mão esquerda a pressionavam na cintura, trazendo-a para mais perto, enquanto os dedos de sua mão direita faziam mais pressão em seu clitóris.
“Você quer que eu continue né, meu amor? Quer que eu coma você aqui mesmo, em cima do capô desse carro.” Ela já estava completamente entregue, mole, pronta para obedecer todas as ordens que recebesse. Respondeu um “aham” misturado com um gemido. “Pois então eu vou lhe dar o que você tá pedindo com esse shortinho enfiado nesse rabo gostoso, viu?” (e mais contrações no pé da barriga).
Ele a beijou invadindo sua boca em um daqueles beijos que fazem as mulheres sentirem urgência de serem chupadas, como se suas bucetas sentissem inveja de suas bocas; ao mesmo tempo, enquanto uma das mãos a segurava pela cintura, a outra abaixou o capô do carro. Ele a virou de costas para si, com as mãos de Ana apoiadas no capô, cheirou e beijou seu pescoço enquanto seu pau fazia pressão em sua bunda e apertou seus seios por baixo do top que ela usava, beliscando com carinho os bicos e fazendo-a prender a respiração por alguns segundos.
Ele se divertia tendo a esposa em suas mãos, manipulando seu corpo e observando as formas como respondia aos seus toques. Abaixou-se lentamente atrás dela, beijando suas costas e deslizando suas mãos pela cintura até chegar ao shorts. Com carinho, sem pressa, divertindo-se com a tortura, foi abaixando a peça de roupa e deixando exposta a pele bronzeada marcada apenas pelo desenho do fio-dental. Ana se inclinou sobre o capô empinando ainda mais o quadril, oferecendo a ele seu cu, seus lábios, seu clitóris, tudo.
Ele olhava admirado, apertava sua bunda com força, suas coxas, abria a buceta de Ana, alisava sua pele e, quando não pôde mais se conter, encheu sua boca como um morto de fome, fazendo-a soltar todo ar em seus pulmões, como quem entra numa piscina gelada. Enquanto sua boca se lambuzava com o mel que escorria dela, Ana se apoiava sobre o capô quente, empinando-se e proferindo xingamentos e palavrões.
Ele alternava o verdadeiro beijo de língua que dava em sua buceta com pausas para olhar aquela imagem, abrindo suas carnes com as mãos. Então lambia seu cu, esfregava o dedão sobre ele fazendo-o piscar de tesão. Ana gemia como se estivesse prestes a perder o controle e era exatamente lá que ele sempre gostava de levá-la: ao limite. “Caralho, amor, que delíciaaaa”, ela dizia com voz quase de choro. “Ain, amooor”, enquanto a língua do safado do marido deslizava fazendo pressão, indo de seu cuzinho até sua bucetinha.
“Amor, mete em mim, mete?! Me come, eu quero aqui, mete, mete”, ela implorava entre gemidos, de olhos fechados. Ele se levantou, ficando de pé atrás dela e começou a esfregar a cabeça do pau em sua buceta, do jeito como ele havia aprendido muito cedo que ela mais gostava. Qualquer dia iria tentar fazê-la gozar apenas esfregando sua pica em sua buceta molhada, não devia ser difícil. Difícil mesmo era resistir e não enfiar a pica toda de uma vez naquela carne quente, apertada, molhada.
Som nenhum no mundo era mais gostoso do que o gemido que ela dava na primeira estocada. Se fosse possível, seria a última coisa que ele gostaria de ouvir antes de morrer. Ele adorava provocá-la esfregando seu pau daquela forma e depois posicionando a cabecinha bem na entrada, permanecendo parado por alguns segundos e assistindo o desespero de Ana em forçar ela mesma seu quadril contra o dele, engolindo seu pau de uma só vez.
A vagabunda ficava sob controle da situação por alguns segundos, enquanto ele se concentrava em não gozar tão rapidamente. Ela rebolava lentamente, aconchegando cada milímetro de sua pica dentro de si, se acostumando com o comprimento e a largura para que não doesse nada no momento em que ele voltasse a si e começasse a meter com força nela.
Ela sabia que esse momento havia chegado quando sentia os dedos dele estralando em um sonoro tapa na sua bunda. Então ela se empinava mais, se oferecia para ele enquanto ele, numa mistura de paixão e fúria, metia com força puxando-a pela cintura. Impossível reproduzir em palavras os gemidos de prazer que Ana soltava, mas era o som que o fazia agradecer aos céus por poder ouvir.
Era até fácil para ele se distrair do que estava fazendo por ficar prestando atenção no som manhoso, a respiração ofegante, os gritinhos contidos. Eram sons que davam calafrio em seu corpo, aceleravam seu gozo, davam fraqueza em suas pernas. Quando tinha forças, Ana tentava exercer algum mínimo controle sobre a situação e forçava ela mesma seu quadril contra o dele, buscando ditar o ritmo.
Mas se ele permitisse que ela exercesse o controle, não conseguiria conter o orgasmo. Não era exatamente uma competição; no final, o objetivo dos dois era o mesmo: ter e dar prazer pelo máximo de tempo possível. Mas se alguém assistisse acharia que ambos competiam pelo prêmio de quem dá mais prazer ao outro. Na tentativa de retardar seu orgasmo, o rapaz agarrou Ana pelos cabelos, puxou-a para si e com a boca próxima de seu ouvido disse a ela: “Ajoelha, meu amor. Eu quero ver você enfiar meu pau todinho na boca”.
Ela gemeu com sofrimento e rebolou forte com o pau dele inteiro dentro de si quando ouviu essas palavras. Girou seu corpo de frente para ele fazendo seu pau sair lambuzado de dentro dela, abaixou-se ficando de cócoras e, sem tirar seus olhos dos olhos dele, mergulhou a rola dura em sua boca molhada, sugando o membro para não precisar usar as mãos e assim poder segurar em sua perna com uma delas, enquanto a outra massageava seu clitóris e lambuzava-se com todo o mel que escorria.
Ela babava e se engasgava quase encostando a ponta do nariz na barriga dele, então tirava o pau de sua boca, soltava o ar, chupava vigorosamente e então repetia o processo. As pernas dele tremiam e, ao notar que não aguentaria mais segurar por muito tempo, a ergueu, beijou sua boca, deitou-a sobre o capô, abrindo suas pernas e beijando apaixonadamente sua buceta melada. Nessa hora Ana realmente cagou para os vizinhos.
Nessa hora, ela quase desejou que eles viessem ao muro assisti-la com as pernas arreganhadas em cima do capô do carro sendo devorada entre a saliva, língua e lábios do marido. Gemeu alto soltando o ar do peito, segurou suas pernas próximas ao seu corpo e esperou ansiosa para se sentir sendo aberta novamente, ter suas carnes invadidas, massageadas, penetradas por ele.
Quando seu marido voltou a socar o pau dentro dela, Ana já nem gemia mais. Sentia a pressão que ele exercia em seu ventre e um choque irradiava partindo do seu clitóris cada vez que este se encontrava com a pele dele. De olhos fechados, ela não queria distrações, apenas prestar atenção em todas as sensações que as estocadas fortes e rápidas lhe causavam. Quando se viu perto de gozar, Ana soltou uma das pernas e passou a massagear seu clitóris.
Era a senha para que seu marido a seguisse e ambos gozassem juntos, como quase sempre faziam. Ele, que não tinha vergonha de gemer, pelo contrário, sabia o quanto ela gostava disso, prendia e soltava o ar de forma descompassada, como quem se afoga. Ao sentir sua buceta contraindo em volta do seu pau, suas pernas tremerem e seu gemido ficar arrastado, tirou a pica de dentro dela e gozou sobre sua pele em jatos que atingiram seus seios e sua barriga.
Seu corpo amoleceu sobre o dela, que respirava como se acabasse de correr uma maratona. Deitou a cabeça em seu peito buscando retomar as forças enquanto ela acariciava seus cabelos. Tomaram juntos um banho de mangueira, brincando, se beijando, se provocando. Naquele sábado ninguém mais fez faxina ou lavou carro. Passaram o dia trepando, comendo e dormindo. O que mais eles poderiam querer?
