Transando em público na lanchonete
- Temas: Amor, sexo, público, exibicionismo, voyeurismo
- Publicado em: 17/05/26
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- Autoria: Brafra
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O salão de beleza onde eu e a Charli frequentamos está localizado próximo ao seu apartamento. Em determinado início de noite, a loira gostosa iria pintar as unhas e me chamou para acompanhá-la porque ela queria fazer o trajeto a pé a fim de caminhar um pouco comigo.
O clima ficou nublado, eu peguei a minha mochila em cuja havia uma sombrinha e rumamos ao salão de beleza. Nós percorríamos, de mãos dadas e conversando amenidades, o primeiro quarteirão quando começou a chuviscar; no segundo, a chuva aumentou.
Eu abri a sombrinha, mas era pequena para nós dois; Charli apoiou o braço esquerdo no meu ombro direito, o meu cotovelo tocava no seu seio macio me excitando de imediato - ela me conhecia, sorriu e colou mais em mim.
Nós ficamos em uma lanchoneta coberta esperando o aguaceiro passar. Charli trajava uma camiseta branca e uma minissaia jeans; ela estava sem sutiã com os mamilos quase furando o tecido da camiseta. A loira me olhou safadamente como se lesse os meus pensamentos haja vista eu estar devorando ela com os olhos.
A lanchonete já estava fechada; bancos foram instalados, sob a cobertura prolongada, próximos às jardineiras. As plantas não eram suficientes para nos esconder de quem passasse por ali a pé ou de carro; mesmo assim, nos agarramos com volúpia de quem está sedento por sexo.
Parte do corpo da Charli tinha tomado chuva e contrastava com a sua quentura excitante. Nós fomos para os fundos da lanchonete, porém ficava muito próximo ao muro atrapalhando o nosso plano de fazer amor lá.
A loira sentou ao meu lado, em um dos bancos, abrindo ligeiramente as pernas me deixando com mais tesão ao me mostrar a sua calcinha de cetim rosa claro. Ela passou os braços so redor da minha cabeça me beijando de língua na boca; eu pousei a mão direita em sua coxa esquerda subindo para debaixo da minissaia.
Eu toquei a calcinha, a loira suspirou me beijando com mais desejo. Eu massagiei o clitóris, levei um pouco do cetim para dentro da vagina quando o meu dedo médio buscou a fenda da gruta úmida. Charli colocou a coxa sobre a minha; eu afastei a calcinha para lado enfiando o dedo na xana molhada procurando atingir o ponto G.
A minha fogosa loira suspirou forte quando eu toquei o ponto G; eu tirei o dedo da vagina depilada colocando em sua boca - ela chupou me encarando meigamente. Eu me ajoelhei entre as suas pernas, Charli levou o bumbum à borda do banco me oferecendo a xana para ser chupada totalmente por mim.
As luzes dos faróis dos veículos expunham o seu rosto inclinado para trás, com os olhos fechados e gemidos emitidos da boca carnuda. Mesmo em movimento, certamente ocupantes, mais atentos, dos carros viam parte do nosso ato sexual; também havia a possibilidade de sermos vistos por algum transeunte embora a rua estivesse deserta devido à chuva forte.
Eu cheirei a deliciosa vagina oferecida a mim tornando o meu nariz melado pelo néctar saboroso que escorria; Charli acariciava o meu cabelo, eu lambia a xana de cima a baixo repetidas vezes sentindo a lubrificação da grutinha aumentar cada vez mais.
- Me chupa, Frank! Ela pediu em um sussuro pleno de tesão. Eu abri os lábios vaginais lambendo mais rapidamente a xaninha que pulsava em minha boca. O corpo macio denunciava a aproximação de um orgasmo da Charli cujas pernas tremiam.
O seu mel estava distribuído na calcinha e nos meus dedos e língua; ela apertou o meu rosto contra a xana estremecendo o corpo e esguichando bastante em minha boca. A loira gostosa foi relaxando aos poucos; eu sentei ao seu lado dando um carinhoso abraço nela.
Charli me beijou demoradamente na boca sentindo o sabor do seu mel; ela se ajoelhou entre as minhas pernas para também sentir o gosto do meu mel. A loira sedenta abriu o zíper da minha bermuda colocando para fora o meu pênis melado que ela engoliu com gula em um sexo oral maravilhoso.
Charli explorou o meu pau duro rodeando a glande com a língua, beijando toda a extensão do membro indo lamber e chupar os testículos me proporcionando uma sensação incrível que somente ela sabia dar.
Eu ouvi passos de pessoas chegando para se abrigar debaixo da cobertura da lanchonete. Pelas vozes, eram mulheres; eu virei o rosto e vi uma loira e uma morena que também perceberam a nossa presença apesar da penumbra e das plantas encobrindo parcialmente a nossa transa.
Eu cochichei para a loira que nós tínhamos companhia, ela ergueu a cara, deu um sorriso safado e continuou me chupando mesmo sabendo da plateia inesperada. Eu fiquei um pouco tenso, contudo ser observado aumentava o meu tesão e igualmente aquele de Charli Simpson.
Eu acariciei os seus cabelos sedosos e dourados enquanto ela tirava o pênis da boca e me masturbava com as mãos macias segurando o pênis com delicadeza, escorregando os dedos, em forma de concha, da glande até os testículos.
Os seus olhos azul claro me fitavam, um ligeiro sorriso de luxúria apareceu no canto da sua boca entreaberta; ela me conduzia a um orgasmo em suas mãos que manipulavan com carinho o meu pênis inchado e pulsante.
O temporal aumentou, eu percebi que as duas mulheres esticavam os pescoços buscando visualizar a nossa transa. Esfregando o rosto bonito em meu pênis, Charli prosseguiu me masturbando com as mãos ágeis sentindo o meu pênis pulsando entre os seus dedos claros.
A loira parava, ao notar que eu ia gozar, protagonizando uma prazeirosa tortura que culminou em um orgasmo intenso lançando esperma em seus dedos cujos ela levou à boca limpando-os e engolindo todo o meu mel para, em seguida, me beijar ternamente na boca misturando os nossos líquidos com as nossas línguas ávidas por mais sexo.
Nós ficamos abraçados, sentados no banco, ouvindo o barulho da chuva na cobertura do pátio da lanchonete, se acariciando mutuamente em preparo para prosseguir a transa. Ela retomou a masturbação, com as mãos, no meu pênis no intuito de outra ereção falando baixinho no meu ouvido: - Amor, fode bem gostoso a tua rainha.
A loira retomou igualmente o sexo oral me lambendo levemente sentindo o pênis crescer em sua boca sedosa. Ela apertava o pau com o rosto brilhando de pre-sêmen, prontamente eu respondi às suas carícias ficando em ereção para ser engolido pela vagina tufada.
Charli tirou a calcinha que foi guardada no bolso da minha bermuda; ela sentou em mim apesar de saber que as mulheres teriam uma visão maior de nós dois trepando. A loira roçava o clitóris devagar em meu pênis gemendo baixo, tremendo o corpo e procurando mais prazer; eu apertava delicadamente o bumbum redondo e empinado.
A minha saborosa parceira segurou o meu pênis colocando a glande na entrada da vagina delicada devorando cada pedaço do membro ereto. Eu fechei os olhos, suspirei me entregando àquela gata selvagem, ardente e no cio que subia e descia em movimentos cadenciados comandando os nossos orgasmos.
A xana ficava mais molhada escorrendo mel pelo meu pau que despejava mais mel dentro daquela gruta apertada. O meu pênis tocando o ponto G levava a loira a grande excitação juntamente com as outras gatas olhando o nosso ato sexual que aumentava em intensidade.
Charli me cavalgava entregue ao prazer, eu segurei a sua cintura puxando o seu corpo para o pênis desaparecer totalmente dentro da sua vagina rosada. A loira, preenchida pelo pau quente, encostava e esfregava a xana no meu pélvis atingindo um êxtase com esguicho deixando o seu corpo trêmulo.
O meu pau latejava no interior da xana apetitosa, eu segurei o seu corpo branco contra o meu e explodi ejaculando na xana da magnífica Charli Simpson que beijou várias vezes os meus rosto e pescoço antes de ficar quietinha, sobre mim, sentindo o meu pau escapulir aos poucos do seu delicado santuário.
Após certo tempo, Charli saiu de cima de mim, pegou a calcinha no bolso da minha bermuda e vestiu cobrindo a vagina sensível e cheia do nossos líquidos misturados. Nós ficamos juntinhos aguardando a chuva diminuir para retornarmos ao seu apartamento porque ficara tarde para irmos ao salão de beleza.
O aguaceiro virou chuvisco. Nos recompomos, eu abri a sombrinha e passamos próximo às mulheres - uma era loira de olhos azuis e a outra morena de olhos verdes - que sorriram para nós talvez por embaraço por sabermos que elas tinham olhado a nossa transa ou outro motivo que somente elas sabiam.
No trajeto de volta ao seu apartamento, Charli colou novamente o corpo no meu devido o tamanho da sombrinha. Eu toquei o seu seio esquerdo com o cotovelo direito, ela me acariciou e, certamente, continuaríamos fazendo amor em sua suíte tão logo chegássemos ali.

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