Na biblioteca da universidade
- Temas: Amor, amizade, paixão, aventura, sexo, oral, público
- Publicado em: 20/05/26
- Leituras: 5988
- Autoria: Brafra
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A biblioteca da universidade estava silenciosa em uma noite de terça-feira. A maioria dos alunos já havia saído, restando apenas o barulho do ar condicionado e algum ruído distante de páginas viradas. Charli Simpson estava em uma mesa perto do canto dos fundos, onde a luz do teto incidia sobre o seu caderno. Aos vinte e dois anos, ela estava imersa nos preparativos para a certificação que buscava em Jornalismo, e o foco daquela noite era uma pilha alta de questões de testes simulados que exigiam toda a sua concentração.
O seu longo rabo de cavalo rosa e loiro estava preso no alto, algumas mechas soltas emoldurando seu rosto enquanto ela se debruçava sobre o seu trabalho. Charli vestia o mesmo moletom cinza folgado que sempre escolhia nas noites de estudo, com as mangas arregaçadas até os cotovelos, e uma minissaia jeans que subia o suficiente para revelar sua calcinha de cetim branca com detalhes em renda rosa sempre que descruzava as pernas. Ela tinha consciência disso; simplesmente não se importava com a excitação que isso me proporcionava.
Eu estava numa mesa próxima, olhando discretamente a sua beleza. A princípio, a linda loira me ignorou, pois estava acostumada a ser observada aonde quer que fosse. Então, ela reparou no ângulo do meu celular — segurado baixo, a lente apontada diretamente para ela - e percebeu que eu estava filmando havia quase um minuto.
Os lábios de Charli deram um leve sorriso. Ela me deixou continuar, fingindo estar absorta em suas anotações enquanto se ajeitava na cadeira, deixando a saia subir um pouco mais, dando a mim uma visão maior entre as suas coxas. A loira se inclinou um pouco mais para a frente com o moletom revelando o suficiente da curva suave de seus seios. Só depois dela sentir o calor do meu olhar se tornar quase palpável, a garota ergueu os olhos e sorriu ao encontrar meu olhar intenso e ardente. Então, ela fechou o caderno, levantou-se graciosamente e caminhou em minha direção.
Eu congelei e os meus olhos se arregalaram de susto.
Um segundo depois, Charli puxou a cadeira à minha frente, sentou-se com uma confiança natural, inclinando-se para a frente até que os nossos rostos estivessem a poucos centímetros de distância um do outro. A sua minissaia havia subido completamente, deixando sua calcinha totalmente à mostra. Eu percebi, mas estava sem jeito de olhar para baixo.
“Oi!”, ela me disse baixinho, com a sua voz suave. “Está gostando do show?”
O meu rosto ficou vermelho. "Eu... eu não estava..."
Ela estendeu a mão e me falou: "Celular."
Eu engoli em seco e entreguei o aparelho, já desbloqueado. Charli percorreu as fotos e vídeos recentes, com uma expressão indecifrável. Havia pelo menos vinte fotos — algumas espontâneas, outras com zoom nítido em suas coxas e no vislumbre do cetim rendado cobrindo sua parte mais íntima. Ela selecionou a melhor imagem e o melhor vídeo, e os transferiu para o próprio celular. "Essas ficam comigo", murmurou, apagando as originais e esvaziando a lixeira antes de me devolver o telefone. "O resto você pode guardar. Considere um presente."
Eu parecia prestes a derreter na cadeira e a desaparecer no chão. Com as mãos trêmulas, comecei a enfiar livros na mochila, me preparando para fugir.
Ela se levantou, alisou a minissaia lentamente e colocou a mão levemente no meu pulso. "Não vá ainda. Eu sou a Charli. Qual é o teu nome?"
Eu congelei novamente. "Eu sou o Frank."
Ela se inclinou para mais perto, sua respiração na minha orelha. "Você está me observando há quase uma hora... não quer dar uma olhada mais de perto?"
Eu perdi o fôlego.
“Siga-me”, ela sussurrou.
Ela me conduziu pelos corredores silenciosos, passando pela área principal de estudos e entrando em uma parte deserta da biblioteca. A iluminação ali era um pouco mais fraca, o ar mais fresco e era quase escondido. Ela escolheu ficar no local mais afastado, parcialmente isolado por uma pequena divisória; eu a seguiu sem dizer uma palavra.
Assim que nos acomodamos, Charli se virou para me encarar. O espaço era apertado, mal dava para duas pessoas ficarem em pé sem se tocarem. Ela ergueu a mão, acariciou os meus cabelos e rosto.
“Você foi muito corajos e paciente”, ela me disse suavemente. “Você acha que merece uma recompensa?”
Eu comecei a murmurar algo, mas antes que pudesse articular qualquer palavra, ela colocou o dedo em seus lábios, inclinou-se e me beijou — lento, profundo e sem pressa. Os seus lábios se entreabriram contra os meus, a língua roçando levemente antes de recuar, me convidando a segui-la enquanto ela abria os olhos e os erguia para encontrar os meus.
As minhas mãos encontraram sua cintura, deslizando para baixo e acariciando suas nádegas por cima da minissaia. Ela suspirou em minha boca e se aconchegou mais perto, me deixando sentir o calor de seu corpo.
Apenas alguns minutos após o que sem dúvida fora o beijo mais sensual que eu já experimentei, Charli se afastou graciosa e lentamente se ajoelhando no chão. Os seus dedos deslizaram pelo meu corpo, encontrando o volume em minha calça; ela abriu o zíper com dedos firmes, libertando o meu pênis que estava duro e vermelho. Ela olhou para o pau, deu um pequeno sorriso e o tomou em sua boca.
Ela se movia com delicadeza. A sua língua traçava círculos lentos e úmidos ao redor da glande antes de descer, engolindo completamente o meu pênis, afundando na boca com uma suave chupada. Uma mão acariciava os testículos em um ritmo carinhoso enquanto a outra repousava em minha coxa. Os sons suaves de sua boca preenchiam o pequeno espaço — macios, úmidos, íntimos. Eu gemia, uma das minhas mãos se enfiando carinhosamente em seu rabo de cavalo rosado.
Charli não tinha pressa. Minutos se passaram. Ela variou o ritmo, às vezes lento e profundo, às vezes concentrando-se nos testículos sensíveis com toques rápidos da língua. Cada vez que sentia que eu estava chegando perto do clímax, a loira recuava, distribuindo beijos suaves ao longo de meu membro, deixando a tensão diminuir antes de reacendê-la. A minha respiração ficou ofegante. Os meus dedos apertaram os seus cabelos.
Finalmente, ela se levantou, virou-se e apoiou as mãos na pequena escrivaninha do local. Olhou para mim por cima do ombro.
“Levante minha saia".
Eu obedeci com as mãos trêmulas. A minissaia subiu, revelando o cetim branco e a renda rosa pelos quais eu tanto me apaixonei. Eu prendi os dedos na alça e deslizei a calcinha pelas pernas dela. Charli saiu de dentro da lingerie e a deixou no chão. A calcinha já estava molhada, brilhando na penumbra.
Eu me aproximei, roçando a glande do seu membro na sua vagina, melando o pau com a umidade dela. Charli se impulsionou contra mim com um gemido baixo. Quando eu penetrei nela — devagar, grosso, esticando a vagina — ela soltou um longo suspiro trêmulo.
“Isso", ela sussurrou. "Continua, me come.”
Eu comecei a penetrá-la suavemente, deslizando para dentro da loira, até alcançar movimentos profundos e precisos que prendiam a sua respiração a cada investida. O local era tão pequeno que cada movimento de nossos corpos criava atrito com som amplificado.
A cabeça de Charli pendeu para a frente, o rabo de cavalo balançando com as minhas estocadas. Eu a envolvi com a mão, deslizando por baixo de seu moletom e encontrando o seu seio nu, o polegar circulando o mamilo até que endurecesse. Ela gemeu baixinho, me puxando com mais força.
Mas Charli não gozava rápido. Ela precisava de tempo – precisava da construção lenta, das pausas provocantes, da maneira como o prazer se acumulava sobre o tesão até se tornar quase insuportável.
Após alguns minutos, ela se afastou, virou-se e me levou até o banco estreito dentro do local. Ela me montou, encaixando-se em meu pênis com um movimento lento dos quadris. As suas mãos se apoiaram nos meus ombros enquanto ela começava a cavalgar — movimentos longos e fluidos que pressionavam seu clitóris contra mim.
O seu moletom havia subido, expondo a curva suave de sua barriga e o pequeno volume de seus seios. Eu me inclinei para a frente e levei um dos mamilos à minha boca, sugando-o delicadamente enquanto as minhas mãos apertavam suas nádegas macias, guiando o seu ritmo.
Charli me cavalgou por um longo tempo — dez, quinze minutos — seu ritmo nunca frenético, sempre sensual e controlado. Várias vezes ouvimos pessoas por perto; ela pareceu não se importar e manteve o ritmo. De vez em quando, ela se inclinava para me beijar, línguas deslizando juntas, respirações se misturando. Quando sentia que eu estava chegando perto demais do clímax, diminuía o ritmo quase até parar, me apertando com força, deixando o meu orgasmo recuar antes de recomeçar. Gotas de suor se formavam em sua pele. Suas coxas tremiam. Sua respiração ficou mais profunda, mais irregular.
Ela desceu, deitou-se no banco estreito e me puxou para cima dela. Eu deslizei para dentro dela, novamente, com um gemido. Desta vez, eu tomei a iniciativa, penetrando mais fundo, inclinando os quadris para que a cabeça do meu pênis roçasse o ponto G a cada estocada. As pernas de Charli se enrolaram em sua cintura. As suas unhas cravaram levemente em minha costa. Os seus gemidos ficaram mais altos — altos demais — e mais ofegantes, até se tornarem quase contínuos.
Ela estava perto de ter um orgasmo, depois de tanto tempo.
Eu podia sentir isso no jeito como ela se agitava e se contraía, no jeito como seus quadris se elevavam para encontrar cada investida, no jeito como sua respiração falhava e se prendia. Eu mantive o mesmo ritmo constante e implacável, sem mudar nada, deixando-a subir cada vez mais alto.
Quando o seu orgasmo chegou, foi profundo e avassalador — seu corpo inteiro arqueando-se para fora do banco, as coxas me apertando com força, a vagina pulsando em ondas longas e rítmicas enquanto ela gozava com um gemido suave e entrecortado. Durou mais do que qualquer um de nós esperava, percorrendo-a em ondas intensas que a deixaram tremendo e sem fôlego. Eu permaneci dentro dela a cada pulsação, me movendo apenas o suficiente para prolongar o seu prazer.
Somente quando ela ficou mole sob meu corpo, com os olhos semicerrados e os lábios entreabertos, é que ela sussurrou: "Goza dentro de mim".
Charli me abraçou forte, sussurrando palavras carinhosas em meu ouvido até que eu me entreguei completamente a ela e ejaculei com um gemido baixo, pulsando quente e denso dentro dela. Ela beijou os meus rosto e boca, acompanhando cada vibração junto comigo.
Nós permanecemos conectados por um longo temp, respirando juntos, peles suadas, corações desacelerando. O local estreito parecia um pequeno mundo à parte, silencioso e parcialmente escondido de tudo o mais.
Por fim, Charli sorriu para mim, os dedos traçando linhas preguiçosas em minhas costas. "Estou surpresa com a sua paciência comigo", murmurou ela, "a maioria dos caras teria apressado as coisas."
“Vale a pena esperar por você”, eu respondi, com a voz rouca.
Ela me beijou novamente — devagar, com ternura, quase em sinal de gratidão. Depois, desvencilhou-se cuidadosamente e se levantou, ajeitando as roupas. A sua calcinha ainda estava no chão, onde a havia deixado. Ela a pegou, dobrou-a com cuidado e a colocou na minha mão.
“Guarde isso”, disse ela suavemente. “É algo para você se lembrar de mim.”
Eu olhei para o tecido delicado, com o cheiro do corpo dela, ainda úmido, e segurei a calcinha a fim de guardar no bolso da minha calça.
Charli inclinou-se uma última vez, dando um beijo suave no meu rosto. "Estude bastante", sussurrou com um sorriso travesso. Em seguida, me piscou o olho antes de se virar e ir embora, me deixando sentado no banco estreito do local silencioso, segurando a sua calcinha, o perfume dela ainda em sua pele e a lembrança do prazer lento e devastador que ela me proporcionou gravado em minha mente.
Ela voltou para a mesa, sentou-se e abriu o caderno novamente como se nada tivesse acontecido. O seu corpo ainda vibrava com o êxtase pós-orgasmo — as coxas sentindo a lembrança do meu peso, a vagina ainda úmida e sensível; um calor profundo e satisfatório repousava em seu ventre. Ela descruzou as pernas, sentiu o ar fresco contra a pele nua e sorriu para si mesma.
Em algum lugar entre as estantes, um cara que ela nem conhecia estava segurando a sua calcinha e revivendo cada segundo lento e sensual do que nós acabávamos de compartilhar.
Charli pegou a sua caneta e voltou às suas anotações, já pensando na próxima vez em que poderia me ver observando-a. Essa foi a primeira das muitas transas que ainda teríamos...

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