Sexo com xixi e cubos de gelo
- Temas: Amor, sexo, xixi, cubos de gelo, amarrada
- Publicado em: 27/05/26
- Leituras: 3369
- Autoria: Brafra
- ver comentários
Após a teleconferência imprevista da empresa aonde trabalhava, Charli tomou banho, trocou a lingerie verde claro por outra alaranjado claro de cetim e renda, vestiu uma camiseta branca e me chamou para ajudá-la a fazer o almoço do nosso sábado.
O cardápio foi ensopado de frango com milho, tomate e cebola, arroz cozido; e pêssego em calda de sobremesa. Nós dois, certamente, durante a tarde, nos comeríamos, afinal ambos queriam prosseguir a transa iniciada comigo, debaixo da mesa do escritório, fazendo sexo oral na loira enquanto ela estava na teleconferência.
A comida estava maravilhosa, pois Charli é uma excelente cozinheira; eu sou apenas o seu ajudante nessas horas e, muitas vezes, durante fazermos amor quando a loira protagoniza o comando do nosso ato sexual de modo que somente ela sabe fazer.
Nos sentamos no estofado da sala de estar conversando sobre os acontecimentos da semana que passou e planejando o nosso passeio de domingo no qual nós queríamos fazer trilha em uma grande área verde próxima à cidade.
A loira se deitou no estofado, colocou a cabeça nas minhas coxas, me encarou com os belos olhos azuis, sorriu travessamente e me jogou um beijinho. Charli virou o rosto para o meu pênis cujo ficou beijando, cheirando e mordiscando por cima da minha bermuda; ela me atiçava me deixando excitado.
Eu acariciei os seus cabelos loiros enquanto ela abria o zíper da minha bermuda esfregando o rosto no meu pênis ereto por sobre a cueca melada de pré-sêmen. A loira baixou a minha cueca junto com a bermuda liberando o meu membro esfolado que ela acariciou carinhosamente com as mãos macias.
Charli agia sem pressa me estimulando cada vez mais; a garota dourada adorava me dominar deixando o meu corpo demais excitado até me conduzir a um orgasmo intenso que também dava prazer a ela. Ela era a mais gostosa mulher que eu tinha feito amor na vida.
Eu estava em poder de uma amante fogosa passando a língua ao redor da glande, lambendo ao longo do pênis, chupando os testículos, envolvendo o membro com a cabeleira sedosa causando arrepios em mim. Ela revezava a masturbação - ora usava as mãos, outra a boca, em seguida os cabelos - repetindo até perceber o pau inchado jorrando mais pré-sêmen.
Deitado no estofado, uma onça sobre mim, lambendo e esfregando o rosto em meu pênis pulsante, quase me explodindo de tesão, era uma sensação incrivelmente prazeirosa. A minha deliciosa fera sabia disso e, praticamente, me torturava direcionando quando ela queria ver o meu vulcão jorrar lava quente.
A garota apaixonante despiu a camiseta e começou a esfregar os seios pequenos em meu pênis; os mamilos endurecidos ficaram melados com o líquido que fluía do pau duro. Ela subiu no meu corpo roçando a vagina depilada no pênis, barriga, tórax se detendo em minha boca aonde foi beijada, lambida e sugada por mim com sofreguidão através da calcinha que foi tirada por ela.
A xana molhou mais com a chupada, eu lambi o clitóris saboreando a pele depilada da gruta úmida e sensível. Charli levava, para cima e para baixo, toda a extensão da vagina em minha boca tremendo o corpo claro e gostoso. Eu apertei o bumbum empinado, dei palmadas carinhosas deixando o seu traseiro avermelhado. A garota apertava a minha cabeça com as suas coxas tonificadas anunciando outro orgasmo magnífico em meus lábios.
Charli arfava, gemia, suspirava forte, apoiou as mãos no estofado, inclinou o corpo para trás me oferecendo a xana arreganhada para ser comida pela minha boca sedenta. Eu percorria a fenda apertada com a língua, abri e invadi a vagina recebendo o seu esguicho em minha face. A loira fechou os olhos, gemeu, gritou e gozou muito.
Ela girou o corpo sobre o meu, segurou o meu pênis continuando a me masturbar triplamente no seu ritmo delicado. Eu abri os lábios vaginais, passei a língua devagar na xana molhada em um 69 ardente de dois amantes apaixonados.
A minha musa fazia um boquete saboroso me levando a uma excitação magnífica e a um gozo fantástico lançando esperma na boquinha carnuda da loira boazuda. Eu tentei proporcionar um terceiro orgasmo a ela, mas Charli tem outro tempo de resposta a carícias íntimas.
Ela engoliu o meu sêmen lambendo e limpando o pênis com a boca gulosa. Eu fiz cócegas nas solas de seus pés sem saber que ela era extremamente sensível a cócegas ali, pois era a primeira vez que eu fazia isso. A loira riu tanto que acabou mijando em minha barriga - ela gargalhou ainda mais quando viu a minha expressão de espanto.
Nós usamos as nossas roupas para enxugar a minha barriga do xixi da loira risonha - agora eu sabia que fazer cócegas nas solas dos seus pés podia fazer ela mijar. Hora do banho para em seguida descansar a fim de continuarmos namorando durante a noite na cama de ferro nova da loiraça travessa.
O jantar foi sanduíche de presunto, queijo e verduras, e suco natural de morango; a sobremesa foi torta de limão. Charli se superava em cada receita deliciosa; ela era excelente cozinhando e fazendo amor. Depois do jantar, nós dançamos coladinhos músicas românticas, bebemos cerveja e fomos assistir séries televisivas em sua suíte.
Deitados na nova cama, nós começamos a nos acariciar despertando os nossos desejos outra vez. Charli me olhou fixo, sorriu meigamente, tocou meu rosto, cabelos, tórax e se deteve no pênis que imediatamente respondeu aos seus toques suaves.
Ela trajava uma das minhas camisas de manga comprida e calcinha de cetim branca com renda. O seu corpo elegante, esguio, macio e sexy era uma tentação irresistível; ela sabia disso me sorrindo com safadeza e me expondo a vagina tufada sob a calcinha que entrava na fenda estreita da gruta apetitosa.
- Querida, eu posso amarrar você novamente na cama?
- Desde que você não me coma forçado como da primeira vez.
Charli ficou nua, foi vendada e amarrada à cama com os lenços da minha mãe, usados na primeira amarração, que ficaram em seu apartamento. Eu também fiquei nu, fui à cozinha, tirei uma forma de gelo do congelador, joguei os cubos dentro de uma vasilha, voltei à suíte e fiquei observando aquela mulher fantástica que conquistara o meu coração.
Eu coloquei a vasilha ao lado do tórax do corpo curvilíneo, peguei um cubo de gelo passando nos seios pontiagudos que se arrepiaram e os mamilos endureceram. Charli foi surpreendida, mexeu o corpo com o frio do gelo que percorria a sua barriga e a vulva.
Eu passei novamente o cubo nos seios, chupei e lambi os mamilos esfriados; levei o gelo derretendo à vagina depilada - eu lambi a fenda gelada arrancando gemidos da loira linda, que melava a xana, cada mais vez excitada.
Outro cubo de gelo foi passado em meu pênis duro que foi colocado na boca gulosa da loira. Era inusitada para ela ter um pau gelado nos lábios, ela adorou chupar dessa forma; quando Charli aquecia o membro com as lambidas, eu passava mais gelo para o pênis continuar gelado e desaparecer em sua boca.
A vasilha foi deslocada para perto do quadril da loira a fim de eu deixar a vagina tufada bem gelada e meter o meu pênis também bastante gelado na gruta molhada. O gelo derretia molhando os lábios vaginais delicados; em uma mistura de calor, frio, gelo, água e mel, eu chupei com ternura a xana sensível mordendo levemente o clitóris.
O cubo de gelo diminuiu de tamanho e foi introduzido devagar na vagina da loira que erguia os quadrinhos gemendo, sussurrando palavras carinhosas e tendo arrepios pelo corpo esbelto. A minha língua percorria de baixo ao alto da xana apertada, o mel era derramado em minha boca; a loira suspirou forte, estremeceu e esguichou no meu rosto.
Cubos foram deslizados em nossos órgãos sexuais deixando ambos geladinhos. Eu esfreguei o pênis frio na vagina fria, coloquei a glande na entrada penetrando a grutinha devagar - mesmo lubrificada, Charli era apertada, pois a sua xana era pequena, estreita e delicada sendo também deliciosa.
A loira gemia, suspirava na transa iniciada gelada, transformada em fria de forma incomum para ela. Nos devoramos em um beijo louco, de línguas se tocando, e demorado aumentando o nosso desejo de fazer amor. Eu tirei os lenços dos tornozelos da Charli que imediatamente cruzou as pernas na minha cintura me puxando mais para dentro dela.
O meu pênis inchado entrou completamente na xana molhada que pulsava juntamente com o meu membro. Ainda que amarrada pelos pulsos, a garota dengosa movia os quadris comandando a nossa transa nos conduzindo a um êxtase sensacional para ambos.
Quando a loira sentia que o meu orgasmo podia se aproximar, ela parada o movimento dos quadris, sorria e pedia beijos no rosto. O meu pênis pulsava muito, eu não aguentaria mais tempo e avisei a minha musa que logo eu gozaria; ela buscou o seu gozo fazendo o meu pau tocar em seu ponto G.
A vagina rosada ficava mais molhada a cada estocada carinhosa que eu dava; eu senti a xana arreganhada pulsando em meu pênis e eu não segurei mais lançando esperma dentro da loira gostosona. Nós gememos, sentimos os corpos estremecerem em um clímax maravilhoso cheio de bastante tesão, paixão e amor.
Desabado sobre o seu corpo macio, eu fiquei quieto alguns minutos sentindo o cheiro de luxúria saindo de nós dois. Eu soltei os pulsos da Charli que me abraçou fazendo carinho nos meus cabelos e costa e beijando o meu rosto; ela me olhou como quem se preparava para dar um troco delicioso.

Gostaria de comentar este texto?
Faça seu login ou cadastro para poder comentar e se comunicar diretamente com seus autores favoritos.