Paixão proibida

  • Temas: hetero, cunhada, traição
  • Publicado em: 29/05/26
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  • Autoria: FantasyHistory
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Private Muse

Juro para vocês que venho tentando manter distância da minha cunhada, porém por mais que eu tente não consigo deixar de desejá-la. Esses dias foram razão para que essa vontade de foder ela ressurgisse. No último final de semana fui até a casa dos meus sogros (para quem não sabe ela mora com eles), ela estava uma delícia em um short super apertado que marcava o fio dental atolado naquele rabo gigante.

E na segunda feira fui lá pegar uma encomenda e ela estava faxinando a casa e com a roupa toda molhada, um short curto e uma blusinha branca que estava transparente por estar também molhada, a safada fez questão de vir me cumprimentar com aqueles bicos de seios apontados para mim, fiquei de rola dura na hora, ela fez questão de beijar próximo ao meu ouvido. O breve tempo que fiquei lá foi apreciando aquela delícia, fiquei de pica dura lembrando como é delicioso meter naquela coroa rabuda.

A tarde ela apareceu em casa com a desculpa que queria entregar uma blusinha para minha esposa, detalhe que ela sabia que eu estava sozinho. Lógico que a chamei para entrar, ela estava vestindo um vestidinho florido bem generoso ao mostrar seus atributos avantajados. A convidei para entrar e a conversa foi rápida.

- Oi, vim aqui trazer essa blusa e resolver uma situação que não está dando mais para sustentar. – Ela foi logo ao assunto.

- O que aconteceu? - eu perguntei.

- Na verdade o problema é o que não aconteceu, pelo menos ainda não! – ela disse com um sorriso malicioso.

Fiquei olhando sem entender.

- Sendo direta, desde que te vi estou com a buceta pegando fogo, quero que apague meu fogo.

Na hora já agarrei aquela delícia e comecei a beijar e passar as mãos por aquele corpo delicioso, a encaminhei para o sofá onde retirei sua calcinha e cai de boca na buceta suculenta. Lambi com vontade, como se não visse uma buceta a décadas, adoro buceta greluda e depilada e a dela é maravilhosa, chupei como se não fosse mais ver buceta na vida, fiz ela gozar como nunca. Retirei a pica e já lambuzei de cuspi e mandei para dentro da buceta, meti com força, rápido enquanto a beijava e suas mãos cravavam as unhas nas minhas costas, libertei seus seios abaixando as alças do vestido, senti a buceta pulsar quando abocanhei seus peitões e mamei gostoso, ela ofegante puxava meus cabelos e pedia para beijá-la e ali com nossas línguas se enroscando ela gozou outra vez.

Ela percebendo que eu logo gozaria me parou, e chamou para ir aí quarto me despiu e começou a mamar minha rola, alternando entre espanhola e chupeta, gozei fodendo a boca dela com a pica atolada na sua garganta. Ela engoliu toda a porra e ficou dando leves lambiscadas na minha vara até ficar duro outra vez. Sem perder tempo ela se ajeitou sobre meu pau introduziu buceta adentro, ela me dominou, cavalgava com força e destreza enquanto eu apertava e estapeava aquela bunda gigante e dura dela e mamava os peitões que balançavam em minha cara. Fodemos assim até ela cansar, nossas coxas estralavam e ela gozava sequencialmente temendo desenfreada e gemendo sem parar, então a coloquei de quatro e mandei a vara com força fazendo ela em pouco tempo gozar outra vez e ficar ofegante e tremendo na cama.

Ficamos ali nos beijando e ela acariciando minha rola e olhou para mim e disse:

- Sei que é errado, mas acho que estou apaixonada por você!

Olhei para ela sorrindo, e ela sorriu de volta!

- Também gosto muito de você!

- Gosta, mas não ama! – ela respondeu.

A beijei apaixonadamente e respondi.

- Pode parecer canastrão da minha parte, mas amo você e sua irmã do mesmo jeito.

- É na minha idade acho que posso me conformar com isso, já está de bom tamanho.

- Sempre estarei aqui, pode ter certeza!

Começamos a nos beijar novamente e a coisa foi esquentando quando ela pediu

- Goza no meu cuzinho!

Imediatamente lambuzei de cuspe o anelzinho dela e mandei a rola para dentro bem devagar, logo ela estava gemendo como puta com meu pau atolado no seu rabo e eu metendo desenfreadamente, eu estapeava sua bunda deixando vermelha e a chamava de vagabunda, gostosa. Dizia que amava aquele rabo que queria meter nele o resto da vida e ela gritava pedindo para foder com força que eu era o macho dela para sempre e nesse frenesi enchi o rabo dela de porra e a fiz gozar novamente.

Fomos nos banhar e arrumar a bagunça, então ela foi embora se despedindo com um beijo apaixonado.


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