Comeram minha esposa, a sogra e uma tia. Foi assalto. - Cap. 1 de 4
- Temas: grupal, jovens, coroas
- Publicado em: 30/05/26
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- Autoria: Dakeng
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A data era 16 de junho de 2023, uma sexta-feira. Tudo programado para ser um noite feliz, mas que de início se tornou num clima de medo intenso. Sou Fabrício, 25 anos, advogado. Minha esposa é Solange, 23 anos, dentista. Minha sogra, 55 anos e a sua irmã Vera Lúcia, 54 anos, ambas viúvas, ambas moravam cinco quarteirões de nossa residência, todos num bairro de alto padrão. As duas tinham uma Boutique Múltimarcas, só alta costura, luxo e qualidade. A boutique, por causa dos preços, praticamente só era frequentada por pessoas de posse.
Apesar da meia-idade das duas, tinham um semblante de jovialidade, frequentavam a academia, corpo bem cuidados, e isso era constatado por mim, pois geralmente nos almoços de família, um bom vinho e depois as via na piscina com seus maiôs comportados, como se diz hoje, as coroas são gostosas, como também minha esposa com apenas seus 23 aninhos. A convivência entre nós era a melhor possível apesar da sogra às vezes com o nariz empinado para certas coisas. Me dava melhor com a tia.
Na data acima citada, um dia especial, fomos para um jantar em um bom restaurante para comemorar o aniversário de minha esposa, como também a data de três anos de casamento. Ainda não tínhamos filhos. Um bom jantar, um bom vinho. Na oportunidade a sogra nos recomendou a não ter filhos ainda porque não queria ser chamada de avó. Já a tia
gostaria muito de ser chamada de tia e ia dar todo carinho para a criança. Ali na mesa Solange avisou que depois do jantar iríamos para nossa casa, pois tinha feito uma encomenda de um delicioso bolo de chocolate branco e champanhe. Como presente a sogra e tia, pagaram a conta do jantar. Fomos embora.
Ao chegar defronte o portão, acionei o farol alto para o portão abrir. Foi aí que o medo e a angústia teve início. Quando entramos, antes do portão fechar, três indivíduos entraram, nem antes de abrir a porta do carro, um de cada lado do carro já nos ameaçavam com uma arma, ordenando para abrir as portas. As mulheres apavoradas praticamente foram tiradas à força, abri a minha já com a arma me apontando, já levantei as mãos e disse: - Pelo amor de Deus, fiquem calmos, as mulheres estão com medo. - Parem de gritar, saiam logo de perto do carro.
Eram três rapazes, na faixa de 20 a 25 anos, até de boa aparência, com algumas tatuagens. Quando entramos, pegaram a chave e trancaram a porta e pediram para sentarmos nos sofás e dizendo: - Se vocês fizerem tudo o que queremos, ninguém sairá ferido, vamos levar o que nos interessa, desliguem os celulares e coloquem na mesinha. - As mulheres estavam abraçadas uma a outra, chorando baixinho, então falei: - Por favor, peguem tudo o que quiserem, mas vão embora, não vamos denunciar vocês, mas um deles disse: - Se você nos denunciar, depois alguns companheiros nossos virão fazer uma visitinha para vocês e não será nada agradável para vocês.
- Enquanto um nos ficou vigiando, os outros dois começaram a tirar de nós os anéis, correntinhas, brincos, colar, relógios, mas não pegaram as alianças. Percorreram todos os cômodos da casa atrás de objetos de valor, no nosso quarto acharam a caixinha de joias, tinha bijuterias bonitas, como outras coisa de valor.
- Da cozinha surgiu um deles, chamou o outro pelo apelido e disse: - Lá na cozinha tem um bolo muito gostoso, tem whisky, garrafas de vinho, cerveja, champanhe e salgadinhos, vamos levar embora também. O outro disse: - O bolo não tem jeito de levar embora, vamos comer aqui mesmo. - Pensou um pouco e disse: - Mas como tem cerveja e salgadinhos, peguem e nos sirvam, mas como vão andar pela casa podem achar uma porta para fugir, tirem a roupa, desse jeito não poderão fugir. - Mas minha sogra disse: - Por favor, não precisa disso, não vamos fugir. - Ou vocês tiram, ou nós mesmo tiramos, e olhando para mim também disse: - Cara, você também tira tudo.
- Na sala tem um conjunto de sofás, daqueles grandes que até parece uma cama, um de três lugares, outro de dois e o individual, são bem confortáveis, se encostar dá quase para ficar com as pernas esticadas. O que aparentava ter mais idade, sentou-se no de dois lugares, e os outros dois no de três lugares. E se tratavam como 'Calabresa", "Jujuba" e "Perninha". Era constrangedor a cena, elas tentaram ficar só de calcinhas e sutiãs, mas ele deu a ordem para ficarem sem nada, e ainda disse para mim: - Acompanhe-as até a cozinha, comecem trazendo cerveja e os salgadinhos, e você "Perninha" acompanhe elas para que não façam nada de errado. As mulheres envergonhadas, procuravam tapar a frente com uma mão e os seios cruzando os braços no peito, só que andando com as bundas expostas.
- Minha mulher eu já sabia que era muito gostosa, mas fiquei surpreso com os corpos totalmente desnudos de minha sogra e da tia, seios médios e não caídos, bucetinhas depiladas e nádegas firmes e durinhas, resultado de exercícios na academia, com isso recebendo elogios do "Calabresa" dizendo que elas eram muito bonitas e gostosas, que iam se divertir um pouco com elas, e que se fossem boazinhas com eles, seriam bem tratadas e que não gostariam de bater nelas se não colaborassem. - Com a fala dele deu para entender o que eles iriam fazer. Notei um minha esposa um olhar muito triste, com lágrimas, já sentindo a humilhação que iam passar.
- Quando voltamos da cozinha, "Calabresa! Já estava só de cueca no sofá de dois lugares, e "Jujuba" do mesmo jeito no sofá de três lugares, já "Perninha" vendo os dois amigos daquele jeito, também só ficou de cueca e foi sentar no sofá com "Jujuba". Colocamos os pratinhos com os salgadinhos e latinhas de cerveja na mesinha de centro, mandou eu sentar na poltrona individual, e que as mulheres começassem a servir eles. Encheram os copos com cerveja e deram para eles, passavam com os pratinhos de salgados e os serviam. Foi vergonhoso, mas vendo elas peladas andando para lá e para cá, e chegando perto deles, eles passavam as mãos nos corpos delas, acabei ficando com o pinto duro, procurei disfarçar.
- Depois de um tempo, "Calabresa" chamou minha sogra para sentar ao lado dele, já "Jujuba" sentou ao lado de minha tia e "Perninha" ficou ao lado de Solange. Claro que as mulheres reclamavam da situação humilhante, mas não adiantava nada e "Calabresa" falava: - Colaborem que nada de ruim vai acontecer com vocês. - Aí a pior hora aconteceu, ele me mandou levantar e ir desta vez pegar vinho, trocar os copos e pegar taças, vergonhosamente me levantei e estava com o pinto duro. Todos olharam para mim, não sabia onde enfiar a cara.
Ali em pé, vergonhosamente com o pinto duro, me tornei em garçom, enchendo as taças, e eles forçavam elas tomarem junto com eles, e foram várias vezes, e com isso, as mulheres já estavam mais soltas, descontraídas e não sendo agredidas, já começaram interagir com eles, que conversavam, contavam piadas. Com mais vinho sendo ingerido por eles, elas estavam mais calmas, relaxadas, e assim começaram a passar as mãos em seus corpos, elas tiravam, mas não adiantava nada a reação delas e então falei: - Por favor, não façam isso, respeitem, elas já estão peladas para vocês verem, mas "Calabresa" só disse: - Oh Bonitinho, cala a boca e fique quietinho, senão vamos te amarrar, te trancar num quarto ou te bater para elas verem.
- Não teve jeito, fiquei quietinho para não deixar eles nervosos e ia piorar a situação. Vi "Calabresa" puxar o rosto de minha sogra, beijá-la nos lábios e em volta do pescoço, ela não refugou, estava com os olhos fechados, mãos nos seios, nas coxas, começou a chupar os peitos dela, passava a mão em sua bucetinha e por incrível que pareça ela abriu um pouco mais as pernas, pegou a mão dela e a fez segurar seu pinto, ela também não refugou, tornou a beijar nos lábios, pescoço e orelhas, peitinhos chupados, o dedo dele na bucetinha dela que já estava com as pernas ainda mais abertas, parou, colocou a mão na cabeça dela e a forçou até chegar em seu pinto e ela começou a chupar, cinco anos de viúva o tesão veio com tudo, se entregou para "Calabresa".
- Já no outro sofá, já acontecia a mesma coisa, minha tia toda relaxada no sofá e "Jujuba" fazendo de tudo com ela, ora ela estava com o pinto dele dentro d aboca, ora ele chupava os peitinhos dela e vi ele se ajeitar, abrir as pernas dela e começou a chupar sua bucetinha e ela segurando a cabeça dele forçando para que continuasse. Bem de lado, minha amada esposa se entregava para "Perninha", com o pau dentro da boca, seios sendo chupados, dedos brincando com sua bucetinha e um pouco mais era a língua dele que percorria sua grutinha, e do jeito que estava olhou para mim, piscou e só com os lábios disse: - Calma, te amo querido, me perdoe".
- No outro sofá, "Calabresa" estendeu minha sogra, abriu suas pernas, foi por cima, começou a esfregar a calabresa em sua bucetinha, mas ela nem se importando por nós que estávamos por perto falou até um pouco alto: - Vá com calma, estou praticamente virgem, cinco anos sem fazer sexo com um pinto. E ele disse: - Não acredito! - Pode acreditar, cinco anos sem um pinto entrar nela. Se arreganhou toda, aquele pinto foi entrando, ela gemia, entrou tudo e ela ainda disse: - Não se movimente, espere eu me acostumar. - Já posso começar a tirar ele e ir enfiando? - Pode sim, mas vá devagar, me faça gozar gostoso, sinto tanta falta disso. - Ela falava essas coisas sem constrangimento, todos estavam escutando.
- E ele não teve dó, "carcava" para valer e assim fizeram por um tempo, pararam e a colocou de quatro e o entra e sai continuou e as vezes dava uns tapinhas na bunda dela, mas tornou a parar, aí ele se deitou e fez ela vir por cima, e novamente aquele pinto inteirinho dentro dela. Ela devia estar com muita vontade de dar, pois cavalgava com vontade, e na posição que eu estava, dava para ver aquela calabresa entrando e saindo de sua bucetinha.
- Minutos depois ela começou a falar: - Ai... Ai..., vou gozar e gozou, meu Deus como isso é gostoso, que saudade que tinha disso, isso é maravilhoso. - Só que "Calabresa" disse: - Não para não não de cavalgar, também quero gozar, pouco depois anunciou que estava gozando e minha sogra debruçou seu corpo sobre ele e lhe deu um beijo longo e disse: - Como foi gostoso, estou sentindo sua porra dentro de mim. - Só que ele disse com entusiasmo para ela: - Quero seu cuzinho também, você deixa sem ser obrigada a fazer, numa boa? - Seu pau é muito grosso, vai doer, mas se você prometer fazer com jeito, eu deixo, não precisa me obrigar na marra.
- Meu pinto estava até latejando de tesão vendo e ouvindo tudo isso, só que a tia, de quatro, já estava gemendo no pau do "Jujuba", e do lado dela, minha amada esposa estava cavalgando no pau de "Perninha", e na posição que também estavam, com tristeza via aquele pinto entrando e saindo daquela bucetinha gostosa de minha Solange, e eu cada vez com o pau mais duro e latejando. Titia e Solange, praticamente alinhadas lado a lado, gemiam e acabaram gozando, os dois encheram suas bucetinhas de porra. Dava para perceber por que era o apelido de "Calabresa", pois tinha a aparência de uma gomo de linguiça calabresa, daqueles grandes e grossos, e o do "Perninha" também se justificava, pois do meio de suas pernas parecia que tinha outra perninha nascendo. O ambiente tinha virado orgia.
- Claro que, depois das gozadas, eles ficaram exaustos, praticamente com os corpos jogados nos sofás, todos momentaneamente calados, as mulheres certamente envergonhadas, mas de repente "Calabresa" disse: - Oh Bonitinho, você assistiu tudo o que já aconteceu e deve estar com um tesão louco, levante daí para ver de que jeito você está. - Levantei e todos viram que estava com o pinto duríssimo, ele riu e disse: - Você não vai ficar na mão, aproveite que o pinto está duro e vá lá no sofá, pegue um pouco sua esposa, depois um pouco sua tia e acabe gozando gostoso em sua sogra, e não tem desculpas, vai ter que ser nem se for na marra.
- Fui ao sofá de Solange e num papai/mamãe guardei meu pau em sua bucetinha, "Perninha" tinha alargado ela, mas fazer o que, chupei seus peitinhos, beijei aqueles lábios que pouco antes tinha chupado aquele pinto grande de "Perninha", e com os rostos colados ela falou: - Eu te amo querido, não brigue comigo depois, fiz porque fui obrigada, você ouviu e viu eu gemendo e gozando, mas não tinha como não aguentar aquele pinto grande e grosso dentro de mim e não gozar. - Fique calma querida, depois nós conversamos, agora está complicado e ainda vou ter que comer sua mãe.
- Como tinha que ser só um pouco em cada uma, fui para cima de titia, e com o pinto dentro dela eu disse: - Desculpe titia, estou sendo obrigado a fazer isso, e ela disse: - Faça o serviço certinho, chupe meus peitinhos, me beije também, só é chato porque sua esposa, que é minha sobrinha, está vendo seu marido comendo a tia dela e ainda depois vai ver você comendo a mãe dela, está sendo uma noite difícil, mas vamos superar e esquecer tudo depois.
- Vem logo para cá Bonitinho, já comeu a filha e agora vai comer a sogra e quero que capriche e nela pode demorar um pouco mais, e comece dando o pinto para ela chupar, no meu ela deu um show de chupada, disse "Calabresa". - Ela nem olhou em meus olhos, mas pegou o pinto e chupou por um tempinho e disse: - Já está bom, comece agora a fazer o que precisa, mas não demonstre alegria por estar comendo a sogra. - O pinto entrou até fácil, a bucetinha tinha sido alargadas pelo gigante pinto do "Calabresa", mamei seus peitos, não a beijei nos lábios, mas fazia no pescoço, percebi que ela estava ficando excitada, com a língua comecei a acariciar suas orelhas, e só para irritá-la falei em seu ouvido: - Sogrinha, você é gostosa como a filha. Acelerei o entra e sai e logo disse para ela que ia gozar e realmente gozei, só que ela disse baixinho: - Não pare agora não, também estou quase gozando, começou a gemer e gozou, aproveitei para beijá-la e ela não refugou, ainda estava sentindo o momento da gozada.
- Só que "Calabresa" percebeu o que tinha acontecido e disse alto: - Amigos, esses dois gozaram juntos, foi incrível, o genro encheu a bucetinha da sogra de porra, e a sogra gozou com o pau do genro, não dá para acreditar nisso. Agora vocês vão ao banheiro para se limparem, depois vamos fazer vocês gozarem outra vez, e daí vamos embora. - Elas foram ao banheiro, e "Calabresa" mandou que eu pegasse alguma coisa para eles beberem. Ao passar pelo banheiro deu para escutar elas conversando e minha sogra dizia: - É muito triste o que está acontecendo, mas se não tivéssemos sido boazinhas, eles iam nos pegar na marra e ainda nos bater, mas o pior vem agora, vão quere também anal e vai doer, mas filha, estou preocupada com você, Fabrício está vendo outro homem te comendo e vai pedir divórcio. - Ele vai entender mamãe, não estou dando porque quero, nós nos amamos e vamos superar tudo isso.
- Elas se limparam, saíram do banheiro e vieram para a sala, nem se preocuparam em pelo menos colocar as calcinhas, ficaram peladas transitando, mas acabaram fazendo uma rodinha entre elas, mas fui lá e puxei Solange e a levei para um canto da sala, a beijei e disse; - Eu te amo querida, nada vai mudar entre nós. - Também te amo querido, vamos superar esse drama, embora vi você comendo minha mãe e ela ainda gozou com você. Fui obrigado querida, mas comi ela, só que estava pensando e imaginando que era com você. - Aí vi "Calabresa" se levantar do sofá, o pinto estava duríssimo, e chamou as mulheres e disse: - Dona Joana disse que gostaria de fazer anal também, então vamos fazer e depois vamos tornar a comer suas bucetinhas para vocês gozarem outra vez e ficarem satisfeitas com nossa visita, depois vamos embora, mas seria bom que tivesse camisinhas para isso.
- Nesse momento "Jujuba" falou: - "Calabresa", quando estava procurando alguma coisa de valor no quarto, na gaveta tinha camisinhas, lubrificante e até azulzinhos. - Vai lá, pega tudo e traga. - "Calabresa" segurou o tubinho de lubrificante para ele, deu um azulzinho e camisinha para cada um de nós, pegou minha sogra e a levou para o sofá. Vi "Perninha" pegar Solange e a levou para a poltrona que eu ficava e pedindo para que ela ficasse ajoelhada nele de quatro e que ia colocar no cuzinho dela. Ela pediu que ele não fosse bruto, que colocasse aos poucos e com jeito.
- Sem meu sofá, sentei no sofá onde estava "Jujuba" e minha tia Vera Lúcia, e eu ali com o pinto duro e com camisinha. Ali ao meu lado, me surpreendia com minha tia, sempre puritana, mas que estava se revelando, que ia descontar os três anos de viuvez. Ela é que tomava as iniciativas, beijando ele, dava os peitinhos para ele mamar, tirou a camisinha do pinto dele para chupar, depois ela mesmo colocou a camisinha, saiu, foi até onde estava "Calabresa", pegou o tubinho de lubrificante, voltou, passou no pinto dele e pediu para que ele passasse no seu rabinho, mesmo eu ali vendo e ouvindo tudo ela disse: - Sou sua, pode colocar tudo, faça um pouquinho para matar o desejo de comer um cuzinho mas não goze, depois tire a camisinha e enfie em minha bucetinha, faça eu gozar, quero gozar, matar a saudade disso.
- Ali ao lado eu vi o pau de "Jujuba" ir entrando aos poucos no cuzinho de minha tia, ela gemia mas não reclamava, perguntava a ele se já tinha entrado tudo, segurou o quadril dela e "carcava" para valer e dizia para ele não gozar que queria um pouco na frente também, ele parou, tirou a camisinha, jogou no canto do sofá, já deitada, se beijaram, mamou nos peitinhos dela, abriu suas pernas e o pinto entrou, se movimentou no entra e sai por um tempo, depois mudaram de posição, ele deitado e ela foi por cima, cavalgou gostoso até começar a gemer e gozar, sem força deitou sobre o peito dele e nessa posição estava olhando para mim, sorriu, seu olhar era de felicidade, estava realizada, se recuperou e começou a cavalgar novamente, sentiu quando "Jujuba" estava gozando e se beijaram novamente.
No próximo CAPÍTULO, que será o SEGUNDO, muitas surpresas acontecerão. O que minha amada faria com "Perninha" e o que a escandalosa de minha sogra ia aprontar com "Calabresa". Voltaremos em breve para a continuação.
