Amarrado na cama

  • Temas: Amor, amizade, paixão, amarrado, cama, sexo, sexo oral
  • Publicado em: 01/06/26
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  • Autoria: Brafra
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Private Muse

Os cubos de gelo restantes derreteram na vasilha após fazermos amor gelado com o uso de alguns deles. Eu e a Charli fomos tomar banho, em seguida voltamos para a cama a fim de continuarmos assistindo séries televisivas.


A loira encostou a cabeça no meu ombro, eu passei o braço ao redor do seu corpo; ela ergueu o rosto me olhando nos olhos com o seu tradicional sorriso travesso nos lábios. Nos beijamos ternamente várias vezes, ficamos namorando esquecidos do quê passava na TV.


Ambos estavam com sono e, apesar do desejo surgir outra vez, nós combinamos fazer amor durante a nossa caminhada na trilha no dia seguinte. Eu acariciei os seus cabelos sedosos enquanto a loira encostava o ouvido no meu tórax ouvindo as batidas do meu coração até ela adormecer.


O sono chegou para nós dois; eu desliguei a televisão, coloquei o controle na mesinha ao lado da cama; em seguida, eu fui ao banheiro. Quando eu retornei ao nosso colchão de amar, Charli mudara de posição se deitando de bruços - eu me estendi junto a ela e dormi rapidamente.


Na madrugada, eu percebi a Charli se movendo, porém eu estava com tanto sono que eu não tive coragem de verificar o quê ela estava fazendo com os meus braços. O seu corpo se manteve sobre o meu e eu acabei despertando com os punhos amarrados à cabeceira da cama.


Eu estava sem camisa, a loira tirou as minhas bermuda e cueca me deixando nu; ela também baixou a sua calcinha de cetim branca com as bordas pretas. Charli subiu sobre mim, colocou as coxas tonificadas em volta da minha cabeça, se apoiou na grade metálica da cama, movimento os quadris passando a vagina no meu rosto e me disse: - Chupa, safado! Eu quero gozar na tua cara!


Com as minhas pernas soltas, os braços imobilizados, eu estava dominado pela loira fogosa que roçava lentamente a xana no meu rosto marcando-o com um rastro de mel do queixo a testa. Eu ia ávido na fenda estreita, contudo ela tirava rapidamente sem permitir que eu saciasse a minha sede do mel delicioso que escorria da xana apetitosa.


Alternando os seus prazeres de ter a vagina tufada chupada por mim e me dar o troco das duas vezes que foi amarrada à cabeceira da cama, Charli sucumbiu ao seu desejo, colocou a xana em minha boca falando: - Vai, Frank! Não para, faz a tua fêmea gozar gostoso!


Gemidos acompanhavam o seu lento gingado dos quadris e a minha língua percorrendo toda extensão da vagina delicada que ficava mais molhada com as lambidas firmes, variando de lentas e rápidas retribuindo a doce tortura que a loira travessa me proporcionava segurando o meu pênis ternamente.


Ela girou o corpo me oferecendo também o bumbum empinado que eu lambi e mordi, voltando a minha atenção à vagina depilada de cuja escorria mel. Charli me masturbava carinhosamente com quatro dedos por baixo do pênis, deslizando na pele até os testículos cujos ela também acariciava me proporcionando sensações gostosas no meu membro ereto.


A garota tinha a xana chupada intensamente por mim e as suas mãos macias manipulavam o meu pênis inchado, pulsando entre os dedos em uma masturbação que ela direcionava em qual momento eu explodiria em êxtase. Eu via no seu rosto, refletido no espelho do roupeiro em frente à cama, a dupla satisfação pelos prazeres dado e recebido; ela também se via no espelho e sorria travessamente.


O meu rosto estava marcado pelo mel que fluía da xana rosada cuja era comida ternamente minha minha língua rápida; eu senti as vibrações na gruta úmida anunciando um orgasmo estupendo com esguicho no meu rosto. Charli estremeceu, contraiu as coxas em minha cabeça, suspirou, gemeu dizendo: - Isso, safadinho! Come a tua loira! Humm! Ai! Ah!


A loira aumentou o movimento da mão direita em meu pênis me conduzindo também a um orgasmo que lançou esperma em seus dedos o qual ela espalhou em seus seios pequenos, empinados e duros. Eu continuei a chupar a xana e a extrair o mel que jorrava, ela inclinou o corpo para trás suspirando de tesão e volúpia.


O corpo claro e macio tombou sobre o meu corpo, ela repousou o rosto em meu pênis enquanto eu lambia com carinho o bumbum redondo. Charli virou novamente o corpo me dando um beijo com a sua língua deliciosa invadindo a minha boca - nos beijamos loucamente, apaixonados um pelo outro.


A loira ficou quieta sobre mim, os seios compartilhando esperma com o meu tórax. Ela ficou quieta, mas não estava plenamente satisfeita e retornou a manipular o meu pênis que começou a responder aos toques carinhosos das mãos delicadas.


Charli tocou o meu rosto com a outra mão, me deu um leve tapa e segurou o meu queixo; ela me amava, mas era dura na queda. A loira me fitou, com os lindos olhos azuis, de maneira meiga e enigmática sondando a minha alma entregue a ela através dos mais belos sentimentos.


Ela lambeu o meu rosto, desceu ao pescoço, seguindo pelo tórax até a barriga, em seguida abocanhou o pênis duro passando a língua suavemente na glande e engolindo o membro completo em idas e vindas com a boca gulosa que ficava com pré-sêmen misturado à saliva.


A garota ardente trepou sobre mim esfregando o clitóris no pênis buscando um orgasmo como somente ela sabia conseguir quando fazia amor comigo. Nossas línguas se entrelaçavam em um longo beijo apaixonado; Charli subiu o corpo e colocou os seios na minha boca, eu mordiscava levemente os mamilos endurecidos e senti arrepios percorreram a pele sedosa da minha musa.


Ela levou o corpo a encaixar o quadris nos meus segurando o pênis e guiando à vagina pequena; a loira desceu a vulva sobre o pau inchado engolindo-o com a xana aberta. Os lábios vaginais cobriram o membro quente, a gruta foi penetrada lentamente em um vai e vem cadenciado e delicioso.


- Nós nos amamos, Frank, mas não erre comigo. Charli me disse baixinho, colocou dedos na minha boca, acariciou meus cabelos e me deu, novamente, leves tapas no rosto - sempre me olhando fixamente e sorrindo com encanto.


Charli Simpson conduzia a nossa transa, controlando os orgasmos de nós dois porque isso lhe dava prazer. Eu entrava e saía, sob seu comando, na vagina apertada; ela levava o meu pau até o seu ponto G me comendo com doçura.


Ela desceu totalmente fazendo as nossas pélvis se tocarem; a loira apertou o clitóris em mim. Os nossos limites chegaram ao fim, nossos órgãos sexuais pulsavam de tesão demonstrando que o clímax chegara imensamente na condução implacável da maravilhosa Charli.


- Hummm, seu safado delicioso. Ela me falou enquanto gozava em meu pênis que encheu a sua vagina de esperma dando mais prazer à loira com os jatos quentes e viscosos que ela recebia em suas entranhas sensíveis.


Charli tombou sobre mim, sentindo o meu pênis sair devagar da sua vagina saciada. Após certo tempo deitada sobre mim, ela me desamarrou para tomarmos banho e descansarmos a fim de fazermos trilha na manhã seguinte.


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