A japonesa do bairro

  • Temas: Carência, casados, desejos, tesão reprimido, anal
  • Publicado em: 08/06/26
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

O Edgar, mesmo aos sessenta anos, continua ativo na sua vida profissional, ele tem uma empresa de consultoria financeira e uma carteira estável de clientes, o que lhe proporciona um estilo de vida confortável, financeiramente falando. No entanto, as instabilidades do país, que é mais regra do que exceção, obrigam qualquer um a malabarismos para manter o cliente satisfeito, afinal, cuidar ou sugerir a melhor forma de manter o poder aquisitivo do dinheiro, causa muito estresse para quem quer que seja.


Preso a um casamento de longa data, não se pode dizer que ele seja feliz. Pai de dois filhos e avô de três netos, ele vive a dura realidade de uma geração que se dispôs a manter o casamento da forma que for, tudo em prol da família. Há vários anos seu relacionamento com a esposa se tornou apenas em amizade, eles se respeitam e mantém as aparências, muito embora ele, por vezes, dá suas escapadinhas. Ele acredita que a esposa também o faça, até mesmo porque, certa vez, por uma necessidade de acessarem juntos o e-mail dela, viu algumas mensagens de um site de relacionamentos, que descuidadamente ela não deletou.


Ele sorriu e perguntou a ela se tinha encontrado alguém interessante, mas ela, sem jeito e gaguejando, insistiu em dizer que não sabia como aquelas mensagens foram parar ali. Tranquilamente ele falou que ela ficasse tranquila e até mesmo sugeriu:

- Débora minha querida, você é nova ainda – ela está com cinquenta e cinco anos – tem vigor, acho mesmo que seria muito bom arrumar um namorado.

Claro que ele argumentou isso na expectativa que ela disse o mesmo a ele, mas teve como resposta um sonoro:

- Você está maluco.


Uma grande alegria do Edgar é sua cachorrinha maltês Alba, que o adotou como seu humano preferido, o amor que ela tem por ele é inacreditável e ele retribui na mesma intensidade. Como seu trabalho basicamente é em home office, algumas vezes por dia ele desce com ela até a calçada, para uns passeios e assim a Alba faz as suas necessidades. Esses passeios tem um percurso bem definido e dificilmente ele se aventura em desviar dele. Como sempre há uma primeira vez para tudo, certo dia, à tardinha, ele mudou a rota e caminhou até uma praça próxima.


Yumi, aos cinquenta anos, imigrou do Japão junto com seus pais quando tinha dez anos. Seu pai, o senho Kazuo, criou a filha no rigor oriental, mesmo já estando radicado no Brasil. Aficionado pela culinária do seu país natal, o senhor Kazuo prosperou com seu restaurante típico, onde a Yumi desde cedo começou a trabalhar e também se tornou uma admiradora dessa comida típica. Se formou em administração, fez cursos específicos de gastronomia e com o tempo assumiu a gestão do restaurante.


Já moça, o biotipo da Yumi fugiu um pouco do tradicional corpo magro e esguio, tinha seus seios médios e empinados, curvas proeminentes, cintura fina, quadril um pouco mais largo e a bunda redonda, bem feita, a ponto de chamar a atenção quando usava calça mais justa. Teve alguns namorados não japoneses, mas sempre escondido do pai, que não abria mão em sempre dizer:

- Yumi minha filha, japonesa casa com japonês e não tem conversa.

Obediente e submissa aos desejos do pai, ela conheceu o Hiroshi, com quem veio a se casar.


A princípio, a Yumi não casou apenas para satisfazer o desejo do pai, ela nutria sim um sentimento de carinho pelo Hiroshi, que se mostrou um rapaz atencioso e se manteve assim por alguns anos depois de casados. Tudo começou a mudar depois que nasceu a filha do casal. Dono de uma rede de lojas, passou a chegar em casa mais tarde, sem explicação e por vezes cheirando a perfume barato, com certeza ele estava com uma vagabunda qualquer, concluía a Yumi. Mesmo ciente das traições do marido, a Yumi se manteve íntegra, jamais pagou na mesma moeda, até mesmo porque o padrão conservador pelo qual foi criada, a impedia disso.


Com o passar dos anos a vida sexual do casal terminou e passaram a dormir em quartos separados. O Hiroshi às vezes a procurava, mas ela dizia:

- Vai lá com a gueixas da boate que costuma frequentar.

Ele ria e dizia que era mesmo muito melhor trepar fora de casa. Ela sentia falta de sexo, por isso comprou alguns brinquedinhos com os quais se satisfazia. Ensinou tudo o que sabia para a filha, que passou a trabalhar no restaurante como sua gerente e eventual substituta no futuro. Com isso sobrava algum tempo para a sua paixão, andar na praça com seu cachorrinho Max, um West Highland White Terrier, a raça que ficou famosa como cachorro do portal IG.


Foi na praça a primeira vez que o Edgar e a Yumi se viram, passeavam com seus dogs. De longe o Edgar notou aquela japonesa formosa, vestindo calça legging preta e camiseta de malha branca, com um nó na frente, deixando parte da sua barriga à mostra. A Yumi por sua vez também notou a presença daquele homem charmoso, com seus cabelos grisalhos. Quando se cruzaram pela primeira vez, apenas uma breve troca de olhares e nada mais. Na segunda um sorriso contido, mas o suficiente para demonstrar que houve atração mútua. Para o Edgar, que já tivera suas aventuras, aquilo estava sendo normal, mas não para a Yumi, sentiu calafrios, tremor nas pernas e um vazio no estômago que chegava a doer.


Com receio de um novo cruzamento, a Yumi encerrou o passeio e partiu em direção ao seu prédio. O Edgar por sua vez ficou desolado, tinha tomado a decisão de puxar conversa, mas pensou: voltarei e circular por aqui nesse horário. Foi o que ele fez, mas nos dias seguintes não viu a japonesa, que por sua vez, embora tentada em sair com seu cachorrinho, faltou-lhe coragem e sobrou medo de fraquejar. Duas semanas se passaram e o Edgar continuou circulando no local, sempre na esperança de reencontrar aquela mulher que havia lhe despertado desejo e sua persistência o recompensou, lá estava aquela mulher enigmática.


Desta vez ele não esperou, assim que se cruzaram ele parou diante dela e falou:

- Pensei que não a veria mais por aqui.

A Yumi sentiu seu rosto corar de vergonha e mentiu:

- Eu não estava bem, com gripe forte.

- Fico feliz por você ter melhorado – estendeu a mão e falou – muito prazer, meu nome é Edgar.

Ela pegou na mão do desconhecido e gaguejando falou:

- Muito prazer, eu me chamo Yumi.


A partir daí eles continuaram a caminhada com seus cachorrinhos e conversando sobre amenidades do dia-a-dia de cada um. Um pouco mais de meia hora e a Yumi sentia-se mais tranquila, afinal o Edgar é um cavalheiro. Chegando a hora de cada um seguir seu caminho ele sugeriu:

- Gostaria de tomar um café comigo qualquer dia desses?

- Acho que não seria uma boa ideia, somos casados.

Discretamente ele segurou na mão dela e falou:

- Uma boa oportunidade para falarmos um pouco sobre isso.


Como ela vinha nutrindo um sentimento de solidão no casamento e sem ter com quem desabafar ela concordou. No dia marcado o Edgar foi com seu carro e encontrou com a Yumi alguns quarteirões distantes. Ele a levou num local discreto, longe do bairro. Passaram a tarde conversando basicamente sobre o casamento de cada um. O Edgar foi sincero, não escondeu o fato de já ter saído com outras pessoas e quando perguntou porque ela não fez o mesmo ela respondeu:

- Fui criada no rigor oriental, mulher casada e submissa ao marido, mesmo sabendo que ele me trai há muito tempo.


Ele acariciou as mãos dela sobre a mesa e quis saber:

- Nunca nem teve vontade?

Ela deu um sorriso tímido e meio sem jeito falou que sim, mas faltou-lhe coragem:

- Coragem ou não conheceu a pessoa certa – perguntou o Edgar.

- Talvez tenha sido isso, sei lá, afinal tenho amigas que me contam coisas que nunca fiz.

- Coisas que elas fazem com os maridos?

- Com os maridos e algumas delas com os amantes.


O Edgar percebeu logo que ela tinha carência sexual desejos e fantasias que o marido nunca se dispôs a fazer, mas ele notou também que ela é muito retraída e não quis forçar nenhuma situação que a deixasse constrangida e sem querer vê-lo de novo. A tarde passou rapidamente e ao se despedirem quando regressaram, a Yumi se encheu de coragem, beijou o Edgar no rosto e falou:

- Grata por essa tarde, há muito tempo eu não me sentia tão bem.

Novos cafés aconteceram e a cada um deles a Yumi se abria mais, criando uma certa intimidade entre eles, a ponto de revelar seus desejos de mulher casada não satisfeita pelo marido.


Hiroshi foi o único homem na vida da Yumi e ela disse ao Edgar:

- Sabe que por decisão do meu marido nunca fizemos oral?

- Você tem vontade de experimentar?

- Minhas amigas dizem que é delicioso e isso desperta curiosidade.

Certo de que era o momento, o Edgar propôs:

- Posso ser a pessoa que lhe dará esse prazer, afinal eu adoro fazer e receber oral.

A Yumi já esperava e até ansiava por esse convite e aceitou sem reserva alguma. Marcaram o dia e para a filha ela falou:

- Hoje vou visitar alguns fornecedores, devo ficar fora o dia todo, por isso você cuida de tudo por aqui.

- Pode deixar mamãe, vai tranquila.


Sempre no local marcado a Yumi entrou no carro do Edgar que partiu direto para o motel. Assim que entraram na suíte o Edgar falou:

- Yumi minha querida, fique tranquila, nada vai acontecer se você não sentir vontade, tudo será ao seu tempo.

Ela agradeceu e sentiu o abraço apertado do Edgar. Ficaram assim por um bom tempo, sem dizer nada, apenas um sentido o calor do corpo do outro. O coração da Yumi batia acelerado, nunca se imaginou naquela situação, mas o Edgar lhe transmitia confiança. Ela sente as mãos dele deslizando pelas suas costas e uma sensação boa invade seu corpo.


Sentindo que ela se entregava aos seus carinhos, o Edgar começa a beijar o rosto da Yumi, depois seu pescoço e chega na boca. Os lábios se unem num beijo calmo, terno, sem o furor do tesão que se manifestava nos dois. Aos poucos o roçar dos lábios vai se tornando um beijo mais intenso e as línguas se procuram trocando saliva, o beijo começou a ficar molhado. Edgar pressionou mais seu corpo contra o dela e ela pode sentir a dureza premida contra o seu ventre. Ela usava um vestido fechado atrás por um zíper, com carinho o Edgar foi deslizando o fecho para baixo até chegar na cintura.


Com o vestido assim aberto, ele toca no corpo da Yumi e sente a maciez da sua pele aveludada. Nesses poucos minutos em contato com outro homem, ela pode sentir toda a diferença do seu marido, ele pouco se preocupava com ela, mas ali não, ela estava sendo o centro das atenções. Sem parar de beija-la, o Edgar puxa as alças do vestido para o lado e ele cai aos pés da japonesa, que fica apenas de calcinha e sutiã. Ela sabia que seria um dia especial, e para isso comprou um conjunto lingerie, de renda branca e transparente. O Edgar a deita de costas na cama e admira seu corpo bem formado, sensual, com os bicos dos seios marrons despontando sob a renda do sutiã e o monte de vênus mais escuro, denotando seus pelos pubianos.


Ele não se conteve:

- Você tem um corpo lindo Yumi, hoje vou lhe dar todo o prazer que merece.

Ele tira a própria roupa, mas fica de cueca. Seu pau duro era visível e a Yumi não pode deixar de olhar. Ele deita sobre ela, beija novamente sua boca, desce para o pescoço, lambe e sente a pele arrepiar. A Yumi já não pensava em mais nada, sentia o calor entre as pernas e a umidade molhando sua calcinha. Experiente, o Edgar tira o sutiã e os seios surgem libertos, disponíveis e sedentos de carinho. Ele beija, lambe e suga os biquinhos. A Yumi geme de prazer, um prazer que nunca sentiu em todos os anos de casada. Ela afaga os cabelos do amante e pede:

- Chupa mais forte, tenho vontade.


O Edgar atende ao pedido, suga e morde levemente os bicos, para delírio da japonesa. Ele corre sua boca pelo corpo da Yumi, beijando e lambendo. Ao se aproximar da bucetinha, ele não a toca, apenas lambe as virilhas e desce com a boca pelas pernas até chegar nos pés dela. Ali ele concentra toda a sua atenção, beijando, lambendo e chupando os dedos, em delírio a Yumi sussurrava:

- Meu Deus que coisa boa.


Ele volta pernas acima, beijando e lambendo, até chegar de novo nas virilhas, que mais uma vez são brindadas com lambidas molhadas. Ele desliza um dedo na racha da buceta e sente o tecido completamente molhado. Puxa a calcinha para o lado e surgem os lábios daquela gruta nunca antes chupada e ele o faz com prazer, passa a língua em toda a extensão da xana e sente o corpo da japonesa se contrair. Com carinho ele tira a calcinha e volta a se concentrar na arte do oral. Chupa com força, enfia a língua, suga o grelo durinho e a Yumi gemendo feito uma cadelinha no cio, murmurando palavras desconexas, era um dos desejos sendo realizado.


Ele queria tirar dela o primeiro orgasmo, por isso chupou, enfiou dois dedos na buceta, ficou girando e metendo até ouvir dela:

- Assim não aguento, eu gozo, eu gozo, ai que coisa boa.

Ele intensificou sua ação e logo sentiu a Yumi gozar, forçando sua buceta contra a boca dele. Quando o orgasmo veio foi fulminante, ela gemeu alto, seu corpo tremeu todo, ela cruzou as pernas em torno da cabeça do Edgar como se quisesse que ele entrasse dentro dela. Ele se manteve firme e quando ele pensou que ela retornaria ao seu normal, uma surpresa:

- Vou gozar de novo, chupa mais, chupa mais.


E assim aconteceu, um segundo orgasmo veio menos intenso, mas quase que em seguida do primeiro, isso que era vontade de ser chupada, ele pensou. Agora sim, aos poucos ela foi voltando ao normal e ele deitou ao lado dela. Trocaram beijos molhados e ele perguntou:

- Era disso que você tinha vontade?

- Disso e muito mais.

- Do que mais tem vontade?

- De ser tratada sem pudor, como uma fêmea devassa que sente prazer no sexo.

Ele entendeu o que ela queria:

- Quer ser minha puta?


Ao ouvir isso a Yumi tremeu toda, que homem esperto, em poucas palavras ele soube o desejo dela:

- Isso mesmo, quero foder com você sem restrições.

Ele a coloca de quatro e ordena:

- Empina a bunda cadela, hoje vai sentir como é ser fodida de verdade.

Ela se posiciona, encosta a cabeça no travesseiro e murmura:

- Isso meu macho tesudo, me fode com força.

Ele esfrega a rola na buceta encharcada, sente a entrada, força e fica admirado de como aquela fenda era apertada, parecia estar comendo um cuzinho. Ele a segurou pela cintura e foi metendo com vigor, sentindo sua rola agasalhada naquela gruta quente e molhada.


A Yumi se solta e rebola na pica, sentindo o vai e vem cadenciado, do jeito que sonhara ser comida. Suas mãos se fecharam no lençol, demonstrando todo o tesão que sentia e mais uma vez anunciou que iria gozar, ela estava insaciável. O Edgar bate na sua bunda e fala:

-Toma cadela vadia, não era isso que queria, então goza no meu pau sua vagabunda.

Ouvir isso do macho que lhe comia foi demais e ela chega no seu terceiro orgasmo. Sem sair de dentro dela, o Edgar a segura pela cintura e deita de lado, puxando a Yumi consigo, deixando que ela se recupere.


Sentindo que que a respiração da japonesa voltava ao normal, ele beija seu pescoço de forma carinhosa e pergunta:

- Fêmea assim você sonhava ser?

- Assim mesmo Ed – forma carinhosa como ela o chama – nunca gozei tanto e tão gostoso na minha vida.

Os corpos suados provocavam um contato delicioso e com isso a excitação não se extinguia. Ainda com o pau duro dentro dela ele fala ao seu ouvido:

- Sabe o que eu quero agora da minha puta?

- Pede que eu faço, qualquer coisa – ela respondeu dengosa.


Ele sai de dentro dela, deita de costas com seu cacete empinado, pulsante, todo melado da buceta e diz:

- Vem chupar o caralho do seu macho, assim como ele está, todo melado da sua buceta.

Chegou outro momento dos seus sonhos, chupar um pau. Sem qualquer pudor ou receio, ela fica entre as penas dele, segura a rola e beija a cabeça. Sente ali o cheiro da sua buceta e parece que isso desperta ainda mais o desejo de chupar. Ela abocanha o pau e engole o quanto consegue, engasgando quando ele toca na sua garganta. Ela estava desvairada, esfregou o cacete na cara, chupou, lambeu, sugou as bolas e se deliciou, mesmo sem ter a prática de uma boqueteira.


O nível de excitação da Yumi era tamanho, que ela não resistiu e cavalgou a rola do Edgar, colocou as mãos no peito dele e falou:

- Sempre quis gozar assim.

Ela quicou no pau feito uma amazona, enquanto tinha os seios acariciados pelo seu macho. O Edgar também já estava mais suportando tanto tempo sem gozar, seu auge era eminente e quando ela anunciou seu novo orgasmo ele falou:

- Não estou aguentando mais, desse jeito eu gozo também.

- Então goza, enche minha buceta de porra, não tem problema, quero sentir isso.


Não foi preciso muito mais para que os dois chegassem quase que ao mesmo tempo no auge do prazer. A Yumi desabou sobre o corpo do Edgar, que a abraçou com carinho e ficaram assim por um bom tempo. Ainda sobre o corpo dele, a Yumi se apoia nos braços, beija a boca do amante e diz:

- Você não imagina o quanto estou feliz.

Ele acaricia o rosto dela e diz:

- Acredite, estarei sempre à disposição para esses momentos maravilhosos.


Eles ainda tinham a tarde toda livre e transaram por mais duas vezes. A partir desse dia eles passaram a sair rotineiramente, não ficavam mais que quize dias sem se verem e o Edgar foi realizando todos os desejos da Yumi, até mesmo inicia-la na prática anal, o que chegou a doer no começo, mas depois ela se tornou uma viciada, toda vez que saíam ela dizia:

- Se não comer meu cu não vai ter valido a pena.

Já se passou dois anos e continuam se vendo, até quando vai durar, só tempo dirá.


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