Mulher de amigo meu é homem! Só como de pé pra não amassar a carne
- Temas: traição, anal, corno
- Publicado em: 08/06/26
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- Autoria: Genius
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Dizem que mulher de amigo é terra proibida, e isso sempre respeitei, mas água mole em pedra dura...
Foi assim que acabei me envolvendo com Andréa, esposa de um amigo que veio passar uns dias na minha casa de praia.
Andréa é daquel tipo de mulher que prefere a resenha com os homens do que as conversas com as mulheres que falam todas ao mesmo tempo sobre assuntos diferentes.
Dona de uma corpo bonito e um sorriso que quer dizer muita coisa, Drea como os amigos costumam chamá-la sempre ciscou pra cima cima de mim, mas sempre respeitei por ser esposa do Marcos que sempre foi meu melhor amigo.
Andréa sempre foi uma mulher bonita e além de tudo muito inteligente, formada em medicina na USP sempre foi do tipo "Doutorinha gostosa" que acabou se casando com Marcos 16 anos mais velho que foi seu orientador na época da faculdade.
Era feriado prolongado de 5 dias, coisa rara de acontecer onde uma turma de amigos resolveram passas aquele final de semana na minha casa da praia, e eu fui de carona com o Marcos pois minha esposas só iria no dia seguinte e levaria mais um outro casal de amigos e os filhos.
Fomos os primeiros à chegar, e como a casa fica fechada começamos a fazer limpeza, tirar pó, trocar lençol das camas, limpar churrasqueira e área da piscina pra deixar tudo limpo pra chegada do restante do pessoal.
O Marcos sempre dava um jeito pra fugir do serviço e desta vez deu a seguinte desculpa: -Vou no mercado comprar bebidas bebidas carne pro churrasco.
O filho da puta sempre saía pela tangente e o
mercado na praia em feriado prolongado já sabe como é, iria chegar somente quando estivesse tudo limpo e arrumado.
A casa possuía 4 dormitórios e eu fui direto no meu trocar lençol, abrir as janelas pra dar uma arejada enquando Andréa arrumava o quarto em que ficaria com seu marido, mas quando me dei conta ela me olhava trajando um biquíni verde limão que não tapava nada.
- Acha que fico bem com este biquíni? - disse ela virando aquela raba maravilhosa.
O fio dental atolado em seu rabo enquanto a parte de cima do biquíni mal tapava as auréolas do peito o que me fez engolir seco sem tirar os olhos daquele corpo convidativo enquanto ela dava um sorriso safado.
- Você é foda!
- Não gostou? Rsrs.
- Não é isso é que o Marcos é meu amigo, se ele chega e vê você aqui assim.
- Ele vai demorar e também não precisa saber. - respondeu saindo do quarto enquanto eu fitava aquela rabeta gostosa.
Abri a janela do quarto, troquei o lençol da cama quando ouço um "TIBUM", olhei pela janela onde vi ela saindo da piscina e deitando numa esteira com a bunda pra cima. Minha consciência gritava "NÃO VAI LÁ!", mas nunca fui de escutar, e além disso o calor estava me matando, tirei a camisa, botei um shorts e corri pra piscina e TIBUM, lá estava eu refrescando o calor e quando me dei conta; Drea estava sentada na beira da piscina com os pezinhos dentro d'água, seus cabelos negros molhados juntamente com aquelas gotículas de água no seu corpo moreno já me faziam pensar com a cabeça de baixo fazendo com que meus olhos fossem direto pra sua buceta que marcava aquela pequena peça de roupa molhada que deixava transparecer a racha.
A filha da puta parecia fazer de propósito; abria as pernas e dava aquela alongada na costas envergando o corpo pra trás.
" Assim é sacanagem", eu já estava subindo o telescópio, e quando isso acontece não tem mais volta, ainda mais um convite como este, acabei não resistindo.
Nadei até onde ela estava sentada e sem dizer uma só palavra coloquei a mão sobre suas pernas acariciando próximo à pepeca beijando por entre suas coxas; Andréa apenas puxou o biquíni de lado oferecendo sua intimidade.
Da piscina podíamos ver a entrada da casa, então era um olho no portão e outro na pepeca; convite aceito eu lambia, beijava e chupava sua buceta com aquele gostinho de piscina que foi dando lugar ao doce mel proibido, corpo dentro d'água eu me afogava no líquido que minava de sua intimidade enquanto Drea forçava minha cabeça contra sua buceta.
- Chupa! Assim, vai, sss, aaa, hummm.
Passei os braços em sua cintura trazendo ela pra dentro da piscina colando nossos corpos num beijo gostoso e lento, minhas mãos apertavam seu rabo enquanto ela tirava meu pau pra fora tentando encaixar em sua gruta abraçando minha cintura com as pernas.
Dentro d'água meu pau entrava limitando movimentos; eu beijava sua boca enquanto tirava a parte de cima do biquíni fazendo saltar seus lindos seios na minha cara.
- Caralhoo!
Sua pele era macia, seus seios suculentos que enchiam minha boca; eu sugava, chupava e mordiscava aqueles bicos arrepiados e duros enquanto socava em sua buceta gostosa fazendo ela sussurrar em meu ouvido:
- Mete, me fode e me chama de puta. - pedia ela enquanto sua buceta esmagava meu pau.
- Sua puta gostosa do caralho!
Minha vontade era de dar uns tapas naquela raba, mas era impossível fazer isso na água, pois ela diminuia e amortecia os impactos.
- Vamos lá pra dentro.
Nem colocamos as roupas, o que foi um pouco hilário, os dois nus correndo pra dentro de casa com as peças de roupas molhadas nas mãos. Entramos no primeiro quarto, quarto este que a janela dava de frente pra rua, onde poderíamos ver se alguém chegasse. Andréa apoiou na janela olhando a rua ao mesmo tempo que empinava a sua bunda com aquela marquinha que simulava o fio dental.
- Empina sua puta! - Disse dando um tapa e arrancando aquele gritinho safado.
Afastando suas nádegas comecei a chupar sua buceta e seu anel fazendo a safada gemer e empinar como uma cadela no cio pedindo monta. Mais uma tapa e outro deixando sua bunda vermelha e marcada.
- Toma sua cadela safada! - Você queria né! - Sentada aqui no chão.
Andréa sentou ali abaixo da janela de frente pra mim, e dessa vez eu ficava de olho na rua enquanto ela chupava gostoso.
- Ficou me provocando, então toma! - disse enquanto bombava e fodia sua boca fazendo a safada salivar e engasgar com a vara.
- Humm, humm...
Meu pau já pulsava em sua boca no momento em que tirei e comecei bater em sua cara com a pica dura fazendo ecoar os estalos da rola em sua face.
Meu pau já estava babado com sua saliva. Liso e duro já estava novamente cutucando a safada por trás que apoiava os braços na parede de pé e de olho na rua.
Eu pincelva na sua gruta molhada levando até seu anel forçando entrada arrancando aquele gemidinho gostoso; com a cabeça na entrada empurrava devagar adentrando seu cuzinho apertado.
- Filho da puta! Devagar!
- Delícia de rabo!
Não tinha mais volta, a cabeça passou, agora era só empurrar.
- Que cuzinho gostoso! Quer meu pau dentro quer?
- Quero, humm, devagar...
Fui empurrando e acomodando dentro de seu cólon que logo acostumou e comecei bombar lentamente. Entre uma bombada e outra um tapa daqueles com vontade fazendo a safada dar um gritinho e quase um pulinho.
Com uma mão segurando nos peito e a outra invadindo sua buceta eu metia fazendo meu pau pulsar em em seu anel que piscava como se quisesse expulsar o invasor.
Toma safada ! Toma no cú!
Drea gemia intensificando gritos agudos, seu corpo parecia tremer enquanto meu pau engurgitava em seu rabo.
-Vou gozar! - Anunciei com uma voz rouca que parecia mais um grunido em seu ouvido.
- Goza! Goza no meu cú! - gritou sem filtros imendando uma palavrão atrás do outro.
- Aí meu cuseu filho da puta!
Puxei seu cabelo pra trás empurrando até o saco bater em sua bunda gozando feito louco em seu rabo gostoso tentando beijar sua boca e chupar sua língua.
- Caralhooo...
Seu corpo tremia e seus olhos reviravam como se fosse uma convulsão, confesso que por um momento me assustei "NÃO VAI MORRER AQUI!", rsrs, era a primeira vez que via os olhos de uma mulher virarem tanto que aparecia só a a parte branca dos olhos, kkkk.
Com o susto tirei rápido o pau, seu cuzinho piscava expulsando meu sêmen que cai pelo chão, fazendo parecer ter gozado litros rsrs.
Depois do susto um beijo longo que parecia mais de agradecimento, onde recuperamos o fôlego em meio a troca de carícias.
Marcos chegou pouco uns minutos antes do restante do pessoal, e eu e a Doutora já estávamos ascendendo a churrasqueira e tomando uma cerveja como se nada tivesse acontecido.
Neste final de semana seu marido não desgrudou um minuto sequer da esposa entre eu e ela apenas olhares e sorrisos que diziam tudo.
