Velho Voyeur
- Temas: exibicionismo, anal
- Publicado em: 16/06/26
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- Autoria: Genius
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Minha esposa sempre reclamou do vizinho da torre da frente, sempre que ela saía na sacada do apartamento ele ficava olhando, não importava o horário, dia, noite ou madrugada ele parecia estar sempre vigiando, mas também minha esposa vive semi nua em casa.
Aos 30 anos Melina minha esposa ou Mel como eu a chamo, é uma mulher muito bonita, seios médios e empinado, cintura fina e bumbum avantajado que acompanham um par de coxas deliciosas, não tem como não reparar, até mesmo eu se estivesse no lugar do Sr Sérgio faria o mesmo.
O Sr Sérgio é um viúvo rabugento que aparenta uns 65 anos e é um dos moradores mais antigos do condomínio. Descarado o velho vive olhando as mulheres com desejo, assim reza a lenda.
Era por volta das 23 horas quando minha esposa saiu na sacada pra refrescar o calor que estava insuportável dentro de casa, vestida com uma camisola preta transparente; e lá estava o velho olhando e desejando minha esposa, mas eu já havia preparado uma surpresa pro safado.
Saí completamente nu e de pau duro abraçando minha esposa por trás fazendo ela sentir toda minha ereção.
-Tá louco! O velho tá olhando!
- Deixa ele amor. - respondi segurando seu seios e beijando seu pescoço.
Da sacada de seu apartamento o velho já colado na tela de proteção observando tudo, com certeza já estava excitado.
- Vai matar o velho assim, rsrs.- disse ela tirando aquele tecido fino que cobria seu corpo, a safada estava sem calcinha.
Com as mãos apoiadas na tela como se fosse a mulher arranha, minha esposa empinava sua bunda maravilhosa enquanto eu pincelava meu pau na entrada que logo foi deslizando para dentro.
- Mete amor! Mete na sua gostosa.
Do outro lado percebia- se alguns movimentos do Sr Sérgio, o filho da puta estava se masturbando.
Eu socava forte forte arrancando gemidos da Mel que mesmo baixo acredito que davam pra serem ouvidos devidos ao silêncio da noite.
-Hummm, ssss, ai, sss, assim.
O velho via tudo ao vivo e a cores de seu camarote VIP, "vai enfartar, rsrs" eu pensava enquanto apertava os seios e socava com vontade; e ele não perdia um só detalhe.
Mel parecia ter despertado ali seu lado exibicionista quando eu tirei de dentro, ela com a raba virada pro lado do espectador começou a fazer aquela chupeta que só ela sabia fazer.
- Chupa, chupaaaa...- gritei pouco mais alto ao sentir aquela sugada só na cabecinha.
- Humm, caralhoooo!
Mel chupava e engolia a rola engasgando e babado na vara que parecia mais dura do que nunca. A sensação de sermos observados fez crescer ainda mais o tesão pela minha esposa que era uma verdadeira puta safada entre quatro paredes, mas ali não tinham paredes.
- Caralho amor, assim vou te foder sempre aqui fora.
- Então fode meu cu amor.
- Aqui? - perguntei pelo simples fato dela não liberar sempre seu anel.
- Sim amor, hoje mato esse véio. Rsrs.
Posicionei minha esposa de modo que ficasse bem visível para nosso observador.
Nossa sacada tem uma proteção de metal, vidro e tela o que permite uma boa visão dela.
Segurando nas barras de metal e com os vidros abertos ela empinou a raba enquanto eu chupava seu rabo o que deve ter deixado o véio louco. O mel da sua buceta escorria entre as coxas demostrando o tamanho de seu tesão, Mel gemia baixinho olhando pra frente onde podia ver o Sr Sérgio se punhetar, e isso a deixava cada vez mais molhada.
Após chupar gostoso sua xana e seu anel comecei a pincelar na entrada empurrando a cabeça que entrou apertado arrancando um:
- Ai meu cu! - Gritou ela um pouco mais alto que com certeza o velho ouviu pois soltou um "caralho! " que pôde ser ouvido do nosso apartamento.
Empurrando devagar logo meu pau se acomodou em seu reto, o que permitiu que começasse a bombar devagar enquanto meu amor tentava conter os gemidos e gritos que vez ou outra saíam cortando o silêncio daquela noite.
- Caralho que cuzinho gostoso amor.
- É todo seu! Me fode gostoso vai!
Nesse momento já não lembrava mais que estava sendo observado ou se estava fazendo barulho demais; me empolguei dando um tapa na raba que ecoou seguido de um gritinho daqueles que quem ouve sabe o motivo, rsrs.
Segurando pelas ancas comecei a meter fazendo aquel barulho que remete tesão a quem ouve, e com certeza o vizinhos de apartamento estavam com inveja ou tesão.
Mel gemia com o pau em seu cuzinho apertado, ao sentia pulsar dentro de seu ânus enquanto ela tocava em sua buceta metendo dois dedos dentro em movimentos rápidos buscando o gozo que viria em seguida.
- Vou gozar amor vou te encher de porra!
- Hummm! Goza vai, gozaaa. - quase gritou mesmo tentando segurar os orgasmos que estavam por vir.
Mel gemia mais alto, seus gritos podiam ser ouvidos com certeza por moradores do prédio, numa explosão de sensações eu gozei feito louco enquanto ela se tocava e tremia as pernas gozando gostoso com a rola que engurgitava sem seu anel despejando o sêmen.
-Caralhooo, tomaaa. - quase gritei com a voz rouca .
- Hummmm, - Mel gozava, seu corpo amolecida como se sua energia estivesse sendo drenada num choque de prazer.
De frente o Sr Sérgio parecia urrar, o som de seu urro percorria pelo silêncio até chegar a nossos ouvidos. Também estava gozando, provavelmente um gozo acumulado ha dias, meses ou sei lá quanto tempo.
E eu que pensei que o velho ia morrer, rsrs. A sensação de transar sendo observado era incrível, eu e minha esposa ficamos viciados e sempre que temos chance trasamos ali na sacada sob a supervisão do velho Sérgio que segue gozando toda semana.
