Esposa pós pandemia, trabalhando fora..
- Temas: traição, amigos, trabalho, boquete, exibicionismo, Cuckold, infidelidade, exibicionismo, voyeurismo
- Publicado em: 18/06/26
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- Autoria: Sidney_Larissa
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Sou o Sidney, e como é difícil cuidar da casa, da filha pequena e deixar a esposa trabalhar fora.
Pós-pandemia, perdi o emprego, o que nos mantinha com uma vida boa. Minha esposa, enfermeira, continuava na ativa, não parou um momento sequer. Esta história fiquei sabendo depois de algum tempo, porque ela mesma me contou.
Larissa estava trabalhando como servidora pública em um Centro de Tratamento Domiciliar e em uma clínica. Quase não havia tempo para nós dois. Sexo? Só quando ela queria e isso era quase nunca, com exceção do sexo oral que ela sempre me forçava a fazer nela.
Ela me contou que, no dia que o Emerson chegou, recém-contratado, ela ficou louca e começou a dar em cima dele, mesmo as amigas falando para ela se comportar porque era casada. Ela disfarçava falando que era brincadeira e que eu era solidário...
Ela falou para as amigas que, se em uma gravação minha eu a liberasse para dar para o Emerson, elas não ficariam no pé dela e nem comentariam comigo ou com qualquer pessoa. Elas concordaram e este foi o plano dela.
Chegando em casa, depois do seu plantão, ela começou a falar do Emerson, mas de forma pejorativa, dizendo que ele não fazia nada direito, que não sabia nem aplicar uma injeção.
Eu na conversa falei que ela poderia ensinar a ele, igual ela fez no curso. Ela disse que não, porque ele "só ouvia homem!", era um porco machista e misógino, e não aceitava ajuda de mulher. Até tentei, mas ele falou que você poderia não gostar também... Eu argumentando que ela poderia falar com o Charles, chefe do setor.
Ela disse que o Charles e ele quase brigaram e andavam se estranhando. Então, vendo ela triste, falei: e no que posso te ajudar, amor?
— Aah, amor, e se você amanhã me mandar uma mensagem ou sei lá gravar um áudio para ele, tipo... "EMERSON, sei que não te conheço, mas minha esposa está muito a fim, se você quiser, não vejo problemas dela te dar uma ajuda aí, só não comenta com ninguém..."
— Tá bom, amor, pode deixar, vou deixar gravado no teu celular e amanhã mando mensagem só confirmando, tá?
— Ótimo, amor, cadê a Luciana? Deitada? Vem aqui e me chupa!
— Oh delícia, Luciana tá sim, tava no quarto se arrumando para dormir.
— Que ótimo, vem, para depois eu tomar um banho. Você prefere assim, né? Suada? Né, língua gostosa?
— Sim, amor, e mais ainda quando você está muito mais melada e molhada de seu mel!
— Vem, amor! — já arriando a calça branca e a calcinha junto, sempre comportada devido à transparência das peças, encostada na parede da sala, ao lado da janela, 4° andar, com janelas abertas em frente, e pessoas andando na rua.
Seguro a cabeça dele, com sua língua dentro de mim, com a outra mão me despenteando, cabelo sobre os olhos. Louca para alguém me ver assim, levanto a camiseta e deixo os peitos fora do sutiã, balançando... — Quase! Quase! Ah, gozei!!! Tô gozando!!!
Nessa agitação, olho para o lado e vejo de relance já correndo em direção a seu quarto nossa Luciana, fico quieta e relaxo as pernas.
Sidney ainda com a língua dentro de mim, com a cara toda suja, arfando e engolindo todo meu mel... — Amor, gostou?
— Sim, amor, deliciosa esta tua língua, a melhor de todas...
— Como, amor?
— Ah, amor, não sei de outras, mas a tua é a melhor de todas, vai tão fundo dentro de mim, chupa meu grelo como se fosse um pênis, deliciosa!
— Tá bom, amor, mas teu sabor hoje está diferente, sem viscosidade e menos gosmento, prefiro do outro jeito.
— Ah, amor, deve ser o novo sabonete íntimo, vou trocar pelo que você gosta mais, pode deixar...
Passamos aquele dia em casa e no outro fui fazer umas compras, já contei da ajuda que recebi.
No próximo plantão, as meninas, depois do almoço, e eu azarando o Emerson, ficaram me enchendo o saco e mostrei o áudio do Sidney.
