No banheiro do posto de combustíveis na estrada
- Temas: Amor, sexo, sexo oral, banheiro, posto de combustíveis
- Publicado em: 23/06/26
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- Autoria: Brafra
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A noite se aproximava. Eu e Charli nos despedimos das trilhas com lembranças agradáveis das nossas duas transas no meio da mata: encostados em um tronco de árvore e deitados próximo ao riacho derivado da cachoeira.
A chuva afinou, mas a estrada estaria mais perigosa com o asfalto escorregadio. Então, nos apressamos em retornar à cidade mesmo cheios de vontade de continuarmos fazendo amor na floresta cortada pelas trilhas.
Eu dirigia com atenção redobrada, ainda assim Charli começou a acariciar o meu corpo se concentrando no pênis que ficou ereto com os seus toques delicados. Com os nossos desejos sexuais despertados de imediato, o carro se encheu de tesão e luxúria.
Um posto de combustíveis surgiu ao longe; nós resolvemos parar a fim de abastecemos o carro, comermos algo e irmos ao banheiro. Tanque cheio, lanches nas barrigas, fomos ao banheiro, todavia estava disponível apenas um porque o outro se encontrava em reforma.
Nos entreolhamos e decidimos entrar em separado no banheiro evitando que alguém nos visse entrando juntos no ambiente apesar do funcionamento de apenas um. Charli entrou primeiro e me esperaria em um dos boxes com vaso sanitário conforme combinamos antes.
Eu fiquei mais excitado por causa da possibilidade de alguém entrar no banheiro e perceber que nós transávamos em um dos boxes. Dentro do local, eu olhei por baixo das portas até visualizar os pés da Charli no último box.
Abraçados no apertado ambiente, nos beijamos ávidos para fazer amor. Charli sentou no vaso sanitário, abriu o zíper da minha bermuda, baixou a cueca, engoliu vorazmente o pênis ereto e lambeu os testículos em uma chupada gostosa.
Nós invertemos as posições, Charli tirou a bermuda levando a calcinha junto; eu passei a língua na vagina depilada, meus dedos massagearam o clitóris e penetraram na fenda estreita. O mel saboroso escorria na minha mão cada vez mais com o vai e vem na xana molhada.
A loira suspirava forte gemendo baixinho com receio de alguém entrar no banheiro ouvir os sons emitidos por ela. Eu lambia os dedos com o seu mel; intensifiquei as penetrações na xana apertada buscando o ponto G dando mais excitação à garota fogosa.
Enquanto a minha mão direita explorava a vagina tufada, a esquerda acariciava, apertava e entrava no rego do bumbum redondo e empinado. Charli acariciava os meus cabelos e rosto, as suas pernas trêmulas anunciando que o seu orgasmo estava chegando de maneira avalassadora.
Pessoas entraram no banheiro no momento que acariciava os seus seios com a mão esquerda apertando delicadamente os mamilos endurecidos; Charli mordeu o lábio inferior para não nos denunciar transando no local. Eu não parei de masturbar a bela garota que ficou com mais tesão devido a presença de pessoas no cômodo e o risco de sermos descobertos fazendo amor em dos boxes de vaso sanitário.
Apesar do nosso silêncio, um homem empurrou a porta do boxe e perguntou se havia alguém ali. Charli sentou em minhas coxas erguendo os pés caso o sujeito olhasse pelo vão da porta ao piso. Eu respondi que estava ocupado e ele procurou outro box; nós ficamos quietos até percebermos que estávamos sozinhos no recinto.
Charli se virou de frente para mim, nos beijamos de língua, ela ergueu um pouco o corpo para levar o meu pênis direto à entrada da vagina lubrificada cuja foi penetrada lentamente com os movimentos definidos pela loira gostosa que iniciou um sobe e desce prazeiroso para ambos.
Outras pessoas chegaram ao banheiro enquanto nós transávamos o quê nos deixava tensos e também mais cheios de tesão. Eu chupei os seios pontiagudos mordiscando os mamilos rosados causando arrepios no corpo macio e claro da loira gostosa.
A vagina molhada se contraía em meu pênis pulsante em um ato sexual lento e silencioso devido ao receio de uma interrupção inesperada naquele lugar inusitada para nós fazermos amor. Charli desceu o corpo sobre meu unindo os nossos púbis, apertando e esfregando o clitóris em mim procurando o orgasmo no seu ritmo peculiar.
Eu segurei firmemente a cintura da minha rainha cuja vagina pulsava junto com o meu pênis quente banhado pelo seu mel. Com os corpos colados e suados, os nossos orgasmos chegaram quase simultâneos em ondas de prazer nos percorrendo por inteiro.
Nós permanecemos abraçados relaxando após um maravilhoso êxtase e esperando o ambiente não ter mais alguém além de nós dois. Charli se levantou devagar como quem não queria parar de me sentir dentro de si; nos limpamos com papel higiênico, nos vestimos e saímos em separado dali.
Ela saiu primeiro levando a chave do carro a fim de me esperar dentro do mesmo. Eu esperei um pouco e saí rumando ao veículo estacionado no posto de combustíveis. Durante o trajeto, eu percebi alguns caras olhando para nós dois, comentando algo e sorrindo.
Quando nós retomamos à estrada, eu contei o ocorrido para a Charli que me respondeu também ter notado essa atitude dos sujeitos. Ela sorriu meigamente, me olhando com os seus olhos azuis, e me jogou um beijo. Voltamos tranquilamente para o apartamento da loira encantadora com uma semana iniciando de maneira magnífica.

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