A prima do meu amigo me seduziu, e ganhou tudo o que quis.
- Temas: paixão, adolescente, público, erótico, sedução
- Publicado em: 02/07/26
- Leituras: 8071
- Autoria: safadinhotimido
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Eu e meu amigo Adilson viajamos para a casa da tia dele em Minas Gerais. Ficamos 4 dias lá no feriado de carnaval. A cidade é pequena, fica na serra, com muita serração durante a noite e madrugada, e fazia um pouco de frio tbm, apesar de ser verão. Me chamo Dênis e nos conhecemos desde o 5 ano, e hoje já somos formados e trabalhamos.
A tia Adelaide, tia de Adilson é uma quarentona ainda bem conservada e bonitona, é separada e morava com seus dois filhos, Jéssica de 19 anos e André de 14 anos. Não estava muito afim de ir, mas como não gosto de carnaval, achei que seria uma boa forma de passar o feriado, além do Adilson ter me dito que lá tem muitas meninas bonitas e que gostam de gente de fora.
Fomos no meu carro e chegamos bem na hora boa, hora do almoço. Cumprimentamos a Adelaide e o Carlinhos, seu filho. Fui muito bem recebido, Adelaide já nos mostrou o quarto onde ficamos e mandou ir para a cozinha porque o almoço já estava pronto. E que almoço! Adelaide falou que a Jéssica já iria chegar mas que poderíamos ir comendo. A comida estava deliciosa e estava tão entretido que quando percebi, a Jéssica estava atrás de mim e o Adilson se levantou para abraçá-la e beijá-la no rosto. Limpei a minha boca com um guardanapo e me levantei, e ao mesmo tempo que elevei o olhar, vi uma das mais lindas mulheres. Um rosto de adolescente, com um sorriso lindo, um olhar penetrante e mesmo sem olhar para o corpo dela, pela visão periférica, pude perceber que era alta, exuberante e com um belo corpo de mulher.
A comida ficou em segundo plano e só pensei em olhar para Jéssica sem que despertasse atenção dela e dos outros. Percebi pelo canto dos olhos que ela também dava umas olhadinhas para mim, bem rápidas e disfarçadas. Perguntou algumas coisas a meu respeito, dando risadas e um pouco envergonhada. A conversa na mesa girava em torno do trabalho, da vida dura que Adelaide levava para sustentar a família, a ajuda que Jéssica dava, agora que conseguiu conciliar os estudos com seu novo emprego e sobre Carlinhos, que estava dando muito trabalho na escola, tirando notas ruins e só querendo jogar videogame com os amigos.
Comemos uma torta de amora. Igualmente deliciosa! Conversamos mais sobre o namoro de Adilson que não deu certo, o porque de eu não ter namorada e porque a Adelaide não queria mais se relacionar com ninguém. Até que Jéssica se levanta e pude observar melhor seu lindo corpo quando ela se dirigiu para o quarto. Estava com uma calça jeans justo e uma camiseta colada ao corpo. Disfarçando, de relance, pude ver suas lindas pernas que terminavam na bunda mais bem feita que já vi. Um quadril largo onde se juntava com uma cintura fina e os ombros delicados com braços finos e graciosos. Seus cabelos longos e castanhos escuros criavam uma figura sensual, feminina e muito excitante. Acredito que mesmo eu disfarçando, a Adelaide percebeu, pois deu uma risadinha e continuou a falar com o Adilson.
Colocamos bermudas e camisetas para ficarmos mais á vontade e sentamos no sofá para assistir tv enquanto Adelaide arrumava a cozinha. Jéssica chegou vestindo um shorts folgado e curto, mostrando suas lindas pernas, e sentou na poltrona do lado do sofá, com uma perna dobrada apoiando o queixo nela. Ela podia ficar em qualquer posição que era sensual, pensei. Ainda mais mostrando as pernas deste jeito. Adilson puxou papo com ela e os dois relembraram um pouco do passado enquanto assistimos o programa na tv, até que quando olho para ela, por estar mais perto, pude vislumbrar sua calcinha branca, minúscula. Adilson não conseguia ver por estar mais longe, e ela mexia a perna fazendo com que eu conseguisse ver mais e mais. Nisso, o shorts que já era curto desceu mais da perna levantada e fiquei com os olhos arregalados ao ver que a calcinha era mais minúscula do que imaginei, quase não cobrindo seu sexo. Tive uma ereção e levantei uma perna para disfarçar. Foi quando Adilson falou - Jê, tá dando para ver a sua calcinha. Embora acredito que Adilson não visse nada, com certeza deduziu que eu estivesse, mas sem fazer idéia do tipo de calcinha que ela usava. Então Jéssica arrumou o shorts, juntou as pernas e sentou-se comportadamente, um pouco desconcertada.
Dona Adelaide terminou de arrumar a cozinha e chegou na sala falando - Jéssica, porque não mostra um pouca da cidade para o Denis? Lá no Parque do Lago é gostoso não Adilson?
Fomos com o meu carro, Adilson na frente e a Jéssica e Carlinhos atrás. O parque era bonito, bem arborizado e com um lago bem grande, cheio de patos e até capivaras. Adilson e Jéssica foram andando na frente e eu conversava com Carlinhos, sem deixar de olhar para a linda bunda de Jéssica. Percebi que ela não usava sutiã, pois vi os contornos do belo seio através da abertura lateral da folgada blusa sem mangas. Tive ereção instantânea e não pude deixar de tirar os olhos, disfarçando quando Carlinhos olhava para mim enquanto contava sobre os games que gostava de jogar. Sentamos num banco e conversamos os três, enquanto Carlinhos foi olhar os patos. Jéssica era muito simpática e atraente. Acho que comecei a me apaixonar, ou melhor, me encantar pela forma como conversa, gesticula e pelas suas expressões faciais. Era atenciosa, meiga e possuía um sorriso angelical. Mas pude perceber que detrás daquele jeito de menina escondia uma mulher, com olhares sedutores e um rosto provocante que fazia, as vezes, quando olhava para mim, nos instantes em que Adilson apreciava a paisagem.
Fomos para casa, jantamos a deliciosa comida de Adelaide e Jéssica programou uma saída noturna, num barzinho no centro da cidade, onde tinha música ao vivo e podia dançar.
Adelaide não quis ir e fomos nós três mais uma amiga de Jéssica, que por sinal é muito bonita, chamada Marta. Jéssica estava de saia até os joelhos e uma blusa branca de manga comprida. Percebi que estava sem sutiã porque via os seus firmes seios balançarem quando andava. Não era muito grandes mas grandes o suficiente para dar um balanço sensual. O tecido era grosso de algodão, e não transparecia, apenas dava para perceber um pouco os bicos dos seios, discretamente. Mas suas belas pernas, sua bunda empinada e o quadril largo se destacavam em qualquer roupa que usasse, estava realmente estonteante.
Chegamos lá, Adilson logo começou um papo com a Marta e eu conversei com a Jéssica mais tranquilamente. Falamos nos ouvidos devido à música alta e adorei a proximidade. Estava tocando forró, e quando ia chamá-la para dançar, apareceu um rapaz elegante e disse: me daria a honra desta dança? Fiquei chateado, me maldizendo por ser tão lerdo, mas ela simplesmente falou olhando e sorrindo para mim: ele já me chamou para dançar, desculpa! E levantou a mão em minha direção e fomos dançar, diante do homem claramente desapontado. Jéssica dançava bem, graciosa mas sensual ao mesmo tempo. Cada vez se colou mais ao meu corpo, o que me deixou um pouco envergonhado, porque muitas pessoas olharam para a gente. Será que é porque sou desconhecido? Pensei. Mas como não sou nenhum santo, a agarrei mais forte e com a minha perna entre as dela, movimentei ao ritmo da música. Estava com ereção em sentir todo seu corpo junto ao meu, seus seios contra meu peito, seu ventre grudado ao meu, minha perna sendo apertado pelas delas , sentindo o calor no meio de suas pernas e seu rosto quase grudado ao meu, me olhando nos olhos. Não tive escapatória, a beijei. Um beijo suave e leve. Olhei seu rosto e ela parecia flutuar, de olhos fechados. Então a beijei novamente, desta vez de maneira mais intensa e longa, dançando e sentindo seu corpo que parecia fundir-se ao meu. Pousei a minha mão esquerda na sua bunda, passando por toda a extensão. Mão não senti a calcinha sob o fino tecido da saia. Imaginei que ela estivesse com aquela calcinha que não marca, e a puxei contra meu corpo. Pensei que fosse reclamar porque as pessoas podiam ver, mas ela apenas sorriu e disse: beija! Entreabrindo os lábios e fechando os olhos. Foi a melhor dança da minha vida até então. Fomos para casa cedo para não desrespeitar as vontades de Adelaide. E dormi feliz.
Acordei com um beijo no rosto, de Jéssica. Me deu um bom dia tão gostoso que tive uma ereção. Passou a mão no meu peito, descendo pelas pernas até perto do joelho, me olhando com ternura ou desejo, não sei ao certo, porque não consegui decifrar. E logo em seguida saiu, me deixando de pênis duro. Foi preparar o café da manhã. Adilson acordou logo e em seguida levantamos sentindo o delicioso cheiro de café.
Entre olhares rápidos e disfarçados, Jessica e eu tomamos um delicioso café. Adelaide provavelmente desconfiou de algo, viu quando eu olhei de relance a Jéssica e ela me retribuiu o olhar, mas nada disse, apenas continuou a falar sobre como a cidade fora tranquila e segura a um tempo atrás, e que hoje não podem mais sair tranquilos, principalmente, tarde da noite. Adilson só dava uns sorrisinhos meio insinuantes para mim, o que fez a Adelaide perceber que algo que não sabe aconteceu, talvez ontem de noite no barzinho. E limitou a frisar sobre segurança, ainda mais no carnaval, quanto muitas pessoas de fora vem visitar a pacata cidade.
Adilson, depois do café, foi jogar Playstation com Carlinhos, Jéssica ajudou Adelaide na cozinha e eu liguei a tv e me deitei no sofá, estava cansado da viagem de ontem e da noite anterior. Não consegui deixar de pensar na Jéssica e senti ereção nesses momentos. Quando de repente, Jéssica apareceu na sala e olhou no volume que se formava no meu short, esboçou um sorriso contido. Eu, imediatamente me sentei no sofá, como um ótimo pretexto para que ela se sentasse, mas quis na verdade disfarçar o volume no shorts. Ela perguntou: - O que está assistindo? - Nada demais, quer assistir algo em especial? - Não, só vim te fazer companhia, posso me deitar no seu colo? - C_c_claro! Gaguejei. Jéssica apoiou a cabeça na minha perna, mas não sem antes olhar para o meu shorts. Minha ereção diminuiu com a situação inusitada, mas não por muito tempo. Sentir o calor dela nas pernas, se ajeitando de vez em quando, chegando quase a encostar no meu pênis, fez com que a ereção voltasse, chegando a encostar na cabeça dela. Ela sentiu, forçou um pouco mais a cabeça, acho que para ter certeza do que era e vira a cabeça, olha para o volume no meu shorts, olha para mim e diz: - Acho melhor você colocar a cabeça no meu colo. E com um lindo sorriso, senta no sofá e bate nas pernas, me chamando. Quando encostei a cabeça numa perna, ela se ajeitou e me colocou mais para perto de seu corpo. - Gostou do barzinho, bem legal né? Acho que nunca me diverti tanto. Minha ereção não dava sinal de trégua, e mesmo eu dobrando a perna para tentar esconder, a Jéssica olhou rapidamente na direção em várias ocasiões. De repente Jéssica se levanta, me dando um susto, e me puxa pelas mãos. - Vamos dançar um pouco? Pegou o controle e rapidamente colocou um forró no Youtube. Eu morri de vergonha com a ereção e não pude disfarçar, mas como ficamos bem juntos ela só deu uma olhada rápida para baixo e se colou em mim, com certeza sentindo o volume em seu baixo ventre. Ela estava com um shorts folgado, igual de ontem, mas preta, de um tecido que parecia seda, e de tão fina, senti o calor da sua pele. Passei a mão pelos quadris até suas pernas, mas como ontem, não senti a alça da sua calcinha. De repente, Adelaide chegou a sala e disse: Ahh, então foi assim que dançaram ontem? Meu coração deu um pulo. - Vocês formam um belo par sabiam? E dançam muito bem! Eu gostaria de saber dançar assim! Meu coração então sentiu um pequeno alívio.
O único pensamento que me ocorreu foi não desgrudar da Jéssica para que Adelaide não visse o volume no meu shorts. Jéssica, mais esperta do que eu, colocou-se mais a minha frente para que a mãe não visse, mas provavelmente pôde senti-lo mais em seu ventre. Adelaide saiu para o quintal e eu agradeci meio encabulado. Jéssica riu e disse: Se comporte! O balançar da música estava me deixando louco, podia jurar que sentia a vagina da Jéssica com as minhas pernas, e ela parecia que dançava até exageradamente nos seus movimentos, estava a esfregar nas minhas pernas e eu via uma nítida excitação nela, colando seu corpo cada vez mais apertado ao meu. Até que Jéssica fala: Cansei, vamos ver um filme? Me empurrou para o sofá e se sentou no canto oposto, com as lindas pernas sobre o sofá e viradas para mim. Manda eu escolher um filme. Com uma perna dobrada para disfarçar minha ereção, coloco um filme de terror. Pergunto: - Este parece bom, quer ver? E quando olho para a Jéssica, ela está com uma perna levantada e pelo espaço das pernas do short vejo a sua linda boceta, depilada e com pelos na púbis bem aparadas. Linda demais. Fiquei doido. Ela com o olhar fixo na tv e uma cara séria, se fazia de inocente. Olhei para o filme que passava mas não podia deixar de olhar várias vezes por entre o espaço que tinha no seu shorts, que aliás, a danada tinha puxado um pouco como se ajeitando no sofá e agora pude ver toda ela, até percebi que estava molhada, até escorrendo um pouco para o seu rego. Estava morrendo de tesão, mas não tive coragem de fazer nada, Adelaide poderia entrar na sala a qualquer momento, sem falar do Adilson ou do Carlinhos. Falei: Vamos para o quarto um pouco Jéssica? Vamos descansar na cama? -Não, minha mãe não gosta que fique no quarto só, com um homem. Me levantei, cheguei mais perto e quando fiz menção de beijá-la, ela se afasta e diz:
Não quero namorar com você, é de longe e você não virá para cá sempre. Já tive um namorado de São Paulo, e nos vermos uma ou duas vezes por mês, não dá certo.
Mas estamos só nos conhecendo, e se der certo eu venho toda semana, e durante a semana podemos nos falar por áudio, video e msgs.
Jéssica pensou um pouco e falou: -Não sei não, você vai encontrar outra pessoa, não vai aguentar ficar só lá. E eu, vou ficar a semana toda sozinha?
Eu não entendi bem mas falei: - Serei fiel, e mesmo sozinha seremos namorados e falaremos sempre.
Jéssica pareceu não se conformar: - Mas você não estará aqui para me dar carinho.
A forma meio infantil de falar contrastando com a fisionomia sensual e a olhadela que deu no meu shorts foi uma combinação explosiva, tive ereção imediatamente e instintivamente quis beijá-la e agarrá-la. Ela estava me deixando louco, sensações que nunca tinha sentido, não nessa intensidade. Me sentei novamente um pouco decepcionado.
Jéssica se limitou a me olhar, e eu a ela. Não faço idéia do tempo que se passou, não tinha mais argumentos, apenas quis olhá-la, sentir a conexão e apreciar toda a sua beleza facial. Fisionomia fria, como se me analisasse e esperasse por algo. Então me levantei novamente e dei dois passos, fiquei de frente para ela que agora olhava para cima, continuava a me fitar fixamente, como esperando alguma atitude minha. Senti que dessa vez ela não recusaria o meu beijo e começo a me abaixar. Foi quando levei um enorme susto, Carlinhos veio correndo e grita que ganhou do Adilson 3 vezes. Só me sentei assustado e falei: - Puxa, você é bom mesmo, pois o Adilson sempre ganha de mim! Carlinhos ficou sério olhando para mim e a Jéssica, mas logo voltou correndo para o quarto cantando vitória para o Adilson.
E Adelaide entrou falando que as lagartas estavam comendo todo o couve. Olhou para a gente e perguntou o que fazíamos ali na sala. O dia estava bonito demais para ficar em casa.
No entanto assisti um filme com a Jéssica, Adilson e Carlinhos. Almoçamos um maravilhoso cupim assado e de tarde fomos todos passear no mirante onde pudemos ver um pouco do Vale da Paraíba. De noite fomos para o clube da cidade, Adelaide adorava carnaval. Todos pularam e se divertiram muito, menos eu que só fiquei olhando e bebendo cerveja. Os meus olhos não tiraram a Jéssica da vista, sempre disfarçando quando alguém olhava para mim, inclusive a Jéssica, pois não queria que ela percebesse que estava me apaixonando por ela, já que me deu um fora e cortou todas minhas expectativas. Jéssica sempre olhava para mim e com um sorriso me chamava para me juntar a eles.
Fizemos um lanchinho quando chegamos na casa e todos cansados fomos dormir. Demorei para pegar no sono, pensando mil coisas da Jéssica, o que ela sente por mim, como posso tentar novamente chegar nela e como seria se namorássemos morando tão longe. Adilson roncava. Fui ao banheiro e passei pelo quarto da Jéssica, pela fresta da porta pude ver que a luz estava acesa. A cama dela ficava bem na porta e pela fresta pude ver a beldade deitada de bruços, lendo um livro. Me surpreendo com a visão que tive ao olhar mais de perto da porta. Jéssica estava com uma camiseta folgada, mostrando as lindas pernas cruzadas e uma bunda perfeita, coberta parcialmente pela camiseta. Tive dúvidas se estava sem calcinha ou se era calcinha fio dental. Mas fiquei paralisado, porém com medo de que alguém me pegasse espreitando pela fresta fui ao banheiro e na volta levei um susto. Jéssica estava de pé na porta olhando para mim e com um sorriso malicioso me pergunta: Você por acaso bisbilhotou pela fresta? Parou na frente do meu quarto para que? Pelo menos gostou do que viu? Seu sem vergonha, eu durmo sem calcinha viu!
Estava apenas de camiseta comprida que agora de pé cobria mais o seu corpo. Se virou com carinha fingida de brava e encostou a porta. Eu gelei e não consegui nem abrir a boca, fiquei paralisado por instantes e sai dali com medo de que alguém tivesse escutado e a situação ficasse pior.
Acordei com Adilson me chamando, o café estava pronto e todos queriam passar o dia no rio. Estava um dia lindo! Logo imaginei a Jéssica de biquini e me levantei animado, juntamente com meu amiguinho aqui, apesar do sono pela noite mal dormida.
Tomamos café e fomos para o rio no meu carro. Adelaide foi na frente comigo mostrando o caminho e os três atrás, conversando animadamente. Adelaide contou como seu casamento foi frustrada, que aguentou um marido que bebia e vivia em jogos com os amigos e que sempre desconfiou de traição. Fiquei triste e penalizado com a história dela. Jéssica as vezes concordava e dizia como a mãe fora complacente com o pai, e que se fosse ela teria dado um chute na bunda dele.
Depois de quase uma hora chegamos. Ficava por entre montanhas verdes e num local isolado, porém tinha vários carros estacionados e andamos por uns 100m mata adentro levando comida e bebida, pois passaríamos o dia ali. O rio não era grande, mas lindo, com trechos de pedras e correntezas se alternando com piscinas naturais, onde várias pessoas já tomavam banho e conversavam animadamente. Estendemos um pano grande que Adelaide levou e nos instalamos debaixo de uma árvore frondosa, pois o sol já estava bem quente. Jéssica, muito solícita, ajudou a mãe e nos sentamos para apreciar a bela paisagem e observar as pessoas que lá estavam. Tinha umas belas mulheres, com certeza acompanhadas. Outras eram mães, tinham muitas crianças e adolescentes. Jéssica estava com um shortinho branco, curto e justo e um top branco, mostrando as suas lindas curvas e um corpo perfeito. Não tinha ninguém mais bonita que ela, na minha opinião. Ao contrário de Adilson, que ficava olhando uma e outra que passavam ou corriam brincando com os rapazes na beira do rio. Um rapaz sarado veio em nossa direção e pela cara dele e da Jéssica, já se conheciam. Nos cumprimentou e a chamou para darem um mergulho. Morri de ciúmes e amaldiçoei a idéia de passar o dia no rio. Mas surpreendentemente ela se desculpou e disse que estava com o primo e ia dar atenção para ele e para mim. Adelaide falou que poderia ir mas mesmo assim Jéssica preferiu ficar com a gente.
Adilson disse: - Você é a minha prima favorita. Ele é um paquera?
- Já foi meu namorado. Disse rindo. Parece que Adilson leu os meus pensamentos, mas a resposta de Jéssica não me agradou em nada. Fiquei meio retraído e calado, apenas bebi uma latinha de cerveja do cooler juntamente com Adilson, que estava feliz. Carlinhos correu e saltou para dentro do rio. Adelaide estava bonita com um maiô preto e foi para o rio com o Adilson, conversando felizes.
- Você não vai Denis? Jéssica me perguntou, se deitando ao sol. - Então passa um pouco de protetor nas minhas costas. - Claro! Respondi, sem muitas esperanças sobre um futuro relacionamento, ainda mais que já namorou aquele rapaz sarado e simpático e que parecia ainda se interessar pela Jéssica.
Mas quando vi ela tirando o top e o shortinho, ficando apenas com um minúsculo biquini também branco, senti um arrepio que me acordou completamente como se tivesse levado um balde de agua fria. Ajeitou a parte de cima, levantando um pouco e me mostrando os contornos de suas lindas aréolas rosadas e em seguida a parte de baixo, que praticamente nada cobria na frente e nada atrás. Se deitou de bruços, com aquela bunda que vi na noite anterior, mas agora com um biquini fio dental. A bundinha mais bonita que já vi, empinada para mim, perfeita.
- Posso passar na bunda tbm? -- Falei brincando. - Claro, no meu corpo todo! -- Falou sorrindo e com uma carinha de sapeca. Apoiou o rosto sobre os braços dobrados e ficou olhando o rio, esperando que eu passasse o protetor solar.
Com o máximo de respeito, comecei pelos tornozelos, subindo pela panturrilha e pelas pernas. Que pele macia ela tinha, mas pernas firmes e fortes, apesar de não serem musculosas. Tive uma sensação indescritível quando subi com as mãos pelas nádegas carnudas e macias. Olhei para Adelaide, que estava conversando animadamente com Adilson dentro da água. Não contive e apalpei suas nádegas, disfarçando como se fosse uma forma de espalhar o creme. Quando Jéssica fala: - Não esqueceu de passar protetor num lugar? -- Por pudor, não tinha passado na parte interna das coxas perto da virilha nem perto da parte interior das nádegas. Achei que seria indelicado avançar em partes mais íntimas, passando um pouco longe. Mas realmente, ficaria marcado, e resolvi deixar o pudor de lado e fazer um serviço perfeito como ela exigiu, e também como eu desejava. Comecei passando na bunda dela, chegando até o fio dental que estava atolado na bunda. Ao passar o creme, abria a bunda dela e quase vi o ânus dela, a região em volta mais escura. Minha ereção estava me incomodando dentro do shorts e tive até que ajeitar meu pênis. Desci para as pernas, poupa da bunda e cheguei na virilha. Estava ficando tarado e abri a bunda espalhando o creme com um pouco mais de força, vendo o pequeno tecido branco que cobria a sua vagina. Sem tocar nela, passei por todo o redor, até na virilha onde não precisaria. Jéssica, de olhos fechados parecia estar gostando, dando umas mexidinhas na bunda, arrebitando para facilitar o processo. Pronto, agora o serviço estava perfeito, iria continuar pela cintura acima. Foi quando percebi que o biquini estava com uma manchinha escura. Não resisti e toquei para me certificar, Jéssica da mais uma arrebitadinha na bunda. Era o que pensei, era viscoso. Não sei o que deu em mim, passei a mão em toda extensão da bocetinha como se fizesse parte do serviço e parti para a cintura, já esperando uma reclamação dela. Mas apenas relaxou a bunda e permaneceu de olhos fechados. Não estava aguentando mais, mas me controlei e pretendia terminar o serviço. Passei o creme nas costas e dei uma especial atenção aos ombros e pescoço, levantando seus lindos e longos cabelos castanhos escuros. Aproveitei e fiz uma massagem nos ombros e pescoço ao passar o creme, o que pareceu tê-la agradado. Jéssica abriu os olhos, olhou para a mãe e ao redor. Se vira e fala: - Tá tão bom Denis! Passa agora deste lado? Mas agora passa um pouco por baixo do biquini. Senão pode marcar, não sabe disso? Gostei, ou melhor, adorei, e percebi que não tinha experiencia em passar o protetor solar corretamente. Como da outra vez, comecei pelos pés, subindo pelos tornozelo, canela, joelhos e pernas. Desta vez não me fiz de rogado, passei no meio das pernas, e como ela deu sinal verde abrindo levemente as pernas, passei na virilha chegando a encostar no minúsculo biquini. Subi pela púbis, quadril e a parte lateral da cintura, desci pela lateral da bunda e da perna para completar a região. Foi ai que me lembrei, passar um pouco por baixo do biquini? A única parte era o pequeno tecido que cobria a vagina porque por baixo do cordão já tinha passado. Será que era isso? -- Pensei. Olhei para os lados e um pouco nervoso e super excitado, coloquei os dedos por baixo do biquini ainda em dúvida se era assim que ela queria, mas qual foi a minha surpresa quando senti os lábios vaginais. Fiquei doido mas tentei ser profissional, ou fingir. Passei agora na púbis e desci por baixo do biquini. Jéssica soltou um grunhido e se contorceu um pouco, o biquini é tão pequeno que por pouco a boceta aparece pelas laterais. Eu alcancei o clitóris sem querer, estava avantajado e duro. Jéssica soltou um gemido e se retesou. Levei um choque e fingi que não percebi e passei para outra lateral do biquini. Mas desta vez eu coloquei a mão e passei o protetor em toda a extensão de sua vagina, e desta vez percebi que estava molhada e bem escorregadia. Jéssica gemeu novamente. Meu pênis doeu mais. O biquini entrou na racha e um pouco de seus grandes lábios ficou visível, tive que ajeitar meio nervoso e olhei para os lados. Como o biquini estava bem molhada pelos sucos vaginais, tive até certa dificuldade. Ou a vagina dela entumeceu? Pensei. Com medo de que alguém tivesse visto algo, passei logo para a esbelta barriga. Foi subindo para perto dos seios, passei em volta sentindo literalmente os seios, pelo fato do biquini ser tão pequeno que praticamente cobria apenas a areola e o mamilo. Me deliciei com a pele e maciez de seus seios, e pelo jeito, sua excitação não diminuiu, Jéssica se contorcia levemente. Olhei para os lados e tentei dobrar as pernas um pouco mais para disfarçar minha ereção. Olhei para a Jéssica que estava de olhos fechados e com fisionomia sensual, altamente erótica, sentindo prazer aos meus toques. Então me lembrei que deveria passar o protetor um pouco também por baixo das laterais do biquini. Quando coloquei 3 dedos por baixo, senti a areola, mais macia ainda. A sensação foi indescritível, e a vontade foi apalpar todo o seio, e foi exatamente o que fiz. Jessica soltou um gemido mas logo tentou se controlar para que eu não percebesse. Passei o creme nos dois seios, sentindo os bicos duros. Ajeitei o biquini para esconder as areolas que ficaram à mostra e parti para o colo, ombros e braços.
Quer que passe no seu rosto? Jéssica assentiu com um movimento de cabeça e eu passei cuidadosamente, apreciando seu lindo rosto.
Jéssica olhou seu corpo, ajeitou a parte de baixo e de cima do biquini, agradeceu e se virou de bruços, mostrando sua linda bunda, que eu prontamente a devorei com os olhos. Esperei um pouco para a minha ereção diminuir e fui tomar banho de rio, onde o pessoal estava. Adelaide voltou para onde estava Jéssica e eu brinquei com Adilson e Carlinhos.
Almoçamos sanduíches com suco, coxinhas e kibe, feita pela Adelaide Deitamos um pouco conversando animadamente e combinamos levar a bola para o rio. Carlinhos adorou a ideia. Brincamos bastante de bobinho, até que cansamos e ficamos na água conversando. Jéssica brincava como criança, subia nas minhas costas, Adilson a pegou para ensiná-la a nadar, pegou Carlinhos nas costas e carregou. Algumas vezes a parte de cima do biquini de Jéssica deslocou e ela rapidamente ajeitava, mas não impedindo que víssemos seus lindos mamilos com areolas grandes e rosadas. Adilson só deu risadas e tirava sarro da prima. Carlinhos ficou com vergonha e brigava com Jéssica, falou que era desastrada e que não sabia porque ela usa um biquini tão pequeno.
Não cansei de olhar para Jéssica, principalmente quando se virava e a bunda perfeita ficava a mostra, balançando um pouco quando corria ou pulava, tanto que Adilson e Carlinhos comentaram por várias ocasiões da minha cara olhando ela. Jéssica apenas ria feliz e disse que eu nunca vi uma mulher bonita como ela, o que fez Carlinhos fazer uma careta engraçada.
Passamos um dia muito agradável no rio, mas bem antes de escurecer fomos embora por causa dos mosquitos. Tomamos banho, jantamos e eu já fiquei meio triste, pois no dia seguinte teríamos de retornar a São Paulo. Foi quando Jéssica disse:
Mãe, vamos todos para o barzinho do Zeca? Amanhã eles já vão embora.
Adelaide disse que estava cansada mas que poderíamos ir, contanto que voltassem antes da meia noite. Me animei, assim como Adilson. Jéssica chamou a Marta mas ela não pôde ir, para o desgosto de Adilson.
O barzinho estava lotado, não tinha mais mesas e ficamos num canto, meio espremidos. Tinha gente até na calçada e do outro lado da rua. Muita gente bonita e a maioria jovens. Muitos namoravam e todos bebiam e estavam animados. Ficamos meio tímidos no canto, Adilson pegou cervejas para nós e começamos a conversar e brincar. Adilson se interessou por uma bela loira, e não parava de olhá-la. Incentivamos a chamá-la para dançar mas ele estava meio devagar ainda. Conversamos, brincamos e Adilson mandou eu dançar com a Jéssica. Jéssica olhou para mim com uma carinha de carente, então prontamente eu a peguei pelas mãos e fomos para dentro da pequena multidão que dançavam.
Tocava forró e nós começamos a dançar animadamente. O contato aumentou o meu desejo, senti a ereção e Jéssica provavelmente também, deu uma risada e olhou para mim com ternura. A apertei mais contra meu corpo, sendo totalmente correspondido. O movimento rápido da dança com o roçar de nossos corpos estavam me deixando num estado de transe, nós dois éramos como um único corpo. Aproximei meu rosto da cabeça de Jéssica que se apoiava em meu ombro e esta se virou, praticamente colando seu rosto no meu e pude sentir sua respiração. E o beijo foi automático. Um beijo terno e calmo no início que transformou com o passar dos segundos em intenso e carregado de desejos. Abaixei a mão e apalpei as nádegas de Jéssica, a puxando mais contra meu corpo, o que a fez soltar um pequeno gemido enquanto beijávamos. O corpo de Jéssica ficou entorpecido e a dança que era vigorosa se tornou mais calma, e nós dois não estávamos mais no meio da multidão, dançávamos flutuando, sozinhos, em outra dimensão.
Parei de dançar, Jéssica olhou-me com curiosidade, parando também, e a puxei pela mão através dos casais que dançavam e fui para um canto mais reservado, meio distante e escuro nos fundos do barzinho onde tinham casais conversando e namorando, alguns mais descaradamente com carícias obscenas, mas protegidas parcialmente pela pouca luminosidade. Vimos um casal mais atrevido, a moça com o top parcialmente levantado tendo seu seio acariciado, e uma mulher mais atrevida acariciava o pênis de um homem por cima da calça enquanto se beijavam. Encontroei um lugar bem reservado, detrás de uma coluna, um lugar escuro e fora das vistas de todos. Encostei a Jéssica na parede e começamos a nos beijar. Beijos ardentes e carícias ainda comportados, que deixaram Jéssica cada vez mais excitada, e cheia de desejos, o que fez a mão que se apoiava na minha cintura mover para minha barriga, descendo desajeitadamente até sentir o meu pênis duro. Pousou a mão e apenas deixou, gemendo enquanto beijávamos. Eu acariciava a bunda perfeita de Jéssica, quando senti meu zíper sendo aberto. Gostei da ousadia dela e apenas continuei o beijo, sentindo meu pênis ser liberto, não sem dificuldades. E a sensação de alívio logo foi trocado pela sensação deliciosa da pressão da mão de Jéssica, que soltou um gemido mais alto e seu corpo retesou, apertando sua mão com mais força, sentindo toda a rigidez do meu pênis. Colei meu corpo em Jéssica para que um casal que passava atrás não visse nada, e passado o perigo, me afastei um pouco, propiciando uma visão que Jéssica desejou, olhar para baixo e apreciar meu pênis enquanto fazia movimentos lentos, puxando a pele do pênis e revelando a glande enorme, vermelha e já soltando um líquido viscoso. Jéssica pareceu adorar e olhou maravilhada, demonstrando desejo e um sentimento muito intenso que transparecia em seu lindo rosto. - Nossa, que pau gostoso! Disse Jéssica. Acariciei o quadril de Jéssica e desci até o meio das pernas por sobre a saia. Assim como da primeira vez que dançamos, não senti a sua calcinha, mas na minha cabeça, era pelo tipo de calcinha. Então, coloquei a mão por baixo da saia de Jéssica e acariciei suas pernas, subindo lentamente até quase o quadril. Nada de calcinha, deve ser mais para cima, pensei. Desci a mão, mas agora por dentro da coxa, então subi a mão até chegar a sua virilha. Jéssica se contorceu, ao mesmo tempo que apertava forte o meu pênis, soltando gemidinhos extraordinariamente sensuais. Cheguei até quase a encostar na vagina de Jéssica, mas nada de calcinha. Baixei a mão pela coxa, subiu novamente e desta vez encostei a parte de cima da mão em sua boceta, senti a maciez, calor e seus líquidos que molharam as costas da minha mão. Meu pênis deu um pulo, e não soube dizer se foi pela mão de Jéssica que apertou mais forte o meu pênis, ou pelo movimento brusco do corpo dela, ou se foi pelo seu gemido alto. Provavelmente tudo isso e a sensação que percorreu desde a minha mão até meu pênis como um choque. Virei a mão, espalmei o meio de suas pernas forçando delicadamente entre elas e espalhei a umidade abundante por toda a boceta maravilhosa, depiladinha, com excessão de poucos pelos na púbis. Jéssica se contorceu. Com o dedo do meio, procurei a entradinha toda lubrificada de sua vagina. O dedo entrou com facilidade até um ponto, pela lubrificação, mas senti uma resistência, que apertava meu dedo quando forcei e entrou a metade. Senti que algo estrangulava meu dedo. Foi quando Jéssica disse fazendo uma expressão de dor: - Denis, sou virgem. Tirei meu dedo com cuidado e pedi desculpas. Jéssica soltou um sorriso e disse que estava tudo bem, porque queria mesmo perder a virgindade. Me puxou para mais perto, beijou e encostou seu corpo, levantando a frente da saia e ajeitando para que quem passasse perto não percebesse o que acontecia entre nós. Subiu em uma saliência no chão, perto da coluna e com a mão que não largava o meu pênis, colocou no meio de suas pernas. Não estava mais me aguentando, e ao forçar meu corpo ao dela, senti que entrou no meio das pernas de Jéssica, sentindo a boceta ensopada. Meu pênis doía de tão duro que estava. Beijamos entre gemidos e carícias ousadas. Jéssica disse ofegante e com a voz rouca: Dênis, quero ser tua, quero sentir você dentro de mim. O tesão era tanto que não me importei onde estávamos, me abaixei um pouco, pedi para ela abrir um pouco as pernas e tentei penetrá-la. A lubrificação abundante da gente que ajudou, agora atrapalhou, o pênis escorregou e não consegui. Tentei de novo, agora segurando meu pênis, apontando mais para cima e consegui, ou melhor, quase. Só a cabeça entrou, parou no caminho. Ele não pode levantar a perna dela para não chamar a atenção e a posição não estava ajudando. O hímen de Jéssica estava relutante. Então comecei a me movimentar lentamente, com movimentos pequenos, forçando a entrada. Jéssica fez umas caretas, pareceu sentir um pouco de dor, mas ao mesmo tempo, estava compenetrada, tentando me ajudar com movimentos do quadril, pernas e me puxando ao seu encontro. Eu já estava quase gozando com os pequenos movimentos, embora infrutíferos. Parei, beijei e ficamos abraçados. Jéssica estava doida, forçando a pélvis contra mim, se movendo sensualmente e forçando a entrada. Eu pedi para Jéssica parar porque já não aguentaria muito tempo sem gozar. Ficamos assim, beijando, excitados, cada vez mais molhados e com a saia cobrindo o ato, sem que ninguém percebesse. Sem que Jéssica esperasse, peguei a bunda dela com as duas mãos e a puxei com força. Jéssica sentiu muita dor e soltou um grito. Senti meu membro rasgar a sua virgindade e penetrá-la. Que sensação deliciosa, apertada mas quentinha e aveludada. A fisionomia de dor de Jéssica se transformou em alívio, e vi um leve sorriso enquanto me abraçava. Quando de repente ouço o Adilson falar atrás de mim:
- Prima, que pegação é essa ai hein. Não deixa ele se aproveitar de você! Denis, pelo jeito não querem ir embora agora. Vou ganhar aquela gata, dancei 3 músicas seguidas com ela. Não vão dançar?
Nós estávamos abraçados e assim ficamos. Adilson pareceu não ter percebido nada. Jéssica me apertava com sua vagina e pude sentir claramente as contrações. Ela continuou com a cabeça encostada no meu ombro e olhou para mim preocupada, com a aparição súbita de Adilson. A beijei e abraçamos, sentindo o calor e a maciez dela em meu pênis. Então disse: Vai lá Adilson, dance mais, quem sabe não ganha ela? Adilson saiu feliz com cara de conquistador. Eu estava excitado demais, apenas senti o pequeno atrito e a pressão do canal vaginal de Jéssica estava me levando às alturas. Então falei:
- Jéssica, estou quase gozando. Foi o suficiente, isso fez ela ter fortes contrações vaginais e um gemido alto saiu de sua boca. Seu corpo entrou em espasmos e me apertou com o seu abraço bem forte, puxando-me mais e mais, como se quisesse que eu entrasse mais fundo dentro dela, embora eu já sentisse o seu colo do útero. Eu não me aguentei mais ver Jéssica se contorcer com espasmos, as contrações vaginais intensos e o gemido altamente sensual e a fisionomia em seu rosto, foi demais para mim. Tentei sair antes de gozar, mas Jéssica me puxou com tanta força que não consegui, não aguentei, acabei soltando jatos de esperma dentro dela, e sentindo a pressão e os movimentos da vagina, que parecia me puxar para dentro, assim como o abraço dela. - Não sai Dênis, fica dentro de mim. E assim fiquei, vendo a expressão de felicidade em seu rosto. E beijamos apaixonadamente. O meu pênis logo endureceu e continuou dentro dela. Ficamos assim por longos minutos, beijando, olhando nos olhos um do outro, e sentido melhor a penetração, agora que meu pênis ficou completamente ereto. A vagina dela me apertou ritmadamente. Foram momentos maravilhosos, surreais e exóticos que pudemos experimentar. Nós dois termos um prazer tão grande assim num local público, com as pessoas olhando, mas sem saberem o que acontecia entre a gente e sob a saia preta de Jéssica. Jéssica disse: - Meu Deus, escorreu algo pela minha perna e a minha sandália tá igual quiabo! A carinha de menina que fez me excitou, a apertei contra a parede, penetrando mais fundo, voltava a me afastar um pouco, e a apertava novamente contra a parede. Nesse momento Jéssica falou: É a sensação mais gostosa que existe. Quero mais leite. Ao ouvir isso, senti que minha ejaculação não demoraria. Afastei Jéssica do muro, a peguei pela bunda com as duas mãos, e comecei a puxá-la e soltá-la, cadenciando os movimentos. Então falei: Você é tão gostosa Jéssica, vou gozar! Urrei baixo e gozei. Jéssica sentiu os espasmos do meu pênis e com a carinha mais linda, gozou logo em seguida, gemendo e me abraçando forte. Ficamos abraçados, sentindo a respiração acelerada dela em meu peito. Meu pênis saiu e o guardei dentro da casinha. Mais líquido escorreu pela perna de Jéssica, agora pelas duas pernas. Jéssica passou a mão na perna, recolhendo um pouco, lambeu e falou: Dênis, seu gosto é bom. Me beija! A beijei, senti o gosto do meu gozo na boca dela. Então Jéssica disse: Dênis, um dia você me da o seu leitinho na minha boca? Sempre desejei isso. Então respondi: - Só se me prometer que vai beber todinho! Eu disse com um sorriso olhando a carinha dela. - Claro que vou! Respondeu Jéssica, feliz e com cara sapeca, com a inocência de uma criança e a safadeza de uma mulher cheia de desejos carnais. E pegou mais esperma das pernas, passou em seus lábios e passou a língua sensualmente, engoliu e chupou os dedos, engolindo a medida que sorvia o líquido, olhando para mim. Foi a expressão mais sensual que posso recordar até hoje. Jéssica disse: - Tá tão bom! Queria chupar você, não meus dedos. Olhou insinuando e dando um leve sorriso para o meu pênis. - Chupar até ele ficar bem limpinho! Tive outra ereção. Fomos para o carro, no banco traseiro, protegido pelo insufilme, e Jéssica não se importou em chupar e sorver o restinho de esperma, dentro do carro arrodeado de gente. - Dênis, quero mais! Me dá? Ela chupou com tanta força que parecia que isso faria sair mais rsrs. Mas acabou saindo mesmo, depois de uns 5 minutos, menos desta vez, mas Jéssica gemeu maravilhada e excitada com a sensação de receber os jatos de esperma dentro da boca. Engoliu tudo e novamente me beijou para dividir o sabor do seu prazer comigo. Jéssica estava extraordinariamente linda, me olhou sorrindo ternamente com as pupilas dilatadas, as bochechas coradas e seus lábios ainda mais carnudos, entumecidos pela excitação, e brilhando com os restos do esperma, que ela tentava limpar passando sensualmente a língua.
