Ela tem 25, mas parece ter 16.
- Temas: sexo, anal, oral, corno, puta, safada, casada, traição
- Publicado em: 02/07/26
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- Autoria: Empresario55ES
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Dia de jogo, Brasil e Japão, todo mundo ansioso. Meu filho havia me pedido para reunir dois amigos para assistir o jogo e como eu os conheço, não vi nenhum problema. Minutos antes do jogo começar, ele me informou que teríamos mais uma pessoa, a Ana Clara, uma amiga dele que eu não conhecia.
Quando ela chegou eu tomei um susto, achei que ela era menor de idade. A primeira coisa que eu fiz foi chamar meu filho e perguntar se eles iriam dar cerveja para uma menor e logo ele me informou a idade dela. Eu custei a acreditar, ela tinha 25 anos, já era formada em engenharia, mas tinha cara e corpo de uma menina de 16 anos.
Bem, o jogo todos sabem, foi um sufoco. A cerveja acabou rápido e meu filho e seu amigo foram buscar mais. Eu e Ana ficamos na varanda conversando sobre música e logo descobrimos que apesar da diferença de idade entre a gente, 30 anos para ser mais preciso, gostamos da mesma banca de rock. A conversa fluiu, os meninos demoraram, a sintonia entre a gente foi ficando cada vez mais evidente. Quando eles voltaram, trouxeram mais uma amiga, uma morena bonita que eu não me recordo o nome.
Disse que iria deixa-los a vontade na varanda e Ana falou que eu deveria ficar entre eles. Ela é uma mulher com cara de adolescente, branquinha, cabelos castanhos, olhos cor de mel, baixinha, no máximo 1,54 de altura, corpinho de menina e um sorriso lindo. Apesar de novinha, tem maturidade, é determinada e mora sozinha desde os 20 anos. Naquele dia, conversamos muito até a hora que eles resolveram sair e eu fiquei sozinho em casa assistindo alguns momentos do jogo.
No dia seguinte eu precisava comprar um livro para dar de presente a um grande amigo e eu não gosto de comprar certas coisas pela internet. Fui ao shopping e estava na livraria buscando algo que agradasse a um jornalista. Entrava e saia dos corredores até que Ana apareceu diante dos meus olhos. Nos cumprimentamos com um abraço e dois beijos e começamos a conversar, ela estava atrás de um livro para dar de presente e acabamos um ajudando ao outro. Foi ai que eu a convidei para um café e ela aceitou.
Cada um tomou duas xícaras grandes, comemos pão de queijo e na hora de nos despedirmos perguntei se ela queria carona, ela aceitou e partimos. Quando parei na porta do seu prédio ela perguntou se eu queria subir, ela poderia fazer um café para nós dois continuarmos a conversa que estava muito boa. Aceitei.
Assim que entramos no apartamento de um quarto muito bem descorado, ela fechou a porta e nada dissemos, nos atracamos num beijo intenso. Foi fácil ergue-la, pois Ana [e baixinha, magrinha, leve como uma adolescente. Da sala eu a carreguei até seu quarto, coloquei-a deitada em sua cama e comecei a despi-la lentamente, quase que em câmera lenta.
Quando ela ficou só de calcinha, eu comecei a beijar seu corpo. Como disse, Ana é pequena, mas tem um corpo proporcionalmente lindo. Seios pequenos, barriga chapada, pernas grossas e uma bunda pequena, mas empinada. Um sorriso lindo que se transforma segundo as suas intenções.
Comecei a beijar seu corpo, centímetro por centímetro, sem pressa, aproveitando cada segundo. Seu cheiro era doce. Nos beijamos de novo e ela sussurrou em meu ouvido:
- Me chupa. Me fode.
Tirei a sua calcinha e me deparei com uma buceta linda, pequena, depilada, cheirosa, com um grelo avantajado, rijo, implorando para ser sugado. Passei a língua aberta explorando sua intimidade por inteiro, ela gemeu, abriu ainda mais as pernas me dando todo acesso ao seu sexo. Continuei chupando a sua buceta, metendo dois dedos e fazendo Ana se contorcer na cama enquanto ela me falava todo tipo de putaria. Ela estava totalmente entregue.
- Me fode, mete na minha buceta. – Suplicou ela entre sussurros e gemidos.
Pincelei meu pau na entrada da buceta e aos poucos fui invadindo sua gruta apertada, mas extremamente molhada. Por ser pequena, o pau entrou apertado, alargando suas paredes internas. Quando senti o pau inteiro lá dentro, puxei Ana pelas pernas, coloquei seus pés em meus ombros e passei a estocar forte e mais fundo. Ela sentia uma mistura de dor e prazer, seus olhos se reviravam, ela gemia, apertava os próprios bicos em busca de mais prazer.
Fomos alternando as posições. Coloquei ela de quatro na beirada da cama e sentei a pica com força. Seu corpo tremia a cada estocada, o pau entrava inteiro e saia melado, a cada orgasmos dela os gemidos se intensificavam, os tapas na sua bunda ficavam cada vez mais forte, deixando cada vez mais marcas na sua pele branca.
Pedi que ela cavalgasse em mim, mas antes de sentar na minha rola, Ana resolveu me chupar. Eu chupou muito, chupou tudo, chupou onde quis. A gente estava totalmente entregue ao prazer sem limites. Quando ela sentou, o pau entrou inteiro. Ela estava empalada, totalmente preenchida pela minha rola. Se posicionou de cócoras em cima de mim e começou a quicar na minha pica. Era lindo ver o pau entrando inteiro naquela menina que parecia ser tão frágil, mas que sabia bem como domar uma pica faminta.
Quando eu disse que estava quase gozando, ela acelerou, mandou eu gozar dentro e disse que queria gozar comigo. Começamos a meter cada vez mais forte, o som da nossa transa certamente era ouvido pelos vizinhos daquele andar, mas naquele momento isso era o que menos importava.
Gozamos juntos. Senti cada musculo da buceta de Ana me mastigando, vi seu corpo se contorcendo e tremendo em cima de mim, a pele brilhando de suor, sua respiração descompassada e o coração acelerado.
Caímos lado a lado na sua cama, exaustos, suados, boca seca e em silêncio. Naquela tarde ainda transamos mais uma vez, na sala, no sofá.
Quando fui me despedir, perguntei se nos encontraríamos de novo e ai ela me confidenciou que tinha começado a namorar com o melhor amigo do meu filho no dia do jogo do Brasil e Japão.
A nossa transa foi uma espécie de despedida de solteiro para ela e uma forma de me sentir cada vez mais vivo.
Fim
