A safada ganhou muito mais do que procurou, muito mais... 3 final

  • Temas: exibicionismo, grupal, estupro, erótico
  • Publicado em: 07/07/26
  • Leituras: 4476
  • Autoria: safadinhotimido
  • ver comentários
Private Muse

Josie e Carlos começaram a namorar apesar de Josie já ser uma mulher madura enquanto Carlos era um filhinho de papai e universitário. Umas duas ou três vezes por semana se encontravam, saiam para jantar, iam a praia ou ao cinema, mas invariavelmente terminavam no apartamento de Carlos. E pelo menos uma vez por semana, Carlos a vendava, sendo obedecida pela Josie, que sentia até mais prazer nestes dias, sem nem imaginar o porque.

E todas as vezes que Josie era vendada, é porque Carlos tinha um motivo para tal. E uma entre muitas seria porque precisava de drogas mas não tinha dinheiro, ou sua qualidade de vida não seria a mesma se comprasse, porque a sua mesada era limitada. Chamou o Zé para tomarem um drink, um moreno forte, que vendia droga no bairro. Zé do Mangaio era mulherengo e o plano seria perfeito, pensou Carlos. No dia, levou a Josie no drink, inventando que queria exibí-la para um amigo tarado, só para ver a fisionomia e a cara dele babando por ela. Josie adorava sentir se desejada e foi com uma saia folgada, não muito curta, e com uma blusa folgada. Zé do Mangaio arregalou os olhos quando chegou, cumprimentou e perguntou o que Carlos queria. Este, pediu calma e disse que tinha um negócio com ele, mas que depois ligaria, que hoje era só para beberem e se conhecerem melhor. Depois de uma conversa banal, entre goles de drink, Carlos disse ao Zé:

- A Josie adora dançar samba, porque não a convida? Tenho que falar com meu pai.

Zé achou estranho, mas diante da gostosura de sua namorada, até sentiu seu pau dar sinal de vida. Estendeu a mão, e a levou para uma pequena área do lado das mesas nos fundos onde alguns casais dançavam. Demoraram um pouco para os dois sincronizarem a dança, e o prazer apareceu no rosto de ambos. Josie rebolava sua bunda e os movimentos faziam todos olharem o pouco que podiam ver quando a saia levantava. Zé sentiu a ereção e ficou doido sentindo o corpo de Josie. Baixou a mão pela bunda de Josie e acariciava como se fosse a bunda de uma puta. Carlos Olhou de relance satisfeito e fingiu olhar o celular e estar alheio aos acontecimentos. Josie sentiu a mão boba em seus seios livres de sutiã e se excitou. Zé percebeu a permissão em seu rosto e nos giros, quase agarrava-os, passando a mão descaradamente nos seios soltos de Josie. Ela estava se divertindo, mas só queria sentir se desejada, então quando Zé exagerou, passando a mão por baixo da bunda querendo alcançar a sua boceta por trás, reclamou e parou de dançar, retornando ambos para a mesa. Ze estava doido pela Josie, vira seus seios algumas vezes pela blusa decotada e aquela bunda era demais para ele, deu um tapa e não desviou o olhar do rebolado de Josie enquanto retornavam para a mesa, exceto quando Carlos olhou para eles, já chegando perto dele.

Carlos conversou banalidades com Zé, pagou mais uma bebida e se despediu, combinando ligar no dia seguinte. Zé comeu a bunda de Josie quando ela se levantou e saiu rebolando na frente. E Carlos se despediu de Zé, satisfeito pela noite.

No dia seguinte Carlos ligou para Zé, pediu mais drogas e um desconto de amigo, como forma de justificar a noite anterior. Carlos se arrependeu do plano que tinha, porque o Zé poderia exigir mais dele e da Jósie e poderiam ficar nas mãos dele e do tráfico. O plano de vendar a Josie e deixar Zé comê-la não daria certo, mesmo que recebesse suas drogas toda semana, Zé iria querer sempre e quem garante que não vai exigir mais? Os pais de Carlos não podem nem sonhar com estas coisas.

Num sábado, Carlos chamou Josie para passarem a tarde na piscina. E a incentivou a se mostrar com aquele biquini para os homens de seu condomínio. Josie sentiu um calor no meio da suas pernas e aceitou na hora. Josie não precisava fazer esforço para chamar a atenção, bastava andar pela beira da piscina, rebolando sua bunda através da saída de banho transparente. Todos tinham a sensação que ela estava nua, por baixo do fino tecido. E ninguém desviava o olhar quando ela tirava sensualmente a peça transparente, e se abaixava empinando a bunda para ajeitar suas coisas ao lado da cadeira e se deitar. Carlos a beijou, abraçou colocando uma mão no seio de Josie e outra em seu rosto e se deitou do lado dela. Muitos homens não tiravam os olhos de Josie, principalmente quando ela virou-se de bruços e a bunda enorme e firme ficou completamente visível, sem nada que a cobrisse, exceto pelo cordão fino na cintura e pelo que descia por meio de sua bunda. Carlos riu por dentro ao ver todos olharem, os homens com cara de tarados, as mulheres com inveja ou com raiva de seus maridos e as crianças por curiosidade, até olhavam-se entre elas para soltarem um riso. Depois de uns minutos, Carlos falou:

- Querida, quer ver meu pau duro? Se vira e abre as pernas para aqueles tarados ali! - Josie soltou um riso e fez exatamente o que Carlos sugeriu. Quando os dois não tiravam os olhos, disfarçando mal, Josie safadamente começou a ajeitar a parte de cima do biquini, e fingindo tampar seus mamilos, acabou mostrando mais aos expectadores. E de propósito, deixou uma parte mais exposta, dando uma visão extremamente sensual. Os dois conversavam sem conseguir tirar os olhos de Josie. Então, Josie já com a boceta molhada de tanto tesão, fingiu ajeitar a parte de baixo do biquini, puxando o cordão como se fosse tirar da bunda, levantando um pouco o tecido, mostrando um pouco da buceta aos dois. Carlos fingia dormir mas viu os dois doidos e que não conseguiam tirar os olhos de Josie. Quando percebeu os dois boquiabertos, literalmente, Carlos percebeu que Josie se tocava, com a boceta à mostra no corte do biquini. O pau de Carlos virou uma pedra, e percebeu que a mesma coisa aconteceu com os os dois pobres maridos sonhando com a Josie. Porém sonhos podem virar realidade, pensou Carlos.

Carlos falou:

- Minha linda, vai na frente, mostra esta bunda para aqueles dois que vou filmar para você ver depois.

Josie ficou doidinha, concordou na hora. Ajeitou novamente a parte de cima do biquíni, levantando e mostrando os mamilos aos dois admiradores. Com a boceta de fora mesmo, fechou as pernas, se levantou, virou de costas e se agachou para pegar suas coisas arreganhando a bunda e sentindo seus grandes lábios pressionados pela abertura no biquini. Passou até a mão e eles estavam para fora. Sentiu um arrepio ao tocá-los e saber que os dois estavam babando em vê-la. Se levantou, e com as pernas esticadas se curvou para beijar Carlos. De propósito arrebitou a bunda, para propiciar uma visão do seu cú coberto apenas por uma tira, e de sua boceta que saia pela fresta do biquini. Josie colocou a saída de praia, e lentamente caminhou, valorizando cada curva de seu lindo corpo.

Sem jeito e meio envergonhados, os dois cumprimentaram Carlos quando este sentou do lado deles. Carlos disse:

- Ela achou vocês tesudos e pediu para falar com vocês. Se toparem, por 3 mil reais ela vai deixar vocês meterem na boceta e no cú. Mas terá que ser assim, ...(Carlos explicou tudo, como seria, o que poderiam fazer, seria uma fantasia dela e seria tudo encenado, etc). Os dois acharam um pouco estranho, eram casados e o valor alto, mas concordaram quando Carlos disse que já fizeram isso algumas vezes e que o sigilo é fundamental, Carlos dependia da mesada dos pais e Josie é uma mulher de família, e que esta história nunca poderia vazar.

No dia combinado, Carlos foi falar com o porteiro. Eram amigos e conversavam muito. Carlos estava devendo umas e outras ao Fabinho, com relação a alguns assuntos condominiais e umas regalias que obteve com esta amizade. Conversou com o Fabinho e combinaram dele subir para o apto de Carlos no final do expediente. Pediu para entrar sem fazer barulho, e que deixaria a porta destrancada.

As 15:00 no sábado, Josie chegou e Carlos a abraçou e a beijou ardentemente. Josie ficou com a boceta e cú piscando de desejo. Adorava os beijos e carícias de Carlos. Carlos logo ofereceu uma taça de vinho e degustaram sentados no sofá, ouvindo música. Beberam quase toda a garrafa entre beijos e carícias sacanas, Josie já meio tonta diz:

- Hoje sou tua, faça o que quiser comigo. Sou sua putinha, ficarei toda arreganhada para você tá meu amor.

- Vem cá Josie, vou te amarrar os braços, te vendar e fazer tudo que desejo neste seu corpo lindo. - Disse Carlos, e amarrou os braços atrás das costas e colocou uma venda nos olhos. Apertou as nádegas e deu um forte tapa nela por sobre a saia. Apertou um dos seios, percebendo que não usava sutiã. Tirou a calcinha deixando apenas com uma camiseta regata decotada e a mini saia folgada. Josie adorava quando era sodomizada. Ficou excitada e Carlos já a colocou de pé atrás do sofá como da primeira vez, abaixou a Josie, fazendo a curvar o tronco sobre o sofá ficando com a bunda empinada. Abriu suas pernas, abriu as bandas da bunda que ficaram expostas por sob a saia curta e bateu várias vezes, deixando as vermelhas. Acariciou a boceta já entumecida e molhada, enfiou três dedos e gestualmente, chamou os dois casados da piscina. Fez sinal para um e este imediatamente apontou seu pau para a boceta de Josie e apressadamente enfiou, fazendo a soltar um grito por esta atitude inesperada. Começou a bombar como um adolescente nervoso. Carlos fez sinal para parar, e ele saiu de dentro da Josie. Fez sinal para o outro, mas que comesse o cú dela. Com calma, massageou o cuzinho, passou lubrificante no cú e no seu pau e forçou. Josie disse:

- Amor, vai com cuidado, ele já voltou ao que era. Come devagar, bem gostoso.

O homem pareceu experiente, foi forçando devagar, forçando e tirando, até que o cú de Josie relaxou e permitiu a invasão, que foi lenta. O homem tirava e colocava, lentamente, e cada vez colocava mais fundo, ganhando gemidos de Josie e que dizia: - Carlos, amo dar o meu cuzinho para você. Sua puta já vai gozar com seu pau atolado nela amor!

O homem ficou doido, acelerou os movimentos e sentiu o cú de Josie apertar com força seu pau, e gozou loucamente bem no fundo dela. Josie soltou um grito e desfaleceu no sofá e disse: - Carlos, deixa eu chupar e sentir o gosto do seu leitinho? - Carlos disse: - Não, vai esperar amor. Depois terá que beber todo ele quando eu gozar na sua boca.

- Tá bom amor, eu beberei!

Carlos fez sinal para que os dois fossem para a cozinha, soltou as vendas de Josie e a levou para o quarto, ainda com os braços amarrados. A jogou na cama de bruços, colocou uma almofada grande debaixo da barrica fazendo que ficasse com a bunda levantada. Colocou a venda novamente e disse:

- Vou foder muito esta boceta e este cuzinho. Minha putinha vai gritar de prazer!

- Amo, faz o que a puta merece! Pode fazer tudo que quiser!

Carlos meteu na boceta sem dó, enfiava seu pau com força, fazendo barulho quando sua pélvis batia na bunda de Josie. Abriu a bunda com as duas mãos e ao mesmo tempo que metia na boceta, enfiou um dedo no cú dela, arrancando gemidos de prazer. Carlos parou, saiu de cima dela, desceu da cama e a puxou para-a beirada, deixando suas pernas para fora da cama e a bunda na beirada para que o primeiro homem voltasse a comer sua boceta. Como anteriormente, foi bem apressado, enfiou com tudo e começou a fazer movimentos rápidos. Josie falou:

- Calma amor, me come gostoso, não vou sair daqui... Carlos respondeu: - Vou gozar na sua boceta, bem no fundo, dentro do seu útero! - Josie gemeu, com o homem forçando as estocadas batendo violentamente contra a bunda de Josie, até que gozou.

- Foi rápido, mas foi gostoso. - Disse Josie que não gozara. Carlos concordou e deu tapas fortes na deliciosa bunda dela. Josie gritou de dor mas reacendeu os seus desejos. Então Carlos chama o porteiro, com a mão, e sai de trás de Josie. Fabinho já tinha chegado a alguns minutos e estava doido vendo a bunda maravilhosa de Josie toda exposta, sendo comida pelo homem que gozou rapidamente. Queria dar um tratamento melhor, pois o mercadoria merecia, pensou Fabinho. Colocou apenas a cabeça do pênis na boceta, lentamente, fazendo movimentos mínimos, e Josie gemeu e desejou ele todo dentro. Enfiou um dedo, dois, e por fim 3 no cú, e assim como os movimentos dos dedos, enfiou e tirou o pau da boceta cadenciadamente, indo até o fundo e puxando até sair. Os dedos e o pau deixaram Josie doida e que gemia e se contorcia. Falou: - Isso amor, come a sua puta vai, mete gostoso! - Fabinho deu um sorriso malicioso e continuou a meter. Tirou os dedos e em seu lugar enfiou lentamente seu pau, que a fez gemer e se contorcer toda. Aumentou o ritmo das estocadas e depois de 5 minutos estava quase gozando. Fabinho fez um sinal para Carlos que imediatamente falou para Josie: - Amor, vou te virar, abre a boca e bebe todo meu leite. - Josie gozou assim que Carlos falou, de tanto que isso a excitou. ViuFabinho tirar o pau de seu cú e correr para a boca de Josie, soltando golfadas volumosas dentro da boca, nos lábios e em sua face. Josie ainda com espasmos, gozando loucamente, pareceu se afogar tamanha era a quantidade mas muito excitada, engoliu toda a carga da boca. Pareceu até que gozou novamente ao sentir o calor, a textura, o gosto e o cheiro do esperma do porteiro em sua boca e rosto.

Carlos tirou a venda assim que todos saíram do quarto e perguntou:

- Gostou amor? Gostou de tomar o meu leite? - Josie respondeu: - Amei!

Josie não quis tomar banho, queria ficar com o corpo cheio de esperma de Carlos. Lambeu os lábios, passou o dedo recolhendo e levando o resto do gozo para sorver com prazer, olhando Carlos nos olhos e disse:

- Duvida eu ir embora assim? De mini saia, sem calcinha e com a boceta e o cú cheio da sua porra e com a cara gozada? - E deu um sorriso safado.

- Vai sim amor! Puta é assim, anda com porra de um monte de homens.

Josie não entendeu bem mas se sentia tão bem que deu um beijo em Carlos, guardou a calcinha, olhou no espelho e saiu.

Chegando na portaria, cumprimentou Fabinho, que estava contando o acontecido para seu colega, disfarçando assim que viu Josie.

- Tudo bem Josie? - Falou meio nervoso. Está com uma cara boa!

- Tomei o leite de Carlos rsrs. - Disse brincando e feliz, já que tinham uma certa intimidade e já conversaram sobre estes assuntos antes, junto com Carlos.

Fabinho viu a cara de Josie um pouco suja, ela passando a língua nos lábios e com sorriso de felicidade. Então falou: - Carlos me disse que você adora tomar o leite dele rsrs. Também falou muitas outras coisas.

- Tchau Fabinho, e parem de falar das minhas intimidades hein. - Falou rindo e foi embora.

Fabinho olhou para o colega, que morria de dar risadas e doido para bater uma punheta. Então perguntou: - Na semana que vem quer comer ela?


Comentários: