Convenci a minha namorada
- Temas: Iniciação, prazer, novidade, DP, anal
- Publicado em: 28/07/26
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- Autoria: new_lorde
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Para quem leu meu conto O casal me convidou, sabe que conheci o Elísio e sua esposa Marlene durante uma caminhada no final da tarde. Durante uma breve conversa que tivemos tomando água na lanchonete, fiquei sabendo que eles adotaram o estilo liberal e gozam dos prazeres de um casamento aberto. Acabei indo para a casa deles e tivemos uma noite maravilhosa de sexo. Nesses anos todos de vivência liberal, confesso que nunca tinha visto uma mulher sentir tanto prazer no anal como a Marlene, ela mesmo confessou:
- Para mim, foder sem dar o rabo, não tem graça alguma.
Sou divorciado, mas tenho uma namorada, a Lizandra, quarenta e cinco anos, ruiva com algumas sardas no rosto, colo e ombros, o que lhe confere um toque de sensualidade a mais, pelo menos eu acho. Seios médios, cabelos lisos pelos ombros e olhos verdes. Ela é de uma beleza rara, chama atenção por onde passa e tenho a felicidade de tê-la como namorada. Estamos juntos há dois anos, moramos cada qual na sua casa, mas nos vemos com frequência e aos finais de semana sempre um dorme na casa do outro. Ela também é divorciada, sem filhos e tem seu próprio escritório de advocacia.
Desde o início do nosso relacionamento eu sempre fui muito sincero com ela sobre o estilo de vida que eu tinha, liberal. Ela quis saber os detalhes e contei que, com minha ex esposa, eu tinha um casamento aberto e nos relacionávamos com outros casais, mulheres e homens. Ela ficou curiosa:
- Sua ex saía com outros homens sozinha?
- Sim.
- Então você era corno!
- Pontos de vista minha querida, para mim, corno é aquele que não sabe, entre nós não havia segredos.
Ela disse que não se via num relacionamento assim, embora não tivesse nada contra, mas sempre insistia que eu contasse minhas experiências passadas, inclusive em detalhes, o que resultava numa transa maravilhosa. Joguei aberto e falei que eu não abriria mão do estilo e ela aceitou com uma condição:
- Que você me conte antes e tudo depois.
Nesses dois anos que estamos juntos, eu saí sem ela três vezes, com casais que eu conhecia desde o tempo em que era casado. Como prometido, avisei que iria sair e contei tudo depois. Durante nossas transas ela pedia que eu a chamasse pelo nome das mulheres com quem tinha saído.
Era evidente que ela sentia tesão nisso tudo, mas toda vez que eu a convidava para ir junto, vinha uma desculpa qualquer, mas eu sentia que sua resistência estava sendo minada. Ao conhecer o Elísio e a Marlene, de certa forma eu quebrei o meu acordo com a Lizandra, que era de avisar antes de sair, mas foi uma situação inesperada, nada foi programado, tudo aconteceu de forma espontânea, mas no dia seguinte eu contei tudo:
- Li – forma carinhosa pela qual chamo minha namorada – tenho uma confissão a fazer.
Ela me olhou espantada e eu continuei:
- Até vou entender se você ficar zangada comigo, mas acredite, tudo aconteceu de forma muito rápida.
- Está me deixando assustada.
Acariciei seu rosto e falei:
- Ontem acabei conhecendo um casal aqui da cidade, no final da tarde quando caminhava e acabei indo para a casa deles.
Ela engoliu seco e falou:
- Traidor de uma figa, prometeu que sempre me contaria antes.
- Não tiro sua razão, mas acredite, nada foi programado, aconteceu ao acaso.
Ela ficou em silêncio por um bom tempo, típico da advogada que estava pensando em algo e falou:
- Sendo assim vou enquadra-lo no inciso I do artigo 1.566 do código civil.
Sem fazer ideia do que isso significava eu falei:
- Não sei do que trata, mas se tiver absolvição qual vai ser a sentença?
- Trata da fidelidade recíproca entre os cônjuges, como não somos casados, vou sentencia-lo a no mínimo me contar como foi.
Respirei aliviado e contei em detalhes tudo o que aconteceu na noite anterior. Ao terminar, era evidente o estado de excitação da minha namorada, que disse abismada:
- Um casal liberal aqui da cidade, que loucura.
Beijei levemente seus lábios e falei:
- E tenha certeza que não é o único, só que em cidade menor tudo é mais camuflado.
Acabamos indo para a cama e ela pediu que a chamasse de Marlene, não sei se foi impressão minha, mas parece que desta vez ela gozou mais intensamente. Saciados, ficamos deitados trocando carícias e ela quis saber se eu tinha falado que era comprometido:
- Claro que falei e eles quiseram saber se você também era liberal.
- O que você disse?
- Falei que você tem alguma resistência a isso, mas que estava tentando convence-la a ser.
Ela olhou longamente para mim e perguntou:
- Tem certeza que ficaria bem me vendo transar com outro?
- Absoluta certeza e você, aceitaria me ver com outra?
Mais um silêncio e ela confessou:
- Tenho ficado excitada com a ideia.
Senti que era o momento certo:
- O que acha de ir conhecer o casal, eles são ótimos.
Ela sorriu e disse:
- Só de pensar nisso dá um frio na barriga.
- Normal querida, toda primeira vez é assim, mas acredite eles querem conhecer você e isso me deixaria muito feliz.
- Tudo bem, mas se na hora H eu amarelar, nada pode acontecer.
Eu sorri aliviado e falei que ela tinha toda razão, nada aconteceria. No dia seguinte liguei para o Elísio, falei da novidade e marcamos um jantar para o final da semana. No sábado passei na casa da minha namorada para irmos ao encontro do casal. Ela estava simplesmente espetacular: vestido preto de alças com decote V acentuado, com uma generosa fenda na perna esquerda, mostrando boa parte da sua bela coxa. Nos pés sandálias douradas de salto alto, exibiam seus belos pés. Nos olhos, a maquiagem mais carregada em degrade e o estilo gatinho do delineador, causaram um impacto perfeito com seu cabelo ruivo. Para finalizar seus lábios foram destacados com um belo batom vermelho.
Ao vê-la eu perdi a fala, fiquei embasbacado diante de tanta beleza. Vendo a minha inércia ela falou:
- Se é para impressionar, então caprichei no salão hoje.
- Li meu amor, você arrasou.
Chegamos no restaurante e o casal já nos aguardava. A Marlene também estava glamurosa no seu vestido azul petróleo, sustentado por alcinhas de strass. Ao nos aproximar a Marlene comentou:
- Levi do céu, você tem uma deusa como namorada.
- É meu amigo – disse o Elísio – sou obrigado a concordar com a minha mulher.
Notei que a Lizandra ficou um pouco sem jeito, mas ela estava merecedora dos elogios e eu não pude deixar de elogiar a Marlene também:
- Concordo Elísio, mas devo reconhecer que nós dois fomos agraciados com belas mulheres.
Sentamos, fizemos a escolha do cardápio e pedimos uma garrafa de vinho. Depois de algumas formalidades, para minha surpresa foi a Lizandra que tocou no assunto:
- Tenho uma curiosidade Marlene, como foi para você entrar nesse estilo liberal?
- Vou ser muito sincera, confesso a você que não achei a ideia muito agradável, mas meu marido foi paciente, me envolvendo aos poucos e acabei aceitando a proposta.
Minha namorada olhou para mim, depois de novo para a Marlene e perguntou:
- Foi bom desde a primeira vez?
- Não vou negar que fiquei um pouco receosa, ter meu marido ali, pertinho de mim, me vendo com outro homem, deu uma travadinha – ela olha para o marido, acaricia seu rosto e conclui – mas esse homem aqui é maravilhoso, me deixou completamente à vontade e gozei desde a primeira vez.
Um breve silêncio e a Marlene diz:
- Mas tem uma coisa Lizandra, que eu acho ser fundamental, sempre gostei muito de sexo, em sua plenitude, acredito que uma mulher sem esse perfil, talvez tenha alguma dificuldade em se adaptar a esse estilo de vida, você gosta de sexo?
Minha namorada olha para mim, se vira para a Marlene e diz:
- Acho que você deve fazer essa pergunta ao Levi.
A Marlene olha para mim esperando uma resposta:
- Pode acreditar Marlene, a Li adora sexo, de todas as formas.
O jantar transcorreu tranquilo, com muitas perguntas da minha namorada, que foram atendidas pelo casal e também por mim. Ficou evidente que a Lizandra estava à vontade e quando a Marlene nos convidou para um licor na sua casa, foi a Lizandra que se manifestou dizendo que sim.
Já na casa, o Elísio serviu o licor e brindamos à noite que prometia, eu sentia uma certa excitação por parte da minha namorada, a Marlene foi bem convincente durante o jantar e isso a tranquilizou. A sala estava a meia luz, proporcionava um ambiente convidativo, junto com uma seleção de músicas românticas, a Marlene pergunta para a Lizandra:
- Já dançou com outra mulher?
- Músicas lentas assim não.
- Quer experimentar?
Minha namorada olhou para mim como se pedindo autorização, eu apenas sorri e fiz um gesto com a cabeça, insinuando que por mim tudo bem.
A Marlene estende a mão e a Lizandra aceita o convite. Experiente, a Marlene conduzia minha namorada como se fosse o macho da relação. Com os corpos colados, o som embalava o ritmo e o clima começou a esquentar entre as duas. A Marlene desliza suas mãos pelas costas da Lizandra, enquanto sua boca se posiciona no pescoço, conheço minha namorada, ali é seu ponto fraco, com certeza a essa altura ela já estava molhadinha. Dona de uma personalidade muito forte, se a Lizandra não estivesse se sentindo bem, já teria parado e com certeza pedido para ir embora, mas ela se deixou levar.
A Marlene desce suas mãos, acaricia a bunda da Lizandra ao mesmo tempo em que cola seus lábios nos da minha namorada. É um beijo terno, lento e cheio de excitação. Eu e o Elísio apenas observávamos as duas, alisando nossos cacetes já duros com a situação. O beijo entre as duas foi se intensificando e agora já se podia ver o duelo das línguas se procurando com volúpia. Elas já não dançavam mais, apenas se consumiam como se fosse uma fome insana, eu estava admirado com a cumplicidade da minha namorada. Aos poucos elas foram se livrando dos vestidos e ficaram apenas de lingeries, ousados, calcinhas minúsculas. Eu já não estava suportando ficar vestido e tirei a roupa.
O Elísio fez o mesmo e continuamos passivos, apenas olhando, alisando nossos paus e deixando as duas se curtirem. A Marlene tira o sutiã da Lizandra e começa a beijar, lamber e sugar os mamilos. Minha namorada puxa a cabeça da amiga contra seu corpo, geme e sussurra:
- Ai como eu gosto disso.
As duas voltam a se beijar e os receios da Lizandra tinham se dissipados, ela se entregou ao prazer. A Marlene olha de soslaio para mim, dá um sorriso malicioso e em seguida conduz a minha namorada para perto do Elísio, faz com que ela se ajoelhe entre as pernas dele e ordena:
- Agora chupa o pau do meu marido.
A Lizandra olha para mim, com certeza ela queria minha aprovação e a dei:
- Vai meu bem, mostra para o Elísio o quanto você é boa numa mamada.
Certa que não faria nada que iria me desagradar, ela segura a rola do Elísio, beija a cabeça do pau, lambe e depois abocanha de forma gulosa, como só ela sabe fazer. A chupeta se torna melada, a saliva escorre pelo pau, molha o saco e nessa condição ela faz o que adora, engole por completo a rola, a Marlene fica admirada:
- Caralho amor, essa putinha sabe mesmo como chupar uma pica.
À medida que minha namorada chupava, a Marlene forçava a cabeça dela dizendo:
- Assim cadelinha, engole toda a pica do meu marido.
O cheiro de sexo dominava o ambiente, eu estava muito excitado, enfim, via pela primeira vez minha namorada transando com outro homem. A Marlene afasta a perna do marido e vai lamber o saco. Eu sabia muito bem o que ele estava sentindo naquele momento, afinal eu já passei por isso várias vezes. As duas mulheres dividem o cacete com gula, saboreando como se fosse uma guloseima. Correm suas bocas por toda a extensão e quando chegam juntas na glande se beijam.
Mais um pouco e eu gozaria, por isso fui para trás da minha namorada, abri sua bunda e comecei a lamber seu cuzinho. Aquilo tudo era novidade apenas para a Lizandra, ela tinha que estar à vontade e assim a noite seria maravilhosa. Deito por debaixo dela e começo a lamber sua buceta, completamente molhada, tamanho o seu tesão. Sugo com volúpia. A Marlene para de chupar o marido, veio sentar na minha rola, reclinou o corpo e se pôs a lamber o rabo da Lizandra. Isso foi suficiente para ela não se controlar e começou a gozar como uma cadelinha no cio.
Seu corpo era um tremor todo e só foi se apaziguando aos poucos, quando sentou ao lado do Elísio. A Marlene continuou cavalgando minha pica e olhando para a Lizandra falou:
- Olha seu macho me fodendo amiga, a rola dele é uma delícia.
A Lizandra segura na rola dura do Elísio e pergunta:
- Gosta de ver sua esposa trepando com outros?
- Adoro, minha querida, mais ainda quando ela está com dois.
Nisso ele se levanta e vem dar a rola para a esposa chupar. A Marlene contrai a buceta em torno do meu pau, sinto que ela estava chegando no seu auge, por isso soco com força e foi fatal, ela goza intensamente, entre gemidos e sussurros inteligíveis.
O Elísio volta a sentar ao lado da minha namorada e a Marlene fica perto me mim, casais trocados e amantes felizes, por isso a Marlene pergunta para a Lizandra:
- E aí amiga, gostou da sua primeira experiência?
Minha namorada se aconchega no peito do Elísio e diz:
- Acho que o Levi não poderia ter escolhido casal melhor para esse meu início, estou amando tudo até agora.
O Elísio serviu mais uma rodada de licor e nossas bocas ficaram adocicadas, propícias a serem beijadas. Os gemidos das mulheres demonstraram que elas já estavam prontas para mais uma rodada.
A Marlene sussurra ao meu ouvido:
- Será que ela aguenta vocês dois ao mesmo tempo?
- Acho que sim, mas só testando para saber.
A Marlene se enrosca no corpo da minha namorada como uma gata faminta e fala ao seu ouvido:
- Quero que você experimente uma coisa que me deixa louca.
Em seguida faz com que eu deite, pede para a Lizandra cavalgar minha rola e empinar a bunda. Olha para o marido que entende o gesto, ele se aproxima, pincela o pau no rego da Lizandra em busca do cuzinho.
Ciente do que estava prestes a acontecer, minha namorada tenta se safar, mas a Marlene a impede:
- Calma gata, tenho certeza que vai amar e sempre querer mais.
Com delicadeza e paciência de um bom comedor de cu, o Elísio foi metendo na raba da minha namorada que entre gemidos, lamúrias e sussurros foi se acostumando aos dois invasores. Já relaxada ela me beija e diz:
- Obrigado meu amor, por me trazer a esse mundo maravilhoso, que delícia é sentir duas rolas me fodendo.
A Marlene veio sentar na minha boca e, enquanto eu me delicio em chupar a sua buceta, ela beija a minha namorada, os quatro juntos, como que fundidos em um só corpo. O auge do prazer chegou para a minha namorada que, urrando, sentiu um dos seus melhores orgasmos. Tanto eu quanto o Elísio também gozamos. A Marlene rebolou mais forte na minha boca e pouco depois também chegou ao seu ápice. Saciados, ficamos tranquilamente conversando sobre o que acabara de acontecer, sem pudor algum pelo fato de estarmos todos pelados, principalmente a Lizandra, por ser a sua primeira vez num swing. Com a noite quente a Marlene sugeriu:
- O que acham de um mergulho na piscina?
Caminhamos tranquilamente pelados até a piscina, a privacidade da casa nos permitia esse prazer. Caímos os quatro na água e a brincadeira rolou solta, as mãos corriam, tocando em cada parte dos corpos. Colocamos as duas, uma de frente para a outra e elas se beijam. Eu abracei a Marlene por trás e o Elísio fez o mesmo com a minha namorada, já completamente à vontade com aquela sacanagem toda. A Marlene interrompe o beijo e fala para a Lizandra:
- Quer fazer algo muito gostoso?
- Com certeza, se você gosta eu também vou gostar.
Ela nos levou para a parte mais rasa da piscina, fez com que eu e o Elísio ficássemos um ao lado do outro, bem pertos, ajoelhou com a Lizandra na nossa frente e falou:
- Duas rolas para o prazer da sua boca.
Minha namorada segurou nossos cacetes e começou a chupar gulosamente, com a Marlene orientando cada ação dela, inclusive colocar as duas glandes juntas na boca. Aos poucos a Marlene também entrou na felação e as duas bocas nos devoraram. Eu e o Elísio não estávamos mais conseguindo nos controlar e para minha surpresa a Lizandra falou:
- Gozem nas nossas bocas.
Não foi preciso muito mais para o auge chegar. As duas ficaram com os rostos colados e as bocas abertas, à espera do leitinho que jorramos com prazer. A porra melou seus rostos, bocas e as duas ficaram se beijando e saboreando o mel dos seus machos. Acabamos passando a noite na casa dos amigos, relembrando cada um dos momentos deliciosos vividos. No dia seguinte desfrutamos de um delicioso churrasco, no mais puro estilo liberal, todos pelados. À tarde transamos mais uma vez e no começo da noite nos despedimos, com a promessa de um reencontro breve.
