A Estudante Curiosa
- Temas: Amizade, professor, novinha, virgem, transa, sexo oral, primeira vez, penetração
- Publicado em: 01/08/26
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- Autoria: Bigmanolo
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Neste conto vou relatar o que ocorreu comigo no período em que eu era estudante do quarto ano do curso de engenharia na cidade de Campinas, interior de São Paulo. Me chamo Cláudio e naquela época eu tinha 23 anos, branco, alto e com corpo mediano mas bem definido, pois praticava futebol e natação no campus da faculdade. Como eu não tinha familiares na cidade porque minha família era de outra cidade cerca de 400 km de Campinas, alugamos uma espécie de Studio nos fundos da casa de um casal conhecidos da minha família já há tempos. Fui morar nesse local desde o primeiro ano da faculdade e porisso acabei ficando muito próximo da família que era proprietária do imóvel. O casal, o Sr. Jonas e sua esposa dona Raquel, eram muito simpáticos e me tratavam muito bem, e vez por outra me convidavam almoçar com eles em finais de semana em que eu não voltava para minha cidade, isso aos domingos. O casal era muito conservador, e eles tinham dois filhos, um menino de uns treze anos, o Eduardo, e uma garota que estava cursando o ensino médio, porém não saberia precisar a idade dela na ocasião. Mas ela era bem novinha já com formas bem definidas, rosto delicado cujos lábios eram grossinhos, pele morena clara, olhos castanhos grandes, lindos cabelos castanhos ondulados, peitinhos pequenos e durinhos, coxas grossas com uma bundinha bem arredondada e arrebitada contrastando com a cintura bem fina e estatura mediana. Ou seja. Um mulherão. O nome dela era Fernanda, mas todos a chamavam de Nanda ou Nandinha que contrariando sua mãe vivia andando por lá apenas com um top e um shortinho agarradinho que marcava suas formas de modo que era possível ver sua rachinha dividindo sua roupa em duas partes. Eu estava numa idade em que os hormônios estavam nas alturas e a simples visão daquela criatura tesuda me deixava louco. Meu pau endurecia na hora e muitas vezes era obrigado a bater uma punheta pensando nela para o meu pau abaixar. Não saia da minha mente a ideia de que eu tinha que pegar aquela garota. E dizia para mim mesmo, eu ainda vou comer essa menina, eu tenho que comer a Nandinha.
Foi então fiquei sabendo através da dona Raquel que a Nandinha não estava indo bem na escola, principalmente em matemática e física e sendo o seu último ano do ensino médio a mãe queria que ela fosse aprovada para poder futuramente talvez entrar em alguma faculdade pública ali por perto mesmo. Aproveitando essa oportunidade eu disse para a dona Raquel que eu poderia ajudar a garota dando aulas particulares, dado que alunos de engenharia tem muito conhecimento nestas disciplinas. Disse também que eles nem precisavam me pagar, pois seria um reconhecimento da minha parte em retribuição ao tratamento familiar que eles me proporcionaram todo esse tempo. A mãe da Fernanda, feliz da vida aceitou a minha oferta e ficou muito agradecida. Deu-me até um abraço apertado.
Combinei com a mãe da Nandinha que era melhor as aulas acontecerem no Studio, pois além de ser sossegado e longe do movimento da casa, o local tinha melhores recursos como um PC, quadro branco, livros e apostilas. Por confiar muito em mim ela concordou, porém disse que era para eu deixar a porta aberta justificando que seria para ver se a filha estava se esforçando para aprender ou perdendo tempo. Claro que esse não era o motivo principal da sua preocupação, mas eu obviamente concordei, pois na minha cabeça eu sabia que de algum modo conseguiria me aproximar da garota.
Naquela época, os computadores eram muito simples e a internet estava dando os primeiros passos. Sites de pornografia nem em sonho. Telefone celular era apenas para fazer chamadas mesmo.
Já na semana seguinte iniciamos as aulas de reforço. No Studio havia uma mesa de madeira grande com cadeiras que ficava em frente a porta de entrada por onde a mãe provavelmente no vigiaria. Sobre a mesa ficava o meu PC, calculadora, livros, cadernos, etc. Sentei-me ao lado da Nandinha e de frente para a porta, de tal modo que me permitia ter a visão caso a dona Raquel aparecesse no quintal para nos vigiar.
Nas primeiras duas semanas tratei de ensinar a garota de modo bem profissional e comportado o que gerou muita confiança na família a ponto de eles tecerem elogios a meu respeito. Eu apenas fazia algumas pausas para relaxamento, durante as quais conversava com a Nadinha assuntos aleatórios e sem importância. Já com relação ao comportamento da menina pude notar que na primeira semana ela veio com roupas mais fechadas como calças compridas e blusas mais grossas com golas. Ou seja, provável imposição da mãe para esconder a sensualidade da filha. Mas mesmo assim eu percebia no modo de olhar da Nandinha o seu interesse e curiosidade sobre o meu corpo. Enquanto eu explicava a disciplina, ela ficava estática me olhando com seus grandes olhos fixos nos meus e, vez por outra se voltava para admirar o meu peitoral e também olhar curiosamente para baixo no meio das minhas pernas. Quando ela fazia isso eu quase perdia os sentidos e o meu pau começava a endurecer.
Já na segunda semana devido ao forte calor a Nandinha voltou a trajar apenas os sensuais shorts e top, o que deve ter contrariado a mãe dela. Mas a confiança estava em alta, então acho que não se preocupou. Nessa segunda semana já comecei a tentar avançar um pouco mais. Sentei-me mais pertinho dela e nos intervalos para descanso comecei a abordar assuntos mais pessoais, e perguntei:
- E lá no colégio você tem muitas amigas, algum amigo especial, um namoradinho talvez?
- Ah! Eu tenho poucas amigas e, namorado eu não tenho porque minha família quer que eu me dedique somente aos estudos por enquanto.
- Ahhh! Mas acho que você tem alguém lá que você goste de um modo especial, né? Fala a verdade.
- Bom, vou te contar uma coisa, mas não fala para ninguém da minha família senão vai ficar ruim para mim.
Em seguida com olhar sério eu falei:
- Não. Fica tranquila vai ficar só entre nós, somos amigos. Além disso, eu posso te dar algumas dicas para você driblar um pouco essa situação.
E ela continuou,
- Eu estou ficando com um garoto no intervalo da escola. Nós nos conhecemos dos anos anteriores do colégio. Eu gosto muito dele.
- E o que vcs fazem durante o intervalo? Perguntei.
- Ah! A gente anda pelo pátio de mão dada, às vezes ele me abraça, essas coisas.
- Mas ele nunca te beijou na boca?
- Não. Ele tentou algumas vezes, mas eu não quis fazer isso na frente dos colegas porque, além de ser o meu primeiro beijo é certo que iriam contar para minha mãe. Então só deixo ele me beijar no rosto mesmo.
Ao ouvir isso percebi o quanto aquela garota era ingênua e inexperiente em matéria de amor e sexo. E concluí que ela era virgem. E isso me fez ficar ainda mais interessado e doido por ela e pensei, eu tenho que dar um jeito de ser o primeiro a comer ela e tirar o seu cabaço.
- Mas Nanda, você nunca foi ao cinema, festa ou barzinho com ele. Assim vocês poderiam ficar mais a vontade para se curtirem? Perguntei.
- Não vamos não. Minha família é muito rigorosa e nem sabem que eu gosto dele, e também quase nunca me deixam sair de casa sozinha.
Partindo daí resolvi avançar mais ainda. Segurei na mão dela e disse,
- Então isso significa que você nunca teve um contato mais íntimo com um garoto, não é?
- Não. Se você quiz dizer sobre sexo e transar, é claro que não, nunca, como poderia?
E continuou,
- Algumas amigas minhas fizeram alguma coisinha com garotos e outras já até transaram.
Ao dizer isso ficou vermelha e sem graça. Mas eu para estimular a conversa falei,
- Não, isso é o mais normal para as garotas da sua idade. Todas tem curiosidade e necessidade de experimentar uma relação íntima. E tenho certeza que você também. É verdade ou não?
- Sim, mas eu tenho até medo do que vou encontrar e de não saber como fazer as coisas do modo certo. E aí todos os rapazes vão ficar sabendo e vou acabar sendo mal vista na turma, como uma tola inocente.
- Opa opa, espera aí! Vc nunca viu um homem nú, nem como é um pênis?
- Eu vi apenas o do meu irmão mais novo. Às vezes ele toma banho e sai do banheiro pelado e não liga se eu estou por perto ou não.
E aproveitei a deixa,
- E nessas ocasiões o pinto dele estava duro ou mole?
Ela meio envergonhada, respondeu:
- Acho que sempre mole, porque fica para baixo e balançando quando ele anda.
- E ele já tem pelos nessa parte do corpo?
- Ele ainda tem muito pouco.
Concluí então que ela não tinha a menor noção de como seria um pau duro e investi nessa linha de raciocínio,
- Nossa seria importante você saber mais sobre isso para não ficar assustada na sua primeira vez e causar um mal estar no casal.
- Sim é exatamente por isso que fico com medo e ansiosa. Mas o que eu posso fazer, né? Minha família me controla muito.
Pronto, aí estava a oportunidade,
- Olha só Nanda, já nos conhecemos há anos e agora nos tornamos muito amigos, por isso posso jogar aberto com vc. Se você quiser eu posso te mostrar o meu pinto e você não precisa fazer nada, só ver. Assim, você já terá uma boa ideia sobre o que vai encarar na sua primeira vez e não vai correr o risco de se assustar demais. Acho isso muito importante.
Falei isso e na sequência levei a mão dela por cima da minha bermuda até tocar no meu pau, que já estava duro como uma barra de ferro. Pressionei sua mão para ela sentir o volume.
Ela reagiu meio assustada e falou,
- Não, isso não pode acontecer. Vc é apenas um amigo e meu professor agora também.
E em seguida se levantou e foi em direção da porta. E eu então falei,
- Pensa nisso, vai ser bom pra vc. E não comenta nada em casa, senão sua mãe vai me expulsar daqui.
- Não vou falar nada, pode ficar tranquilo.
E saiu para o quintal em direção da casa, rebolando um pouco aquela bunda redondinha e apetitosa. Tive que bater uma punheta imediatamente para me aliviar daquele tesão.
Dois dias depois no horário da nossa aula habitual Nandinha voltou usando um shortinho ainda mais justo combinando com uma blusa de tecido fino também bem ousada. Ela simplesmente se sentou ao meu lado e não tocou naquele assunto da aula anterior, e eu fingi também que não estava nem aí.
Estava um dia nublado e prometendo cair uma chuva forte.
Iniciamos a aula, apliquei alguns exercícios de física e matemática, esperei ela resolver e depois passei a corrigi-los.
Mas do nada ela se vira para mim e fala:
- Sabe, estive pensando e também conversando com uma amiga minha sobre aquela sua proposta de antes de ontem.
- E então? Inqueri.
- Chegamos a conclusão de que não seria um má ideia afinal. Pois, você sendo meu amigo de muito tempo e agora também professor, não haveria risco de um envolvimento amoroso e uma relação comprometedora entre nós. Seria apenas como uma aula e apenas uma conexão física.
- Sim, é exatamente isso que eu tentei te explicar naquele dia, mas você se assustou e saiu correndo. Repliquei.
- Entendi agora. E além disso, acho que depois vou estar mais preparada quando eu tiver minha primeira relação. Pelo menos não vou ficar com cara de idiota, inocente e assustada diante do meu futuro namorado, que poderá até perder o interesse por mim.
- Bem, é como eu te falei. Não vai acontecer aqui nada que você não quiser fazer. Eu prometo.
Nessa altura meu pau já estava duro parecendo uma barra de ferro novamente. E eu pensei, opa vai ser hoje que vou tirar o cabaço dela, pelo menos vou tentar.
Cheguei bem pertinho dela e sussurrei no seu ouvido.
- Posso então tirar o meu pau para fora para você ver ele?
- Sim, isso eu quero!
Uauu! Fiquei mais doido ainda de tesão.
Embora a porta do Studio estivesse aberta, estávamos atrás da mesa cuja toalha era grande o suficiente para encobrir o que rolava atrás dela. Assim, mesmo que a mãe da Nanda aparecesse no quintal não seria possível para ela ver o que estávamos fazendo.
Em seguida soltei o botão da minha bermuda e baixei o zíper enquanto Nandinha cheia de curiosidade não despregava os olhos das minhas ações.
Abaixei um pouco a bermuda, ficando praticamente apenas de cueca. O volume por baixo da cueca era tão grande que a cabeça da minha rola estava quase saltando para fora.
Então, confirmei com a Nanda:
- Tudo bem, posso continuar?
- Sim, quero muito ver como ele é.
Eu então abaixei a cueca e meu pau saltou para fora apontando para o teto como uma lança.
Nandinha deu um salto para trás e colocou a mão na boca tentando abafar um grito que certamente teria saído e nos denunciado. E sem tirar os olhos da minha rola, ela comentou:
- Nossa como ele é grande, eu não fazia ideia que era assim.
A partir daí eu com uma das mãos comecei a tocar uma punheta para ela entender a minha necessidade. E também comentei,
- Olha Nanda o meu pau tem uns 20 cm e é bem grosso. Ele é maior do que a média da maioria dos homens, mas não é nada incomum. E vou te explicar também como funciona cada parte dele, assim você já fica por dentro de tudo o que os homens gostam, ok?
- Sim, estou bem curiosa e interessada nisso. Falou com ar de curiosidade.
Notei que ela estava excitada, pois o bicos dos peitinhos dela estavam quase furando o tecido fino da blusa, pois estava sem sutien. O rosto estava vermelho como fogo e sua respiração ofegante.
E passei a fazer uma descrição bem sacana do meu membro, já com a intenção de levar ela para a minha cama. E apontando para as partes do meu pau fui falando:
- Olha essa parte se chama cabeça do pau e é aqui que os homens sentem a maior sensação do tesão, então é aqui que você tem que se concentrar.
- Caramba, ela é grande e vermelha, mas achei ela bonita. Disse rindo meio envergonhada.
- Essa outra parte. Já mostrando o corpo do pau. Segui em frente,
É a parte mais comprida e entra inteirinha na buceta da mulher. Só ficam de fora as bolas que são essas partes aqui. E apontei para o meu saco, exibindo meus grandes testículos. No que ela questionou meio assustada:
- Nossa, mas não doi e machuca a mulher se enfiar isso tudo dentro dela?
Dei uma risadinha e respondi,
- Não, de jeito nenhum. Na verdade elas gostam muito, sentem muito prazer nisso. Vc ainda vai ter a oportunidade de comprovar isto que estou te dizendo. E vai ser comigo, pensei.
Percebi então que ela cruzava as pernas tentando apertar a bucetinha, e eu tinha certeza que ela estava molhadinha de tesão.
Aproveitei o momento e perguntei.
- Vc quer segurar ele um pouco para sentir a textura e o calor?
- Penso que não deveria, mas também acho que não posso deixar passar essa oportunidade e conhecer tudo de uma vez.
Rapidamente peguei a mão dela e levei até o meu pau, o qual ela agarrou delicadamente com sua pequena mão. E eu disse,
- Vou te ensinar a bater uma punheta, nós homens adoramos isso.
Eu então, guiei a mão dela para cima e para baixo e depois soltei. Ela continuou por si mesma fazendo o movimento corretamente e olhando fixamente para o meu pau. Era como se nada mais houvesse para ver no mundo. E disse,
- É gostoso fazer isso e ele é muito grande, bonito e quente. Não dá vontade de parar.
Enquanto ela me punhetava, aproveitei e comecei a tocar nos peitinhos dela por dentro da blusa. E ela não refutou, inclusive ficou mais ofegante ainda. E eu pensei, ah vai ser hoje....
Com muito tesão, fui empurrando a cabeça da Nandinha em direção a minha rola e falei:
- Vou te ensinar também como fazer um boquete, o que significa chupar o pinto.
Mas ela refutou e disse
- Naaaão! Não quero fazer isso.
- Mas Nanda, isso é uma das coisas que o homem mais gosta. Vc tem que aprender.
E quando eu disse isso, ela diminuiu a resistência e eu terminei de empurrar a cabeça dela em direção à minha rola. Seus lábios encostaram na cabeça do meu pau. E eu ordenei:
- Passa a língua em torno de toda a cabeça várias vezes, bem devagarinho. E ela obedeceu direitinho, lambendo e deixando a cabeça da rola toda babada.
Enquanto isso, comecei a alisar suas coxas e tentando fazer com que ela descruzasse as pernas para eu poder ter acesso a sua bucetinha. Mas ela não cedia.
Fui então mais firme e falei;
- Agora coloca a cabeça do pau todinha na sua boca e comece a por e tirar encostando somente os lábios, não deixe os dentes encostarem no meu pau.
E Nandinha fez tudo direitinho. Para ajudá-la, eu também fiz o movimento com meu corpo de modo a por e tirar da boquinha dela. Depois, segurando com firmesa sua cabeça, fui empurrando meu pau o máximo possível para dentro da boca dela. Ela comeceu a gemer e engasgar um pouquinho quando a cabeça tocou no fundo da garganta, então diminui o ritmo.
A partir daí notei uma menor resistência nas suas coxas, conseguindo descruzar as mesmas. E aplicando um pouco de força consegui abrir suas pernas e colocar minha mão no meio delas. Comecei então a acariciar as coxas e a bucetinha, mesmo por cima daquele shortinho apertado. Pude notar o quanto ela estava excitada pela umidade e pelo calor na região da buceta.
A Nanda então se soltou parecendo tomar gosto pela transa, intensificou a punheta e o boquete, se deliciando com meu pau e gemendo intensamente. E eu pensei, que delícia vai ser hoje mesmo que eu vou tirar o cabaço dela. Já estava quase gozando na boca da Nandinha, porisso tive que reduzir os movimentos dela.
Como estava chovendo bastante, seria pouco provável que a mãe fosse sair no quintal para nos fiscalizar. Então resolvi por em prática meu plano.
Comecei a enfiar a mão por dentro do shortinho que era de elástico na cintura e a procurar a calcinha dela. Assim que a encontrei, desci meus dedos por cima da minúscula calcinha ao encontro da sua bucetinha. Logo comecei a dedilhar, sentindo a rachinha dela, o grande calor e umidade presente. Pronto, ela estava no ponto!
Na sequência, enfiei a mão por dentro da calcinha passando pelo triângulo dos finos pentelhos e finalmente chegando na buceta da Nandinha. Não houve reação da parte dela, apenas senti seu corpo tremer e suspirar. Devagar deslizei meu dedo do meio pela rachinha dela, abrindo-a e começando a dedilhar, indo do já inchado grelinho até a entradinha da buceta bem no meio dos pequenos lábios. Mas não tentei penetrar o dedo, essa tarefa ficaria para o meu ansioso cacete. E esperava que fosse dentro de poucos momentos, por isso sussurrei no ouvido dela novamente,
- Nanda, você quer que eu seja o primeiro homem a penetrar vc? Quer ter sua primeira vez comigo? Prometo ser gentil e fazer tudo bem devagar.
Ao ouvir isso ela interrompeu bruscamente o boquete e a punheta e levantou-se rapidamente declarando:
- Não, isso não. Eu quero me guardar para o homem que será o meu marido, ou seja, que haja amor e não apenas sexo. E você disse que não aconteceria nada que eu não quisesse, né?
Eu, aí tive que concordar muito a contragosto e frustrado. E ela em seguida pegou o seu material de estudo e saiu porta afora com chuva mesmo. Quanto a mim tive que correr para o banheiro com o pau ainda super duro e bater a maior punheta da minha vida. Ainda não tinha sido daquela vez, quanta frustração.
No dia seguinte na parte da tarde eu estava estudando para uma prova quando eu vi ela chegando, embora não fosse dia de nossa aula. Com a mesma roupa do dia anterior, ela trazia alguns poucos materiais de estudo abraçados na frente do peito.
O tempo estava fechando e logo iria cair um temporal.
- O que você veio fazer aqui? Hoje não é dia da nossa aula. Perguntei bem sério.
- Estou precisando de ajuda, pois tenho que entregar um trabalho de física amanhã cedo e não estou conseguindo resolver.
- E sua mãe sabe que você está aqui?
- Não sabe. Eu resolvi vir aqui pedir ajuda depois que ela já tinha saído.
- E onde ela foi? Perguntei isso já pensando no tempo que teríamos sem correr risco de sermos vigiados.
- Bem, ela disse que ia ao laboratório fazer alguns exames demorados. Talvez fosse levar umas três horas, mas com esse tempo acho que vai ser mais do que isso, por conta do trânsito.
Ótimo, pensei comigo, terei bastante tempo para uma nova tentativa de comer a Nanda. Tomara que dê certo hoje, uhuuu!
- Senta aqui então, vamos ver do que se trata essa urgência! Exclamei.
Então se ela sentou, colocou o material sobre a mesa e chegou bem perto mim arrastando a cadeira. Não abriu nenhum livro, apenas olhou diretamente nos meus olhos, colocou a mão esquerda na minha coxa direita e falou,
- Na verdade Cláudio, eu vim aqui por que quero fazer aquelas mesmas coisas que fizemos ontem. Quase não consegui dormir a noite pensando em tudo o que conversamos e fizemos, achei que poderíamos repetir. Foi muito gostoso e estou doida pra fazer de novo.
- Bem, se foi por isso que veio não vamos perder tempo. Eu também gostei muito de você ontem, aprendeu tudo muito bem e me fez ficar muito louco por você também.
Em seguida me aproximei dela, a envolvi com um braço e a beijei na boca intensamente, enfiando minha língua na boquinha dela. Nisso ela ficou trêmula e pude notar os biquinhos dos peitos querendo furar a blusinha.
E aí pensei, acho que vai ser hoje mesmo.
Logo em seguida levantei-me, fui até a porta do Studio e fechei. Avisei a Nandinha que tinha fechado por causa do vento e da chuva forte que estava caindo, mas na verdade mesmo a intenção foi outra.
Voltei para a minha cadeira bem perto dela mas não sentei. Permaneci de pé na frente da Nandinha, desabotoei a bermuda, abri o zíper e a tirei, ficando apenas de cueca com aquele volumão se destacando.
Ela então percebendo a intensão, baixou imediatamente a minha cueca. Meu pau pulou pra fora duro como pedra, ela o agarrou com uma mão e começou a bater uma punheta. Com a outra mão ela alternava entre as bolas e os pentelhos e depois comentou,
- Nossa você tem muitos pelos em volta do pinto. Eu gosto de acariciar os seus pelos. Eles são grossos, mas macios.
- Tá bom! Mas agora faz um boquete conforme te expliquei ontem. Falei isso e já fui passando a cabeça da minha rola nos lábios dela.
Ela abriu a boca e botou a cabeça para dentro, fazendo o movimento de põe e tira bem devagar. Num impulso eu peguei a cabeça dela e empurrei-a contra o meu pau. Chegou a entrar até a metade quando a cabeça tocou no fundo da sua garganta. Ela então retirou meu pau da boca e reclamou,
-Aiii! Assim não, eu quase engasguei!
Eu já não aguentava mais de tanta vontade de penetrar ela, de meter o meu pau naquela bucetinha novinha e virgem. Então dei a cartada final:
- Vem, vamos lá pra minha cama, é mais confortável.
E peguei-a pela mão, levei-a até a minha cama que era de casal e tirei minha camisa ficando apenas de cueca. Em seguida coloquei a Nandinha deitada num dos lados da cama e me deitei no outro, bem juntinho dela. Ela suspirava e dava pra sentir o cheiro do sexo dela de tão excitada que ela estava.
Comecei por beijá-la na boca e ao mesmo tempo acariciar os seus peitinhos por cima da minúscula blusa. Nisso começou a cair um temporal lá fora e concluí que a Dona Raquel não iria voltar para casa tão cedo, portanto eu teria bastante tempo para fazer uns preliminares com a Nandinha antes de tirar o cabaço dela. Passei a beijá-la no pescoço enquanto minha mão passou por baixo da blusa que agora massageava diretamente seus peitos, cujos biquinhos estavam pontudinhos e arrepiados. Nesse meio tempo Nanda também correu a mão pelo meu peito, barriga e depois enfiou a mão para dentro da cueca buscando meu pau e tentando tocar uma punheta com certa dificuldade.
Aproveitei esse momento para tirar a blusa dela e passei a mamar nos seus pequenos peitos durinhos enquanto ela suspirava e tremia todo o corpo.
- Tira a cueca, eu quero ver o seu pinto. Quero brincar com ele. Disse Nanda.
Eu imediatamente me livrei da cueca e deixei meu pau livre para ela fazer o que quisesse com ele. Ela dobrou o corpo foi até ele, segurou-o com uma mão, deu um beijinho na cabeça, depois passou a língua em volta dela todinha e finalmente botou da dentro da sua boca o máximo que conseguiu, ficando naquele tira e põe durante alguns poucos minutos.
Como eu estava quase gozando puxei ela de volta para o meu lado e beijei a boca dela novamente. Minha mão direita logo escorregou pelo seu corpo indo para suas coxas massageando-as, mas logo passei para sua deliciosa bundinha por dentro do short. Lá encontrei sua calcinha protegendo a buceta. E então lancei a cartada final:
- Nanda, você quer ter a sua primeira vez comigo? Hoje e agora?
- Sim, Cláudio. Eu quero, porque não aguento mais de vontade de dar para alguém e de saber como é afinal ser penetrada. Respondeu.
- Está bom Nanda. Eu também, faz tempo que eu quero você e não via a hora de te comer. Vc é linda e deve ser muito gostosa também.
E continuei,
- Só que antes do finalmente, vamos fazer umas coisinhas bem legais. Vou te ensinar e você vai surtar de tesão.
Eu então coloquei ela de barriga para cima, deitei ao seu lado e pedi para ficar brincando com meu pau. No que ela atendeu imediatamente. Desci minha mão pelo seu corpo e fui diretamente dedilhar sua bucetinha por cima do short mesmo. Dava pra sentir sua rachinha quentinha e úmida. Ficamos assim alguns minutos enquanto nos encarávamos, olhos nos olhos e mãos nos sexos. A Nandinha então abriu um pouco mais as pernas, liberando mais espaço para mim. Aproveitei a deixa e enfiei a mão por dentro da calcinha, passando os dedos pelos pentelhos macios e enfim chegando na buceta. Logo passei a dedilhar repetidamente a bucetinha dela todinha, indo do grelinho até a entradinha, ao mesmo tempo em que sugava os peitos. Enquanto isso ela me punhetava vagarosamente. Ela suspirava e tremia todo o corpo, já com a buceta totalmente molhada. Fiquei louco de tesão.
Depois de algum tempo assim, eu lhe disse:
- Agora vou fazer uma coisa que você vai amar. Vou te deixar louca.
- Vai faz logo Cláudio. Ela disse.
Me posicionei então no meio das pernas dela, tirei o short e deixei-a só com a minúscula calcinha. A chuva caia torrencialmente lá fora.
Com ela deitada de costas, segurei com ambas as mãos suas coxas dobradas, com os joelhos para o alto e posicionei minha cabeça bem no meio das suas pernas, comecei a beijar e a lamber suas coxas e depois sua bucetinha por cima da calcinha, sentindo o calor e a umidade. Nandinha gemia cada vez mais alto, mas o temporal lá fora abafava completamente o som.
- Vai mais, vai mais. Não para. Pedia Nanda.
Eu então puxei sua calcinha para o lado e finalmente pude contemplar sua linda buceta. Ela era bem estufadinha, com a racha totalmente fechada, lisinha e só aparecendo aquele risquinho bem no meio. Comecei passando a língua nela todinha, nas beiradas e depois no valinho até chegar no seu grelo já durinho, rosadinho. Concentrei-me então no grelinho onde fiquei um tempo chupando e massageando com a minha língua. A Nanda estava quase urrando de prazer. Depois, delicadamente com os dedos abri sua rachinha e pude ver os pequenos lábios e a entradinha da vagina. O tesão era tanto que passei imediatamente a sugar aqueles pequenos lábios e a enfiar a língua na entrada da bucetinha dela. Com isso os pequenos lábios se entumeceram, ficaram mais carnudos e a umidade da xota aumentou.
-Uhuuuu que delícia! Isso é muito gostosooo! Exclamou ela.
Querendo apressar um pouco mais as coisas, tirei lentamente a calcinha dela deixando-a totalmente nua. E mantendo-a de costas, eu deitei ao lado dela, mas de modo invertido e disse,
- Vem aqui por cima de mim e coloca sua bucetinha na minha boca e depois vá lá embaixo e começa a chupar o meu pau do mesmo jeito que você já fez antes. Isso se chama fazer um 69, expliquei.
Então ela o fez certinho conforme eu pedi. E enquanto ela me punhetava e fazia aquele boquete gostoso, eu chupava a buceta dela todinha com muita volúpia. Até que em certo momento, resolvi conferir uma coisa, e com o dedo do meio penetrei sua entradinha bem devagar. E pronto, logo encontrei a barreira comprovando o cabacinho que logo eu iria romper com os meus 20 cm de pau duro parecendo que ia explodir. Ficamos nessa posição por alguns minutos, mas tive que interromper senão acabaria gozando na boca dela e as chances de ser o primeiro a meter nela diminuiriam. Então falei,
- Chegou o momento Nanda, vamos pra o finalmente. Quero te comer agora.
Ela se levantou rapidamente e sentou na beirada da cama meio indecisa. Eu imediatamente me posicionei na frente dela querendo entender o que estava se passando. Ela então segurou meu pau com as duas mãos e olhando fixamente para mim, disse:
- Cláudio, eu quero muito dar pra vc. Quero mesmo que seja o primeiro. Mas olha isso.
E punhetando minha rola com ambas as mãos, continuou,
-Ele é muito grande, grosso. Estou com medo que vai doer muito e me machucar, pois você vai ser o primeiro a me penetrar.
Eu então peguei o meu pau com uma mão e comecei a pincelar seus lábios com cabeça. Depois coloquei ele dentro da boca dela até a cabeça encostar no fundo da garganta e falei:
- Está vendo isso, só entrou até a metade e já está te incomodando. Mas eu garanto que na sua buceta ele vai entrar inteirinho e você vai gostar muito, mas muito mesmo. Vai até pedir mais.
Ao ouvir isso, ela se jogou para trás e ficou com as pernas abertas, joelhos dobrados e a bucetinha totalmente exposta. Prontinha para mim.
E pensei, nossa não acredito, vai ser agora que finalmente vou comer ela.
Me aproximei mais ficando entre as pernas dela, peguei o meu pau e comecei passar a cabeça vária vezes em toda extensão da buceta. De vez em quando massageava o grelinho com a cabecinha. Quando notei que a minha pica estava bem molhada com os fluidos que saiam da Nadinha, parti para a penetração. E ela pedia,
- Vai, vai logo. Mete em mim, eu quero ele dentro, todinho dentro.
Então eu coloquei a cabeça na entrada da bucetinha e comecei a pressionar. Depois de um certo tempo e mais pressão, percebi que os pequenos lábios se abriram totalmente e a cabeça entrou dentro da vagina. Mas logo parou ao encontrar o cabacinho da Nanda.
Até esse ponto ela não reclamou de nada, ao contrário estava muito excitada. Eu então segurei minha pica com firmesa e forcei a cabeça fazendo bastante pressão até que notei que tinha passado e estava indo mais fundo. A Nanda deu gritinho rápido e em seguido me ordenou’
- Vai coloca mais, eu tô gostando. Tá doendo um pouco mas é muito bom. Uhummm.
Eu obedeci e apesar de apertadinha, fui metendo cm por cm na bucetinha dela, até que os meus 20 cm se alojaram completamente em sua vagina, então parei e esperei ela se acostumar. Nesse ponto, olhando fixamente para ela, eu disse:
- Eu não te falei que você ia gostar. Está gostando né?
- Sim é muito bom, mas parece que um tronco de árvore entrou em mim.
Após esse momento, comecei a tirar o meu pra fora até a cabeça sair e depois colocar tudo novamente pra dentro. Fiz isso várias vezes de modo a que ela ficasse bem lubrificada. Em seguida meti fundo e comecei com as estocadas cada vez mais forte e rápidas. E a Nanda gemia cada vez mais alto e pedia:
- vai, vai mais, com força. Não para, não para. Uhummmm, que gostoso!
Notei que ela gozou várias vezes nesse tempo.
E quando eu estava pra gozar, como não tinha certeza se ela estava no período fértil, retirei o pau rapidamente de dentro dela e com punhetinha rápida gozei sobre a barriga dela. Foi tanta porra que os jatos chegaram nos peitos da Nandinha. Ao ver aquilo, ela com ambas as mãos espalhou a porra em todo o peito e depois cheirou mão, declarando:
- Isso é o seu esperma? É meio estranho, mas eu gostei e o cheiro é bom.
Na sequência levei meu pau ainda duro bem pertinho da boca dela e falei,
- Chupa, deixa ele bem limpo.
Ela obedeceu e colocou apenas a cabeça na boca e iniciou um boquete de limpeza que deixou ele limpinho.
Por minha vez eu coloquei o meu dedo do meio na bucetinha dela e comecei um põe e tira pra finalizar, foi quando então pude notar uma pequena mancha de sangue no lençol. E aí pensei, pronto está feito.
Deitei ao lado dela na cama e dei um beijo na boca bem demorado e falei,
- Obrigado por deixar eu ser o primeiro a te comer. E só para você saber, você é muito gostosa.
- Sim, é muito bom ouvir isso de você e acho que vou até querer repetir qualquer dia desses. Eu adorei sentir você todinho dentro de mim. Agora vou ficar mais segura quando eu for transar. Já sei o que os garotos vão fazer comigo e sei também o que eles gostam que eu faça neles.
- Eu também vou querer te comer de novo, mesmo porque eu tenho muita coisa pra te ensinar ainda. Ironizei. E demos risadas juntos.
Ela apenas sorriu com aquela ar de safadeza, se levantou, colocou sua roupa e saiu correndo em direção da casa sem levar o material de estudo. A chuva já tinha passado, mas a mãe dela ainda não havia chegado. Ufa! Ainda bem.
Depois dessa vez, eu ainda comi a Nanda mais algumas vezes, pois sempre dávamos um jeito da dona Raquel não perceber nada. Eu ensinei a ela várias posições sexuais bem excitantes. Comi ela de quatro, de ladinho de frente, de ladinho por trás e por aí vai. Só não consegui comer o cuzinho dela porque ela nunca deixou, mas eu tentei algumas vezes. Nós só paramos de transar depois que a Nandinha arrumou um namoradinho que obteve o aval dos pais para isso. Mas eu nunca fiquei sabendo se ela chegou a dar pra ele.
Depois de alguns meses eu tive que sair da casa da dona Raquel, pois consegui um estágio em outra cidade e mudei para lá. Nunca mais vi a Nanda, que pena!
