Convite de outra mulher

  • Temas: Casal, negros, ménage, anal profundo, prazer
  • Publicado em: 22/08/26
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Com trinta anos, ando desiludida com os homens, via de regra eles não querem saber de nada, além do que, como tem viado nessa vida, meu Deus. Os que não são, estão comprometidos ou onde jogam a rede vem cheia de piranhas. Não estou aqui fazendo apologia de nada, apenas uma reflexão do momento que vivo, aliás, não só eu, algumas amigas também passam o mesmo. Estou sozinha há dois anos e acreditem, nem um PA eu tenho, para quem não sabe, PA é o famoso pau amigo. Ainda que sozinha, não sou de ferro, curto os momentos com meus brinquedinhos, mas a verdade é uma só, não é a mesma coisa.


Vez por outra eu me desabafo num desses aplicativos de relacionamento e recebo comentários de outras mulheres, umas confirmando minhas impressões e outras até ridicularizando, me chamando de baranga. Não me importo com isso, até mesmo porque meu senso de auto crítica é bom, sei que não sou nada desprezível, visualmente falando: morena de pele clara, olhos expressivos, sorriso fácil, cabelos compridos com luzes douradas, seios medianos e um pouco cheinha, nada exagerado, mas fujo do padrão violão gostosona. Sexo para mim é importante, mas justamente por ser exigente é que estou dois anos sem ninguém. Bem resolvida profissionalmente, moro confortavelmente sozinha.


Sábado à tarde deitada no sofá, sem achar nada de interessante na TV, peguei o celular e abri o Face. Para minha surpresa tinha lá a foto de uma mulher negra, pedindo para ser minha amiga. Muito bonita, na foto o sorriso aberto mostrava seus dentes perfeitos, emoldurados por lábios carnudos. Não tinha muito mais informações dela, talvez por isso eu tenha ficado curiosa e aceitei o convite. Ela estava online e pouco depois estávamos conversando pelo WhatsApp. Seu nome Sueli e quando falei que era um prazer em conhece-la, ela retribuiu:

- O prazer é todo meu Aline.


Quarenta e cinco anos, casada com o Edson, fisioterapeuta e mãe de dois filhos, que atualmente fazem intercâmbio para aprimorar o inglês. Não demorou muito para ela se revelar:

- Talvez você tenha achado estranho o meu pedido de amizade, não achou?

- Normal aparecer pedidos de pessoas desconhecidas, sempre recuso.

- Mas o meu você aceitou, porque?

- Sinceramente Sueli, não sei, talvez curiosidade ou pelo sorriso cativante da sua foto.

- Você também é muito bonita Aline e tenho seguido seus comentários a respeito dos homens, confesso que concordo com você.


Lendo sua última mensagem eu sorri sozinha, ela concorda comigo, mas a danada está no bem bom com o marido, ou será que não está? Resolvi ser curiosa:

- Acredito sim que concorda, mas por outro lado tem seu marido, espero que ele não se inclua nessa leva de quem não quer nada.

Ela postou um kkk e escreveu:

- Muito pelo contrário Aline, meu marido é uma joia rara, não tenho o que reclamar dele, só elogiar.

Que safada, disse isso só para me deixar irritada, mas por outro lado fiquei feliz por ela:

- Segure-o bem, pois o rio está cheio de piranha solta buscando carne de primeira.


Demorou uns instantes até vir outra mensagem dela:

- Acredite em mim Aline, não corro esse perigo com o meu marido, sei muito bem como agrada-lo.

O que ela teria insinuado nas entrelinhas dessa mensagem:

- Faz de tudo só para agradar a ele?

- Não minha querida, eu também tiro proveito, aqui em casa nenhum de nós faz qualquer coisa só para agradar ao outro, tem que ser prazer mútuo.


Deu para entender que se tratava de um casal muito bem resolvido, pelo menos é o que ela dizia. Ficamos quase uma hora trocando mensagens e uma grande surpresa, moramos no mesmo bairro, muita coincidência. Eu não tinha compromisso, mas ela disse:

- Agora preciso ir minha querida, temos aniversário de um amigo para ir, espero que possamos continuar nossa conversa em outra oportunidade.

- Com certeza Sueli, foi um prazer falar com você.

Mais um kkk e depois a mensagem:

- Prazer de verdade talvez eu possa lhe proporcionar um dia desses qualquer, tchau.


A conversa se encerrou ali e eu fiquei com a pulga atrás da orelha: me proporcionar prazer, será que entendi direito? Essa insinuação dela me fez lembrar da Elisa, estudamos na faculdade. Estávamos sempre juntas, os maledicentes diziam até que éramos namoradas e um dia falando sobre isso ela disse:

- Até que eu namoraria com você.

Estávamos num barzinho, típico de namorados, nossos olhares se cruzaram e uma atração irresistível uniu nossas bocas e pela primeira vez beijei outra mulher. O beijo começou a ficar impróprio para o local e quando ela sugeriu que fossemos para um motel, eu aceitei de imediato.


Foi uma noite mágica, cheia de ternura e paixão, literalmente nós amamos até a exaustão. Depois dessa noite repetimos mais algumas vezes, mas na realidade nós gostávamos mesmo era de uma boa rola alojada dentro dos nossos corpos, época que deixou saudades. Uns três dias depois a Sueli volta a fazer contato comigo, desta vez ligando e dizendo que sentia saudade da nossa conversa. Devo confessar que eu também estava sentindo falta dela:

- Posso dizer que é recíproco Sueli – eu falei com um certo dengo.

Ela percebeu o tom da minha voz e falou:

- Adorei sua voz dizendo isso, provocou um arrepio aqui.


Dei uma gostosa gargalhada e falei:

- Vai lá e pega seu marido, tenho certeza que ele vai saber como acabar com esse arrepio.

- Como pode dizer isso, você não o conhece!

- Mas por tudo o que já falou dele minha amiga, tenho certeza que ele é capaz.

Uns instantes de silêncio e me veio com essa:

- Quer vir conhecer meu marido nesse fim de semana?

E agora, o que eu devia dizer, será que ela jogou um verde para me dar um esporro? Eu tinha que ter certeza, por isso falei em tom de brincadeira:

- Acho melhor não, vai que eu goste dele, vou ficar em maus lençóis com você.


Agora foi a vez de ela rir e disse:

- Nem pense nisso minha querida, não sou ciumenta, muito pelo contrário, bem liberal, se gostar dele eu empresto, assim você acaba com essa secura de dois anos sem ver uma rola.

- Se é assim eu topo – falei bem descarada.

Como combinado eu fui até a casa dela. Ela me recebeu com um abraço caloroso e um beijo estalado no meu rosto:

- Uau Aline, muito mais bonita pessoalmente, meu marido vai adorar você.

- Bondade sua Sueli, mas acredite em mim, você também é muito mais bonita ao vivo e sexy também.


Uma negra linda, mais alta do que eu, corpo sarado, possível de se ver pelo short curto, deixando suas belas pernas de fora, uma camiseta regata curta, barriga de fora e muito cavada, com isso podia se ver parte dos seus seios, soltos, sem sutiã, fui indiscreta:

- Se eu soubesse que estaria vestida assim, também teria ousado numa outra vestimenta -eu disse sorrindo.

- Por isso não, depois podemos ir lá no meu quarto, tenho certeza que algo mais apropriado pode servir em você.

Entramos e ela me apresentou seu marido:

- Aline, esse é meu marido, o Diogo.


Quase perdi o fôlego, um homem negro lindo, corpão de academia, alto, sorriso aberto e dentes perfeitos, um deus de ébano, vestia um short de tactel e camiseta regata. Ele me abraçou, beijou meu rosto e falou:

- Muito prazer Aline, faz jus aos elogios da Sueli sobre você.

- O prazer é meu em conhecer um casal tão simpático.

- Meu bem – disse a Sueli ao marido – nos dê licença por uns minutos, voltamos logo.

Acompanhei a Sueli até seu quarto e ela disse:

- Vamos escolher algo mais confortável para você vestir.


Ela abriu seu armário e de lá tirou algumas peças que colocou sobre a cama. Dentre tudo que ela tirou, um short jeans curtinho com alguns desfiados me chamou a atenção. Ela viu que olhei para ele e disse:

- Com certeza vai ficar lindo em você, vamos experimentar.

Eu estava usando um vestido pouco abaixo do joelho e fechado atrás com zíper. Ela fez questão de me ajudar. Deslizou o zíper para baixo e sentia suas mãos no meu corpo um poco mais do que seria necessário, não me importei.


Ela deixou o vestido cair no chão e fiquei só de calcinha e sutiã, um conjunto de renda preta e muito sexy, a calcinha minúscula com o fiozinho entrando na minha bunda, não fiquei acanhada em estar quase pelada na sua frente. Apesar de ser meio cheinha, como já disse, tenho um corpo bonito, pois minha cintura é bem feita e entra em harmonia com minha bunda grande. Sem pudor algum ela passou a mão na minha bunda e disse:

- Menina, que bunda mais linda, esse short vai ficar perfeito nela.

Vesti o short que entrou apertado e de tão curto deixou a polpa da minha bunda aparecendo:

- Perfeito disse a Sueli, você ficou muito gostosa assim, agora precisamos escolher o que vestir em cima.


Eu estava me admirando no espelho, ela chega por trás, abre o fecho do sutiã, aproxima sua boca do meu ouvido e fala baixinho:

- Ele não vai combinar com o que estou pensando para você usar.

Ela fez questão de tirar o sutiã, mas não foi um gesto simples, não, ela foi tirando e suas mãos deslizando pelo meu corpo, até sair pelos braços, fiquei arrepiada. Ainda na frente do espelho, ela me abraça por trás, coloca as mãos na base dos meus seios e diz:

- Eles são lindos Aline, firmes e esses biquinhos então – disse passando a ponta dos dedos – com certeza faz a alegria de qualquer um.


Meus Deus, aquela mulher era diabólica, me fez lembrar da minha amiga da faculdade, a Elisa, com quem tive bons momentos de prazer. Ela pediu que eu fechasse os olhos e erguesse os braços. Desse jeito eu senti uma peça de roupa cobrindo meu corpo, com certeza uma camiseta. Ela fez questão de usar as mãos para ajustar no meu corpo e disse:

- Pronto, agora pode abrir os olhos.

Ao ver eu fiquei assustada, era de fato uma camiseta regata, mas curtíssima, mal cobria meus seios. Ela colocou o queixo no meu ombro e perguntou:

- Gostou?


O contato do seu corpo no meu mexeu com a minha libido, dois anos sem calor humano era tempo suficiente para acender qualquer estopim e o meu acabara de ser aceso:

- Caramba Sueli, é linda, mas ficar assim na frente do seu marido – eu falei me fazendo de ingênua, estava claro o motivo da minha visita.

- Tenho certeza que ele vai amar te ver assim.

- Se você não se importa, então por mim tudo bem.

Voltamos para a sala e a Sueli diz para o marido:

- Querido, agora a Aline está vestida como se deve.


Ele olha para mim e me sinto devorada:

- Caramba amor, como ela é gostosa.

Como de boba eu não tenho nada, era evidente que eles queriam me comer, por eu entrei no jogo, virei de costas para ele perguntei:

- Mais gostosa de frente ou por de trás.

- Dos dois jeitos minha princesa – ele falou.

A mesa já estava posta com alguns petiscos e um balde de gelo com algumas cervejas. Serviu os copos e brindou a uma nova amizade, a minha é claro.


Elas sentaram no sofá e eu numa poltrona de frente a eles. Conversamos animadamente sobre nossas vidas, o que somos, o que fazemos. Vez por outra, a Sueli beijava o marido, numa clara demonstração de afeto. Como era de se esperar, sexo entrou em pauta e ele falou:

- A Sueli me falou que você está há dois anos sozinha, não sente falta?

- Claro que sinto Diogo, mas sou exigente, não vou sair apenas para saciar o meu tesão, preciso sentir algo pela pessoa.

- Ela está certa meu querido – disse a Sueli – nós pensamos e agimos da mesma forma.

- É verdade – ele disse sorrindo – sexo sem envolvimento é como tocar punheta ou siririca.


A fala dele foi motivo de riso e concordância nossa, mas com uma ressalva da Sueli:

- O que o meu marido falou é verdade, mas para mim tem um adendo, o homem tem que ter o documento igual ou melhor que o do Diogo.

- E o documento da mulher – eu perguntei – como deve ser?

- Quente e úmida – disse a Sueli.

A conversa estava ficando quente demais e ajudado pelos carinhos que a esposa fazia, o pau do Diogo começou a levantar o tecido do short, o safado estava sem cueca. A Sueli também notou o volume, aliás, que volume hein, passou a mão no pau do marido e falou:

- Percebe porque eu digo que qualquer um tem ser no mínimo igual a ele?


Eu estava super excitada e entrei no jogo deles:

- Igual a ele você quer dizer ficar excitado logo?

Ela riu e falou que não, igual a outro atributo dele. Minha excitação era tanta que enfiei uma das mãos por baixo da mini camiseta, comecei a acariciar meu seio. Nunca vi um negro pelado na minha vida, mas o mito é que são bem dotados, por isso eu joguei:

- Qual atributo, amiga?

- Esse aqui, veja.

Ela tira o short do marido e salta um cacete enorme, teso, cabeçudo, veias salientes, lindo de morrer, ou seria melhor dizer de chupar e sentir.


Seja qual for a opção, eu vidrei meu olhar naquela rola, levei uma mão entre as minhas pernas e pressionei minha buceta, antevendo o que estava por vir. A Sueli, olhando para mim, vai em direção à rola do marido e abocanha, começa uma linda chupeta, lambendo, sugando e até cuspindo no pau, para ficar tudo muito bem melado. Minha boca salivava, meu Deus, há quanto tempo eu não tenho essa felicidade. Lambi meus lábios, meu desejo foi entendido pela Sueli que falou:

- Vem cá putinha, me ajuda com esse cacetão.


Fui de joelhos em direção aos dois, aproximei minha boca daquele pirocão que a Sueli chupava e fiquei olhando. Ela tira o pau da boca, o encaminha na minha direção e fala:

- Chupa o pau do meu marido.

Meu Deus, quanta liberalidade, já tinha ouvido falar em casais swingers, mas nunca estive junto de um e ali estava eu, prestes a mamar na rola do macho, com sua esposa pedindo isso. Já que ela mandou, quem era eu para não obedecer, meti a boca naquela cabeçorra e suguei, nossa, já nem lembrava mais como é ter um pau na boca, mas como é gostoso. Chupei, lambi, suguei, desci minha boca até o saco e suguei as bolas.


A Sueli bem do ladinho incentivava:

- Assim mesmo putinha, ele gosta disso.

Enquanto eu me dediquei ao saco, a Sueli voltou a mamar no pau, qual macho não delira com tal situação? Voltei com a boca para a rola e agora eu e ela lambíamos aquela tora, uma de cada lado, lambendo desde a base até a cabeça, onde nossas bocas se encontram. Ali nós chupamos e nos beijamos ao mesmo tempo. Apesar do tempo, não esqueci de como é bom beijar outra mulher, ainda mais aquela negra deliciosa e seus lábios carnudos, que tesão.


Eu sentia minha calcinha melada, minha respiração acelerada demonstrava o nível da minha excitação. A Sueli fica atrás de mim, tira meu short, puxa a calcinha junto e minha bunda fica exposta. Ela desliza suas mãos pela minha bunda dizendo o quanto é linda e em seguida sinto uma palmada num dos lados e depois outra no outro lado, adoro uns tapas. Em seguida sinto minha bunda sendo aberta e uma língua atrevida lambendo minhas pregas. Continuo me deliciando com a piroca na boca e o Diogo fala:

- Empina mais a bunda, deixa minha esposa lamber sua buceta também.


Atendo o pedido dele e logo a língua da Sueli lambia minha racha, sugando com vigor os lábios da minha buceta. O Diogo pergunta para a esposa:

- Gostosa, amor?

- Como eu imaginava, muito molhada e deliciosa.

Eu estava ali, entre os dois, sendo a marmita deles e sentindo muito prazer com isso. A Sueli chupava minha buceta, ao mesmo tempo dedicando atenção ao meu cuzinho, metendo um dedo nele. Aquela situação estava se tornando insuportável para mim, meu gozo iria acontecer a qualquer momento e eu pedi para a Sueli:

- Quero gozar na pica do seu marido.


Ela deu dois tapas na minha bunda e falou:

- Então senta na rola.

Coloquei meus joelhos no sofá, um de cada lado do corpo do Diogo, na posição de cavalgada, a Sueli posicionou a rola do marido na minha buceta e ordenou:

- Vem sentando putinha, devagar para sentir todo o prazer de uma pica grande.

Fiz como ela pediu e senti a cabeça da pica abrindo caminho entre os lábios da minha buceta. Nunca estive com um homem tão bem dotado como ele, minha buceta é apertadinha e senti que ela foi se alargando.


A Sueli por trás ficou alisando minha bunda, passando o dedo no meu cuzinho e também na minha buceta, que loucura. Apoiei minhas mãos no peito do Diogo, fiquei olhando para ele que disse:

- Caralho, que buceta apertada você tem.

- É verdade, então me fode gostoso, me deixa arrombadinha com essa sua piroca grande.

Na verdade, era eu que estava no comando da transa, por isso fui sentando aos poucos e sentindo todo o prazer de estar completamente preenchida. Quando minha bunda encosta no corpo do Diogo, a penetração estava completa e que sensação, senti o cacete tocando fundo dentro de mim.


A Sueli vem do meu lado, beija minha boca e diz:

- Assim, goza no pau do meu marido.

Rebolo, gemo de tanto tesão, aquele cacete roçava meu grelo, levando meu prazer nas alturas, era impossível me controlar e o orgasmo chegou, forte, intenso, devorador, fazendo meu corpo tremer todo. Deito meu corpo no do Diogo e beijo sua boca. A Sueli se aproxima, encosta a sua também e ficamos ali, trocando um beijo a três bocas, três línguas. Um pouco recuperada do prazer, saio e cima do Diogo e sento ao seu lado. Sua pica ainda estava tão dura quanto no começo, a Sueli não perde tempo e senta no marido, rebolando feito uma cadela no cio, gemendo e dizendo:

- Agora é minha vez de gozar no seu pau amor.


A sintonia do casal era perfeita, não precisou muito para que ela também atingisse seu orgasmo. Achei a cena linda e passei a acariciar o corpo dela, deslizando minha mão suavemente. Nós duas estávamos saciadas, mas o Diogo se manteve firme, segurando seu gozo. A Sueli levanta do sofá, me segura pela mão e diz:

- Vamos para o meu quarto.

Uma cama enorme ocupava lugar de destaque no quarto. Deitei de costas, ela do meu lado e o Diogo do outro. Ela beija carinhosamente meus lábios e pergunta:

- Já chupou buceta alguma vez?

- Sim, no tempo de faculdade tive uma amiga com quem transei algumas vezes.


Sem dizer mais nada ela se posiciona sobre meu corpo na posição invertida e iniciamos um 69. Tudo era permitido, nada era reprimido, meti minha boca com gosto naquela buceta molhada e senti que ela fez o mesmo comigo. Seu marido ficou ali ao nosso lado, apenas sendo um observador privilegiado. Meu corpo se fundia ao da Sueli, o contraste das nossas cores era lindo de se ver, com os dedos eu abri sua buceta e pude observar como ela é rosada por dentro, não sei porque, mas aquela visão atiçou ainda mais o meu tesão. Enfiei a língua, chupei, suguei seu grelo grande e, sentindo as mesmas coisas, nós duas atingimos mais um orgasmo.


Ficamos os três ali, deitados, trocando carícias e beijos como amantes de longa data, sem pudor algum, sem mágoas, apenas a felicidade do momento compartilhado. O Diogo foi buscar mais cerveja e eles mataram minha curiosidade. São liberais por volta de uns dez anos, saem com homens, mulheres e casais, mas sempre com uma condição, nunca sozinhos. Nesse tempo todo eles formaram um seleto grupo de amigos e vez por outra se reúnem para festinhas íntimas, prometeram propor a minha entrada. Segurando a rola do Diogo, ela já estava dura de novo e eu impressionada com o tamanho da bicha, olhei para a Sueli e perguntei:

- Ele come seu cu?


Ela esticou o braço, abriu a gaveta ao lado da cama, de lá tirou três plugs de tamanhos diferentes e falou:

- Claro que come, mas eu sempre me preparo antes, com esses amiguinhos.

Com a boca ela molhou o menor, pediu que ficasse de quatro, cuspiu no meu rabo e enfiou o plug. Não foi difícil e senti prazer, afinal, dar a bunda nunca foi um problema para mim, pelo contrário, sempre um prazer, mas levar no cu um cacete como o do Diogo, deve ser de ver estrelinhas. A Sueli tirou o plug menor e meteu o médio, com ele também senti apenas prazer, minhas pregas foram sendo alargadas e quando ela enfiou o maior, esse sim entrou com um pouco mais de dificuldade, mas suportei bem.


Por uns bons minutos ela brincou no meu cuzinho com aquele plug maior e ao sentir que eu estava preparada ela falou para o marido:

- Vem querido, mostra para essa putinha o que é ser enrabada por um caralho de verdade.

Bem lubrificado com um gel que a Sueli passou na rola do marido, ele encosta a glande no meu cuzinho e força. A cabeça passa com uma certa dificuldade, dou um gemido, mas a Sueli dá um tapa na minha bunda e fala autoritária:

- Aguenta vagabunda, sinto prazer em ver meu marido enrabando as nossas putinhas.


Apesar do pau ser grande, o Diogo teve a paciência necessária para ir metendo devagar e com isso fui me acostumando com aquele invasor impiedoso. Meu corpo ficou molhado pelo suor do momento, minha pele arrepiou e a dorzinha inicial deu lugar a um prazer que nunca tinha sentido antes, que delícia:

- Assim Diogo, mete tudo agora, deixa minha bunda arrombada – eu supliquei cheia de tesão.

A Sueli se posicionou por debaixo do meu corpo e começou a chupar minha buceta. Não me contive e também passei a chupar a dela. Eu estava no auge do meu tesão, sendo fodida por um casal maravilhoso, sem neuras ou tabus.


Nada mais restava, a não ser sentir o orgasmo chegando forte, impossível de ser controlado e explodiu de forma arrebatadora, gozei gemendo alto enquanto o pau do Diogo arrebentava de vez com meu cuzinho, que logo foi inundado por fortes jatos de porra. Logo era a Sueli que atingia o ápice do seu prazer, melando completamente a minha cara. Extenuados ficamos os três prostados, aguardando nossa energia retornar gradativamente. Passei o fim de semana todo com eles e transamos loucamente. Chegando a hora de partir a Sueli perguntou:

- Quer vir nos ver outras vezes?

Beijei os dois na boca e falei alegremente:

- Podem apostar suas fichas nisso.


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