O rei da tora

  • Temas: voyeur, corno, menage
  • Publicado em: 26/08/26
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  • Autoria: Genius
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Private Muse

Minha esposa  Luana sempre foi uma mulher muito bonita e folgosa, dona de um lindo copo moreno e cheio de curvas, sua linda bunda e seios chamava atenção dos homens que a comia com os olhos.

Nosso relacionamento sempre foi sólido devido a confiança que sempre tivemos um com o outro, até mesmo as cantadas de colegas de serviço que ela recebia era assunto na cama antes de uma boa transa, o que fazia ela quebrar na pica feito louca, principalmente  quando fantasiavamos algumas situações, e foi assim que resolvemos tentar a três.

A escolha foi bem criteriosa, pois tinha que agradar ambos, tanto ela quanto eu! Não queria ver minha esposa dando pra qualquer um, foi aí que indiquei o Joel, uma amigo do futebol.

Joel era daquele que negava até morte quando perguntavam se ele tinha comido alguma mulher, e isso é o que precisávamos: SIGILO ABSOLUTO!

Bem aperfeiçoado Joel andava sempre bem vestido e perfumado, era quase um metrosexual.

Nada como uma noite de sexta feira, um vinho e uma mulher linda com roupas provocantes pra deixar um homem com desejo a flor da pele. Com uma saia acima do joelho e uma blusinha branca minha esposa valorizava seus peitos e pernas, o que me preocupava. Era uma mescla de ciúmes e tesão que estava me consumindo, mas já era tarde, o Joel acabara de chegar!

Joel bem vestido como sempre, usava sapatos, calça e camisa social, mas uma coisa chamava atenção; a mala!

Luana foi a primeira à cumprimentar o rapaz, atirada deu um beijo na boca enquanto sua mão vericava aquela berinjela. Passando a mão por cima da calça ela me olhou como se dissesse "gostei". Seu sorriso já entregava tudo!

Aquela cena já me deixava excitado, meu pau resposdia ao estímulos visuais; Joel nem havia me cumprimentado e já palpava a bunda da minha esposa que parecia se excitar cada vez mais.

- Que grande!- disse eufórica.

Se desvencilhando de minha esposa que parecia mais uma criança quando recebe um brinquedo novo,  Joel veio me cumprimentar. Em sua calça um volume que não parecia normal, ia arrebentar ela!

Não dava  pra voltar atrás, servi uma taça de vinho e brindamos:

- A uma longa amizade!

Uma golada na bebida e Luana já estava pendurada no pescoço do rapaz que não perdeu tempo tirando sua blusa e levantando sua saia. A safada tava com uma micro calcinha atolada na bunda, e eu sou suspeito em falar mas sua bunda é uma delícia!

Luana foi desabando a camisa se livrando dela e logo soltava  o cinto e abria o zíper deixando a calça cair aos pés do cara que tava prestes a fodê-la com gosto enquano eu observava tudo sentindo um tesão jamais sentido antes.

Apenas de boxer branca marcada por aquela peça enorme Joel tirava a roupa da minha esposa deixando apenas de calcinha que parecia não cobrir nada.

Ele parecia não ter pressa, beijava sua boca e em seguida sugava seus lindos seios enquanto suas mão apertavam  a bunda de minha esposa que era puxada contra seu pau.

Eu já não aguentava mais, me livrei das roupas e comecei a punhetar  ali mesmo como mero espectador.

- Chupa! - Disse Joel  baixando a boxer fazendo saltar aquela trolha assustadora.

Pqp! Pensei ao ver o tamanho da ferramenta.

- Uau! - soltou ela admirada com aquela rola que tentava abocanhar.

- Nossa amor, nem cabe na boca, rsrs. - Disse com um sorriso safado.

- Chupa vai! Engole, assim...

Luana tentava engolir aquele pau enorme e grosso com veias engurgitadas que mal cabia em sua boca a fazendo engasgar com pouco mais da metade enquanto eu apenas observava sua boquinha  e garganta sendo fodida.

Sem ação eu alisava meu pau que doía de tão duro que estava, imaginar era uma coisa, mas presenciar tava me deixando louco:

- Chupa ele amor, engole o pau dele.

O canalha fodia a boca de minha esposa sem dó, num vai e vem ela segurava na base como se medisse até onde podia empurrar em sua boca.

"Fode ela, vai, fode ela todinha" eram os pensamentos que vinha a minha cabeça aumentando ainda mais meu tesão.

- Chupa sua puta! - Ordenava Joel já se sentindo no comando fazendo minha esposa engasgar com sua rola.

-Vem me fode vai. - Disse se livrando da pica cheia de saliva e ficando de quatro apoiadando os cotovelos no assento do sofá enquanto o safado pincelava o pau em sua buceta que escorria o mel entre as pernas.

Após algumas pinceladas Joel começou começou chupar o mel, sua língua passeava pela buceta e cuzinho deixando Luana louca. Ela gemia e implorava por aquilo enquanto meu tesão ia à mil. Se aproximando a menos de um metro dos dois eu podia  ver quando Joel forçou a cabeça  na entrada da minha esposa, o pau babado e uma buceta molhada não deu outra! Entrou cada centímetro!

- Humm, sss, porra!

Luana parecia enlouquecer naquela pica e eu juntamente com ela quando vi ele empurrar toda a trolha na minha esposinha que gemia feito louca.

O safado metia devagar e cadenciado, mas foi aumentando as estocadas como se quisesse arregaçar minha esposa que já gritava.

Como bom artilheiro seu apelido era Jô e parecia querer entrar com bola e tudo!

- Amorrr! Fodeeee!

Confesso que senti um certo ciúmes quando ela o chamou de amor que em resposta começou a socar com força fazendo ecoar o barulho "famoso bate coxas" e o estalar de tapas que deixava sua raba marcada.

Era uma surra de pica e ela estava adorando, Joel metia sem dó na rabeta que empinava a cada tapa que levava. Com a bunda vermelha e procavelente ardida Luana quis mudar de posição fazendo Joel sentar no sofá sentando de costas pra ele...

Sentando  na rola enorme do Joel, o safado segurou minha esposa pela cintura fazendo ela descer contudo na rola que entrou toda de uma só vez.

"Rasgou minha esposa!" Pensei.

Luana gritava e cavalgava na rola que entrava e saía da sua buceta recém alargada.

- Safada! Tá gostando né? - disse colocando o pau em sua boca.

- Fode ela! Fode essa puta! - Era o tesão falando por mim.

Empolgado com o tesão eu segurava pelos cabelos tentando fuder sua boca enquanto ela quicava na rola que alargava sua bucetinha gostosa.

Luana revirava os olhos e seu corpo tremia, minha esposa estava gozando, seus gemidos eram abafados pela minha rola que fodia sua boca; parando de quicar ela começou a rebolar na pica como sempre faz antes de gozar.

- Caralhooooo! Hummm, porraaaa!

Caindo lado e já fraca saiu de cima da tora do Joel que ainda estava dura feito.

- Ainda não gozei! - disse o safado levando a jeba até a boca da minha esposinha que estava totalmente entregue à fraqueza momentânea.

Jô socava e fudia sua boca, só  me restava a buceta, mas quando vi estava aberta e inchada, o safado havia arregaçando minha esposa.

Fiquei ali próximo a sua pepeca batendo uma quando ouvi o urro do Joel.

O safado estava gozando em sua boca e seu rostinho lindo, meu pau pulsou nessa hora engurgitando, eu também ia gozar!

-Hummm! Porra! - gritei gozando em sua barriga e lábios vaginais que estavam inchados.

Se tem uma coisa que vem quando a gente goza muitas das vezes é o arrependimento, e foi o que aconteceu quando vi minha esposa toda descabelada e arregaçada com a cara toda cheia  de porra alheia  pensei "NUNCA MAIS"

SÓ QUE NÃO!

O safado do nada apercia lá em casa aí já sabe né?

Primeiro o tesão, depois o arrependimento.














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