Pepekas!

  • Temas: Oral, bucetas, traição
  • Publicado em: 28/08/26
  • Leituras: 5472
  • Autoria: Genius
  • ver comentários
Private Muse


Mulheres e suas pepekas


Esses são apenas relatos de casos verídicos.


Andréa


Essa foi uma das pepekas mais gostosa que já provei, Andréa tinha uma bucetinha linda com lábios carnudos, mais o que mais chamava atenção era quando ficava molhada parecia minar mel que transpassava um jeans.

Uma certa vez na minha sala começamos anos beijar, o fervo foi tão intenso que quando reparei sua calça estava completamente molhada, parecia até ter se urinando, mas não! Era o mel de sua suculenta buceta que escorria a ponto de molhar toda sua roupa.

Ainda lembro aquele dia em que demos o famoso perdido e fomos parar num motel proximo.

Faziam algums meses que ela havia turbinado os peitos, estavam uma delícia!

Ambos nus nos beijamos loucamente como sempre, sua boca macia de encontra a minha num beijo molhado num duelo de línguas que se entrelaçavam enquanto minhas mão invadiam sua buceta que pingava de tanto tesão.

- Você me acha muito puta? - perguntou ela pelo fato de ser casada e estava traindo o marido.

- Não acho. - respondi.

Mas não é essa a resposta que queria ouvir, Andréa queria ser puta/vadia entre quatro paredes e eu fui entender somente depois de algum tempo.

A safada logo chegou com seu bocão na minha vara que estava com as veias engurgitadas de tão duro, soltando um "Hum" começou a engolir a pica fazendo com que a cabeça batesse em sua garganta causando engasgos,  o que fez com que ela soltasse aquela saliva grossa deixando meu pau todo melado.

Olhando em meus olhos Andréa mamava com mestria, uma sugagada na cabeça me levava ao céu.

- Para senão eu gozo, caralhoo!

A safada não parou, continuou sugando, engolindo e babando na vara até começar a pulsar em sua boca.

- Vou gozar!

Mal deu tempo de avisar jorrei feito louco em sua boca. Entre gemidos sem tirar o pau da boca a safada engolia e lambia o pau deixando limpo e meia bomba.

- Me chupa vem. - disse com sorriso no rosto após me beijar novamente compartilhando o gosto do meu pau.

Apalpando e chupando seus melões indo ao caminho da felicidade ela ficou de frango assado onde empurrei suas pernas contra seu corpo e comecei a chupar sua pepeka que minava cada vez mais, o mel adocicado de sua buceta me fazia querer mais e mais. A cada sugada um gemido, mas foi quando coloquei dois dedos e abrindo sua buceta que ela pareceu enlouquecer entre gemidos e gritos que me deixavam com mais tesão ainda, foi aí que meti a língua em seu cuzinho.

Andréa literalmente rebolava em minha boca que revezava entre a buceta e o anel.

Eu abria sua buceta com os dedos e chupava enquanto o polegar comprimia seu cuzinho que piscava a cada estímulo causando tremores intensos em seu corpo

- Porra! Me assustei quando olhei seus olhos revirados com ausência das pupilas que deram lugar ao branco dos olhos. A safada estava gozando, e eu achando que era convulsão,  rsrs.

Sua buceta contraia em minha boca, eu sugava com força recebendo todo seu prazer em retribuindo aquela chupada gostosa que jamais esqueci.

- Goza safada!

- Hummm! Seu filho da puta! Sss. Agora vai ter que me fuder toda!

Olhei no celular várias mensagens da chefe:

- Onde você tá?

FUDEU!

Esse dia fiquei devendo, mas não demorou pra eu penetra-lá de jeito, mas essa história fica pra outra hora.


Fernanda


A Nanda loirinha pele branca e macia era do tipo falsa magra com bunda redondinha e seios fartos naturais, também casada que  um dia me flagrou olhando sua bunda.

- Gostou?

Eu não sabia onde enfiar a cara, devo ter corado pois senti minha face esquentar, enquanto ela ria  da minha reação.

- Precisava ver sua cara. - completou.

- Foi sem maldade.- respondi com voz trêmula.

- Que pena!

A filha da puta mandou uma dessas e saiu andando me deixando meio confuso e louco pra pegá-la de jeito.

Sempre tive um fraco por casadas, sei que é errado mas desde de criança escuto dizer que a fruta do quintal do vizinho é mais gostosa.

Depois deste dia foram várias mensagens, flertamos um com outro até que um dia do nada a safada me manda um nudes; era a mulher mais linda do mundo, no auge dos seus 30 anos Nanda possuía seios de médios pra grandes, bicos rosadinhos sem contar que eram durinhos e pareciam desafiar a gravidade, mas o que mais me chamou atenção foi aquela buceta lisinha com um bigodinho loirinho que dava um charme especial me fazendo desejar ainda mais aquela pepeka.

- Porra como você é gostosa! - respondi.

- Depois  apaga essa foto viu!

E o burro aqui apagou!

Foram semanas flertando e trocando nudes até que marcamos um café, um suco ou quem sabe um banho, rsrs.

Na verdade foi um café numa cafeteira,  um café num clima onde todos a nossa volta pareciam saber que estavamos fazendo coisa errada, mas o desejo era tão grande que tentei beijaja- lá.

- Não! Aqui não!

A adrenalina parecia ser o combustível para aquele encontro, era por volta sedas 19 horas  a rua já estava meio escura, meu carro tinha vidros filmado e a noite não dava pra ver quem estava dento, e não deu outra!

No banco de trás começamos a nos beijar e se livrar das roupas, tomando cuidado para carro não balançar muito já que estava parado numa rua movimentada.

Seu beijo era suave mas cheio de desejo,  fui descendo até seus seios os quais cai de boca sugando e mordiscando os bicos enquanto ela alisava a cabeça da minha pica.

- Gostei! - disse levando a boca até minha vara a qual chupava suavemente subindo e descendo os lábios engolindo o pau que babava em sua boca.

Era meio desajeitado naquele banco traseiro, mas chupar aquela bucetinha era tudo que eu queria e logo fui invadindo com os dedos enquanto era chupado.

Mesmo apertados ali mudamos de posição e pude sentir o cheirinho daquela pepeca linda e rosadinha, fui caindo boca sentindo aquele bigodinho roçando em meu rosto, seus pelinhos loiros eram macios e cheirosos.

Nanda era ou é até hoje a mulher mais cheirosa que conheço, e sua buceta não ficava pra trás,  seu cheirinho de buceta parecia ter acabado de sair do banho, o que me deixava louco chupando e sugando seu líquido do prazer juntamente com seu grelinho  que ficava maior a cada sugada.

- Hummm! Assim, vai aiiiii..

Sua respiração ofegante denunciava, a gostosa ia gozar e era o que mais eu queria; fazer ela gozar na minha boca.

Nanda gozou na minha língua e boca mas eu ainda não  havia gozado até ela sentar na minha pica que escorregou gostoso em sua buceta.

Rebolando na minha pica coloquei o dedo safado no seu cuzinho o que fez ela piscar no dedinho enquanto abocanhava aqueles peitões  deliciosos, aí já sabe né? Duas sanfonadas e acabou o forró.

- Assim eu gozo!

Gozei dentro sem camisinha...

A filha da puta me assustou durante uns dias dizendo que estava atrasada.



Marina


Marina recém separada era aquela baixinha gostosa que depois de separada de seu marido que foi seu único homem começou a distribuir, e eu é que não ia fica de fora dessa.

Ela era daquelas baixinhas magrinha, seios pequenos daqueles que cabem na boca por inteiro, mas o que me dava tesão nela era sua bucetona.

Imagina uma baixinha bucetuda!

Um verdadeiro Hamburgão, que quando usava calça de academia marcava aquele volume que atraia todos os olhares, tanto de homens quanto das mulheres que invejavam sua pepeka.

Morando sozinha a baixinha me chamou pra arrumar uma tomada da casa que havia dado curto, aí já sabe; acabamos transando este dia.

Com pouco mais de 1, 40 metros a safada mamava de pé, mas quando vi aquela buceta carnuda não demorei a cair de boca nela, aquela buceta tinha mel! E pra ajudar a safada gostava de levar mordidas e tapas na cara, eu até acho que ela gostava mais de apanhar do que transar.

Enquanto chupava gostoso Marina pedia pra levar tapas na cara,  eu dei um tapa de leve e fui repreendido.

- Bate igual homem!

O estalo do segundo tapa ecoou no quarto, a putinha chupava e mordia devagar a cabeça do pau e minhas coxas com um pouco mais de força deixando as marcas de seu dentes.

- Devagar caralho!

Com medo de ficar  marcado joguei ela na cama e comecei a chupar aquele bucetão carnudo aproveitando pra atender seu pedido:

Morde ela, morde gostoso vai!

Não tive dúvidas, mordi com vontade enquanto a  safada apertava minha cabeça contra sua buceta forçando  como se quisesse que eu entrasse de cabeça.

- Chupa, morde! Me faz gozar! - gritava ela.

Com os grandes lábios entre os dentes eu saboreava aquele pepecão me afogando no prazer. Colocando um, dois três dedos na buceta e parecia caber mais,  ficando de quatro, parecia uma cadela no cio com buceta inchada, a qual cabiam quatro dedos.

- Mete vai!

Meu pau entrou com facilidade ainda sobrando espaço pra enfiar do dedo na safada que pedia pra bater.

- Bate, bate com força!

Naquele rabão eu podia bater sem medo e com força, e fui o que fiz deixando marcas vermelhas em sua raba.

- Meteee! - pedia ela mesmo levando estocadas fortes.

- A é fdp! - disse tirando o pau e metendo o dente com vontade em sua bunda enquanto ela gemia e parecia gozar com a dor da mordida.

Com cara de puta após ter gozado Marina me olhava enquanto eu punhetava apontando pra sua cara sentindo pulsar.

- Bate, bate na cara. - pedia ela enquanto eu gozava em sua boca e cara segurando pelos seus  cabelos que se encheram de semem.

Com a cara cheia de leite ainda levou dois tapas com a mão pesada, rsrs.

Essa nunca mais quis saber, a safada só queria apanhar, kkkkk.


Toda pepeca tem um gostinho próprio, mas todas tem gosto de saudades!







Comentários: