"Os mais excitantes contos eróticos"

 

TRIANGULO DO PRAZER – Parte


autor: pf
publicado em: 15/01/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor



Minhas curtas férias terminaram logo, mas ainda tivemos tempo de mais algumas sessão de ménage eu o Antônio e a Aninha. Agora já mais á vontade, experimentamos um monte de coisas novas, especialmente a Aninha que se fartou de ter dois machos lhe comendo de todas as formas e maneiras. É verdade que não rolou muito homo. Realmente não é nem a minha preferência nem a do Antônio, mas como estávamos descontraídos, já não ligávamos mais para eventuais toques ou mesmo lambidas e chupadas, quando surgia a situação.
E realmente foi muito bom. Eu adorei poder agitar um pouco meu descanso e Aninha e Antônio aparentemente reacenderam sua vida sexual. Mas uma hora tinha que acabar. E ao me despedir deles, depois de trocarmos telefones e e-mails, Antônio voltou a insistir para eu falar com minha amiga sobre ela topar transar com eles. Claro eu fiquei de ver, especialmente quando Aninha insinuou, que “de repente poderia até ser a quatro”. Eu gostei, porque aí eu passava de agenciador a participante... E, realmente eu tinha adorado trepar com a pequenina, mas fogosa Aninha.
Passados uns dois dias da minha volta, liguei para minha amiga Silvia. Silvia era uma advogada muito bem sucedida que trabalhava num renomado escritório em São Paulo. Por sinal eu e o casal Aninha e Antônio também moramos em São Paulo.
Mas voltando à Dra. Silvia, além de excelente profissional era um mulherão de fechar o comércio. Tinha 1,75m de altura. Não era o tipo modelo, mas de forma alguma podia-se dizer que era tipo cheinha. Tinha sim coxas e pernas grossas, uma bunda bem arredondada e um belo par de peitos absolutamente compatível com o conjunto.
Aos 39 anos era madura o suficiente para escolher o estilo de vida que a satisfazia. Por ser muito bem sucedida profissionalmente, podia ser dar ao luxo de viver confortavelmente no belo apartamento em área nobre da cidade. Sua dedicação à carreira a fizera optar, ou não lhe proporcionara oportunidade de desenvolver relacionamentos duradouros e profundos. Mas sua energia sexual era grande e para satisfazê-la, mantinha um pequeno grupo e amigos e amigas que, quando lhe dava vontade, sai com um (ou alguns) e fazia sexo. Sem compromissos, sem envolvimento e sem vínculos ou condicionais.
Sim, Silvia era bissexual, embora sua preferência fosse relações hetero. Mas gostava também de, vez por outra, transar com uma mulher. Sexo para Silvia era apenas uma forma de ter prazer, da mesma forma que um bom jantar ou a degustação de um bom vinho. E seus, digamos parceiros, deveriam compartilhar dos mesmos valores, caso contrário seriam excluídos do grupo. De fato, nenhum do grupo conhecia o outro, exceto os casais (sim, haviam casais que Silvia fazia sexo e ménage com eles).
Eu era um do grupo e regularmente saio com Silvia, seja para um jantar e um bom papo, ou apenas só para sexo. Inclusive já participamos de swings e bacanais que requeriam casais. Na cama Silvia é um avião. Topa tudo, curte tudo e sempre quer dar prazer ao parceiro. Adora um anal e inclusive tem orgasmos exclusivamente anais. Se se trepar legal com ela, ela tem orgasmos múltiplos intensos de perder a conta e se o parceiro ainda não gozou, ela chupa-lhe o pau até o orgasmo e engole toda a porra. Adora beber porra direto na fonte...
Foi Silvia quem me iniciou na inversão e daí para as experiências homossexuais foi um passo. De fato minha primeira experiência homo foi num ménage com ela e um outro amigo, que depois não ficou no círculo, porque se apaixonou por ela.
Sabendo de sua agitada vida profissional, liguei bem ao final da tarde. Sabia que a essa hora estaria de saída do escritório e era o melhor horário para tentar agendar algo.
- Boa Tarde querida. Como estás?
- Tudo bem Paulo! Quanto tempo... Você sumiu. Por onde andou?
- Tirei umas férias rápidas para recarregar as baterias e estou voltando à ativa.
- E achou bastante inspiração para seus contos eróticos nas férias? Para onde você foi?
- Fui a uma praia não muito movimentada nessa época. E Não posso dizer que não foi bom. Estava meio monótono, mas aí rolou um negocio bacana. Se não for inspiração, pelo menos serviu para não ficar muito atrasado.
- Imagino. Precisa me contar suas aventuras... Tenho certeza que foram excitantes.
- Então... que tal a eu te contar hoje? Podíamos ir tomar um aperitivo e por a conversa em dia. Tem um negócio aí que eu acho que você pode se interessar.
- Hoje? Assim de surpresa?
- Por que não? Agora! Você tem algum compromisso?
- Não... de fato hoje eu tinha planejado ir para casa e dormir cedo. Mas se for só um aperitivo e comer uma coisinha leve, porque não, né? Que tal daqui meia hora naquele barzinho perto do meu escritório?
- Perfeito. Nos vemos lá em meia hora.
Desliguei, tomei um chuveiro rápido e fui ao local que ficava bem perto de casa. Chegando lá, Silvia estava no balcão do bar já com um aperitivo. Maravilhosa como sempre, apesar da roupa extremamente profissional e discreta. Mas eu que sabia o que tinha por baixo daquilo, senti meu pau reagir instantaneamente. Apesar da ideia não ser trepar hoje, não refugaria uma rapidinha com aquele tesão de mulher.
Silvia me avistou de longe e ao chegar me recebeu com um abraço que pude sentir seus peitos grandes fartos e firmes. Novamente o cacete reagiu...
- Tudo bem querido? Como vai? Tá queimadinho de sol..
- É até deu pra pegar um sol. E você linda como sempre...
- São seus olhos... estou ficando velha e estão aparecendo uma gordurinhas inconvenientes...
- Não vejo nada inconveniente por aí... Ao contrário... cada dia que passa você fica mais gostosa...
Nos dirigimos a uma mesa mais reservada a conversa rolou tranquila e gostosa. Aí ela quis saber das férias e minhas aventuras e contei a transa com Aninha, o flagra do marido e o final feliz com uma sucessão de ménages de todas as formas. Aí aproveitei para falar do desejo de Antônio de transar com duas mulheres e que eu tinha lembrado dela. Afinal ele tinha como fantasia não apenas transar com as duas, mas também ver as duas transando. E, claro, não gostariam de contratar uma profissional. Então quem mais adequada para realizar a fantasia dele que Silvia?
- Bem.. – falou Silvia – pode ser, mas tenho que ver o casal, ver se dá química, certo? Você sabe como eu sou com isso. Adoro sexo, mas tem que ser com quem eu simpatizo.
- Sem dúvida – respondi – Eu tinha pensado em a gente marcar um jantar para se conhecer, de preferência num restaurante e daí, se rolar a química vocês se acertam.
- Mas seria só eu? Pensei que você também participaria.
- Não sei... o Antônio sempre falou em 2 mulheres, não em swing. A Aninha já falou que adoraria um swing. Ela também adora trepar de tudo que é jeito. Não sei o que vai rolar. Se rolar swing, eu topo.
- Acho que seria melhor, mas tudo bem. Vamos antes nos conhecer. Você sabe que eu adoro variedade. Eu não topo muito casais porque é complicado, mas se você recomenda eu confio. Só não quero que seja como aquele seu amigo que depois ficou me cercando apaixonado.
- Não... Isso não é o caso. Eles só estão buscando apimentar o casamento. O cara teve a primeira experiência homo comigo.
- Uau! Você comeu o cú dele?
- De fato eu o descabacei... No começo ele resistiu, mas depois cedeu... Tudo bem que eu tive que dar primeiro, mas valeu a pena. Depois ele soltou a franga.
O papo continuou legal por mais uma hora e aí saímos. E como estávamos perto de casa mesmo ela deu uma paradinha. E claro demos uma trepada rapidinha, só pra não perder a viagem.
Logo no dia seguinte liguei para o Antônio e contei do meu encontro com Silvia e ele, claro ficou todo animado. Disse que ia ver com Aninha me retornaria em seguida. Não passou meia hora e Antônio me ligou dizendo que Aninha topara e que eu poderia marcar qualquer dia que eles topariam. Realmente o cara estava doidão para realizar sua fantasia.
Eu, claro dei um tempo e depois liguei para Silvia e marcamos um jantar na sexta-feira.
Como sempre, quando chegamos no restaurante, Antônio e Aninha já estavam lá. Feitas as apresentações de praxe sentamos e a conversa fluiu fácil. Antônio discretamente sinalizou para mim aprovando a escolha. Aninha, apesar de agitada e excitada como sempre, parecia um pouquinho preocupada em ter que dividir o maridão com aquele mulherão, mas ainda assim estava gostando do brinquedo.
Claro que não saímos dali e fomos trepar, mas marcamos passar o final de semana na chácara do casal em uma região de montanhas próximo de São Paulo e deixar acontecer o que desse vontade. Mas desde logo ficou claro pra todos que a ideia era treparmos sem compromissos e sem restrições, a não ser sado-masoquismo e escatologia, drogas e violência. Prazer por prazer. E o legal é que Aninha insistiu na minha presença. Afinal se o maridão ficasse encantado com a Silvia ela se garantiria comigo.
No sábado pela manhã peguei Silvia e fomos para a chácara. Antônio e Aninha foram na sexta á noite para arrumar tudo lá. Chegamos em depois de uma hora e o local era muito gostoso. Muros altos garantiam total privacidade. A casa tinha uma bela varanda que dava par uma piscina com cadeiras de sol em volta. Antônio e Aninha já estavam em trajes e banho. Ele de sunga bem justa que marcava o volume de seu cacete e Aninha com um biquíni fio dental que deixava à mostra sua deliciosa bunda e um top que mal cobria os biquinhos de seus peitos.
Depois dos comprimentos, Nos levaram aos aposentos onde poderíamos colocar roupas mais confortáveis. Em poucos minutos eu e Silvia estávamos à beira da piscina em trajes de banho não menos ousados que dos nossos anfitriões. Antônio não conseguia disfarçar o tesão por Silvia a ponto de Aninha comentar:
- Querido, não fica babando pra bunda da Silvia que é feio...
- Pode babar que eu não ligo – falou Silvia, entrando na brincadeira- Adoro ser desejado pelos homens.
- Mas realmente você é um mulherão – falou Aninha – parabéns.
- Você naõ fica devendo nada, Aninha. É que eu sou meio grandona e chamo a atenção, mas voc~e também está com tudo em cima.
- Vão ficar as duas jogando confete? – falei - As duas são muito gostosas, não é Antônio.
- É verdade – respondeu Antônio, saindo do êxtase – e o que é bonito tem que ser admirado.
A conversa começava descontraída e claramente com o intuito de esquentar o ambiente. Depois de algum tempo no sol, Silvia convidou Aninha para dar um mergulho e refrescar. As duaspularam na agua e nós ficamos observando e logo Silvia foi se aproximando de Aninha e começou a mexe nos seus peitos.
- Você já transou com mulher alguma vez? – Perguntou Silvia?
- Não mas tenho curiosidade. E você?
- Eu de vez e quando curto. Não é minha primeira preferência, mas uma mulher atraente como você está me ligando. Adoro mulher com peitos fartos. – e foi aumentando a intensidade das carícias nos peitos de Aninha.
- Você comanda, eu quero experimentar tudo, mas não sei o que fazer direito.
Eu e Antônio Observávamos a cena e nossas sungas mal conseguia segurar nossos cacetes. Silvia tomou a iniciativa e ainda acariciando os seios de Aninha se aproximou e juntou seus lábios aos dela num ousado beijo de língua. Aninha, apesar de um pouco desajeitada não refugava nada e suas mãos massageavam a bunda de Silvia. Logo as duas estavam sem os tops dos biquínis e as fartas tetas de ambas se roçavam eram massageadas e chupadas alternadamente por uma e outra.
Silvia levou Aninha até a borda da piscina e fez sentar na borda. Tirou a calcinha do biquíni, abriu suas pernas e começou a chupar sua buceta. Sua língua percorria toda a extensão daracha de Aninha, subindo e descendo. Na subida parava no buraco e enfiava a língua o mais fundo que consegui arrancando gemidos de Aninha.
Nesta altura eu Antônio já estávamos com nossos cacetes duros para fora da sunga massageando-os numa suave punheta... Silvia sabia disso e se posicionara de tal forma que tínhamos ótima visão das duas. AS lambidas foram lentas e longas e o orgasmo de Aninha veio num crescendo também lento e longo, mas terminou ruidoso e intenso...
Vendo-a largada na borda da piscina, Silvia saiu da água e continuou cariciando os seios e o abdômen de Aninha, descendo até sua buceta e coxas. Depois de alguns minutos Aninha, já mais recomposta falou:
- Nossa que delícia... Que gozo longo e intenso. Nunca tinha gozado de língua assim.
- É a vantagem das mulheres – Falou Silvia – Nós sabemos como funciona uma buceta como nenhum homem sabe...
- Quero experimentar fazer também, posso?
- Claro. É tudo que eu quero agora...
Aninha então ergueu-se e ambas foram até uma cadeira reclinada. Silvia ainda de pé teve sua calcinha tirada por Aninha que ficou acariciando longamente a bunda firme e arrebitada de Silvia. Depois a deitou na cadeira e foi descendo do tronco, peitos até chegar na buceta. Tudo bem que ainda não tinha a maestria de Silvia, mas logo pegou o jeito e chupou a buceta longamente. Silvia empinava o quadril oferecendo sua buceta à boca de Aninha que não se limitava a lambê-la, mas a abocanhava inteira e mamava avidamente tal qual um bebe faminto.
Silvia não demorou muito a gozar. Silvia nunca demorava a gozar. E seus gozos eram sempre intensos e barulhentos... As duas caíram apertadas na cadeira abraçadas.
Depois de alguns segundos, Silvia falou:
- Parece que nossos homens estão animados. De uma olhada.
Realmente estávamos ainda com os paus duros nas mãos.
- Meninos – falou Aninha – Não vão desperdiçar porra aí, né? Guardem para nós.
E vieram ambas em nossa direção. Tentamos disfarçar, mas naquela altura nada mais restava a fazer senão tirar de vez a sunga e ficarmos todos pelados.
Aninha aproximou-se de Antônio e falou;
- Querido! A Silvia é demais... adorei essa coisa de colar velcro.
- E você aprendeu bem rapidinho – completou Silvia.
- Eu vi... Foi muito excitante. Agora vocês tem que resolver esse meu problema... o pau não amolece.
- E quem quer que amoleça? – Falou Silvia – Posso experimentá-lo Ana?
- Claro... É tudo que ele quer agora e eu quero ver isso.
Silvia então, na maior naturalidade abocanhou o pau de Antônio e começou a chupá-lo longa e lentamente. Suas mãos massageavam as bolas e enquanto sua boca subia e descia no mastro ereto de Antônio proporcionando uma visão maravilhosa daquele pica entrando e saindo da boca gulosa de Silvia. Aninha sentou-se a meu lado, claramente excitada e não deixei de aproveitar para acariciar suas costas descendo até sua bunda.
Antônio gemia pedindo mais, mas Silvia mantinha o ritmo levando-o a loucura. Aninha não resistiu e juntou-se a Antônio na felação. Aí levaram Antônio à loucura total, com gemidos ainda mais altos. Aninha estava ajoelhada e sua bunda se oferecendo venceu minhas resistência voyerísticas. Apontei meu pinto duro para sua buceta e enterrei-o de um só golpe, arrancando um leve gemido de Aninha.
Apesar da excitação, Silvia não queria fazer Antônio gozar tão cedo, assim levantou-se e montou a cavalo no cacete de Antônio. E subia e descia lentamente, proporcionando a mim e a Aninha a visão deliciosa do cacete entrando e saindo da buceta encharcada de Silvia. Aninha, de novo não resistiu e começou a lamber o pinto e a buceta em plena foda. Silvia já se encaminhava para o gozo, mas ainda estava um pouco cautelosa...
- Quer que o Antônio goze em você? Perguntou a Aninha.
- Não pode ir ele tá louco pra gozar em outra buceta... E eu quero ver isso...
Silvia acelerou seus movimentos de cavalgar fazendo gemer e apertar forte os peitos de Silvia. Não demorou muito e Silvia começou a gozar. E gozou várias vezes emendando o gozo, até que Antônio também gozou forte, sob os aplausos de Aninha. Ambo pararam por um instante, mas Ana logo tirou Silvia de cima de Antônio e começou a lamber alternadamente o cacete dele a a buceta de Silvia escorrendo porra.
Eu ainda continuava na mão, então novamente aproveitei que Aninha estava abaixada e a penetrei por traz... Ela adorou chupar o pau de Antônio e ter sua buceta fodida pela minha pica que estava duríssima. Silvia, para não perder a viagem, posicionou sua buceta na boca de Antônio. Com o tesão que estava, não demorei nadinha para encher a buceta de Aninha de porra quente... E aí, foi a vez de Silvia vir lamber a buceta dela e meu pau.
Caímos os 4 exaustos e levamos alguns minutos para recuperar o fôlego. Claro que erra só o começo e queríamos todos, mas especialmente Antônio e Aninha, muito mais. Mas tínhamos tempo. Seriam 2 dias só para trepar e se divertir... Com certeza ia faltar ereção e sobrar bucetas e cús ardidos.
Quebrado o gelo, resolvemos ficarmos todos pelados mesmo. Com isso podíamos brincar e bolinar um ao outro sem maiores problemas. Dentro da água a pegação foi direta. Brincamos e guerra com as mulheres sentadas no nosso cangote (claro que Silvia no Antônio e Aninha comigo). Era delicioso sentir sua buceta quente na minha nuca e ver as duas se abraçando e não fazendo lá muita força para derrubar a outra. De fato, volta e meia elas se beijavam. A ideia era sacanagem mesmo. Até eu e Antônio volta e meia roçávamos involuntariamente nossos cacetes, mas sem nenhum constrangimento. Realmente com duas mulheres para nos divertirmos, não tínhamos lá grande tesão de nos acariciar.
O papo, claro era só sobre sexo e experiências eróticas. Silvia contou inúmeros casos e situações que nos deixavam cada vez mais excitados. Assim passamos o dia. À noite fomos todos ao grande banheiro da suíte e tomamos banho todos juntos. E novamente roulou muita pegação. As mulhers lavaram (juntas é claro) nossos cacetes, muito bem lavadinhos com direito a chupadinhas para verificar se estavam bem limpinhos. Nós retribuímos lavando as bucetas, por dentro e por fora e também lambidas para checar. Os cús também foram lavados cuidadosamente, com direito a dedinhos lá dentro para evitar sujeirinhas desagradáveis. Tudo na maior farra.
Depois da janta, na sala, fizemos uma gincana erótica inventada por Silvia. De um pote, um tirava um papel com o nome de outro com que transaria. De outro pote, o sorteado retirava um papel que dizia o que o primeiro iria fazer com ele. Claro que havia um pote para homens e outra para mulheres. E valia tudo desde beijo até levar dar o cú, passando por lambidas, chupadas, dedadas, etc.
Antônio foi o primeiro e sorteou Silvia e ela tirou o papel que teria que dar o cú pra ele... Logo de primeira uma dessa, foi a gloria. Antônio não precisou de grande ajuda pro pau fica duro e com o KY pra ajudar ele comeu o cú da Silvia gostoso. A ponto dela gozar com o pau no cú. Depois Ana, me sorteou e eu sorteei para ter meu cú lambido por ela... Foi uma delícia a língua dela entrando e saindo do meu rabo. Silvia sorteou Aninha e ela sorteou dar um chupada na buceta de Silvia. Claro, Silvia gozou fartamente na boca de Aninha. Finamente eu sorteei Antônio que muito a contragosto teve que chupar meu cacete. Mas p fez com maestria.
Foram várias rodadas com as mais variadas formas de prazer, onde dois faziam e os outros dois curtiam. Eu sortudo comi o cú de Silvia e Aninha. Antônio, azarado, levou uma dedada de Silvia, mas se deu bem, comendo meu cú.
Quando a excitação estava no máximo, Eu e Antônio fizemos uma dupla penetração em Silvia, com ele gozando forte no cú dela. Eu controlei meu gozo e acabei gozando no cu de Aninha enquanto Silvia chupava a buceta dela e Antônio dava o pau, embora meio mole, para ela chupar.
Estávamos exaustos e fomos dormir. Claro os 4 juntos. Na cama King Size as mulhers deitaram no meio e eu e Antônio atrás de Silvia e Aninha respectivamente. Logo as duas se abraçavam e se beijavam enquanto nós, por traz acomodávamos nossos pintos nas suas bundas. Passados alguns minutos, Silvia falu:
- Que tal a gente trocar, Aninha? Quero desfrutar um pouco mais do seu marido. Se importa?
- Claro que não. E eu quero ver isso, enquanto o Paulo me encoxa gostoso.
Trocaram e continuaram se pegando com suavidade. Não demorou muito meu pau estava duro e suavemente encaixei na buceta de Aninha e deixei lá dentro. Ela só deu uma gemidinha, uma reboladinha e ficou quita. Logos em seguida percebi eu Silvia também encaixava o pinto de Antônio na sua buceta. As duas se beijaram longamente e Aninha falou.
- Parece que nossos macho colocaram os pinos de segurança no devido lucar, certo Silvia?
- Certíssimo.
- Então estamos segura... Boa Noite
E dormimos os 4 o sono dos justo com pintos aninhados nas bucetas. Seus habitat natural...



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