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PRIMEIRO TESÃO REAL - Parte 2


autor: pf
publicado em: 15/01/16
categoria: gays
leituras: 1909
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Fonte: maior > menor



E a vida seguiu para cada um com distância e sem contato. Ambos crescemos. Aprendemos
mais sobre sexualidade e mesmo sobre homo-sexualidade. Conhecemos as meninas e
descobrimos que era também muito gostoso fazer sexo com elas. Sob alguns aspectos até
melhor. Afinal elas tinha dois buracos e a buceta fora especificamente feita para o sexo e não
necessitava de higienizações especiais ou lubrificantes. É verdade que se sentia falta de algo
penetrando no nosso cú, mas o preconceito e o medo de se tornar público inibiam qualquer
incursão pelo homossexualismo.
Passaram-se 25 anos e a coincidência do destino fez com que um belo dia, numa festa de
amigos, voltássemos a nos encontrar. Ambos casados, com lindas mulheres. Claro não nos
reconhecemos mas as conversas sobre a infância logo nos identificamos. E nos olhamos e
silenciosamente lembramos nossas aventuras. O tesão bateu imediatamente, mas as esposas
juntos nos fizeram silenciar. A senha foi o Chiquinho que ambos comemos e agora queríamos
repetir as nossas emoções infantis. Mas isso fica para o próximo conto..
No meu conto anterior, contei como conheci o Sidnei e nossas transas infanto-juvenis. E
depois de 25 anos como nos re-encontramos casualmente. Claro que naquele ambiente social
e junto com nossas esposas, não pudemos rememorar nossas emoções, mas nada impediu de
trocarmos nossos telefones para um contato posterior.
E logo na segunda-feira pela manhã, recebi uma ligação de Sidnei.
- Olá amigo, como vai?
- Tudo bem – respondi – realmente muito contente de re-encontrá-lo
- Será que só contente? Eu estou mais do que contente. Minhas memórias voaram neste final
de semana.
- Não posso negar, as minhas também. Mas aquilo foram coisas de criança. Os tempos agora
são outros.
- É verdade... mas nada impede de adequarmos ao presente, não acha?
Sidnei fora direto ao ponto. Sem rodeios ou meias palavras. Certamente queria retomar os
prazeres daquela época, mas eu não sei se eu queria. Afinal estava casado e bem casado. Tinha
uma vida sexual extremamente satisfatória e nunca mais tivera uma experiência homossexual.
Claro que o prazer anal nunca se fora, mas eu e minha esposa Célia descobrimos a fórmula
perfeita de satisfazer meu tesão anal com a inversão sexual. Usávamos uma sério e consolos
com cintos onde Célia me comia regularmente e onde eu dava vazão à todas as nossas
fantasias.
Apesar de que não raro Chiquinho e Sidnei vinham fazer parte dessas fantasias. Célia sabia de
parte da história de minhas aventurar sexuais infanto-juvenis. Não tudo. Do Sidnei sabia
apenas a parte dos dedinhos no cú e as punhetas recíprocas. Embora pelas fantasias ela devia
desconfiar que fomos elem, porque volta e meia ela assumia a figura do Sidnei e eu pedia para
ela comer meu cú bem forte...
Mas depois de algum tempo de conversa com Sidnei, concordei em tomarmos uma cerveja
para rememorar os velhos tempos. E ainda naquela semana fomos a um barzinho depois do
trabalho. Sidnei se tornara um belo homem. Loiro, alto magro sem exageros musculares.
Sonhava que sua bundinha ainda seria lisinha e seu pinto fino e comprido.
Nosso encontro foi efusivo. Ao tradicional aperto de mão, seguiu-se um abraço másculo, claro,
mas certamente mal intencionado. Ambos queriam sentir o corpo do outro. Mesmo que isto
fosse simbólico. Nunca tivemos sentimentos afetivos. Apenas tesão. No Passado primeiro por
curiosidade e depois por puro prazer. Agora não sabíamos. Certamente era curiosidade. Mas
uma curiosidade muito mais madura e experiente. Uma curiosidade que agora sabia onde
chegar.
A conversa fluiu solta com ambos contanto o que fizera esses anos todos. Logo porém sexo
entrou na conversa. Primeiro falando cada uma de suas vidas sexuais, suas esposas.
Curiosamente nenhum dos dois tivera outra experiência homo. Ambos eram casadas com
mulheres gostosas, sexualmente ativas e abertas. E ambos continuaram a ter e buscar prazer
anal, que era satisfeito pelas esposas por inversão. Mas secretamente ambos tinham a fantasia
de experimentar um pinto de verdade.
Obviamente não demorou para vir a abordagem e foi Sidnei quem tomou a iniciativa (ele
sempre fora o mais avançadinho).
- Paulo, você toparia a gente voltar a transar? Só pra ver como fica?
- Não sei – respondi – A fantasia nunca me sai da cabeça, mas acho que não tenho atração por
homem. Positivamente não sou homossexual.
- Eu também não, cara. De fato dar o cú não deixa a gente viado, como a gente pensava,
lembra?
- Claro que lembro. O que não quer dizer que a gente não goste de dar o rabo, certo?
- Certíssimo. E por isso que a gente deveria saciar essa nossa fantasia. Afinal Nosso segredo
continuará segredo e nossa memória afetiva vai facilitar tudo, não acha? Eu estou louco pra
experimentar um pinto de verdade, mas não vou sair dando o meu cú pra qualquer um. E pra
você eu já dei e gostei. Acho que a gente deveria tentar retomar. O que voe acha?
- Bem, se tem alguém que eu daria meu cú com tranqüilidade seria você. E também, não me
falta vontade de provar um pinto de verdade. Só não sei se quero te beijar na boca. Rsrsrsrsr.
- É verdade... rsrrssr... A gente não curtia isso, e acho que continuamos não curtindo.
Não precisa dizer que saímos do barzinho e fomos direto para um motel próximo. Os
hormônios continuavam explodindo como nos tempos de criança e mal chegamos e trancamos
a porta e nossas mãos estavam explorando os respectivos cacetes. A curiosidade em saber
como ficaram aqueles nossos primeiros objetos de prazer era imensa e aparentemente os dois
não ficaram desapontados. Eu certamente adorara confirmar que Sidnei continuava com um
longo e fino pinto bem branquinho, poucos pelos, uma bunda deliciosamente arrebitada e
lisinha e agora uma bem feita fimose deixava a mostra toda sua cabecinha vermelha e
pontuda.
Já Sidnei ficou impressionado como eu estava peludo, apesar de o púbis, saco e cú depilado,
obra da Célia que adorava lamber-me todo, mas odiava os pelos soltando na sua boca. Feita a
exploração inicial mútua e ambos já totalmente nus com os corpos se esfregando, Sidnei
relembrou nossas preocupações com o equilíbrio do troca-troca:
- Vamos sortear que come quem primeiro? – perguntou ele?
- É justo... Quem ganhar chupa primeiro e come primeiro, certo?
- Como nos velhos tempos.
Como sempre minha má sorte prevaleceu e Sidnei. Com extrema ansiedade Sidnei ajoelhou-se
na minha frente e começou a chupar meu cacete com volúpia. Engolia o cacete inteiro e as
mãos massageavam minhas bolas, minha bunda, minhas coxas... Um tesão imenso me invadia,
ao mesmo tempo que via o pau de Sidnei cada vez mais duro. E minha vontade de chupá-lo era
cada vez maior.
Depois de uma longa e deliciosa chupada, foi minha vez. Deitei Sidnei na cama e comecei a
mamar sua pica deliciosa, retribuindo a ele as carícias no saco e na bunda... Mais que isso
chupava também suas bolas e fazia minha língua percorrer toda a extensão de seu cacete. Do
topo da cabeçona vermelha descia até seu saco e seguia até levar minha língua até seu cú,
fazendo-o tremer de tesão.
Retribuí-lhe a longa chupada e para terminar, posicionei-me para terminar a seção de mamada
com um delicioso 69. Primeiro eu por cima o que lhe deu a oportunidade de brincar e bolinar
meu cú com a língua e depois enfiando seu dedo longo. Depois de lado onde ambos tínhamos
acesso ao cú do outro enquanto mamávamos mutuamente nossas pirocas duras de tesão.
Nossos cús piscavam de desejo e Sidnei, em tendo a preferência, me posicionou de 4,
lubrificou seu pau e meu cú com o KY e gentilmente apontou seu pau na minha “rosquinha
piscante”.
Nada como 25 anos de experiência de ambos os lados. Tanto Sidnei colocou com extrema
precisão seu pau no meu cú, como meu cú acolheu com extrema facilidade o pau de Sidnei.
Seu longo cacete ia fundo no meu cú e eu podia senti-lo tocando minha próstata, o que
aumentava ainda mais o tesão. Suavemente, mas com firmeza, Sidnei enfiava todo seu cacete,
até as profundezas do meu cú, para depois retirá-lo até sua glande saísse totalmente de
dentro de mim e eu a sentisse aliviar a pressão. Aí repetia o ciclo com extrema maestria,
paciência e eficiência, Fazendo-me urrar de tesão como nunca tinha urrado com todos os
consolos da Célia.
O calor de seu pinto dentro do meu cú era o diferencial. A Maciez da carne verdadeira ao invés
do silicone fazia toda a diferença. E meu rebolado sincronizado com suas investidas no meu cú
potencializavam o tesão. Sidnei se tornara um mestre na arte de comer um cú. E comprovoume
sua maestria em várias posições. Cavalguei no seu cacete, controlando eu a velocidade e
intensidade da penetração. Arreganhei-lhe minha entranhas fazendo-o me penetrar num
delicioso frango assado onde pude sentir profundamente sua pica invadindo meu cú guloso
por uma pica.
Mas para a gozada gloriosa eu escolhera a posição. Minha favorita: de ladinho com Sidnei me
comendo por traz e sentido todo o corpo dela nas minhas costas. Minhas pernas juntas faziam
pressão no seu pinto, que, de tão tarado rapidinho encheu meu cú com sua porra quente.
Sentia seu jatos dentro de minha entranhas com seu pinto imóvel lá dentro... E sentia a
deliciosa sensação de Sidnei, lentamente tirar seu pinto de dentro de mim lambuzado de sua
porra quente. Deliciosa.
Os dois exaustos tomavam um fôlego. O pau melado de Sidnei me tentou e não resisti em dar
uma lambida para recolher um pouco de sua porra. A maior parte escorria de meu cú e vendo
isso Sidnei não resistiu e também foi lambê-la. Era um tesão sentir sua língua lambendo meu
cú molhado. E surpreendentemente Sidnei, com a boca cheia de porra veio me beijar a boca.
Realmente beijo na boca não nos atraia, mas uma boca molhada de porra não se pode
desprezar...
Passado uns minutos de relaxamento, meu pau continuava duro e Sidnei mostrava sinais que
também se recuperaria. Então era minha vez no troca-troca. E Sidnei postou-se de 4,
oferecendo seu cú pra mim. Lambi-o longamente e depois de devidamente lubrificado, apontei
minha pica no seu cú e com a mesma suavidade fui enterrando naquele cú delicioso e lisinho.
Bombei forte seu cú e meu pinto, mais grosso do que Sidnei arrancava-lhe gemidos de prazer.
Depois ele cavalgou de frente para mim e podia acariciar seus peitos lisos com os mamilos
intumescidos de tesão, enquanto sentia sua pica já dura novamente bater na minha barriga.
Punhetava ela enquanto ele alucinadamente cavalgava meu cacete. Minha punheta no pau do
Sidnei continuou com ele de frango assado. Outra delícia que ele gemia de prazer.
Mas Sidnei escolheu que eu gozasse de estupradinha (nosso trato de troca-troca incluía que o
que dava escolhia a posição que o que comia gozava). Sidnei deitou-se de bruço e eu deitei em
cima dele. Abri suavemente suas nádega e fui enfiando minha pica no seu cú. O tesão era
aumentado na medida que ele fechava as pernas e comprimia meu cacete e eu soltava meu
corpo nas suas costas, o imobilizando. Com movimentos fortes de quadril, em poucos
segundos esporreei fartamente no cú de Sidnei Que urrava de tesão...
Tirei suavemente meu cacete e a porra escorria do seu cú. Não resisti e comecei a lambê-la.
Sidnei levantou o quadril ficando de 4 e seu pau continuava duro, virei ele de costas e monteilhe
em cima num 69. Na hora ele começou a mamar minha pica ainda cheia de porra e eu seu
pau duro. Não demorou muito e ele encheu minha boca de porra numa segunda e gloriosa
gozada. Tudo bem... Eu ficara com menos no troca-troca, mas valera a pena... Sentir sua porra
quente na minha boca reativara minhas lembranças e era algo que nunca se conseguia com
um pinto de silicone... Bem que Sidnei tentou me fazer gozar de novo, mas meu cacete estava
exausto. Apesar de uma só gozada, fora muito tempo duro... Precisaria de um repouso, mas do
que só tomar fôlego.
Depois de uns instantes de silêncio eu falei:
- Que tal? Matamos a saudade?
- Com certeza. Foi melhor do que minha memória podia se lembrar.
- Pra mim também... perfeito... Mas será que agora a gente vira viado?
- Acho que não... No máximo viramos bi, ou flex, como dizem.
- Verdade. Mas foi muito bom... Só não sei se devemos repetir.
- É verdade... Tem as esposas, certo?
-É isso. Eu ainda acho que não quero abrir mão da minha bucetinha de todo dia.
- Eu com certeza não quero.
Fez se o silêncio por alguns momentos, quando, quase simultaneamente um olhou para o
outro e falamos juntos:
- A menos que elas topem participar....




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