"Os mais excitantes contos eróticos"


Um fim de semana para ser adestrada II


autor: LaFemme
publicado em: 21/01/16
categoria: bdsm
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Acordei com ele mordiscando milha orelha e com a mão passando pelas minhas coxas e indo em direção a minha bucetinha. Primeiro massageou meu clitóris e depois enfiou um dedo.

Me arrancando gemidos em estado sonolento. Beijou meu pescoço. Começou a foder minha bucetinha com dois dedos e disse no meu ouvido:

- Vai ser minha de todas as formas possíveis hoje. Vai me satisfazer e gozar feito a puta que é.  E  ainda vai implorar para eu te foder mais tarde. Então aproveite agora.

- Renato, o ... Que... Ohhh... Mais você quer... De mim?

- Tudo. Quero você pra mim. De todas as formas.  Não sou homem de muitas mulheres, quando quero é apenas uma. Mas quero por inteiro. Quero que me obedeça cegamente, que se entregue por completo e principalmente que seja minha.

Disse tudo isso sem parar de me foder por um segundo, com os dedos. Veio por cima, se posicionou e começou a meter seu cacete em minha bucetinha, bem lentamente.

- Será que você vai querer ser minha?

E dizendo isso, sem parar de meter, foi chupando meus seios.

- Será que vai resistir, Kayla? Vai conseguir ficar sem um macho de verdade, depois dessa noite? E do que ainda está por vir?

Suas palavras me arrepiaram toda. Já estava me contorcendo naquele cacete gostoso.  Não conseguia sequer pensar com clareza, menos ainda responder. Ele parou de chupar, mas não de foder, correu a língua para cima em direção ao meu pescoço e disse no meu ouvido:

- Responda,  minha delícia, vai conseguir ficar sem seu macho? Vai aguentar ficar sozinha de novo uma noite inteira? Terminou mordiscando meu pescoço e me deixando louca. Gozei intensamente.  Ele me beijou calando os gemidos. Sem parar o maravilhoso vai e vem.

- Vamos, Kayla, estou esperando.

Ainda em êxtase respondi de forma entrecortada:

- Não consigo ficar mais um minuto sem você,  mas não quero abrir mão de toda a minha vida.

- E nem vai, doce Kayla. Não espero isso. Vai trabalhar,  ter suas amigas e tudo mais que quiser, mas terá que se mudar para cá e fazer absolutamente tudo que eu mandar. Você saberá o momento certo em que espero sua obediência, será adestrada para isso.

Aquelas palavras estavam me enlouquecendo novamente, e enquanto esperava minha resposta voltou a chupar e mordiscar meus seios e com a outra mão a massagear meu clitóris.

- Oh Renato! Sim. Sim. Qualquer coisa que mandar... Mas claro que não era eu pensando e sim o desejo avassalador que ele provocava.

- Muito bem, minha Kayla. De agora em diante é minha e só minha e se eu te pegar falando ou olhando outro homem será violentamente castigada, compreende?

- Sim, Renato, ohhhhh sim...

- Pois bem. Então goze de novo no seu macho para que possamos começar o dia.

Mal ele terminou a frase e os espasmos me sacudiram. Ele fez mais um pouco e gozou também, me puxando para seu peito me beijando.

Soltou a coleira e me puxou pela mão para o banheiro onde tomamos banho trocando beijos. Quando voltamos ao quarto ele foi a um dos armários e tirou um conjunto de calcinha e sutiã de renda brancos.

- Vista isso, Kayla. Sempre que estiver em casa é assim que deve se vestir. Apenas isso é mais nada. Vai encontrar diversos no nosso quarto.

Peguei as peças e comecei a vestir pensando em "nosso quarto" quando terminei ele estava vestindo bermuda e camiseta. Me pegou pela mão e me levou para cima. Tomamos café da manhã,  que já estava pronto. E ele me avisou que precisaria sair por algumas horas. Avisou que trancaria as portas e que todas as janelas tinham cadeado. Mas que de resto poderia ficar a vontade.

Andei pela casa e tudo parecia normal. Tinham três quartos, mas um deles era bem maior com a cama de casal imensa e com amarras nos quatro cantos. Abri os guarda roupas por curiosidade e em um deles havia diversas roupas femininas do meu tamanho e todas com etiquetas. Abri as gavetas e o mesmo se deu com as lingeries. Então meio assustada puxei uma gaveta que seria a de calçados. A mesma cena. Meu número e todos novos. Encontrei minha bolsa com meus pertences e meu celular desmontado e sem a bateria. A essa altura estava muito assustada mesmo.

Será que Renato era louco? Como ele fez isso em algumas horas... Sentei na cama e me lembrei que ele havia dito que me queria a muito tempo. Será que foi tudo premeditado?

Fiquei sentada meditando sobre isso quando escuto o barulho da porta sendo destrancada. Achei estranho, pois ele havia dito algumas horas e só havia se passado 1h. Ou talvez nem isso. Coloquei uma camiseta e um short que achei e desci para ver do que se tratava.

Na sala havia um senhor que deveria ter seus 60 anos. Me deu bom dia e me ignorou por completo. Bem que seja...

Sentei no sofá e liguei a TV.  Nada. Apenas a tela preta. Então tentei o rádio e só recebi chiado como resposta. O homem desceu ao subsolo e voltou com as roupas de cama usadas nos braços. Passou por mim, não sem dar uma boa olhada e sumiu pela cozinha. Ficou lá por tanto tempo que achei que não o veria mais. Acabei cochichando no sofá. Acordei com Renato entrando com várias malas , eram pelo menos umas cinco. Não quis perguntar nada pois ainda estava assustada.

Quando ele me viu não fez uma cara de muitos amigos. Fiquei sem entender. Logo depois o senhor saiu da cozinha, cumprimentou Renato efusivamente e saiu trancando a porta.

Renato deixou as malas na entrada e veio se sentar no sofá em frente ao meu.

- Minha Kayla, eu fiquei fora apenas por um par de horas e você me desobedece não uma, mas duas vezes?

- Renato, mas o que...

- Não consegui terminar a frase, pois um tapa violento me calou.

- Não dei permissão para falar. Fique quieta.

Ele foi até a cozinha, ouvi um barulho de copos. Depois voltou com um copo de wisky na mão. Deu alguns goles me olhando daquela forma. Apoiou o copo numa mesa de centro e veio até mim. Me deu um beijo duro e possessivo, depois me levantou pelos cabelos e me levou com ele para baixo.

Ainda não conseguia entender. Ele me jogou no chão perto de uma corrente pendurada no teto. Pegou os braceletes e afivelou em meus pulsos de forma que fiquei com os braços para cima e o corpo todo exposto.

Ele baixou o short e tirou minha calcinha. Sem dizer uma única palavra. Foi a uma gaveta e voltou com um plug anal , um vibrador e um chicote. Enfiou o plug na minha boca. E depois meteu no meu cuzinho, me fazendo gritar. Socou o vibrador na minha bucetinha e deixou ligado.

-Agora você será castigada por ter vestido a roupa e por ter ficado sozinha com outro homem.

- Mas Renato eu...

E outro tapa explodiu em meu rosto.

- Quieta. Só vai falar quando eu mandar...

- Mas isso...

E vieram outros dois tapas. Ele suspendeu um pouco a corrente me fazendo ficar toda esticada nas pontas dos pés. Deixando o plug e o vibro mais apertadinhos em mim.

Ele pegou o vibro e socou várias vezes em minha bucetinha, me arrancando lágrimas, mas não disse nada, pois não queria outros tapas.

Me deixou assim por alguns minutos enquanto contemplava a cena. E de repente o chicote estalou em minhas costas rasgando a camiseta.

Gritei. Foi uma dor imensa. Misturada ao prazer dos consolos, mas ainda assim imensa.

- Pode começar a contar sua puta desobediente. E se eu não ouvir vou te chicotear até ouvir você contar dez chicotadas.

Não podia acreditar. E logo veio outra. E gritei duas.

- Sua puta desobediente, você já contou a primeira e explodiu outra em minhas costas.

Gritei novamente. E contei uma. E as outras dez se seguiram da mesma forma.

Quando acabou ele guardou o chicote. Minhas lágrimas pingavam no chão. Ele voltou e lambeu uma de meu rosto. Me beijou e começou a mexer no vibro até me fazer gozar daquela forma. Depois tirou o plug e o vibro.

Ele soltou as correntes de repente e com as mãos ainda presas caí no chão.  Trêmula.

Ele se abaixou. Desafivelou os braceletes, rasgou a camisa que estava em farrapos, soltou o sutiã e me ergueu com todo cuidado. Sentou na cama e meteu sua pica na minha bucetinha toda dolorida. Estocando forte até me encher de porra. Me fez ficar de joelhos e limpar todo seu pau.

Só depois me deitou na cama, colocou a coleira com a corrente e saiu. Voltando uns minutos depois com algodão, anti séptico e uma pomada para não deixar cicatrizes.

Cuidou das minhas costas com toda delicadeza.  Beijou meu pescoço e disse no meu ouvido. "Descanse, conversaremos mais tarde."

E saiu. Me deixou chorando lá. Acorrentada.

Acho que dormi. Porque acordei com um carinho em meus cabelos. Um novo conjunto de lingerie estava ao lado.

Notei que estava novamente sem a coleira.

Me levantei com alguma dificuldade,  vesti as peças,  agora vermelhas e olhei para Renato.

- Muito bem, minha doce Kayla. Não posso dizer que senti muito por seu sofrimento, mas foi escolha sua.

Não disse nada.  Ele sorriu e falou: - Pode falar livremente, por enquanto.

Olhei para ele. Pensei em não falar nada até domingo, mas provavelmente seria castigada.

- Por que fez isso?

- Porque você me desobedeceu.

- Mas eu ouvi alguém entrar. Não podia descer de calcinha e sutiã.

- Kayla. Minha Kayla. Você não poderia descer para não descumprir a ordem. Será que não entendeu que era um teste.

Fiquei chocada. Porquê tudo aquilo...

- Kayla, entenda que agora você é minha. E deve cumprir minhas ordens. Ou vai acabar se machucando ainda mais...

- E todas aquelas coisas no quarto?  O que é tudo aquilo?

- Bem, essa é sua nova casa.  Espera - se que você tenha coisas aqui.

- Mas como fez tudo isso em algumas horas?

Ele deu uma gargalhada.

- Horas? Eu diria semanas.

- Mas como assim? Eu podia ter dito não.

- Então seria pior para você,  pois ficaria a força até dizer sim... E chega dessa discussão sem fundamento. Deite-se aqui ao meu lado, pois ainda não estou satisfeito.

Falou isso e deu umas palmadinhas ao seu lado na cama. Pensei em não obedecer,  mas claro! Seria castigada de novo.

Então subi na cama e me sentei ao seu lado no lugar indicado.

Mal me acomodei e ele tomou meus lábios, com o cacete já enorme. Me empurrou de costas na cama e, claro, eu gritei de dor, mas ele não parou. Pôs minha calcinha de lado e chupou minha bucetinha daquela forma maravilhosa, me deixando encharcada. Já estava rebolando novamente em sua boca, como a puta que ele dizia que eu sou. Ele parou de chupar e traçou o caminho de beijos até meus seios e chupou os dois com a mesma dedicação que havia dado a minha bucetinha. Mesmo com as costas retalhadas eu estava arqueada em direção à sua boca. Ele meteu seu cacete em minha bucetinha sem parar de me chupar. Eu estava gemendo e rebolando gostoso em seu pau. Mais uma vez ele parou e levantou minhas pernas até seus ombros e disse : - Agora vai doer... E enterrou seu cacete no meu cuzinho, de uma só vez. Urrei com uma dor tremenda e comecei a tentar sair da posição. Ele me deu um forte tapa e puxou as correntes da cabeceira da cama para prender meus pulsos.

- Agora grite a vontade,  minha Kayla, quanto mais alto melhor.

E voltou a estocar com tudo no meu cuzinho, eu gritei loucamente com as lágrimas escorrendo pelo rosto e ele estocava mais forte a cada grito. Num dado momento ele se pôs a massagear meu clitóris e foder minha bucetinha ao mesmo tempo em rasgava meu cuzinho.

- Goza sua puta. Anda, vamos lá . Quero ver sua cara de vadia gozando enquanto arrebento suas pregas.

E eu gozei muito. Muito mesmo. Ele encheu meu cuzinho de porra e deixou escorrer . Saiu de mim me deixando com as mãos presas e foi ao banheiro. Escutei o chuveiro sendo ligado e ele tomando banho. Fiquei pensando em mim e em o que fazer. Mas apesar de tudo eu estava completamente saciada.

Ele voltou do banho.  Beijou minha boca. Soltou as correntes e me mandou levantar. Senti dificuldade, pois estava dolorida em vários lugares e as costas ardiam com os cortes.

Ele me ajudou e me levou pra cima pela mão até o cômodo que chamava de nosso quarto.

- Agora vista uma roupa que vou levar você para almoçar.

Achei que estivesse brincando.  Não poderia querer que eu saísse com sua porra ainda me sujando e com as costas daquela forma. Mas ele estava se vestindo...

- Se você não pegar uma roupa eu mesmo o farei. E pode ser que não te agrade minha escolha.

Eu corri para o guarda roupa e peguei um vestido que cobria as costas e não precisa de sutiã. Vesti e calcei um sapato que combinava.

Quando me voltei ele segurava um vibrador de tamanho pequeno e com uma espécie de controle remoto.

- Se apóie na cama e empina esse rabo gostoso, minha Kayla.

Meio sem graça, obedeci a ordem e ele levantou o vestido, afastou a calcinha e meteu o vibrador na minha bucetinha.

Mexeu no controle aumentando a intensidade até me arrancar gemidos. Depois diminuiu de novo.

- Perfeito! Agora vamos você está ótima com minha porra no rabo e sob meu comando.

Passou seu braço no meu. E me levou para o carro. Lá vendou meus olhos e saímos. O trajeto todo ele foi brincando com os dedos em minha bucetinha. Cerca de meia hora depois o carro parou. Ele me fez lamber seus dedos e tirou a venda.

Saiu do carro deu a volta, abriu a porta e me estendeu a mão. Saímos andando de braços dados.

-Kayla, espero que se comporte bem. Não quero te pegar olhando para outro homem. Nem mesmo para o garçom. Fui claro?

- Sim Renato.

- Perfeito!

- A propósito, como vou trabalhar sem falar com outros homens?

Isso me rendeu um tapa na bunda. Olhei para os lados e felizmente não tinha ninguém olhando.

- MINHA doce Kayla. Isso eu arranjarei no devido tempo. Não faça perguntas impertinentes,  apenas cumpra sua ordem.

Entramos no restaurante. Veio um homem nos levar até a mesa. Tive que ir olhando para o chão. Tentando não desobedecer. Ele perguntou se gostaríamos de beber alguma coisa, eu já ia erguer o olhar quando lembrei. Peguei o menu e pedi um suco olhando para o papel. Renato pediu um vinho e escolheu a comida. Eu apenas concordei. O garçom se retirou.

- Muito bem, minha menina.  Estou encantado.

Não pude deixar de sentir uma pontada de alegria. Não conseguia me compreender,  mas sorri para Renato. Ele escolheu esse momento para brincar com o controle remoto ligando o vibrador. Foi um choque e ao mesmo tempo muito tesão. Eu morrendo de sensações sem poder me mexer ou dar um suspiro. Já estava molhada de desejo.

Renato se levantou e ocupou a cadeira do meu lado, chegou bem perto e disse:

- Bom minha Kayla? Você com todo esse tesão mesmo depois de eu ter te fodido de várias formas de ontem para hoje?

Achei melhor não responder ou gemeria alto. Apenas engoli em seco. Ele começou a percorrer meus ombros e pescoço com as pontas dos dedos, me deixando maluca. Sussurrou no meu ouvido - Se você gozar aqui com todos esses homens por perto terei que castigá-la seriamente.

Meu Deus, aquilo estava se tornando insuportável!

Ele voltou para seu lugar e ficou me observando enquanto eu me esforçava para não gozar. A comida chegou e o garçom foi nos servir. Quando estava acabando deixou cair molho sobre meu vestido. Ato reflexo olhei para cima enquanto ele tentava me limpar. E pronto. Estava perdida! Ao pensar no que fiz olhei para Renato que balançou a cabeça e deu um sorriso torto.

Tive vontade de gritar de raiva, dor, desesperado, humilhação, mas o que realmente me incomodou foi decepcioná - lo.

Terminamos a refeição em silêncio. Ele pagou e saímos. O vibrador me matando. Entramos no carro como de costume, eu primeiro,  ele me vendou e arrancou com o carro. De repente senti um tapa no rosto. Ele enfiou a mão entre minhas pernas, arrancou o vibrador e jogou no chão. Não pude ver, mas sabia que estava furioso.

Quando o carro parou novamente ele desceu, abriu minha porta e me tirou pelos cabelos de lá de dentro. Me deu dois tapas no rosto, um na bunda e foi me arrastando pelos cabelos. Destrancou a porta, me puxou pra dentro, trancou de novo e me jogou contra ela. Veio por trás colocou minha calcinha de lado e meteu com tudo seu cacete em minha bucetinha. Estocava tão forte que me prensava contra a porta.

- Sua puta, safada. Não consegue mesmo obedecer uma ordem simples.

Deu vários tapas na minha bunda. Eu gemia alto. Não podia mais resistir e gozei naquele cacete me fodendo.

- Isso sua puta. Três ordens desobedecidas na sequência. Isso vai ser muito bom. Para mim, claro!

Quando ele gozou e me soltou eu deslizei pela porta até me sentar. Não sabia o que fazer, mas não queria ser castigada de novo. Fiquei de joelhos para implorar, mas ele me levantou do chão pelos cabelos e me arrastou aos tropeços para o subsolo.

- Tire toda a roupa. Já!

Obedeci de pronto. Fiquei totalmente nua. A porra escorrendo pelas minhas pernas e eu ainda vendada.

Ele apertou os bicos dos meus seios com toda a força,  gritei, mas não me mexi. Escutei passos e de repente uma chicotada explodiu em minha bucetinha. Foi um ardor horrível. Mas me senti ficando excitada de novo. Não via mais como escapar disso pois me sentia culpada pelo ocorrido e não poderia viver sem Renato me comandar. Não sabia o que fazer. Apenas fiquei imóvel para receber o castigo que eu mesma achava justo.

Vieram mais três. E gritei em todas. Ele parou. Jogou o chicote no chão. O que dizia que ainda estava furioso. E também que queria me ver sofrer e gostar. Então me rendi de vez.

Ele voltou até mim e me beijou. Foi um beijo com gosto de punição, mas me abri para ele. Queria que entendesse que eu havia cedido. Que queria que me castigasse e que não ia mais resistir.

Ele ainda bravo me levou ao banheiro,  abriu o chuveiro e me jogou lá dentro. A água era tão fria que parecia que ia me congelar.

-Tome banho. Estou olhando.

Tateando achei um sabonete e me lavei toda. Mal acabei de tirar o sabão do corpo ele desligou o chuveiro e me puxou ainda ensopada. Meus cabelos deviam estar fazendo poças no chão.

Me pôs sentada em uma cadeira e afivelou meus tornozelos e pulsos. Apertou uns plugs nos bicos dos meus seios, nos meus lábios vaginais e um em meu lábio.

De repente uma onda elétrica passou por mim. A dor foi insuportável. Gritei e me debati. Ele desferiu dois tapas em meus rosto e fez o mesmo processo. Passamos pela cena quatro vezes seguidas. Já não podia mais suportar os choques e os tapas. Ele soltou os plugs e meus membros. Eu não tinha forças nem para me mexer.

Me arrancou da cadeira me jogando no chão. Algemou minhas mãos para trás,  colocou a coleira em meu pescoço, atou meus tornozelos bem apertados.

E com tudo isso eu nem me mexi. Deu três tapas ardidos e fortes em minha bunda. Eu só me contorci de leve e gemi. E com isso ele se foi.

Fiquei naquela posição por horas. Muitas mesmo. Achei que ele iria me largar ali para morrer com o tempo e sozinha. Até que escutei passos descendo as escadas. Fiquei tão feliz em vê -lo que não sabia se ria ou se chorava com medo do que estava por vir.

Senti algo forçando minha boca, era o bico de uma garrafa. Estava morrendo de sede. Enchi a boca e quase cuspi. Era uma bebida alcoólica e forte. Muito forte. Ele empurrou e me fez tomar muito daquilo. Sem opção fui bebendo. Queria agradá -lo.

Assim que achou que era suficiente parou e escutei seus passos se afastando novamente. Quase chorei, mas não podia mais desagradá-lo.

Pouco tempo depois me sentia muito estranha. Tinha vontade de rir. Do nada.

Nem escutei os passos. Ao sentir as mãos suspirei e explodi em uma gargalhada. Senti que me soltava. Tirou a venda e pisquei várias e várias vezes.  Depois ele me beijou e eu correspondi como a mulher mais apaixonada do mundo.

Ele riu. E disse:

- Acho que está no ponto. Posso falar livremente sem que se lembre. E eu precisava muito vir falar. Fico louco de pensar em outro homem colocando os olhos no que me pertence, no que quero e esperei tanto tempo.

Não posso ficar sem você e não consigo te deixar ter uma vida normal. Só posso oferecer o que sou. Só posso te dar prazer, mas ele vai caminhar ao lado da dor.

Sinto prazer em puní-la. Mas não gosto de vê-la tão abatida. Nunca senti isso antes... Por isso tinha que ser assim.

Mal contive outro acesso de riso.

Ele me abraçou e beijou de novo. Me levou pra cama , se deitou e me fez cavalgar em seu pau apertando meus seios e massageando meu clitóris até gozarmos juntos.

Caí sobre seu peito meio desfalecida. Ele me levantou e andou. Nem sei para onde. Sei que me colocou em outra cama e comeu meu cuzinho me fazendo gozar de novo. Depois disso só sei que algo apertou meu pulso direto e mais nada.

 

Continua...






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