Suruba com 8 enquanto o corninho assistia

  • Temas: Suruba, Secretária, Casada, Cuckold, Anal, Bukkake, Gang-bang, Sexo-Virtual, Esposa-Troféu, Fetiche
  • Publicado em: 02/02/16
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  • Autoria: wk1wk2wk3wk4
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Private Muse

Meu nome é Raquel e hoje sou eu quem vai relatar o que nos aconteceu na semana passada, mais precisamente na quinta-feira. Quem leu o conto em que fui enrabada pelo chefinho deve saber que todas as quintas-feiras eu libero o cuzinho para ele. Vou dizer-lhes uma coisa: quando iniciamos essa história de sair com outros homens, nunca imaginei que me tornaria uma verdadeira puta. Não que eu ache que ele seja corno, pois foi tudo combinado previamente, mas no sentido de estar amando ser enrabada por homens diferentes. Até hoje já foram 29 pirocas.


O que mais amo nessa história é saber que tenho feito o meu maridinho feliz. Foram 5 anos de casamento comum, onde nenhum traiu o outro, mas também o sexo não era nem 10% do que é hoje. Hoje, quando ele me pega para fuder, ele soca como se estivesse comendo uma puta, com muita vontade, com muito tesão. E é por isso que continuaremos aprontando por aí. Na hora que esse fogo abaixar, voltamos para nossa vidinha de casado como qualquer outro.


Vou relatar o que nos aconteceu na quinta-feira, dia que combinei com o meu chefe que ele iria me enrabar gostoso. Cheguei cedo, com um vestidinho leve, sem calcinha; se reparasse bem, tenho certeza que daria para ver que estava sem. Vi que a homarada do estoque ficava doida quando passava perto deles. Mas esse corpinho não era para o bico deles. Kkkk. Não ainda.


Estava com um fogo só na bucetinha. Meu maridinho tinha raspado ela todinha na noite anterior, para ficar bem lisinha para o chefe. Se bem que o que ele estava querendo era o meu cuzinho. O chefe passava por mim e fazia de conta que não tinha combinado nada. De vez em quando, me apertava a bunda ou enfiava o dedo no meu reguinho. Aquilo foi me dando um cio que, se pudesse, dava para ele ali mesmo na recepção. E é claro que eu ia atualizando o meu corninho (carinhosamente falando) de tudo que ia acontecendo.


Depois do almoço, meu chefe me chama à sala dele, lá pelas 2 horas:

— Tenho uma proposta para te fazer.

— Pode fazer, chefinho.

— Contei de você para um grupo de amigos e eles ficaram doidos para te conhecer. Falei que tinha combinado de te enrabar hoje. Se você quisesse, poderíamos ir a um AP de um deles para uma festinha mais reservada. Serão 8 ao todo. E é claro, o que mais deixou eles doidos é saber que o seu maridinho não sabe de nada. O que eles querem é foder uma mulher casada, portanto o trato seria você ligar para o corninho de vez em quando enquanto eles te enrabam. O que você me diz?


Confesso que fui pega de surpresa. Iria dar para apenas um e agora seriam 8 machos. Não que eu não aguentasse ou não quisesse 8 rolas, pois fiquei só imaginando a chuva de porra nos meus peitinhos; acontece que fiquei com medo, pois não conhecia essa homarada toda. Como ele viu a minha cara de surpresa, foi me acalmando.


— O pessoal é tudo gente boa, a maioria casado, mas como as esposas não dão o cuzinho, você sabe como é, precisamos recorrer a outras formas. Pode deixar que eu cuidarei de sua segurança. Te levo e te trago tranquilamente.

— Tá, se o senhor garante, eu topo. — A essas horas a minha bucetinha já estava escorrendo de tanto tesão.


— Vamos fazer o seguinte: você sai agora para o shopping e compra roupinhas: cinta-liga, essas coisas que homem gosta de ver, para fazer um striptease para essa homarada toda. Fizemos uma vaquinha e pedi R$ 300,00 para cada, portanto serão R$ 2.100,00 para você gastar. O meu, claro, fica na faixa pela indicação.


Caralho. Era quase o meu salário só para comprar roupinhas. Como homem pode ser tão safado mesmo? Peguei o dinheiro, mas não antes de mostrar para o chefinho como ele tinha me deixado.

— Olha, chefinho — levantando a parte da frente do vestido — como você deixou a minha bucetinha. Toda molhadinha querendo rola dura e grossa. — E passando o dedinho nela, esfreguei o caldinho no seu nariz. — Sei que isso deixa qualquer homem doido.


Ele respondeu: — Se prepara, porque ela vai ter muita pica para amansar hoje. Kkkk.

— Quero ver mesmo, porque eu gosto é de pica bem dura e grossa e muita chuva de gala no final, hein... Não vão me decepcionar.


Saí toda animadinha e fui logo contando pelo WhatsApp para o meu maridinho a proposta, e o danado ficou todo assanhadinho. Aproveitei e, antes de sair, passei no banheiro e fotografei a periquita toda meladinha. Ele me retornou me chamando de puta, safada, galinha, vaca, cadela, chupadora de pica, agasalhadora de rola e muito mais. Sei que nessa hora a pica dele deveria estar dura como ferro.


E o que amo nisso tudo é fazer o meu corninho excitado; na verdade, o que gosto é saber que os machos com quem transo ficam doidos, principalmente sabendo que sou casada. Parece que isso é afrodisíaco para vocês. Amo quando vocês socam com tudo lá no fundo da buceta ou do meu cu. Sentindo as rolas roçarem meu rabo, deixando vocês igual a cachorro quando monta em cima de uma cadela. Adoro deixar vocês todos assim, e no final sentir aquele leitinho quente esparramando pelo meu peitinho. E ainda saber que esse sempre foi o sonho do meu corninho. Kkkk. Todo mundo sai feliz no final.


Fui às compras e, como sabia que tinha um sex-shop perto do shopping, fui direto lá. Comprei um uniforme de secretária top, um echarpe de oncinha, um plug anal com cauda de raposa e um consolo de 27 cm (maior do que tenho em casa). Passei ainda no shopping para comprar uma bota com o salto bem alto, pois homem adora mulher de salto. Engraçado que o vendedor do sex-shop era gay e percebeu de pronto que eu estava sem calcinha; contei a ele tudo que ia acontecer e ele me deu a maior força: "Vai mesmo, aproveita a vida porque ela é curta".


Retornei no horário combinado, 17:00h. Fomos direto ao apartamento e ainda não tinha ninguém. Era um AP limpíssimo, acho que ninguém morava lá. Ou era alugado ou era usado só para isso mesmo, para os homens levarem prostitutas para festas. A sala era bem ampla, com uma mesa de centro de madeira branca bem grande e uma bela televisão que, quando ligamos, já iniciamos em um desses canais pornôs. Como sempre, estava lá um negão enrabando uma loirinha. Como esses homens têm tara de ver mulher sendo enrabada por negões, né? No quarto, somente uma cama king size. Tudo em branco, inclusive os tapetes. Parecia que estava no céu.


Meu chefinho foi logo falando: — Vai se aprontar naquele banheiro ali.

Entrei no banheiro e me deparei com um paraíso: uma banheira enorme, dois chuveiros. Tudo muito branco e novo. Tirei o vestidinho básico, coloquei a fantasia de secretária, inclusive com os óculos que uso normalmente. Coloquei o plug anal no meu rabinho e ficava pendurado um rabinho bem fofinho de raposa. Vocês sabem que fico doida quando coloco um plug no cuzinho. Vou ficando excitada, e cada vez mais excitada.


Logo chegaram os convidados com cervejas e alguns petiscos. Todos de terno e gravata, e muito amáveis. Fui apresentada um a um como "a esposa do Fulano", como se nada fosse acontecer ali. Ficamos ali conversando baboseira por uns 30 minutos enquanto na televisão já estava em outro filme. Agora de gang-bang. Muita pica em uma única mulher.


Dali a pouco um deles me fala:

— Vamos começar. O seu chefe lhe disse o trato, né?

— Sim — respondi, já toda meladinha e louca para começar logo.

— Então. Você deve ligar para o corninho agora avisando que chegará mais tarde, que precisa fazer uns relatórios para o chefinho. E de hora em hora, enquanto a gente te enraba, você deve ligar para ele avisando que ainda não terminou, que vai demorar mais um pouquinho.


Claro. Mal eles sabiam que meu corninho já sabia de tudo e já tinha consentido. Mas se falasse, estragava a festa deles. Peguei o telefone e liguei para meu maridinho, que deveria estar ansioso aguardando a ligação.

— Amor, tudo bem? Vou ter que ficar mais tarde aqui no trabalho para terminar umas coisinhas para o chefe. Tudo bem?

— Tudo, amor. Pode trabalhar tranquila. Estarei em casa te esperando.

— Tá, amor. Não precisa me esperar para jantar não, tá? Pode comer o que estiver aí. Quando chegar eu vejo. Te amo muito, amorzão. Quando chegar aí, quero ver essa minha rolinha bem dura, tá?


Falava isso para deixar todo mundo de pau duro, tanto o meu maridinho quanto todos aqueles homens.

— Minha bucetinha tá molhadinha só de imaginar você dentro dela.

— Assim você me deixa de pau durinho, amorzinho. Manda uma fotinha da sua xotinha pro maridão, manda.

— Claro, amor. Pode esperar que, assim que der, vou no banheiro e te mando.


A homarada em silêncio ouvindo a conversa e tomando cerveja. Quando desliguei, foi unânime: "Você é muito putinha mesmo. Vamos logo mandar a foto dessa xaninha pro corno bater a punheta dele tranquilo". Foram logo me segurando e abrindo as minhas pernas no colo deles; dois de cada lado me seguravam enquanto outro fotografava bem em close. Ela estava toda melada. Um deles lá atrás falou: "Manda foto do cuzinho dela para a punheta ser mais fácil". Kkkk.


Me colocaram de quatro, levantando somente a sainha curtinha, tirando o plug anal bem devagarinho enquanto eu fechava os olhos de tesão. Um de cada lado abriu o meu reguinho enquanto o fotógrafo mandava a foto pelo WhatsApp. Dali a pouco veio a resposta, e eles morriam de rir: "Amor, como você conseguiu tirar a foto tão bem assim? Que close perfeito. Vou bater uma aqui por você". Eles responderam: "Pode bater, amor, bate. Tenho muita coisa para fazer aqui ainda hoje. Beijos na sua rolinha". E morriam de rir. Como homem pode ser safado, se divertindo com o chifre alheio.


Depois das fotos, colocaram aqueles funks bem safados e subi na mesa de centro, ainda com roupa, mas somente sem o meu pluguinho. Não sei dançar funk muito bem, mas com a roupa que estava, qualquer rebolada dava para ver o meu rabinho e isso era suficiente para deixar a homarada louca.

— Puta, puta, puta do corninho! — era o coro deles.


Daí eu me soltei: — Ninguém vai mostrar o caralho para a putinha aqui não? Eu vim aqui para receber muita pica e eu só gosto de pica dura, muito dura!

— Safada mesmo. Vem cá chupar a minha piroca, vem — disse o primeiro a apresentar a pica para fora. Era uma rola de uns 16 cm. Desses que entram no meu rabo de uma talagada só.


Foram um a um tirando a roupa e ficando nus na sala enquanto eu chupava a rola daquele que, à primeira vista, deveria ser o mais velho e mais rico também. Chupava a rola dele sentada no sofá e, com as pernas abertas e a sainha levantada, mostrava todo o meu rabinho para o restante dos machos. Acho que eles deviam ter algum ritual, pois ninguém meteu rola para dentro. Sentaram todos no sofá enquanto eu passava de rola em rola chupando. Os danados comentavam sobre outras putas que tinham trazido ali, e de que eu era a primeira casada a estar lá.


Quando terminei de chupar o último, me levantei, subi novamente na mesa de centro e comecei o ritual de tirar as roupas, tirando bem devagar, uma a uma.

— Vai, puta, tira logo que queremos te meter rola!


Olhando uma a uma das picas, percebi que eram todas de tamanho comum, tipo 15/16 cm. O maior era o do meu chefe, que devia ter uns 17 cm. Pensei: "Desses aí eu trepo com uns 100". Logo fiquei aliviada, pois sabia que provavelmente os 8 queriam era me enrabar. Fiquei completamente nuazinha, somente com um echarpe de oncinha. E pedi:

— Agora eu quero rola de verdade, uma em cada buraco. E aqueles que sobrarem, quero que tirem fotinhas de tudo.


Fui para o quarto. Logo foram quatro atrás de mim. Deitei na cama com as pernas abertas e o primeiro veio logo chupando a minha perseguida, que estava toda meladinha. Só ouvia ele me chupar igual um urso em cima do mel. Outros dois, um de cada lado, me deram a pica para chupar. Chupava um como sempre faço, melando bem o saco enquanto batia punheta em outro. E assim ia trocando. Só se ouvia gemido. Caralho, mas como esse primeiro chupava gostoso! Dali a pouco eu que não aguentei e comecei a gritar de tanto tesão; gozei ali mesmo na boca do safado. Ele saiu de cima e disse:

— Meu, vocês precisam experimentar a buceta dessa mulher, é gostosa demais!


Foram se chegando os outros e eles revezavam em chupar minha buceta, meu cuzinho, meus seios ou dar a piroca para eu chupar. Eu ali abertinha, com muito tesão, gozei umas 5 vezes. Foi quando, no final de uma dessas gozadas, um deles lembrou:

— Caramba, estamos esquecendo do punheteiro, precisamos mandar uma fotinha para ele. — E, sem vergonha, bateram uma foto e mandamos para meu maridinho que, se não soubesse de tudo, iria bem perceber que a perseguida estava usada. Kkkk.


Outro logo lembrou do trato:

— Agora quero ver se você é uma boa puta mesmo, liga para o maridinho que vou te enrabar.

Mal fiquei de quatro na cama, o senhor colocou a camisinha, passou KY no meu rabo e foi logo socando meu cu, sem dó, como eu adoro. Homem que enfia sem dó no rabo da putinha. E é claro que, depois de tanto gozar, meu cuzinho já estava todo aberto.


— Amor, tudo bem? Recebeu minha última fotinha? Seguinte, tenho muitas coisas ainda para fazer aqui. Estão entrando outras coisas que preciso fazer e não vou conseguir voltar ainda, te ligo daqui a pouco. — Enquanto falava isso, o danado do safado socava bem no fundo do meu cu que dava para sentir os pelinhos do seu saco roçarem a minha bundinha. E isso me deixava ainda mais louca de tesão.


— Vai, agora eu quero todo mundo me fudendo de verdade, porque sou puta ou não sou! — E eles riam da minha safadeza.

Foi um tal de sentar no pau de um enquanto outro comia minha buceta, dois paus na boca ao mesmo tempo, enquanto sempre tinha alguém tirando foto do que eu fazia. Como meu celular é do Google e as fotos vão para a nuvem, e meu corninho tem acesso, quase que instantaneamente a foto ser tirada meu corninho já podia ver o que eu estava fazendo.


E eu pedia mais:

— Vai, quero mais pica, mais pica! — Um no cu, outro na buceta, outro na boca e ainda batia a punheta de mais dois. Nunca me senti tão desejada, com todos os buraquinhos preenchidos. E nessa hora eu ainda levantava as pernas, sentada completamente em uma das picas, para ficar ainda mais putona.


Ficamos assim por 2 horas, revezando entre um em cada buraco. Quando já estávamos todos a ponto de gozar, eles me falaram:

— Agora você vai para a sala que vamos lhe dar um banho de porra que você nunca recebeu.

— Isso eu quero filmado, o meu bukkake de puta!


E deram mesmo. Foi porra para todo lado: no meu óculos, na minha cara, nos meus peitos. Escorria tudo pelo meu corpo e eu pedia: "Mais porra, mais porra! Gozem mais, gozem! Eu amo ser esporrada!". Passava o dedinho naquela porra espessa e levava à boca, fazendo carinha de safadinha. Eles iam à loucura. Para finalizar, pediram uma fotinha de cada pica do lado do meu rostinho. Quatro deles se despediram e já foram embora. Acho que deviam estar voltando para casa. Os outros quatro, como ainda era 21:00h, perguntaram:

— Precisa ir embora ou dá para dar mais uma trepada? — Eles eram muito gentis. Meu corninho ia gostar deles.

— Dá sim! Peraí. — Liguei novamente: — Amor, sei que é tarde, mas logo logo chego e faço aquele boquete que você tanto ama.

— Claro, amor. Sem problemas.


Desliguei e fomos novamente para a cama. E assim foi: rola no cu, rola na buceta, gozada na cara, no peito, na bunda. Realmente fui usada neste dia. Lá pelas 22:30, resolvemos ir embora. Meu chefe perguntou se eu queria tomar banho e disse que estava com pressa. Só passei um papelzinho no corpo e fui embora. Nem sei o que ele pensou, mas na verdade estava mesmo era querendo levar aquele cheirinho de sexo para meu maridinho me foder gostoso.


Cheguei em casa às 23:30, toda usada, com o cuzinho todo arregaçado, mas muito feliz. E ele mais ainda, estava vendo as fotinhas no Chromecast. E foram muitas fotos, umas 300 pelo menos. O que não é a tecnologia, né?


E assim foi a suruba mais gostosa até então e agora já são 37 machos que estiveram dentro de mim. Uns no cuzinho, outros na buceta e outros apenas na boca, mas o único macho que amo mesmo é o meu corninho, que fica feliz em me ver sendo usada por outros homens. Por isso que, toda vez que chego em casa, deixo ele me fuder como gosta: de quatro no chão da sala igual a uma cachorrinha, segurando forte nas minhas ancas e enfiando fundo sua rolinha.


Espero que tenham gostado. Se gostaram, comentem que volto a escrever.

Beijos na pica de todos vocês.


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