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A tímida babá mulata


autor: luischallenger
publicado em: 14/04/15
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Nem todas as mulheres são iguais. Para a nossa felicidade, a dos homens, é claro. Existem as loiras e as morenas, as ruivas, as branquinhas, as de outra nacionalidade... Cada mulher é como se fosse um ser completamente novo e diferente, com suas belezas, seus jeitos, seus charmes, umas mais loucas que outras, outras tímidas demais que nos despertam interesse. E na boa, sexo gostoso se faz com mulher e não com classe social e outras diferenças culturais e sociais. Digo isso porque amplia muito meus horizontes e claro, o meu "leque" de opções.

No prédio onde moro é um exemplo. Transava quase todos os dias com uma coroa separada que vivia sozinha no apartamento. Era uma gaúcha, loira e com uma bunda... Médica, vivia tendo esses horários doidos. Nos conhecemos depois que a ajudei a levar suas compras, da garagem para o apartamento. Não houve sexo na primeira vez, mas eu dei todos os toques que estava afim de comê-la. Já na segunda vez, quase umas duas semanas depois, ela foi até o meu apartamento me pedir ajuda. Aí eu não dei mole... Minhas mãos entraram em ação e a bolinei dentro do elevador, na garagem até segurando suas compras. Foi uns três meses de sexo, às vezes todos os dias, outras vezes, dois dias sim, outros dois dias não. A única coisa que não gostava era a forma, pois ela só queria saber de papai-mamãe. Nem de quatro ela queria. E olha que grande parte das mulheres gostam dessa posição, ou estou enganado? Enfim, depois de três meses de uma rotina de sexo, no qual eu não reclamava, ela se mudou com a filha em qualquer lugar. A nova vizinha eu a chamava de fantasma, pois nunca a via e sempre havia barulho no apartamento.

Estava eu um dia entrando no elevador, quando ouvi uma voz fina e meiga, pedindo para eu segurar o elevador. Opa, será a minha vizinha? Mas nisso, apareceu uma mulatinha bem gostosinha, pequena, baixinha, que usava uma calça suplex preta, socada no rabo. Achava que ela nem usava calcinha de tanto que aquela calça estava bem dividida. Usava uma blusa grande, mas notei que seus seios eram médios. Magrinha e gostosinha. Foi quando me toquei que nunca havia transado com uma mulata. Poxa, como será que ela deve ser nua? Fiquei encarando ela e claro, puxei conversa. Descobri que o carrinho de bebê era para o filho da sua patroa, que é a minha vizinha fantasma. Fiquei surpreso com essa notícia. Ela, Evaneide, era a nova babá. Morava com a irmã numa casa na entrada da cidade, mas passava a semana dormindo no apartamento.

Aquela mulatinha que comecei a desejar era tão tímida que me deixou com um puta tesão. Ela não me olhava nos olhos, pelo contrário, olhava sempre para baixo. Melhor para mim, que me concentrava em comê-la com os olhos. Meu pau mexia dentro da calça folgada tactel. Minha vontade de fazer uma besteira crescia, ainda mais porque aquele velho elevador era lento para descer. Ela disse que sua patroa havia chegado da casa da mãe e que ela iria entregar o bebê e voltar para a casa da mãe, que é em outra cidade. Aí minha imaginação de sacanagem aumentou.

Calculei se daria tempo de pegar minhas encomendas na banca de revistas e de conseguir subir junto com aquele mulatinha tímida. Se eu fosse correndo... Chegando no térreo, eu tive que agir. Me apresentei, dei dois beijos bem perto da sua boca, chamando-a de linda no seu ouvido, beijei seu pescoço, no qual ela se arrepiou toda e sem pensar, passei minha mão direita na sua bunda. Caralho! Que bunda macia e gostosa! Abri a porta do elevador, para ela sair com o carrinho de bebê, olhando-a com a minha cara de tarado. Ela sorriu, agradeceu e olhando para baixo, disse um "até mais".

Deu vontade de falar alguma sacanagem, mas a minha vizinha fantasma já estava esperando do lado de fora da porta de vidro e fingi que nem prestei atenção, para não dar bola. Abri a porta de vidro, as duas, patroa e empregada, agradeceram e fui que nem um louco correndo para a banca. No caminho avaliei a minha vizinha, preferiria a babá, com certeza. Peguei meu bagulho, paguei e nem deu tempo de beber o diário café que sempre ganhava do jornaleiro.

Cheguei a tempo de ver a babá passeando em volta do prédio, já com a criança dentro do carrinho. Sentei num banco próximo à nossa entrada e a observei. Quando nossos olhares se encontraram, ela rapidamente abaixou seus olhos e eu fiquei de pau duro. Ela não se demorou no "passeio" e voltou com o carrinho. Me levantei, desejando aquela mulatinha. Falei um "oi linda", abri a portaria de vidro e ficamos esperando o elevador. Nem olhei para o bebê, mas sabia que estava dormindo. Olhava mais para aquela bunda, que estava muito deliciosa com a calça socada preta. Meu pau mexia muito dentro da cueca.

Como o elevador estava demorando demais, dei a ideia de pegarmos o elevador de serviço. Ela disse que seria melhor, foi na frente e eu continuava a observá-la. O elevador de serviço já estava no térreo, abri a porta para ela passar com o carrinho, e de novo passei minha mão naquela bunda macia. Entrei rapidamente dentro do elevador, bem atrás dela, encoxando sua bunda. Bem devagar, apertei o botão do nosso andar e fiquei roçando meu pau na sua calça socada. Peguei sua cintura a apertei mais forte meu pau no seu rabo gostoso. A outra mão eu enfiei dentro da sua blusa, tocando seus seios por cima do sutiã, até que desci minha mão e enfiei dentro da sua calça. Ela nada fazia, apenas respirava ofegante e apertava com força o carrinho de bebê. Cheirei seu pescoço e a chamei de gostosa.

Chegamos no nosso andar, abri a porta do elevador, ela saiu e mais uma vez passei minha mão na sua bunda. Fui com ela até a entrada do apartamento da patroa e perguntei se ela poderia me dar um copo com água. Eu realmente tinha ficado com a boca seca. Entramos no apartamento, ela me indicou a cozinha e levou o bebê para o quarto, pedindo que eu a esperasse. Falei que com certeza a estava esperando. Peguei um copo, enchi até a borda e virei. Percebi que estava tremendo. Rápidos minutos depois ela apareceu na cozinha, perguntando se eu queria comer alguma coisa. Olhei-a e falei bem perto do seu ouvido:

-Quero te comer bem gostoso!

A ataquei beijando sua boca carnuda, passando minhas mãos bem safadas naquele rabo. Arranquei sua blusa e levantei seu sutiã. Que lindos peitos de mulatinha! Engolia, chupava e sugava cada seio com uma ferocidade esfomeada. Passei minha língua por todo o seu corpo, no pescoço, na nuca, na orelha, na bochecha. Ela tinha um gosto muito bom. Uma mistura de pele macia, lisa, com seus gosto e seu suor, me fazia ficar enlouquecido. Me ajoelhei em frente a ela e abaixei sua calça colada. Vi que ela usava uma calcinha fio dental branca, quase transparente, onde dava para ver seu grelinho. Puxei sua calcinha de lado e fui com boca e tudo, chupar aquela buceta. Que gosto viciante.

Como ela era pequena e magrinha, a levantei facilmente para sentá-la na pia da cozinha. Tirei sua calça junto com a calcinha e caí de boca naquela xaninha. Metia a língua, mordia de leve, engolia, chupava, sugava.

-Mas como você é gostosa...

Ela ainda não me olhava nos olhos, mas gemia como uma safada. Estava com vontade mesmo era fudê-la. A tirei da pia e a coloquei na mesa, mas de barriga para baixo. Mandei ela empinar a bunda, afastei suas pernas e sem tempo de tirar a roupa, abaixei um pouco a minha calça e enfiei seu dó dentro da sua bucetinha. Ela deu um grito baixinho, que me fez ficar mais louco ainda. A comi com tanta vontade e tesão, que não pensava em gemer baixo e nem com o barulho que a mesa fazia. Estava acabando com aquela mulatinha. Ela gemia e falava baixinho, não ouvia mas continuava metendo e metendo dentro dela. Meu corpo todo tremia de tesão. Fui cada vez mais rápido e por fim, depois de umas cinco socadas com força e bem fundo, tirei meu pau rapidamente de dentro dela, gozando toda sua bunda. Como eu gozei gostoso. Foi uma foda nota 10! Falei que mais tarde eu voltaria, talvez depois do almoço. Subi a minha calça e fui embora. Mas antes de sair, voltei a olhar aquela mulatinha. Ainda estava em cima da mesa, totalmente nua, com a minha porra espalhada por seu corpo, com os olhos fechados e com largos sorrisos.



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