"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Primeira Vez (Leitora Novinha)


autor: Del
publicado em: 08/04/16
categoria: jovens
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Fonte: maior > menor


Ela me disse que tinha 18 anos, mas se eu não tivesse confirmado pela sua identidade, jamais acreditaria que aquela pequena delícia não me levaria para a cadeia. Trajando a roupa que ela me prometeu usar, estava lá aquela pequena branquinha de 1.50 m, 42 kg, cabelos negros lisos e presos em maria-chiquinha, corpo magro e delicado, peitinhos pequenos, quadris estreitos e rostinho delicado, bem angelical. Ah, a roupa? Short jeans bem curto, camiseta preta do Ramones e “coleira” em volta do pescoço, que trazia um pingente escrito “Del” pendurado. Apaixonante.

Outra de suas promessas era me beijar antes de qualquer outra coisa, e foi exatamente assim, um delicioso beijo com gosto de bala de hortelã, revigorando minhas energias após dirigir por cerca de 400 km non-stop, da minha casa até a cidade da pequena, localizada no estado vizinho ao meu. Ao término de uns 5 minutos de beijo, ela virou-se com a face ruborizada e disse um delicado e tímido “oi”. Não respondi, apenas a beijei novamente, o dobro do tempo dessa vez, causando horror nos transeuntes que passavam por aquela pequena praça do interior.

Ela me disse para irmos logo ao que interessava, afinal ela tinha saído de casa bem cedo para manter o álibi perfeito, me encontrando na cidade vizinha à sua, sem risco de sua família descobrir que ela estava indo se encontrar com um rapaz da internet. A levei para o carro ao término da segunda sessão de beijos, conferi novamente sua carteira de identidade para ter certeza de seus 18 anos e 1 dia de idade, e a levei diretamente para o hotel que eu havia reservado, e esta rápida transição entre o primeiro beijo e o sexo era mais uma das promessas que ela fez.

Como o leitor certamente notou, fui encontrar essa pequena mocinha exatamente 1 dia após o seu aniversário de 18 anos, e foi um pedido dela, a branquinha queria que eu fosse o seu presente da maioridade. Não que o desejo de encontrá-la antes não fosse real, muito pelo contrário, mas sigo minhas regras à risca, e minha regra número 1 é “só me relacionar com meninas maiores de 18 anos”.

Dirigi como um louco para o hotel, não queria perder nenhum segundo a mais sem degustar o sabor doce daquela pequena branquinha. Resistimos bravamente à tentação de não aquecer o clima dentro do carro, afinal precisávamos de espaço para dar vazão a tanto tesão reprimido. Chegamos rapidamente, fizemos o check-in na recepção do hotel sob o olhar desconfiado da loirinha no balcão, e então subimos apressados para o quarto. Eu precisava deixar ela na rodoviária dentro de 4 horas, pois era todo o tempo que ela tinha disponível para manter seu álibi de que “tinha ido à cidade vizinha fazer uma prova de concurso”, e olha que realmente ela se inscreveu no concurso público que iria acontecer naquele dia, foi fazer a prova para não ser dada como faltante, e saiu assim que possível para me encontrar, na hora exata que marcamos. Haja planejamento.

Levei a pequena no colo do elevador até o quarto, sem esforço, causando risos intermináveis da parte dela, uma risada boba e infantil, pouco excitante na verdade, mas era irrelevante perante o encanto de seu rostinho doce. Assim que abrimos a porta, joguei a menina na cama, tranquei a porta, liguei a televisão em volume suficiente para abafar os gemidos que emanariam daquele cafofo e deitei sobre a pequena, beijando sua boca ainda com mais decisão e percorrendo seu corpo com a mão, enquanto ela retribuía o beijo e explorava meus músculos com as menores mãos que já me acariciaram.

Rolamos sobre a cama e ela ficou por cima, abrindo as pernas sobre meu corpo na posição da cavalgada, inviável apenas pelas barreiras de jeans que separavam nossos sexos. Peguei firme em sua bundinha pequena, ainda oculta pelo short, e a doce leitora demonstrava que o tesão dentro de si era fora do comum. Ela então jogou a blusa para o alto, tirando minha dúvida se aqueles peitos empinados eram fruto de algum soutien ou era pura obra da natureza. Segunda opção. Os peitos da menina eram obras de arte plenas, dois soberbos seios branquinhos e pequenos, com mamilos singelos e aréolas em um tom de rosa clarinho, quase branco. Mas se aquilo não fosse o suficiente para me enlouquecer, a moça fez questão de escrever “Del” entre os seios, e disse que aquilo era para que eu soubesse que eles eram meus.

Não tive sequer tempo de ficar preocupado com tanta obsessão da novinha por mim, apenas a puxei para baixo, abocanhando um daqueles seios maravilhosos e chupando em um ritmo suavemente intenso, enquanto o outro seio sumia em minha mão grande, que parecia ainda maior ao tocar o corpo da jovem. Rolamos novamente na cama, e voltei a ficar por cima, me deleitando com o sabor daqueles seios e seguindo com as lambidas na direção do umbigo, que trazia um piercing discreto como adorno.

Rapidamente me levantei, a deixando curiosa sobre meu próximo passo, então virei-a de bruços na cama e apertei aquela bundinha com vontade, para em seguida puxar short e calcinha para baixo de uma vez, até a metade da coxa, liberando a visão do rabinho branquelo da minha pequena admiradora. Mergulhei com o rosto entre suas nádegas, lambendo cu e buceta em um ímpeto só, com vigor, fazendo a mocinha se debater na cama, arrancando os lençóis e rebolando conforme minha língua percorria com vontade os recantos mais remotos de sua intimidade.

A visão de suas regiões ocultas era magnífica, cuzinho rosa piscando e bucetinha rosada carnuda, já exalando seu néctar devido ao início da brincadeira. Chupei mais um pouco aqueles recantos, fazendo-a rebolar e gemer conforme eu sugava sua essência com vigor. Masturbei seu singelo grelinho com os dedos enquanto lambia sua intimidade anal, penetrando com minha língua na entrada do orifício, que piscava em retribuição ao estímulo. A pequena leitora estava tão irrigada que seu mel escorria sobre meus dedos, fazendo-me levá-los à boca para degustar do sabor suavemente ácido da menina.

Virei-a de frente, com as pernas bem levantadas no estilo frango assado, deixando sua protuberância vaginal mais evidente, e mergulhei decidido naquele monte do prazer, sentindo agora diretamente na língua a explosão de sabores proveniente daquela bucetinha singular. Envolver aquele clitóris entre meus lábios fez com que a garotinha agarrasse o lençol da cama com força, arrancando-o do lugar, e seus gemidos se tornavam ainda mais altos e agudos conforme minha língua navegava entre os pequenos lábios e buscava acesso à porta da felicidade. Minhas mãos firmes seguravam suas coxas, levando seus joelhos cada vez mais próximo dos seios e elevando seu quadril na direção do meu rosto, abusando da elasticidade da menina.

“Del, quero conhecer a trosoba fumegante”, ela disse, e eu obedeci. Encerrei o momento de sexo oral na pequena e tirei para fora meu mastro viril, provocando um brilho de satisfação no olhar da leitora. Com as mãos ela fez um gesto de que queria tocar, então realizei seu desejo e deixei-a punhetar minha vara enquanto eu tirava completamente suas roupas. Ela literalmente me puxou pelo pau até que eu ficasse na posição que ela queria, em pé na beirada da cama, enquanto deitada a mocinha abocanhava-me o membro. Seu rosto apaixonante amplificava o tesão que eu sentia com aquele boquete.

Ao meu comando, a menina se sentou na beira da cama e chupou minha piroca no ritmo que eu ditava ao conduzir sua cabeça. Os momentos em que ela engolia ao máximo minha vara resultavam em uma camada de saliva deposta sobre o corpo de minha trosoba. Era divertido e excitante ver ela engasgar com tentativas de garganta profunda, e eu também me deleitava com sua dedicação em me pagar um boquete inesquecível, e segundo ela, melhor que o da coelhinha novinha neste conto. Sua habilidade era incrível, e a sensação excepcional de ter minha vara no interior da boca de uma menina tão linda ofuscava qualquer vestígio de falta de experiência da mocinha em conduzir a felação.

Em seguida passamos para um 69 em pé, que acabou se mostrando desajeitado demais, então continuamos na cama, com ela deitada por cima. Eu chupava sua bucetinha com o mesmo vigor que ela devorava meu mastro, e logo eu podia sentir os primeiros indícios de que um orgasmo da pequena leitora se aproximava. Por sinal, eu mal conseguia controlar minha vontade intensa de jorrar minha porra ardente na boca da mocinha, então me entreguei ao prazer extremo e gozei, com a trosoba pulsando a cada golfada de leite fervilhante na garganta da leitora, à medida que ela se estremecia e me enloqueceia com os espasmos de seu orgasmo intenso, que desepejou um delicioso volume considerável de mel em minha língua.

Ela manteve-se deitada sobre mim enquanto bebia cada gotinha de porra que brotou de minha trosoba, e mesmo com minha vara já meio moribunda, ela me punhetava, chupava e lambia a cabeça do boneco sem parar, totalmente empenhada em não deixar meu mastro ter seu descanso merecido. Para se dedicar ainda mais ao trabalho, ela mudou de posição e ficou de quatro na cama, olhando em meus olhos enquanto continuava a me chupar. Vendo que minha vara já estava pronta para o dever novamente, ela abriu um sorriso e disse: “me rasga Del, me rasga de quatro, igual você faz com as meninas nos seus contos”.

Posicionei a trosoba na porta da bucetinha melada, e empurrei devagar para dentro, sentindo minha vara ser comprimida por aquela prexeca tremendamente apertada. Segurei na cintura estreita da mocinha e visualizei minha virilidade adentrando a intimidade suculenta da mocinha. Quanto mais eu entrava, mais me deliciava com o aperto daquela bucetinha singular, e mais gostoso era o gemido da doce leitora. Só que, quando puxei o pau para fora, já projetando uma inserção mais vigorosa, fui surpreendido com um fio de sangue, sutil, revestindo a superfície melada de minha pica.

Del: “Machucou, delicinha?”

Leitora: “Não Del, está delicioso. Gostou da surpresa?”

D: “Como assim?”

L: “Eu sou virgem, aliás, eu era…”

Broxei. Tirei o pau de dentro da menina e me sentei ao lado dela na cama, sentindo-me culpado por não ter sequer percebido que minha atitude iria marcar a vida daquela pequena delícia para sempre. Ela percebeu que eu estava chateado, e disse que não tinha qualquer problema. Tentei argumentar sobre minhas razões para evitar ser o primeiro na vida de alguma mulher, mas ela rebateu dizendo que estava certa do que queria, e que tinha fantasiado com aquilo desde que me conheceu. Inclusive disse que sua vontade era ser “inaugurada” com força, da mesma forma que ela lê nos meus contos.

Aquilo era interessante de se ouvir, mas continuei broxado, me sentindo indigno por ter “inaugurado” aquela menina tão linda, sabendo que a probabilidade de um novo encontro era tão palpável quanto uma invasão alienígena. Mas ela estava definitivamente disposta a ter minha trosoba fumegante a lhe desvirginar seu interior, e de forma selvagem, tanto que sentou-se no meu colo e disse que, se eu fosse legal e parasse com a crise, ela iria querer ser “inaugurada” em mais outro lugar, e isso ela não tinha planejado.

Leitor, só de imaginar minha vara veiuda no interior daquele cuzinho rosado tão suculento, minha cabeça menor tomou as rédeas da situação e a trosoba atômica tornou-se hirta como rocha. A menina, ainda sentada no meu colo, se empolgou ao ver minha animação viril, e imediatamente se posicionou de forma a sentar no cacete, de costas para mim. Segurei a menina com as duas mãos em sua cintura enquanto ela desceu devagar, abrigando minha extremidade dentro de sua buceta super apertada, e voltando a me deliciar com aquela sensação incrível de ter o pau quase gangrenando dentro de uma prexeca tão quente e, naquele caso, nunca visitada anteriomente.

Deixei que ela rebolasse um pouco em meu mastro naquela posição, para em seguida virá-la de frente pra mim, fazendo-a sentar de novo no caralho ereto e no meu colo. Eu a segurava pela cintura e ajudava a menina a ditar o ritmo, ao mesmo tempo em que me deliciava chupando aqueles deliciosos peitinhos. Em determinado momento ela puxou minha cabeça pra cima e beijou minha boca, e nos mantivemos naquele beijo por um longo período enquanto ela rebolava com vontade. Aproveitei o momento para lambuzar meu dedo com o mel que escorria de sua bucetinha e passei a dedilhar seu cu, entrando devagar naquele buraquinho apertado e tirando.

Quando ela falou em meu ouvido que estava sentindo o corpo estremecer, a segurei junto do meu corpo e viramos para o lado, e fomos para um papai-e-mamãe suave, aonde segurei a menina pela parte de trás da cabeça, perdendo-me entre seus cabelos com o cuidado de não desmanchar a maria-chiquinha. Passei a aumentar o ritmo e ela gemia alto, sua voz fina e doce era música para meu tesão, e ela não parava de repetir que aquilo era maravilhoso. Conforme eu metia mais forte, ela gemia ainda mais alto, então passei a me preocupar com o risco de ser expulso daquele hotel, e tapei a boca da novinha no exato momento em que passei a dar estocadas vigorosas naquela bucetinha recém-deflorada.

Mantive o ritmo enquanto meu preparo físico permitiu e, quando tirei o pau, o mel da novinha fazia-o brilhar, e gotas escorriam majestosamente até a ponta do caralho, de onde mergulhavam num salto de fé em direção à sua origem. Deitei-me na cama e ela veio por cima, posicionando os joelhos ao lado do meu quadril e descendo devagar sobre minha pica. Quando sentou e engoliu a vara totalmente, a menina jogou os cabelos por sobre os seios empinados, abriu um sorriso, olhou em meus olhos e perguntou: “você me acha bonita, Del?”.

Sem sombra de dúvida ela era linda, e eu me sentia indigno de merecer tal delícia cavalgando em minha pica, mas graças ao destino eu fui premiado. Demos as mãos e ela se apoiou, iniciando sua cavalgada para frente e para trás, maltratando minha pica com a aquela buceta super apertada e quente, e enquanto isso eu apenas observava a beleza de seu corpo delicado, quase ilegal, bailando no ritmo da cópula perfeita. O rosto lindo da novinha refletia o tesão que embalava o momento, e mais uma vez ela denunciou a chegada do orgasmo, mas dessa vez com todas as letras, dizendo que iria gozar.

E gozou, deitou sobre mim largando seu corpo trêmulo aos meus cuidados, e eu a abracei, e beijei sua boca. O calor de seus beijos, o calor de seu corpo e o calor de sua prexeca engolindo minha trosoba. Tudo aquilo era combustível para uma paixão impossível, que eu não poderia me dar ao luxo de ter. Pelas palavras dela na internet, ela queria ser fodida como uma puta, queria ser maltradada pela minha pica, e eu não podia frustrar o desejo da menina com aquele ritmo bobo de uma transa-amorzinho. Era chegada a hora da trosoba fumegante vulcânica incorporar o espírito de vesúvio.

Prendi a menina firme com meus braços, flexionei os joelhos e dei um golpe com o quadril pra cima. Meu pau tocou o fundo daquela bucetinha, e voltou. A novinha arregalou os olhos, e na metida seguinte, ela gemeu. Dei outra metida, e mais uma, e a menina tentava escapar, mas ao mesmo tempo dizia que aquilo era incrível. Iniciei os movimentos rápidos e profundos, créu velocidade 10, e cada vez que meu quadril era jogado pra cima, eu lançava a mocinha leve para o alto, e quando seu corpo decia, meus movimentos mais rápidos faziam com que já fosse o momento de jogá-la pra cima de novo. Era o encontro da minha pirocada com a bucetinha dela vindo em minha direção, e o resultado? Pica no fundo.

Ela estava gozando de novo, e gemia como uma louca. A intensidade da nossa foda era suficiente para a cama do hotel ranger alto, em ritmo heavy metal. Após ela denunciar seu novo orgasmo, não dei descanso. Saí debaixo dela e a coloquei de bruços, jogando meu corpo sobre ela em seguida. Mirei na bucetinha e o pau entrou gostoso, liso, suave, e logo já estava sendo forçado contra o fundo daquela leitora novinha, e ela adorava, verbalizava que era tudo que ela sempre sonhou, embora sua expressão de prazer estivesse dando lugar a uma expressão de ligeiro sofrimento. Me certifiquei que ela estava aguentando, e ela disse que eu poderia abusar dela, fazer no ritmo que eu quisesse. Era a confirmação que eu precisava para manter meu ímpeto elevado.

Minhas pirocadas intensas a jogavam em direção à cabeceira da cama, e mesmo ela arrancando os lençóis e cravando as unhas no colchão, sua carcaça de ex-adolescente não conseguia resistir à força de um monstro de 95 kg. Foi então que ela pediu arrego, dizendo que sua buceta estava ardida e doendo, e ela não conseguia mais aguentar. Só que, antes mesmo que eu parasse com as estocadas, ela disse para não terminar antes de comê-la de quatro. Sério? Aquela leitora novinha era o meu número, parecia ter sido feita com base nos meus preceitos de mulher ideal para o sexo, e eu não podia desapontá-la.

Leitora: “Quero que você goze em mim Del, eu tomo remédio pra ganhar corpo, e estou tomando direitinho desde que nosso encontro foi marcado.”

É leitor, era confiar ou decepcionar a menina. De fato, não seria tão ruim largar um pequeno Del por aí, e o pai da mocinha nem iria precisar me obrigar a casar com ela na base da espingarda, afinal acordar todos os dias ao lado daquela branquinha de sorriso lindo não seria tão ruim assim.

Quando deixei o devaneio de lado, a menina já estava de quatro na beirada da cama, com os joelhos bem separados e a bundinha bem empinada, do jeito certo que se fica de quatro. Ela perguntou se eu queria que ela ficasse apoiada nos cotovelos ou nas mãos, e eu respondi que era pra ela ficar apoiada nas mãos, com os braços esticados e a cabeça voltada para cima. Preparei a trosoba pincelando na porta do paraíso e entrei, de uma vez até o fundo. Ela se retraiu um pouco mas voltou para a posição, então a peguei pelos cabelos, segurando os dois lados da maria-chiquinha com as mãos, só soltando para estapear aquela pequena bundinha branca, deixando-a com marcas dos meus dedos.

Soquei forte na mocinha enquanto meu tesão crescia em progressão geométrica. E quando senti a aproximação voraz e incontrolável do orgasmo, segurei aqueles quadris estreitos com força, empurrei meu quadril ao máximo em direção à menina e enterrei todo o meu pau em sua bucetinha. Em questão de instantes, jatos de porra fervente foram lançados em direção ao útero da novinha, que gemeu gostoso enquanto sentia meu pau pulsar e expelir meus gametas em seu interior. Mesmo depois que a erupção vulcânica terminou, continuamos mais um pouco naquela posição, até o alarme tocar, denunciando que em 30 minutos eu precisava deixá-la na rodoviária.

Tirei meu membro moribundo de dentro da leitora a contragosto, afinal eu passaria o resto da vida naquele quarto com ela, me alimentando apenas de sexo e prazer. Ela então se virou, abraçou-me ao redor do pescoço e disse que cada segundo comigo foi melhor do que ela jamais imaginou. Em seguida, fui convidado para tomar banho com ela, pois ela disse que queria ter o prazer de passar a mão por cada centímetro da minha gostosura (sic).

Com a água gelada caindo em nossos corpos suados, eu passava a mão ensaboada em seu corpo enquanto ela fazia o mesmo comigo. Sua mão pequena e macia passando sabão em minha vara era tão deliciosa, que o little Del já estava voltando à atividade novamente, fazendo com que a menina trocasse as carícias em meu instrumento por uma punheta ensaboada delicosa. E enquanto ela me punhetava, agora com as duas mãos, ela falou algo que eu não esqueceria jamais:

Leitora: “Del, eu sempre fui uma menina safadinha, mas desde que comecei a ler seus contos, minha vontade de fazer tudo que você escreve foi crescendo. E uma das coisas que eu adoro fazer, é me masturbar no banho. Com medo de perder a virgindade, eu não enfiava nada na frente, mas atrás, eu comecei com o dedo, depois o cabo da escova de cabelo, e sempre pensando em você. Um dia levei uma cenoura pro banho, eu estava sozinha em casa e foi uma loucura, eu deitada no chão com aquela cenoura ensaboada enfiada no bumbum, gritando seu nome…”

Ok, eu já tinha ouvido o suficiente. Não tínhamos nem 10 minutos para brincar, mas eu precisava satisfazer aquela menina de uma vez por todas. A virei de frente para a parede e fechei o chuveiro. Minha pica já estava bastante ensaboada, então passei o sabonete entre a bundinha da leitora apenas. Enfiei um dedo ensaboado e depois outro, e ela começou a tremer. “Del, já estou gozando”, ela disse, eu eu soquei os dedos devagar dentro dela, até enfiar tudo, preparando suas preguinhas para o que viria em seguida.

Me posicionei atrás da baixinha, botei a jeba escorregadia na direção e avisei que era a hora. “Vai”, ela disse, e eu fui. Entrei devagar, mas de forma progressiva. “Aaaaai Del”, ela gemia alto, e tremia cada vez mais. Com meia piroca dentro ela me segurou e disse que não dava mais, então puxei a pica pra fora e entrei, comecei a fodê-la devagar, mas consistente. Ela gemia, gritava, tremia e rebolava. “Finaliza Del, goza em mim, goza no meu cu, não aguento mais”, ela gritava alto, e eu a obedeci. Soquei mais da metade da vara para dentro dela, empurrando seu corpo contra a parede e gozando em mais jatos de porra ardente dentro da menina, dessa vez em seu cuzinho. Logo que finalizei ela me afastou e sentou no chão, ainda tremendo mas sorridente, dizendo que estava gozando várias vezes seguidas.

Não tinha muito tempo para nos recuperarmos, então acabamos logo o banho, nos arrumamos em tempo record e saímos. Quando abri a porta do quarto, por algum motivo todas as camareiras estavam perambulando pelo andar, e algumas nos olhavam com um sorrisinho bobo no rosto, enquanto outras (a maioria) nos olhavam de cara feia. “Que vergonha, Del”, a novinha me disse, mas eu apenas dissei um beijo em sua boca e disse que faz parte.

No carro, ela me pagou um boquete durante todo o trajeto, pois disse que queria levar meu gosto em sua boca durante a viagem. E, quando chegamos ao destino, me despedir dela foi uma tarefa árdua. Torci para o ônibus atrasar, assim poderíamos emendar uma rapidinha no carro ou no banheiro da rodoviária, mas infelizmente o motorista foi totalmente pontual. E quando aquela pequena leitora novinha se despediu de mim na janela do ônibus, tornou-se questão de honra mover montanhas para encontrá-la novamente, o mais rápido possível.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade.



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