Casada Fez Sacanagem com Três Caras no Ônibus
- Temas: Exibicionismo, Voyeurismo, Oral, Ônibus, Adultério, Engolir, Masturbação, Fetiche, Público, Orgasmo.
- Publicado em: 12/04/16
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- Autoria: Rosiane
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Eu sou casada, tenho atualmente 31 anos de idade e não tivemos filhos. Meu marido está sempre cansado e, apesar de eu ser uma mulher bastante atraente, ele pouco me procura para sexo ultimamente. Acho que ele trabalha demais.
Moro longe do meu trabalho e vou de ônibus todos os dias. Um dia destes fiquei até mais tarde no trabalho e peguei o ônibus das 19:20h; este não costuma vir muito lotado, mas a maioria dos passageiros são homens, poucas mulheres neste horário.
Sentei bem no fundo para relaxar, na poltrona do corredor, e coloquei minha bolsa na poltrona do lado da janela para evitar que sentasse alguém do meu lado.
O ônibus foi seguindo... o percurso é longo e neste dia tinha bastante engarrafamento, então é demorado mesmo. Logo começou a encher, pois os funcionários de uma fábrica grande saem neste horário.
Chegou do meu lado um rapaz e ficou em pé. Eu tirei a bolsa para ele poder sentar, pois achei chato deixar ele em pé e ficar segurando o lugar, mas ele me disse com muita educação para eu ficar tranquila, que ele iria em pé mesmo, que estava bem assim. Nem pensei mais nisso e voltei a relaxar.
Mais um tempo e sinto que ele encostou no meu banco, de frente para mim, e começou a roçar em meu braço. Pensei comigo: "safado, por isso ele quis ficar de pé". O balanço do ônibus ajudava, e senti que seu pênis estava ficando duro por baixo da calça. Aquilo foi me excitando também; era um rapaz bonito, moreno, bem vestido, estava perfumado, e eu estava carente...
Quando de repente vi ele mexendo no zíper da calça; ele estava tirando o pênis para fora. Me deu um frio na barriga, meu coração disparou! Encostou o pênis no meu ombro bem discretamente e começou a esfregar. Pensei em reagir, gritar, sair dali, mas fiquei sem ação; não imaginava que isso pudesse acontecer, não estava preparada, e ele foi ficando mais duro, e começou a esfregar em meu rosto. Parecia que tudo estava conspirando para isso acontecer...
O trecho é escuro, e o motorista deixa as luzes apagadas neste horário, e como os bancos são daqueles altos estofados, não dava para ninguém ver nada. Eu já estava morrendo de tesão também, então ele puxou um pouco meu rosto e colocou o pênis em meus lábios; acabei cedendo e abri um pouco a boca. Ele aproveitou e enfiou até a metade e ficou socando devagar. O pênis dele era cheiroso; eu tentei resistir, mas fiquei com vergonha de fazer um escândalo, e não demorou muito ele gozou na minha boca, sem avisar, assim do nada! Fiquei assustada, não queria sujar minha roupa, não tinha nada para me limpar, e fiquei com vergonha de cuspir no chão e alguém ver; acabei engolindo tudo sem pensar direito!
Eu nunca tinha engolido esperma na minha vida. Meu marido sempre me pedia isso, mas eu tinha nojo; sempre que eu deixava ele gozar na minha boca, eu saía correndo para cuspir e escovar os dentes, mas naquele momento estava superexcitada e também não tinha alternativa; acho que foi por isso que engoli. Não acreditava no que estava acontecendo, logo eu que sempre tive nojo de esperma!
Ele fechou o zíper e saiu, me deixando assim abalada; nem me falou nada, nem um carinho. Me deu bastante remorso, apesar de estar excitada.
Pensei que ninguém tinha visto, mas engano o meu; na mesma hora encostou outro homem já com o pênis superduro de fora. Acho que viu tudo e já estava muito excitado. Este foi mais bruto, segurou meu rosto e já foi tentando enfiar na minha boca.
O pênis dele estava suado e meio salgado. Eu fiquei com nojo, tirei a boca, mas ele puxou de volta. Eu não queria chupar ele também, pois sabia que se começasse eu teria que ir até o fim e engolir esperma novamente. Pensei em fazer um escândalo, mas fiquei com vergonha, pois tinha acabado de chupar o rapaz e ele deve ter visto tudo, e poderia falar para todo mundo no ônibus, então achei melhor ficar quieta.
Antes de colocar na boca tentei limpar com a mão, mas ele não deixou; tirou minha mão e enfiou na minha boca com pressa. Aquilo acabou me excitando demais, aquele cheiro, aquele gosto; era um homem meio gordo, de barba, o pênis era grosso, e o fato de não ter alternativa me excitava demais. Em pensamento eu dizia: "vou ter que chupar este pinto sujo, não tenho alternativa" e isso diminuiu minha culpa, pensar que não tinha muita escolha, pois perdi a razão quando chupei o primeiro.
Eu estava de saia, não resisti ao tesão e comecei a me tocar discretamente; puxei a calcinha de lado, estava supermolhada, e fiquei esfregando meu clitóris. Eu tinha uma sensação de culpa, pois com meu marido eu sempre fazia ele lavar o pênis primeiro, ou nem colocava a boca, e agora estava chupando um desconhecido, que só abriu a calça e tirou o pênis pela lateral da cueca, do jeito que estava guardado o dia inteiro, sem lavar. Mas me entreguei e comecei a aproveitar.
Ele demorou um pouco mais que o rapaz, e eu fui gostando, aproveitando melhor, me tocando também. Quando novamente sem avisar, sinto outra gozada na boca! Eram jatos fortes que espirravam na minha garganta; o esperma era grosso e nojento, diferente do rapaz que era mais fino e adocicado, mas eu, que já estava quase gozando também, nem pensei em mais nada e fui engolindo rápido; estava literalmente mamando naquele pênis gordo. Comecei a gozar também, não aguentei o tesão, tentava gemer baixinho para ninguém perceber, e a porra não parava mais de sair na minha boca! Engoli tudo, enquanto gozava junto esfregando forte minha vagina molhada.
Ele também fechou o zíper da calça e saiu, como o primeiro, e na mesma hora outro encostou; acho que era colega dele pois estava com o mesmo uniforme. Já foi enfiando o pênis na minha boca e eu nem resisti, pois ainda estava com muito tesão.
Este era magro e alto, e muito feio; normalmente eu teria nojo de beijar um homem assim, mas no meu estado de excitação, me concentrei no que estava ali embaixo e nem fiquei olhando para cima. O pênis dele era muito bonito, com uma cabeça grande e bem vermelha, bem grosso. Também estava suado e meio salgadinho de ficar o dia todo dentro da cueca, com um cheiro forte, mas eu ainda estava com muito tesão e não me importei.
Este nem precisou ficar metendo em minha boca, eu mesma já estava chupando com força e movendo a boca num vai e vem; foi uma delícia.
Eu continuei me masturbando, vi que não tinha mais ninguém por perto e me soltei um pouco mais; abri bem as pernas, puxei mais a calcinha de lado e enfiei dois dedos na vagina, que estava muito molhada, e fiquei metendo enquanto chupava aquele pênis desconhecido.
Ele demorou um pouco mais, e acabei gozando antes dele; porém, quando ele me ouviu gemendo e percebeu que eu estava gozando, não se aguentou e gozou na minha boca também. Já era a terceira gozada que eu tomava!
Este gozou muito também, como o gordo, e a porra dele tinha um gosto forte, mas como eu estava tendo um orgasmo no exato momento, nem me importei e fui engolindo.
Conforme eu ia engolindo, ia saindo mais porra (isso era demais! Meu marido não gozava tanto assim, e muito menos eu engolia esperma dele); aquilo me excitava demais, aquela quantidade, e com isso meu orgasmo foi muito intenso, um dos melhores que já tive. O lado emocional influencia muito no orgasmo de nós mulheres; aquela situação de estar fazendo algo errado, de estar sendo muito safada, mexeu demais comigo.
Quando ele tirou o pênis da minha boca, empurrou a pele para frente e ainda espirrou um pouco na minha blusa, que era preta e ficou aquela gosma branca. Fechou o zíper e saiu apressado, pois o ponto deles estava chegando.
Nisso eu fiquei preocupada; eu estava totalmente satisfeita com dois orgasmos, coisa muito rara para mim, e não queria chupar mais ninguém. Se viesse outro, seria complicado, até porque estava com um pouco de enjoo pela porra toda que tomei. Ainda bem que não apareceu outro...
Lembrei do meu marido e fiquei com pena dele, que sempre pediu para eu engolir; parecia ser tão importante isso para ele e nunca o fiz. Se ele soubesse que fiz isso com três estranhos, e ainda dentro de um ônibus com mais gente por perto, me mataria, com certeza e literalmente, me mataria.
Já estava chegando meu ponto também, e o rapaz da primeira chupada passou e me deu um cartão com seu telefone. Eu estava tão arrependida e com vergonha neste momento que quase joguei fora, mas guardei.
Estou pensando em ligar para ele agora, pois fico todo dia lembrando do que aconteceu e me dá um tesão incontrolável, nem consigo trabalhar direito. Fiquei com muita vontade de sentir aqueles pintos grossos dentro de mim, mas naquela situação dentro do ônibus seria muito perigoso. Mas acho que se eu ligar, vou dar muito para ele ainda, e tenho medo de me envolver...
