"Os mais excitantes contos eróticos"

 

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autor: 23cmsp
publicado em: 12/04/16
categoria: traição
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Fonte: maior > menor


Oi, meu nome é Patricia, tenho 29 anos, sou morena, de estatura mediana, seios e bumbum bem feitos, o suficiente para às vezes provocarem alguns olhares, mesmo andando com roupas reservadas, como é meu costume.
Eu vim contar uma coisa que anda acontecendo comigo de uns meses para cá, e que estou gostando muito, mesmo estando ciente de que é totalmente diferente de tudo que eu já havia pensado em viver.
Eu sou casada há 4 anos, não temos filhos e o meu marido é um grande companheiro. Ele é um bom profissional, um bom amigo e um bom marido.Ele é muito religioso e uma pessoa de perfil bastante conservador. Como ele, eu também vim de uma família muito tradicional na forma de se comportar socialmente, e com uma criação rígida, voltada para um matrimônio só. Acho que combinamos no nosso jeito de ser, exatamente por eu ter sido criada para ser uma mulher de família no estilo mais tradicional do comportamento.Trabalho meio expediente em uma biblioteca, o que me deixa boa parte do dia para cuidar da casa.Moramos de aluguel em uma casa de fundos e o meu marido trabalha o dia inteiro em uma fábrica de móveis como chefe de marcenaria.Há uns meses a nossa vida tem ficado meio apertada, não sobrando muito dinheiro para tudo que temos de fazer e comprar. Coincidiu que nesse período o nosso locador, um viúvo com casal de filhos já criados, que mora na casa da frente do terreno e é o proprietário da nossa, também ficou sem empregada porque esta, que era antiga na casa e criou os filhos dele, viajou para morar com a filha que engravidou.Diante disso eu perguntei ao Ivo, meu marido, se ele não achava uma boa idéia oferecer ao Sr. Murilo, o locador, os meus serviços de meia-diarista alguns dias da semana em troca de um abatimento no aluguel. Como a gente andava mesmo apertado de dinheiro, o Ivo achou uma ótima idéia, e foi conversar com o Sr. Murilo.Eles acabaram fazendo um acordo, e eu passei a fazer os serviços domésticos da casa do Sr. Murilo toda segunda e quinta à tarde, o que nos ajudou muito no aluguel.
Logo no primeiro dia deu para eu notar que ele não era muito bagunceiro, e que o maior serviço era mesmo o de manter a poeira longe das coisas da casa.Havia pouca roupa para lavar e passar, e a comida eu poderia fazer vários pratos e congelar que ele aceitava bem este tipo de cozinha.Fui bem recebida pelo Sr. Murilo, que passava boa parte do dia lendo ou trabalhando em seu escritório de contabilidade na casa mesmo e à noite dava aulas em uma faculdade, como professor de contabilidade.Apesar de ter sido muito bem recebida e dele ter já demonstrado que eu teria muita liberdade dentro da casa, notei o Sr. Murilo sutilmente olhando para meu corpo. Eu nada disse, apenas trabalhei. Às 19:00hs voltei para minha casa.A semana correu normal, mas eu estava mesmo reparando que o Sr. Murilo ficava me olhando de modo dissimulado, sempre cordial e educado.
No domingo à noite, quando estávamos deitados, já para dormir, eu comentei com meu marido como estavam sendo os meus dias de trabalho na casa do Sr. Murilo, que ele era muito cuidadoso com a casa e que quando estava em casa ele era muito gentil e educado, mas que eu, não sei por que, às vezes o percebia me olhando.O Ivo se mostrou interessado em saber, e me perguntou se ele já havia me falado ou feito algo. Eu disse que não, que aquilo era só uma percepção minha, mas que de concreto eu não havia tido o menor problema.Eu notei que o Ivo ficou de pênis duro na hora, e depois disso fizemos amor. Sempre fazemos amor de jeito bem comportado, muitas vezes calados e totalmente no escuro, porém naquela noite eu achei que o Ivo estava mais excitado, estava um pouco mais atuante e nem se preocupou em apagar o abajur. Eu gostei.
Na segunda seguinte eu cheguei da biblioteca, almocei e fui para a casa do Sr. Murilo, desta vez de roupas mais reservadas ainda. Ele não estava em casa, cheguei e comecei a minha faxina normalmente. Cozinha, roupas para lavar, banheiro, sala, escritório e quarto, etc.No quarto do Sr. Murilo, durante a arrumação, quando coloquei as sandálias dele debaixo da cama, notei que o gavetão da cama estava entreaberto por estar meio na diagonal o que o impedia de fechar corretamente, quando eu o abri para poder fechá-lo novamente percebi algumas revistas.Quando eu as peguei para ver, percebi que eram de sexo explícito. Na hora o meu coração disparou, a minha boceta contraiu e eu senti um jorro de umidade nela.Eu fechei a gaveta e sai de perto da cama para continuar a arrumação, mas não parava de pensar no que eu havia encontrado.Voltei para a área de serviço para pegar roupa para passar, e continuava pensando no que eu havia visto. Resolvi aproveitar que o Sr. Murilo não estava em casa, voltei ao quarto e abri a gaveta novamente.Havia algumas revistas com mulheres na capa sendo penetradas mas com desenhos coloridos tampando as cenas sobre os sexos do casais.Quando eu abri as revistas, vi cenas de pênis enormes penetrando mulheres sorrindo e fazendo caras e bocas de quem estava com dor, mas gostando daquilo. Eu fiquei excitadíssima, meus bicos dos seios ficaram duros, minha xoxota toda molhada, e me deu vontade na hora de apertá-la.Eu já sabia daquelas revistas, mas nunca tinha tido coragem de parar em uma banca para ver ou comprá-las.Esfreguei minha buceta por cima da calça enquanto eu olhava as histórias meio sem nexo e bobas, mas com muito sexo. Eu não podia acreditar que existissem pênis tão grandes como aqueles nas revistas.Eu ouvi barulho da porta da rua abrindo, corri e guardei as revistas, fechei a gaveta e voltei para a tábua de passar roupa. Era o Sr. Murilo acompanhado de uma aluna. Eles me cumprimentarem e foram para o escritório. Lá eles ficaram, e pela conversa parecia que o Sr. Murilo estava dando aulas para a garota, mas que ela estava com muita dificuldade para entender.Eu fiquei passando roupas, e me controlando para ninguém perceber que eu estava nervosa por quase ter sido pega excitada vendo pornografias.
Fui até o escritório algumas vezes para oferecer e levar suco e biscoitos. Às 19:00hs eu fui embora, a menina foi um pouco antes de mim.Eu avisei ao Sr. Murilo que apesar de ser só terça-feira, eu voltaria no dia seguinte para tirar umas roupas de cama que eu havia deixado de molho.À noite em casa quando deitamos, eu contei para o Ivo que eu havia encontrado algumas revistas pornográficas do Sr. Murilo e que este chegou na hora que eu as estava guardando (é lógico que não contei que eu havia ficado me alisando excitada).O Ivo, perguntou se ele havia me visto com as revistas na mão, ou se tinha percebido que as havia descoberto. Eu disse que não. Ele perguntou se ele tinha ficado me olhando de novo.Eu, para ver o Ivo excitado de novo, disse que sim. E que ele tinha até ficado conversando na cozinha enquanto eu passava e que eu tinha notado ele apreciando meu corpo, apesar de eu estar de calça e blusa de manga.Funcionou!! O pênis do meu marido ficou muito duro. De novo fizemos amor diferente e de novo foi bom.
Aquilo nunca havia me passado pela cabeça, meu marido ficava excitado por saber que outro homem estava me desejando, e o pior de tudo é que eu estava gostando de ser desejada. Que loucura.No dia seguinte, no começo da tarde, eu fui para a casa do Sr. Murilo. Para dizer a verdade eu nem precisava realmente voltar lá aquele dia, mas eu queria ver de novo aquelas revistas. Fui entrando silenciosamente na casa. De repente eu ouvi barulho da cama no quarto do Sr. Murilo, continuei em direção ao quarto mais silenciosamente.A porta estava entreaberta, pela fresta da dobradiça da porta, e pude ver o Sr. Murilo deitado em cima da cama, sem camisa, com a cueca abaixada, o pênis duro em uma mão e uma revista em outra.Na hora a minha buceta contraiu, eu fiquei ali paradinha no corredor, assistindo pela fresta da porta o Sr. Murilo se masturbando. Segurando o pênis duro e grosso na mão, agitando para cima e para baixo. Era maior e mais grosso que o pênis do Ivo. Aquilo me provocou arrepios, eu não conseguia parar de olhar, coloquei minha mão por sobre a calça, na minha boceta e fiquei apertando, e com a outra mão fiquei alisando e apertando os meus seios.Como era cabeçudo aquele pau, e foi ficando maior até o momento em que o esperma jorrou. Juro que tive a impressão de ter ouvido ele falar "Patricia" enquanto urrava durante o gozo.Depois do gozo, ele ficou deitado e eu saí da minha hipnose e lentamente fui saindo de perto da porta, voltando a sair da casa para que ele não percebesse que eu havia estado ali.Voltei para minha casa, eu estava muito excitada. Será que ele realmente havia dito o meu nome ou tinha sido imaginação minha. Aquele pênis era grosso. E eu estava muito molhada. Eu estava me comportando como uma puta, querendo outro pênis que não o do meu marido. Mas eu não conseguia parar de pensar no que tinha visto.
Aquele pênis cabeçudo estava me deixando mais perturbada que o pênis do meu marido.Resolvi voltar lá. Troquei de roupa, coloquei um vestido folgado nos seios e mais apertado na cintura, de algodão estampado fino, sem decote, mas que mostrava bem o volume dos meus seios e deixava o meu pescoço à amostra.Eu devia estar ficando louca, mas eu queria fazer isto. Eu queria provocar ele como eu havia sido provocada.Entrei de volta na residência dele, desta vez fazendo barulho e gritando por seu nome.Ele respondeu e logo veio até mim. Eu senti que ele tomou um susto quando me viu. Acho que não esperava me ver vestida daquela maneira. Na verdade não tinha nada de mais, mas é que era muito à vontade para mim, que sempre fui muito reservada com ele ou com estranhos.Enquanto eu tirava a roupa do balde e colocava na máquina, o Sr. Murilo ficou lá sentado conversando comigo. Eu fiz questão de andar na frente dele, de me virar e abaixar várias vezes de costas para ele ver bem minha bunda marcada no vestido. Fui muito risonha. Eu tinha que me vingar e o fazer ficar tão excitado quanto eu tinha ficado.Como ele estava de bermudão e camisa, pude em alguns momentos notar que ele estava ajeitando o pênis por estar mais duro que o normal.Depois que terminei de tirar a roupa toda que estava de molho e colocá-la para bater na máquina, eu me despedi dele e fui embora para casa dizendo que voltaria mais tarde para estendê-la.



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