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Esposa do meu Amigo pt 2


autor: Del
publicado em: 13/04/16
categoria: hetero
leituras: 3926
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OBS: Visite meu perfil e leia a primeira parte deste conto.

Foda é que a hora já estava bem avançada, e não passava um mísero táxi. Meu celular estava tocando, era o meu amigo, fui obrigado a desligar o aparelho. Foi quando ouvi uma voz feminina gritando meu nome, olhei e era a Violino, que havia descido atrás de mim, andando com seu vestido indecente pela rua, sob o olhar obsceno de alguns bêbados no bar da esquina.

Violino: “Del, volta, vamos conversar.”

Del: “Não tem o que conversar Violino, ele está bêbado. Você está bêbada. Todos nós estamos muito bêbados.”

V: “Del, você disse que realizaria o sonho do seu amigo, se partisse dele a iniciativa. Lembra?”

D: “…” – Fiquei em silêncio, ela tinha razão. E por um momento percebi que eu não estava me reconhecendo, afinal eu nunca havia negado uma buceta antes, não importando a situação. Acho que eu estava bêbado demais.

V: “Vem, vamos embora, comer um pouco e tomar cerveja…” – Violino me pegou pela mão, convincente.

D: “Violino, sendo sincero, eu estou com uma vontade incontrolável de te comer, algo que sempre tive. Mas tem que ser na frente dele?”

V: “Ele já estará dormindo quando a gente voltar.”

Violino sorriu de forma safada, se aproximou e beijou minha boca, já agarrando meu pau. Peguei firme seu quadril e depois apertei com vontade sua bunda, invadi seus lábios com minha língua e fiz ela sentir em um beijo o nível de tesão que eu estava sentindo. A magrela retribuiu passando a unha devagar pelas minhas costas, e esfregando sua coxa direita em minha perna. Minha trosoba estava novamente em riste, pronta para violar as profundezas mais remotas daquela deliciosa mulher, mas não poderia ser ali, afinal aqueles bêbados no bar já gritavam coisas de baixo calão para nós; os mais educados mandavam a gente ir procurar um motel, o que não seria uma má ideia.

Voltamos para o apartamento discretamente, por causa da vizinhança e do circuito interno de TV do condomínio. Fazer meu amigo de corno já era ruim, mas isso não precisava se tornar público. Entramos pela porta da cozinha e, quando chegamos na sala, meu amigo estava caído no chão, sendo que dessa vez eu fiz questão de conferir se ele estava dormindo realmente. Violino se aproximou e me trouxe uma cerveja, que aceitei por educação, já que eu não aguentava mais beber. Fiquei sentado no sofá, próximo ao meu amigo moribundo, pensando sobre o que eu estava prestes a fazer, enquanto minha anfitriã deixou o recinto.

Alguns instantes depois, a doce Violino voltou para a sala com o mesmo vestido, e fez questão de se abaixar bem na minha frente, com a desculpa de que iria tirar um copo do chão. Olhei diretamente para aquela delícia, e vi que ela havia se livrado da calcinha. Sua bucetinha branca estava ali diante dos meus olhos, e era possível ver até seu cuzinho rosado, tamanha era a sua ousadia ao se abaixar diante de mim. Meu pau pulsava dentro da calça, e naquele momento meu receio e minha sensação de culpa desapareceram. Segurei Violino pela cintura e a puxei firme para o meu colo, perguntando se era aquilo que ela gostava de fazer. Seu vestido bem levantado não atrapalhou o acesso de meus dedos à sua bucetinha fervilhante e molhada, enquanto minha outra mão buscava seus seios. A safadinha se contorcia sobre mim, e aproveitei para lhe chupar o pescoço com vontade, forçando ela a dizer que queria ser minha puta, da forma que ela disse antes.

Eu a segurava firme, mas em um gesto rápido ela deslizou até perto dos meus joelhos, girou, e abriu com vontade minha calça, puxando-a junto com a cueca até minhas coxas, deixando minha trosoba ver o mundo exterior novamente. Após um delicioso elogio ao tamanho, Violino voltou para o meu colo, agora de frente pra mim, fazendo sua prexeca molhada tocar no corpo de minha piroca, me enlouquecendo com beijos intensos e gemidos de prazer, por sentir meu pau pulsando em contato com seu grelo. Eu pegava forte em suas coxas e ainda mais forte em sua bunda, desferindo alguns tapas, mesmo sob risco de acordar o bebum próximo de nós dois. Violino gemia mais gostoso e esfregava forte sua pepeca ainda mais molhada na minha pica. Eu precisava invadir aquela mulher, então tentei posicionar a ponta do membro na entrada de sua buceta, mas ela impediu, saltando com agilidade e ficando em pé, de frente pra mim.

“Você não vai comer minha buceta antes de retribuir o que fiz por você no carro.” – Ela disse, com a mão na cintura, e só faltava bater o pé.

Me levantei e planejei jogar ela com as pernas arreganhadas no sofá, para sentir a habilidade de minha língua intrusa. Só que ela se esquivou, e disse que não seria ali, me puxando pela mão enquanto andava pela sala. Fiquei com receio de que ela me levasse até o seu quarto, pois eu até poderia fazer meu amigo de corno, mas não faria isso na cama dele. Acho que ela também levou isso em consideração, e me conduziu até o quarto de hóspedes/escritório, que era bem pequeno e estava climatizado. Tinha uma estação de trabalho com dois laptops no canto, uma cama de solteiro bem pequena e um outro móvel com gavetas, além de uma TV de LCD na parede, que exibia um filme pornográfico, detalhe que talvez houvesse sido arquitetado por aquela safadinha magrela. Camisinhas e um tubo de lubrificante foram colocados sobre a escrivaninha.

Ela tirou o vestido e sentou-se na beirada da cama, mandando que eu tirasse também a minha roupa. Enquanto eu me despia, observei como aquela mulher era deliciosa. Embora fosse um pouco mais magra do que a minha preferência, sua pele branquíssima contrastava deliciosamente com seus cabelos pretos naturais, e seus seios eram uma obra de arte: medianos, empinadíssimos e duros, deliciosamente duros. Sentada de pernas abertas e tocando delicadamente em sua própria buceta, Violino revelava também a beleza de sua bucetinha, uma bela peça depilada, com interior róseo e grandes lábios bem carnudos para o seu tipo físico. Quando me livrei da última peça de roupa, Violino puxou-me em sua direção, já abocanhando com vontade meu salame carnudo.

Agora a cena era perfeita, eu estava de pé, vendo aquela mulher de rosto lindíssimo executando seu boquete ímpar em minha rola, que estava no seu auge de dureza. Violino, safadíssima, abusava dos momentos de garganta profunda, e fazia questão de se movimentar muito rápido quando mamava com mais intensidade. Em pouco tempo eu gozaria de novo naquela boca, então mandei que fizéssemos um 69, com ela por cima. Ela negou e disse que ficaria por baixo, deitando-se na cama com as pernas bem abertas, me chamando para a deliciosa posição norte-sul.

Tive o primeiro contato oral com aquela buceta, que expelia um mel agradabilíssimo, de sabor suave e textura fina, que já escorria para o lençol da cama. Enfiei a cara com gosto naquela prexequinha, praticamente me afogando em tanta lubrificação, e quando enfiei um dedo para buscar seu ponto G, me impressionei em como era apertada e aveludada. Fiz Violino gemer e rebolar gostoso quando soquei um dedo em sua bucetinha e outro no cuzinho, e aproveitei para enfiar forte a pica em sua boca, me divertindo quando ela engasgava e batia em minha coxa para conter meu ímpeto.

O tesão subia de forma impressionante, e em uma dessas estocadas com o pau no fundo de sua boca, gozei gostoso, jogando os jatos diretamente na garganta. Quase que ao mesmo tempo, Violino mergulhou em um orgasmo evidenciado por uma tremedeira deliciosa, e novamente continuou me chupando mesmo após eu gozar, só que dessa vez o mastro continuou vivo, pois eu queria muito conhecer o interior daquela mulher, imediatamente.

Levantei-me e Violino manteve sua posição, deitada com as pernas abertas. Masturbei minha piroca enquanto observava aquela mulher deliciosa deitada na cama, com cara de safada e ofegante, depois de uma gozada gostosa. Me preparei então para finalmente invadir aquela bucetinha, quando Violino fechou as pernas diante de mim.

Violino: “Não Del, no parque do seu amigo não.”

Del: “Como não? Vai ter que ser à força?”

V: “Não Del, nem à força, nem de jeito nenhum.” – Disse ela, fechando a cara e cruzando os braços.

D: “Porra, não é possível, estou desesperado aqui, preciso meter em você.”

V: “Pois não vai meter na minha buceta. Aqui é propriedade do seu amigo, só dele.”

D: “E eu fico na merda?”

V: “Claro que não.” – Disse Violino, se levantando da cama.

Foi aí que me lembrei de um diálogo que tive com meu amigo algum tempo atrás, sobre sexo anal. Ele dizia que sua namorada (Violino) era virgem do cuzinho, e sequer cogitava fazer sexo anal, mas um dia ela quis tentar, e eles fizeram, mas ele disse que a moça não parecia sentir tanto prazer, e logo pedia para voltar para a buceta. Eu até passei umas dicas para o cara tentar novamente, mas ele disse que apesar de violar o brioco da namorada com alguma frequência, a diversão dela era mínima.

Meu amigo não entendia era que Violino tinha uma vontade louca de dar o cu, mas com gosto, dar como uma puta. De fato Violino não utilizou claramente essas palavras, ela apenas disse que queria dar ele para mim, e falou que eu poderia pegar pesado. Definitivamente, naquela altura do campeonato, com a trosoba em riste pós-orgasmo, sob influência etílica e depois de tudo que ocorreu naquela noite, “pegar pesado” com aquela delícia era a única opção.

Mandei que Violino se deitasse no franguinho assado, para começar a brincadeira. Ela negou, disse que eu iria comer o rabo dela na posição que ela quisesse, e além disso, me fez prometer que não pararia nem diminuiria o ritmo, não importa o que acontecesse. As únicas exceções seriam em caso de gozo, ou caso a palavra de segurança fosse dita. Por sinal, a palavra de segurança era bem criativa: o nome do meu amigo. Nem preciso dizer que fiquei com um tesão absurdo para comer aquela bundinha, pois historicamente Violino foi uma das poucas moças que se mostrou disposta a encarar minha trosoba fumegante no rabo sem dó.

A tesuda se apoiou com as mãos espalmadas e o rosto encostado na parede. Pausa para observar como aquele corpinho era tão delicioso. O rabo-de-cavalo continuava lá, e descia no meio de suas costas estreitas e brancas, formando aquele contraste dos deuses. Sua bunda, como defini no começo do conto, era branca, pequena e deliciosamente redonda, desenho realmente perfeito. Peguei o lubrificante e espalhei entre sua bundinha, dedilhando seu cu primeiro com um, depois com dois dedos, e ela já começou a gemer. Aquele cuzinho era delicioso, completamente rosado, absolutamente apertadinho e quente, muito quente em seu interior. Coloquei a camisinha na trosoba, conforme ordem da Violino, e mandei que a moça empinasse mais seu quadril, algo que ela fez, me deixando ainda mais louco.

“Mete logo Del, para de enrolar.” – Disse Violino, me olhando com cara de estressada.

Eu não estava enrolando, só era delicioso demais dedar aquele cuzinho tão apertado. Mas sua ordem foi clara, e eu obedeci. Coloquei a trosoba pulsante na mira, bem na entrada daquele cuzinho rosa, e comecei a enfiar devagar, segurando em sua cintura. Seu rabo era espetacular! Enquanto meu pau ía entrando, pude sentir que a safadinha se contorcia, e às vezes tirava a mão da parede, talvez com a intenção de pedir uma pausa. Mas ela estava determinada, e tentava se manter firme e forte, embora suas pernas ameaçassem tremer. Meia piroca já se escondia dentro daquele cu, e a expressão de dor na cara da Violino era notável, só que ela resistia bravamente, e continuava a aguentar, agora soltando alguns gemidos mais sofridos.

“Enfia tudo, seu maldito desgraçado!” – Violino socou a parede, e eu não tive escolha.

Empurrei tudo para dentro do cuzinho da magrela, fazendo meu pau sumir inteiro dentro da moça, que gritou e depois gemeu, socando novamente a parede, e depois passando a mão como tentasse arranhar a pintura. Puxei pra fora o pau, e soquei para dentro em seguida. Dessa vez ela não se aguentou na posição, e foi com o corpo pra frente, colando na parede. Fui junto, mais uma puxada para trás e outra socada para dentro, agora mais forte. Violino gritou ainda mais alto quando meu pau lhe tocou o fundo do rabo. Puxei ela pela cintura de volta para a posição, deixando ela empinadinha. Outra puxada de pica para fora, e nova estocada, agora mais cadenciada, sentindo a entrada. Violino estava ofegante, suas pernas tremendo. Com a mão senti que o mel de sua bucetinha escorria pelas coxas. Dei mais duas estocadas em seu cu e parei, a mocinha estava gozando, seu corpo tremia com vontade, sua respiração ofegante se misturava com seus gemidos.

O gozo era uma das condições para a brincadeira terminar, mas eu ignorei, pois minha trosoba estava começando a gostar de ficar naquele rabinho. Violino ainda estava tremendo quando dei outra estocada até o fundo, provocando mais um grito da gostosa branquinha. Ok, era a hora de pegar pesado e ver o quanto essa vadia estava disposta a aguentar. Segurei firme em seu quadril e comecei a bombar seu cu em velocidade cadenciada, seus gemidos eram incríveis, com certeza acordariam não só o meu amigo bêbado, bem como todo o prédio. Mas eu sequer me importei, continuei enrabando Violino em pé do jeito que ela pediu, como uma puta. A vadia safada começou a masturbar a buceta enquanto meu pau lhe rasgava as pregas. Vi que seu mel já pingava no chão de madeira, e eu só aumentava o ritmo de pirocadas. Novas tremedeiras surgiram, agora mais intensas.

Passei então a maltratar o rabo da magrela. Eu tirava o pau de seu cuzinho, deixava ele piscar, e depois enfiava de novo, com força. Em uma dessas puxadas para fora Violino colocou a mão para trás e arrancou minha camisinha, disse que queria me sentir de verdade dentro dela. Meu pau entrou gostoso, e meu tesão foi às alturas enquanto senti seu cuzinho gostoso e quente. A sensação de prazer era tão intensa que eu só pensava em meter mais forte, e Violino gritava como louca, gemia e me xingava de forma aloprada, e emendou outro orgasmo quando lhe puxei pelo cabelo, realizando ainda mais seu desejo de se sentir uma puta. Enquanto ela estremecia pela terceira vez, meti devagar em seu rabinho e dei alguns tapas em sua bundinha branca, deixando-a marcada com minhas digitais.

“Você vai me matar seu filho da puta, nunca gozei desse jeito!” – Violino estava irreconhecível, o prazer anal lhe transformara em uma vadia de primeira categoria.

Quando as tremedeiras diminuiram e sua bunda já estava bem marcada dos tapas, voltei a enterrar com força meu cacete em seu rabo, agora masturbando também sua bucetinha absurdamente molhada, literalmente pingando. Eu estava impressionado como aquela putinha aguentava minha piroca no cu daquele jeito, e quanto mais forte eu botava, mais ela gemia, grunhia, socava a parede, me xingava e pedia mais pica. Isso me fez segurar em sua cintura e meter com mais velocidade ainda, me obrigando a reduzir o ritmo logo depois para respirar.

Violino aproveitou a oportunidade para mudar de posição. Andamos de ré com meu pau engatado em seu cuzinho, e ela me empurrou com o quadril na direção da beirada da cama, aonde me sentei, junto com ela, sem meu pau desengatar de sua bunda pequena. Violino começou a quicar gostoso no meu pau, se apoiando em meus joelhos para lhe dar amplitude para sentar. Agora que ela estava no comando, eu queria ver se ela iria manter o ritmo forte, algo que ela honrou. Suas sentadas eram fortes e vigorosas, ela subia com velocidade, para logo em seguida descer com força até seu corpo encostar no meu. E cada sentada era acompanhada de gemidos deliciosos, Violino realmente sabia gemer e meter, era uma mulher fantástica. Que sorte tem o meu amigo.

Quando ela largou o peso, com meu pau pulsando todo dentro do seu cu, acabou entrando em outra sequência de tremedeira incrível. Masturbei sua bucetinha encharcada com uma das mãos, e com a outra segurei em seu delicioso peitinho. Ela gemia baixinho agora, um gemido diferente, meio que um urro, e se misturava com sua respiração ofegante. Já que nossos corpos estavam colados, a beijei no pescoço, e ela em seguida se virou para beijar minha boca. Um beijo gostoso, com minha pica pulsando dentro de seu rabo delicioso. Que delícia, que mulher gostosa, eu estava louco, mas queria ficar ainda mais louco.

Fiz Violino se levantar, seu cuzinho estava literalmente arrombado, era um cenário de destruição, e ela parecia pouco disposta a mais pirocadas. Meu pau também estava esfolado, e compartilhava do mesmo cenário visto naquele furico rosado. Eu bem que adoraria lavar o pau e comer aquela bucetinha até gozar, enchendo seu útero do meu DNA, mas eu já estava abusando da boa vontade do meu amigo, e como Violino disse, aquele parquinho era só dele.

Puxei então a vagabunda pelo cabelo e a joguei na cama, mandei que ela ficasse de quatro. Ela respondeu que eu tinha lido seu pensamento. Quando se arreganhou na beirada cama, seu cu ainda piscava e estava irreconhecível, mas Violino estava feliz, se sentia uma puta, e seus serviços ainda não tinham terminado.

“Acaba comigo agora Del, acaba com essa puta!” – Violino disse, antes de se arreganhar mais e empinar o quadril para trás.

Me posicionei de pé na beirada, mirei a pica na direção daquele rabo excepcional e enterrei a piroca de uma vez, sem qualquer cerimônia. Violino deu um berro, mas não arredou pé de sua posição. Segurei então firme no quadril da magrela e passei a enterrar o pistão em sua câmara de combustão com uma força sobrehumana. Nem eu sabia que era capaz de enrabar alguém com aquela violência, mas Violino me provocava repetindo a frase “mais forte”, embora sua expressão de dor fosse notável, e seus gemidos eram abafados por mordidas no travesseiro. Cada vez que minha trosoba sumia naquele cu, a mocinha se curvava, e eu ía atrás, mesmo quando o membro escapava do seu esconderijo.

A branquinha já demonstrava que estava em seu limite, mas o meu orgasmo começava a se aproximar, e eu iria até o fim, ou até Violino proclamar a palavra de segurança. Me acocorei então na cama, por trás da moça, e enterrei de vez meu mastro em seu cu como em um filme pornô, e dei algumas bombadas extremas antes de Violino se desequilibrar em suas pernas trêmulas e cair de bruços na cama. Eu caí junto, sem tirar a pica de dentro, e fiz um rápido movimento de perna para manter a magrela arreganhada. Com meu peso em cima da moça, e enfiando meu mastro dentro dela sem dó, gritei em seu ouvido para que ela “pedisse arrego”, mas ela gritava que “não”, e me xingava. Aumentei o ritmo, e logo éramos três a gritar: eu, Violino e a cama. Não tinha como meu amigo não acordar, mas eu definitivamente não ligava para isso, e continuei metendo na moça até finalmente meu orgasmo chegar, e uma carga fervilhante de porra galática ser despejada no reto da pobre Violino.

Minhas forças acabaram, e Violino rebolava discretamente debaixo de meu corpo inerte, como que curtindo os últimos instantes de minha pica dentro de si, ou talvez tentando expulsar o invasor de seu interior. Nós dois gemíamos baixinhos, exaustos, e eu dizia no ouvido da moça o quão tesuda ela era. Meu prazer intenso começava a dar lugar ao sono pós-coito, e eu já me preparava para rolar lateralmente e adormecer na companhia da deliciosa namorada do meu amigo. Mas eis que meu momento é interrompido por palmas. Sim, palmas. Meu amigo estava diante da porta, com a piroca rígida, batendo palmas para a nossa performance.

Amigo: “Eu não comeria tão bem essa vagabunda. Realizou seu sonho, meu amor?”

Violino assentiu com a cabeça. Eu não tinha forças para nenhum comentário, e me preparei para o pior, talvez um tiro ou facada, e eu merecia. Apenas estupro de meu corpo eu não iria tolerar, mas aceitaria ser vítima de qualquer outro tipo de violência. Mas meu amigo parecia satisfeito, e mostrou que se divertiu bastante com as cenas, tocando uma rápida punheta e gozando no chão, em uma cena que eu evitei assistir. Quando ele terminou com seus gemidos assustadores, Violino me deu um beijo na boca, se livrou do meu pesado corpo inerte, e se colocou de quatro no chão, lambendo as gotas de porra que haviam escapado da piroca de seu amado. Gostei da cena, e vi que a noite estava longe de acabar.

A branca então se ajoelhou diante de seu namorado, e começou a lhe pagar um boquete em sua piroca mole. Comecei a ficar excitado com a possibilidade de assistir um pornô amador bem diante dos meus olhos, e meu membro começou, lentamente, a voltar para o mundo dos vivos. Violino tinha a boca tão deliciosa que meu amigo se recuperou rapidamente, e conduzia a cabeça da namorada através da extensão de seu pau, tornando a cena ainda mais interessante para o voyeur que vos escreve. Mas logo eu seria tirado da minha paz, e fui convidado a me juntar à brincadeira depois de lavar o membro, dando minha salsicha para completar a dieta de Violino.

Meu amigo teceu um elogio desnecessário ao tamanho da minha piroca, mas cuidei de me concentrar apenas na performance de Violino. A safada estava recebendo o que mais queria, seu dia de puta, e era cativante ver o sorriso de menina satisfeita em seu rosto. Cada uma de suas mãos segurava uma piroca, e sua boca revezava a atenção entre mim e meu amigo. A garganta profunda que Violino fazia em seu namorado era bem interessante, mas quando ela tentava fazer o mesmo comigo, engasgava e despejava litros de saliva sobre meu pau, o que fazia meu amigo ficar louco. Tão louco que mandou ela chupar apenas minha trosoba, enquanto ele se divertia na punheta, observando a performance de sua namorada em mim.

A estranheza da situação foi dando lugar à sensação maravilhosa de receber outra mamada daquela mulher incrível, embora a superfície da minha pica estivesse mais esfolada do que nunca. Violino me tirava do sério, e seu olhar de putinha safada na minha direção me incentivou a pegar sua cabeça com as duas mãos, fodendo sua boca na mesma velocidade que eu fodera seu cu momentos atrás. Meu pau rapidamente ficou coberto por uma quantidade incrível de baba, que escorria sobre os peitos da moça, sua barriga, suas pernas e o chão. Eu só aliviava o ritmo quando os engasgos da branca ficavam mais intensos.

Realmente não acreditava que poderia gozar novamente naquela noite, mas os pulsos orgásmicos já fluiam pelo meu corpo, e logo tomariam as rédeas da situação, se não fosse por um simples detalhe: meu amigo gozou em mim.

Del: “Filho duma puta do caralho!”

Amigo: “Achou que ía foder minha mulher e não ía se foder?” – Disse o infeliz, com uma risada escrota.

Meu amigo tinha Violino como alvo de sua leitada, mas sabe-se lá por qual motivo retardado-etílico, virou-se na minha direção e acabou me acertando o braço com sua carga genética. Graças à minha agilidade, os outros respingos se dividiram entre o corpo babado de Violino e o chão de madeira. Fiquei muito puto, mas a doce mocinha encarregou-se de limpar meu braço com sua língua, e depois com um lenço umedecido. Meu “amigo” estava agora na cama, rindo até tossir. Violino deu um risinho discreto, mas eu, e principalmente minha trosoba, não achamos graça nenhuma. Eu precisava me vingar, mas fazer duelo de porra definitivamente não era uma opção. Foi então que Violino ofereceu para mim, de mão beijada, a minha oportunidade de vingança.

Enquanto o zé ruela não parava de rir, Violino foi até a cama e se deitou na posição do franguinho assado, com as pernas bem abertas e aquela sua deliciosa bucetinha melada totalmente exposta. A magrinha fez cara de ninfeta carente, com um dedinho na boca, enquanto com a outra mão masturbava discretamente seu grelinho. Diante da cena, acabei por dar lugar ao tesão novamente, refletindo em um endurecimento imediato do membro carnudo.

Violino: “Vem Del, vem brincar no parque do seu amigo. Vem comer minha bucetinha.”

Ah leitor camarada, que vingança gostosa. Aquela buceta rosada havia atingido o status de sonho de consumo desde que me fora negada, e agora eu tinha a chance de fodê-la loucamente, canalizando a raiva que eu estava do meu amigo diretamente na invasão de seu playground particular. Ao contrário do que imaginei, meu amigo aprovou o ato, e passou da cama para a cadeira, aonde disse que veria tudo de camarote. Então devidamente autorizado, me posicionei diante daquela bucetinha e inseri deliciosamente minha pica. Violino tinha uma buceta incrível, apertadíssima e deliciosamente encharcada, me incendiando com um tesão incrível conforme eu lhe penetrava na clássica posição papai-e-mamãe.

Eu a fodia vigorosamente, com o rosto a centímetros do seu, observando como ela ficava ainda mais linda sob ação intensa do prazer em seu corpo. Nossas bocas pareciam atraídas por algum magnetismo, mas respeitamos (pelo menos naquele momento) a única regra de seu namorado, que era não beijar. E enquanto meu quadril se movia com plena intensidade, Violino travava suas coxas ao meu redor, como se tentasse me empurrar mais para o seu interior. Que mulher deliciosa, que buceta apertada! E descobri que ela ficava ainda mais enlouquecida quando eu lhe chupava o pescoço, deixando-lhe marcas, que ela retribuía com arranhões em minhas costas, embora não fossem tão profundos.

Violino queria cavalgar, então nos posicionamos rapidamente, e eu pude ir ao delírio com a imagem daquela magrinha fabulosa sentando lentamente em meu caralho hirto, e depois cavalgando vorazmente. Seus peitinhos empinados e saltitantes naquela posição nunca sairiam da minha mente. Aquela mulher rebolava e quicava como se não houvesse amanhã, se deliciava na minha piroca como se a desejasse desde sempre. E em paralelo eu a segurava firme pelo quadril, garantindo que minha trosoba jamais deixasse o aconchego espetacular daquela incrível prexeca.

Mas meu amigo cansou de só assistir, e resolveu reivindicar seu direito de namorado. Violino demorou para deixar meu mastro, dando mais algumas quicadas antes de enfim sentar sobre a piroca do amado, na cadeira. A delícia sentava e rebolava com vontade, e inclinada na minha direção masturbava meu membro com as duas mãos, antes de, mais uma vez, me presentear com o toque arrebatador de sua língua. Meu amigo realmente gostava de ver sua namorada com minha rola na boca, e trocou de posição, metendo rápido na bucetinha de Violino enquanto esta abocanhava meu salame e empinava sua bundinha na direção de seu companheiro. Quão mais intensas eram as estocadas de meu amigo em sua namorada, mais intensa era a mamada daquela doce magrela. Gozar era questão de pouco tempo, mas o casal ainda tinha uma carta na manga.

Amigo: “Sabe Del, minha putinha não está feliz.”

Del: “Achei que ela fosse a minha putinha.” – Entrei no clima, antes tarde do que nunca, puxando Violino pelos cabelos e fazendo ela olhar pra minha cara. – “Não está feliz sua puta? Levou pica em todos os buracos, bebeu leite à vontade, ficou com o rabo ardendo…”

Violino respondeu que não com a cabeça. Então lhe dei um tapa na cara, e a fiz voltar para seu trabalho oral, e ela prontamente abocanhou meu membro com vontade.

Amigo: “Você deveria levar essa piranha para casa.” – Meu amigo deu um tapa forte na bunda de Violino, ela intensificou suas chupadas em mim.

Del: “Não se leva puta para casa.”

Forcei a cabeça de Violino para baixo até ela engasgar com meu pau, e depois puxei seu cabelo, fazendo ela olhar na minha cara novamente.

Del: “O que te faria realizada essa noite minha vagabunda?”

Ela fez o sinal de “dois” com os dedos. Agora foi a vez do meu amigo a puxar pelo cabelo, enquanto eu a peguei pelo queixo e mandei ela dizer em voz alta o que ela queria.

Del: “Dois o quê sua puta? Fala porra!”

Amigo: “Fala que você quer duas varas te rasgando, nós queremos ouvir.”

Violino parecia disposta a não dizer nada e continuar sendo maltratada. Era impressionante o efeito daqueles tapas, gritos e puxões na moça, pois sua buceta estava tremendamente melada, a ponto de escorrer pela coxa. Soquei três dedos com vontade naquela prexeca, e depois dei os dedos para que ela chupasse, e sentisse o gosto delicioso de seu mel. Ela tanto apreciou que repetiu o gesto, dessa vez com seus próprios dedos, me tirando do sério.

Deitei na cama e a magrinha veio sobre mim, sentando de novo com sua deliciosa prexeca em meu mastro, mas agora se posicionando para a dupla penetração. Enquanto meu amigo tentava achar um lugar para os joelhos na tentativa de penetrar o furico da namorada, Violino repousava serena com meu mastro no interior de sua buceta, aproveitando para me provocar com suaves contrações de sua musculatura vaginal. Que vadia deliciosa! E quanto meu amigo finalmente conseguiu adentrar o cu de Violino, fazendo a magrinha enfim sentir dois membros dentro de si, a moça deu um berro de prazer, e pude sentir quando uma cachoeira de néctar transbordou de sua buceta, aquecendo e revestindo minha pica, que entrava e saía de Violino conforme eu movimentava meu quadril, embora fosse difícil coordenar meus movimentos com as investidas de meu amigo no rabo de sua deliciosa namoradinha.

Violino estava louca de tesão, urrava como uma loba no cio sob a invasão das duas pirocas. Diante de tanto tesão, ela desrespeitou a regra de seu namorado e me beijou a boca, intensamente. Meu amigo, com raiva, a puxou pelo cabelo, e aproveitou o momento para foder com força a bunda de Violino, gozando como um porco depois de algumas estocadas. E quando o camarada finalmente desengatou da magrinha, segurei no estreito quadril da moça e soquei gostoso meu pau em sua encharcada buceta, naquela deliciosa posição em que estávamos (ela deitada por cima de mim). Violino gozou, estremecendo seu corpo colado ao meu, e emitindo um suave e doce gemido, bem próximo de meu ouvido.

Ficamos alguns instantes ali daquele jeito, e meu pau pulsava intensamente dentro da prexeca de Violino. Quando ela se levantou, vimos que meu amigo dormia em sono profundo, encolhido no canto do recinto. Violino lançou-me um olhar provocante, me pegou pela mão e me levou até o banheiro da suíte do casal, aonde entramos juntos no box e deixamos a ducha morna cair sobre nossos corpos nus. Sob a água, trocamos um beijo demorado, e depois trocamos carícias enquanto nos ensaboávamos. O efeito do álcool já começava a cair sobre nós, e o sono nos impediu de realizar uma foda subaquática, embora o desejo estivesse ali, sempre presente. Enquanto nos secávamos, disse a Violino que dormiria na sala, mas ela fez sinal para que eu me calasse, e me levou em seguida para o quarto do casal.

Eu ainda não estava disposto a aceitar a ideia de dormir na cama do meu amigo com sua namorada, depois de a foder todos os orifícios de todas as formas possíveis. Mas Violino estava irredutível, ela queria passar a noite comigo e ponto final. E eu estava bêbado demais para discordar de uma tarada bêbada, ainda mais uma tarada bêbada que vestiu uma camisola de seda sensacional. Violino se deitou na cama de bruços, com meia bundinha de fora, e me chamou. Como eu demorei para reagir (estava paralisado por aquela deliciosa visão do paraíso), a magrinha tratou de ser mais convincente, posicionando-se de quatro na cama, deliciosamente empinada, me convidando de forma irrecusável:

Violino: “Del, me faz dormir feliz.”

Era uma ordem. Pulei sobre a cama e me posicionei de joelhos atrás de Violino. Duas pinceladas da pica em sua prexeca foram suficientes para retomar a irrigação de seu fabuloso canal da fantasia. Peguei a moça pela cintura e enterrei meu pau, de uma vez. Violino gemeu e se envergou, e eu aproveitei sua cabeça levantada para puxar-lhe firme pelos cabelos, desferindo-lhe uma sequência cruel de pirocadas selvagens. Alguns segundos para descansar, e mais pirocada intensa. Violino estava disposta a escandalizar a vizinhança com seus gemidos na madrugada.

Violino se deitou de bruços, me levando com ela, mas a puxei de volta para a posição de cadela no cio, me acocorando por trás para lhe invadir. Foi só minha trosoba entrar, e aqueles espasmos de sua bucetinha somados à tremedeira de seu corpo acionaram o meu estopim orgásmico, fazendo-me despejar uma voraz carga de porra no interior daquela prexeca apertada. Violino tremeu ainda mais ao sentir meu leite fervilhante correndo dentro de seu corpo, e escorreu para a posição de bruços novamente, agora ofegante e praticamente desfalecida. Eu não tive a mesma sorte, e caí para o lado, totalmente apagado.

Minha memória mais recente foi de acordar abraçado à Violino, deitado de conchinha com ela, debaixo do edredom. Aquele corpo delicado tão próximo do meu era a cura perfeita para a minha ressaca, e minha trosoba acordou antes mesmo que meus olhos se abrissem completamente. Violino sentiu quando algo lhe cutucava as nádegas, se virou para mim e abriu um sorriso inesquecível, seguido de um “bom dia” apaixonante. Disse a ela que eu iria embora antes que meu amigo acordasse, e ela concordou com a ideia, mas não sem antes me pagar um boquete matinal desses que cativa qualquer homem, lento e ao mesmo tempo intenso, e longo o bastante para resultar em uma gozada deliciosa, que Violino não desperdiçou uma gota sequer.

Passei discretamente pela porta do quarto aonde meu amigo ainda dormia como se estivesse morto. Catei minhas roupas, dei um beijo de despedida em Violino e fui embora. No meu celular, um alerta de SMS, com uma mensagem de Violino:

“A próxima será na sua casa, você e eu. Recuse, e seu amigo saberá quem dormiu na cama dele.”



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