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Marcelo & Sonia 01 - Como Tudo Começou


autor: MarceloDias
publicado em: 20/05/16
categoria: traição
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Marcelo & Sonia - 01 - Como Tudo Começou

Somos um casal maduro, chamado Marcelo e Sonia, tenho 48 anos, branco, 1.77 de altura, 82 kg, cabelos pretos, bem curtos, rosto largo, olhos escuros, forte, peito largo, pernas grosas, medianamente dotado, 17 cm, grosso. Sonia é uma mulher bonita e muito gostosa, têm 42 anos, branca, 1.66 de altura, 69 kg, cabelos alourados bem lisos nos ombros, olhos claros, lábios grandes e grossos, seios 46, ainda bem firmes, mamilos grandes e bicudos, quadril bem largo, ela tem 108 de quadril, coxas grossas, a boceta grande, toda lisa com os lábios avantajados, a bunda enorme, redonda e empinada, o tamanho exagerado da bunda dela chama a atenção de todos.

Casamos muito novos, ela com 19 e eu com 25 anos. Sonia era muito controlada pelos pais, que queriam saber tudo que ela fazia. Só teve um namorado, quando tinha 16 anos, que ela teve pouca intimidade, só beijava na boca e deixava ele pegar nos peitos fartos de mulher que ela já tinha. Começamos a namorar quando ela fez 17 anos, nós sempre arrumávamos um jeito de ficar sozinhos nos agarrando, ela já deixava mamar nos seus peitos firmes e adorava segurar meu pau duro por cima da calça.

Logo ficamos noivos e a família dela passou a dar mais liberdade para nós dois, quando saiam nos deixavam sozinhos. Depois de muitos momentos de sarro em que ela me deixava acariciar sua boceta e segurava e masturbava meu pau até minha porra farta melar sua mão, Sonia começou a aprender a mamar, eu sentava no sofá da sala com o pauzão duro para fora, ela sentava no chão no meio das minhas pernas e mamava demoradamente o meu pau. Ela gostava de mamar, beijava, lambia e chupava com gosto. Dava para ver que ela adorava fazer aquilo, deixava o pau todo babado, aos poucos passou a chupar até sentir a minha porra grossa encher sua boca.

Eu ficava agarrando ela por trás, ela não resistia, deixava eu abraçar e ficava esfregando o rabão sentindo meu pau duro na sua bunda. Eu era doido pelo bundão exagerado dela, ficava pedindo, querendo comer, doido para fuder seu cu delicioso. Sonia não deixava, falava que tinha prometido para mãe que ia casar virgem, quando a gente casar eu dou a bunda para você, ela dizia me beijando na boca.

Quando casamos, ela ainda era virgem. A lua de mel foi em Campos do Jordão, onde ela perdeu o cabaço e se tornou mulher. Foi uma semana chupando, levando pau na boceta e na bunda. Chorou quando deu a bunda pela primeira vez, mas, agüentou a pica toda. Mesmo doendo, ela gostou, ficou viciada, pedia para eu botar na bunda, queria pica toda hora.

Voltamos da lua de mel e fomos morar no apartamento que eu tinha comprado. Sonia ficou logo grávida e foi mãe aos 20 anos. Nossa filha Renata encheu nossa vida de felicidade. Eu tinha um ótimo emprego e ganhava muito bem, Sonia abriu mão de trabalhar para se dedicar à família. Depois da gravidez, ela continuou cheia de fogo, queria pica toda hora, dava a boceta e depois agüentava minha pica toda no rabão. Sonia era uma mulher muito discreta, calma, alegre e carinhosa, respeitada pelos parentes, amigos e vizinhos pelo seu comportamento serio.

Na intimidade comigo, gostava de sacanagem, era desbocada e adorava dar a bunda. Não tinha vergonha nem frescuras comigo, pedia descaradamente para eu fuder o rabão dela. O tempo passou, Renata cresceu, começou a namorar e com 20 anos, casou com um rapaz filho de um casal amigo da família que morava em São Paulo. Ele conseguiu uma boa colocação numa empresa de grande porte e foram morar em SP.

Voltamos ao inicio do nosso casamento, só eu e ela. O sexo entre nós ainda era muito forte. Sonia já madura continuava gostosa, acho que ainda mais gostosa. Ela usava como toda mulher, calças coladas no corpo e vestidos justos e curtos que não conseguiam esconder seu corpão de mulher feita, sua bunda enorme chamava a atenção dos homens.

Eu via como eles olhavam para a bunda dela, mesmo ela estando acompanhada. Eu sempre fui ciumento, mas, sem perceber passei a gostar de ver o jeito que os homens olhavam para ela. Sem perceber passei a sentir vontade de vê-la dando para outro. Não para um homem qualquer, queria ver ela dando para um macho que tivesse o pau bem maior e mais grosso que o meu, queria ver ela ser arrombada por um macho cacetudo. Acho que todo marido acaba desejando isso.

Eu passei a levar vídeos para assistirmos juntos em casa, onde eu sempre escolhia fitas onde os atores tinham paus enormes, no começo ela não queria assistir, mais acabou aceitando e passou a gostar de ver, ficava excitada e cheia de fogo, querendo pica. Eu acabei confessando para ela que tinha vontade de vê-la dando para outro homem que tivesse o pau maior que o meu. Ela ficou puta e acabamos brigando, ficou vários dias emburrada, mal falava comigo. Aos poucos tudo voltou ao normal, não falamos mais nisso, depois daquele dia, apesar dos meus desejos continuarem existindo na minha cabeça, nunca mais tocamos no assunto.

Meu casamento começou a mudar. Quando uma mulher veio morar no meu prédio, num apartartamento em um andar acima do nosso. Ela se chamava Gercilene, mais todos a chamavam de Gerci. Ela morava sozinha, tinha 47 anos, branca, 1.68 de altura, era grandona. Não era bonita, mas, tinha um corpão gostoso, apesar de ser um pouco gorda. Os cabelos eram cacheados muito curtos o rosto redondo, olhos escuros, lábios grossos, os seios fartos, os quadris bem largos, ela tinha o quadril maior que o da minha esposa e a bunda avantajada. Ela e minha esposa se tornaram muito amigas, ela frequentava a nossa casa, as duas iam ao mercado, ao shopping, sempre juntas.

Eu gostava dela, ela era educada e falava pouco comigo. Um domingo, Gerci veio na nossa casa de tarde e ficou conversando com Sonia no sofá. Eu fui para o quarto e deitei para descansar, não consegui dormir, fiquei um tempo deitado e levantei para ir à cozinha beber alguma coisa. Quando cheguei perto da porta da cozinha vi minha esposa na pia lavando alguma coisa e Gerci abraçada nela por trás, com o corpo grudado no bundão dela, ela beijava minha esposa no rosto e as duas riam muito. Fiquei parado sem saber o que fazer, Ela soltou Sonia e ficaram conversando, eu voltei para o quarto sem que elas me vissem. Achei estranha, aquela intimidade entre elas, o jeito que a amiga abraçava ela por trás, não falei nada com a minha esposa, achei que era coisa de mulher.

Algumas semanas depois, uma tarde, sai do trabalho mais cedo e fui para casa. Cheguei em casa e achei que Sonia tinha saído, fui até o nosso quarto e minha esposa e Gerci estavam só de calcinha conversando. Elas se assustaram quando me viram, Gerci pegou uma roupa em cima da cama e cobriu o corpo. Sonia reclamou por eu ter entrado sem avisar. Eu falei que não sabia que elas estavam ali, sai do quarto para Gerci se vestir. Depois que Gerci foi embora, estava desconfiado do comportamento delas e perguntei para Sonia: Vocês duas estão namorando? Ela me olhou com raiva: “o que você tá querendo dizer com isso?” perguntei se você esta dando para ela. Ela não disse nada, ficou calada, sentou no sofá, furiosa e só voltou a falar comigo na hora de dormir. Não falou sobre o assunto era como se eu não tivesse feito nenhuma insinuação, tudo foi esquecido.

Eu continuei desconfiado do comportamento da minha esposa. Ficava lembrando as duas cenas que tinha visto entre minha esposa e aquela mulher. Deixei passar alguns dias e uma tarde, sai do trabalho e cheguei em casa no meio da tarde. Entrei sem fazer barulho e não vi minha mulher, nosso apartamento é grande. Na sala vi largado em cima do sofá, um vestido e a camisola da minha esposa, percebi que ela estava em casa e não estava sozinha. Fui andando devagar até o nosso quarto, no corredor escutei o primeiro gemido, a porta estava aberta, parei na porta e meu corpo estremeceu, vi minha esposa e Gerci nuas na nossa cama.

Minha esposa estava deitada com as coxas abertas e a boceta arreganhada, Gerci estava com a cabeça no meio das pernas dela, chupando a boceta grandona dela com força. Sonia segurava a cabeça de Gerci e esfregava a boceta com força na cara dela, aaaiii minha boceta, aaaii que boca gostosa, eu não resisto, você chupa gostoso demais, me chupa toda Gerci, chupa minha buceta, eu adoro quando você me chupa… Gerci devorava a boceta dela. Você gosta de dar a boceta para mim… né, piranha, eu sei que você gosta, estava doida para me dar essa boceta, vira o rabão para mim, ela mandou.

Sonia ficou de joelhos na cama, Gerci abriu as nádegas grandes dela e beijou o cu. Sonia gemeu, ela colou a boca e chupou o cu. Sonia gemeu descontrolada. Aaaii Gerci chupa querida, eu fico louca assim… você acaba comigo… aaai assim eu gozo…eu não aguento, aaaiiii eu vou gozar. Sonia gozou, seu corpo tremeu todo. Gerci deitou em cima dela, elas se abraçaram, as bocetas ficaram grudadas, se esfregando, Gerci tinha a boceta maior que a da minha esposa, que é bem grande. ela beijou Sonia na boca que correspondeu, se beijaram com paixão.

Foi quando elas olharam para a porta e me viram. Minha esposa me olhou assustada e abaixou a cabeça. Eu fui para a sala e fiquei esperando. Algum tempo depois Gerci saiu do quarto só de calcinha, colocou o vestido que estava no sofá e saiu sem me olhar nem falar comigo. Fiquei na sala sem saber o que fazer, não sabia se ficava na sala esperando ela vir falar comigo, ou ia no quarto falar com ela, acabei indo no quarto falar com ela.

Continua – Na segunda parte vou contar como foi essa conversa que mudou meu casamento.
Eu e minha esposa gostaríamos que todos que gostaram da nossa história se puderem comentem, ela adora ler.



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