"Os mais excitantes contos eróticos"

 

No acampamento...com minha irmã!


autor: paulomarcos
publicado em: 23/08/16
categoria: incesto
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Fonte: maior > menor


Caros leitores e leitoras, o episódio que passarei a narrar aconteceu de fato, há muitos anos, quando eu e minha irmã éramos bem jovens, havíamos há pouco entrado na adolescência. Eu era completamente ignorante em matéria de sexo, e minha irmã... nem se fala (pelo menos, eu achava)! Eu já tinha alguns pelos pubianos, mas, achava meu pau pouco desenvolvido para minha idade, pois comparava-o com os de outros garotos no colégio, no vestiário, após as partidas de futebol. Isso me dava um certo complexo de inferioridade, achava, inclusive, que era “viado”, -- vejam só! (Mais tarde, conhecendo dezenas de homossexuais, verifiquei que, ao contrário do senso comum, os gays, sejam ativos ou mesmo passivos, geralmente têm paus bem grandes...)

Quanto à minha irmã, um pouco mais nova do que eu, era uma garota de bunda arredondada e empinadinha, seios pequenos, cujos mamilos eram cercados por uma aréola rósea (minha irmã é um tanto quanto rechonchuda, mas esse detalhe tornava-a mais gostosa). Além disso, era virgem de tudo, é claro, e não tivera até então nenhum namorado. Apenas amigas, na escola e no clube, mas não passava disso.

Fomos acampar com uma turma do colégio, cada qual levando a sua barraca. Como nem eu, nem minha irmã tínhamos namorado ou namorada, ficamos juntos para dividir a mesma barraca.

Pois bem. Há muito eu queria saber como era uma xota de verdade, pois nunca tinha visto uma, só em fotos em revistas de sacanagem ou revistinhas do Carlos Zéfiro, pois, naquele tempo, não havia internet, para a gente ver filmes pornôs ou fotos mais explícitas. Tinha curiosidade, por exemplo, em reconhecer se uma menina era virgem ou não, pois, como disse, nunca tivera uma relação sexual. Tinha ouvido falar em hímen, clitóris, essas coisas, e não havia ninguém a quem eu pudesse perguntar. A não ser a minha irmã. Além disso (é bom que eu confesse), sempre tive curiosidade em ver o corpo da minha irmã, seus peitinhos, sua bunda, e, por que não?, sua xota. Nunca tinha visto ela nua, só de biquíni.

Na primeira noite, após armarmos a nossa barraca, houve uma roda de fogueira e todos, garotos e garotas, nos divertimos muito, cantamos, contamos casos engraçados, etc. Depois, os instrutores mandaram todos irem para suas barracas dormir. Mas, nem eu nem minha irmã estávamos com sono, de modo que continuamos a rir e a conversar bobagens, até que, aproveitando a ocasião de estarmos sozinhos na barraca e sem nada para fazer, arrisquei uma pergunta:

-- Sabe, Sandra (o nome é fictício, por razões óbvias), eu comecei a namorar uma garota da escola – menti (na verdade, não havia namorada nenhuma). Meio sem jeito, continuei:

-- Eu queria, bem... queria saber como é... – tomei coragem e falei -- ...uma vagina, pois a menina é virgem, e eu queria que ela tivesse a primeira vez dela comigo...

Sandra deu um sorrisinho e eu continuei:

-- Pois é, como você sabe, eu nunca transei com nenhuma garota, e não queria ir com ela assim, tão ignorante desses assuntos...

Sandra me ouvia, pacientemente, enquanto eu continuava:

-- E, como você é mulher, achei que poderia me explicar melhor essas coisas, como é a menina ser virgem, como é esse tal de hímen, onde fica...

Calei-me, meio envergonhado.

Minha irmã, então, falou:

-- Certo, maninho. Eu não sei muito, mas vou pensar no assunto.

E, dizendo, boa-noite, virou para o lado e logo adormeceu. Custou-me dormir naquela noite, eu ficava me revirando no colchonete, e muitas vezes olhava demoradamente minha irmã pelas costas, vendo sob o cobertor os contornos de sua apetitosa bundinha.

No dia seguinte, nada foi dito entre nós sobre a conversa da noite anterior, e o dia transcorreu normalmente, com todas as atividades previstas para os jovens no acampamento. Participamos com os outros jovens de todas as modalidades de práticas desportivas, e tivemos direito, no fim da tarde quente, a um gostoso banho de rio, onde notei que, vez por outra, Sandra fixava os olhos par o volume do meu pau, escondido sob uma sunga mínima (gosto de me mostrar, sobretudo a polpa da minha bunda, acho que sou um pouco exibicionista).

À noite, já recolhidos a nossa barraca, já ia mencionar nossa conversa na noite anterior, quando Sandra tomou a iniciativa:

-- Sabe, Paulo, pensei no nosso papo de ontem, e, bem... você escolhe: a) explico tudo teoricamente pra você; b) explico o que você quer saber, fazendo desenhos no meu caderno; c) explico demonstrando tudo ao vivo e a cores – falou, meio que brincando.

(É claro que escolhi a alternativa “c”!)

Sandra, então, com ar professoral, começou:

-- Senta aí. – Sentei. Ela sentou à minha frente. – Veja bem – continuou –, a mulher nasce com um órgão sexual chamado vagina, ou, como se diz, boceta, que a gente apelidou de xota, pepeca, etc. A vagina se compõe de várias partes...

Até aí, nada de novo. No entanto, o que minha irmã fez a seguir me surpreendeu. Pois não é que ela tirou, sem demonstrar qualquer constrangimento, o microshort de jeans que vestia, e, ficando só de calcinha (uma fio-dental branca, se me lembro bem), abriu as pernas e, repuxando a calcinha para um lado das lindas coxas brancas, ficou com a boceta completamente descoberta, os lindos pelos pubianos escuros, cobrindo parcialmente seu monte-de-vênus e parte da xota, parcialmente depilada, enquanto prosseguia:

-- A parte de fora se chama vulva. Aqui são os grandes lábios (e ia apontando os locais), aqui dentro os pequenos lábios, na parte de cima o clitóris, ou grelo, como a gente chama, mais abaixo a uretra, por onde a gente faz xixi – explicou, com um sorrisinho maroto – e aqui dentro (disse isso abrindo as pernas ainda mais e enfiando o dedo indicador dentro da vagina) fica o hímen, ou cabaço, que é uma película que protege o interior da vagina, e que tem um pequeno orifício, por onde passa a menstruação...

A essa altura do campeonato, meu pau já estava completamente duro, quase que furando meu calção. Eu mal podia acreditar no que estava ouvindo e, principalmente, vendo. Porém, mais surpresas me esperavam.

- A menina deixa de ser virgem – prosseguiu Sandra, com uma naturalidade que me surpreendia --, quando o hímen é rompido, e aí ela vira mulher, entendeu? Geralmente, sai um pouquinho de sangue, mas pode não sair, e, se a garota estiver bem lubrificada e o cara for gentil, não dói praticamente nada!

(Esqueci de dizer que, à medida que ia falando, Sandra, de vez em quando, olhava para o volume sob o meu short, ou seja, para o meu cacete, e tenho certeza de que ela notou que ele estava ficando cada vez mais duro, excitado com a visão daquela xana maravilhosa.)

Arrisquei uma pergunta, muito timidamente:

-- Sandra, mas, é que... bem... a que distância fica o hímen da entrada da vagina?

Sandra sorriu, complacente com a minha santa ignorância.

-- É pertinho, quer sentir?

Eu não acreditei. Mas ela dizia a verdade, e, vejam, leitores e leitoras, o que ela propôs:

-- Me dê a sua mão. – E, pegando na minha mão direita, fez com que eu enfiasse o dedo indicador, dentro da xota dela, me advertindo:

-- Ponha bem devagarinho, porque eu ainda sou virgem e não quero ser deflorada com dedo – falou, rindo, enquanto conduzia meu dedo para dentro da sua grutinha, que, pude sentir, estava completamente úmida...

(“Está toda molhadinha, a putinha”, pensei comigo.)

Está claro que mal senti a presença da tal película, do cabaço, da minha irmã, senti apenas a viscosidade das paredes laterais da vagina dela. Já, então, sentia a cabeça do meu pau já completamente babada, de tanto tesão que eu estava.

Retirei o dedo. Sandra endireitou a calcinha, cobrindo a xota. E concluiu:

-- Está vendo, maninho, a coisa não é tão complicada. – E retomando o ar de professora:

-- As pessoas é que têm mania de fazer tudo ficar mais difícil do que é. Um pênis de tamanho normal, ou mesmo pequeno, pode ser capaz de romper qualquer hímen.

Falou isso olhando para o volume que se formara sob meu calção, claramente visível. E, para minha surpresa, sugeriu:

-- Por que você não tira seu short, para eu lhe explicar anatomicamente o que é o pênis?

Fiquei um tanto ou quanto assustado com a proposta, mas o tesão foi mais forte que qualquer constrangimento. Abaixei um pouco o short, e meu pau deu um pulo, que fez Sandra rir. Ri também.

-- Rá rá – começou – aqui temos um pênis bem bonito. – E, sem pedir licença, tocou de leve no meu pau, com as pontas dos dedos indicador e médio. Depois, pediu para segurar:

-- Posso? – perguntou. (É claro que podia!) Exagerou: -- Deve ter uns 17 ou 18 centímetros...

E, segurando meu caralho com a mão esquerda, foi tocando levemente com os dedos da outra mão as “partes que compõem o pênis” (foi como falou), “a saber, a glande, ou cabeça, que é a parte mais sensível, os corpos cavernosos, que se enchem de sangue, quando o homem se excita, aqui a extremidade final, muito sensível também (e roçava com as unhas bem aparadas toda a extensão do meu pau), e, aqui abaixo, o saco escrotal, com essas duas bolinhas” (disse isso rindo, e balançou meus bagos, que já doíam de tanto tesão). “Essas duas bolas é que guardam o sêmen, ou esperma, ou porra, como se diz, e que vai fertilizar a mulher, entendeu?”

Mas, o fato é que, se eu estava morrendo de tesão, minha irmã também demonstrava isso. Tanto é que, não se contendo, começou a massagear meu pau de um jeito delicioso, repuxando a “pele da glande” pra cima e pra baixo. Na verdade, ELA ESTAVA BATENDO UMA PUNHETA EM MIM!

(Eu sei que deixei ela fazer isso, embora não tirasse da cabeça o fato de ela ser minha irmã. Mas, Sandra fazia com tal gosto e de um jeito tão gostoso, que superava em quilômetros de distância o modo de quando eu me masturbava sozinho.)

Ao mesmo tempo que me punhetava com a mão direita, notei que Sandra se tocava com a esquerda, lá na bocetinha, por baixo da calcinha.

Por fim, não demorou muito tempo, gozei jorros de porra, que molharam a lona que cobria o chão da barraca, e respingaram na mão de minha irmã. Acho que ela também gozara, pois mostrava uma cara sorridente e satisfeita. Encabulado, não fui capaz de falar nada.

Sandra rompeu o silêncio:

-- Paulo, entendeu a lição? Gostou? Bem, não preciso dizer que isso fica só entre nós, né?

Concordei mudamente.

-- E, agora, vamos dormir, tá? Que amanhã é outro dia, e quero que você me fale mais sobre outras suas dúvidas, tá?

Bem, acho que já falei bastante. Sobre o que se passou no dia seguinte, eu conto pra vocês, numa próxima vez, se desejarem.

Boa noite!

















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