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Ensinando a mulher do pescador na ilha!


autor: Ronimac
publicado em: 21/12/16
categoria: traição
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Chegamos para mais uma etapa do projeto verão, desta vez na Ilha do Arroz em Angra dos Reis, nossa produção precisava de vários barcos para carregar todo o material do continente até a ilha, a solução encontrada foi contratar barcos de pesca que serviriam de “taxi” era mais barato e sem burocracias.

A Ilha era pequena do tamanho aproximado de um campo de futebol, terreno irregular com muitas pedras de um lado, árvores e areia grossa do outro lado, uma construção central que contava apenas com estrutura de bar- balada onde montaríamos a festa.

Teríamos que levar tudo o que precisaríamos para a montagem que deve demorar uns 03 dias para a festa que será no final de semana.

Tendas dormitório foram montadas espalhadas pela ilha por causa das árvores e terreno irregular... mantimentos, equipamentos, geradores, água enfim tudo para o conforto... exceto ar condicionado... bem... um luxo que apesar do calor do verão não cabia no budget do cliente... azar nosso!

Como o staff era grande contratei algumas cozinheiras para que toda a equipe pudesse focar na montagem, os pescadores ofereceram as próprias esposas para a tarefa, assim faturariam mais conosco, conversei com todas e uma se destacou... Isabela.

Isabela é uma morena queimada de sol, já com seus 38 anos, um corpo forte e bem definido de quem pega no pesado, alta + ou - 170 cm, cabelos castanhos escuros, encaracolados, sempre soltos estilo Gabriela, olhos muito curiosos, verdes, boca grande bem definida, dentes alvos foi o que percebi na entrevista, era a mulher do chefe dos pescadores o Valdo, e andava sempre descalça.

Valdo não poderia ficar na ilha conosco, pois tem outros barcos pra cuidar, ele voltaria três dias depois.

Foi com seu pessoal para o continente nos deixando na ilha, eu minha equipe com 25 montadores e produtores e as quatro cozinheiras, destinei uma tenda exclusiva para elas dormirem e ficarem á vontade.

Elas caprichavam muito no jantar, muito peixe, camarão, pirão, arroz branco e outros quitutes, conversávamos até bem tarde, enquanto elas se recolhiam, e um a um os montadores iam se recolhendo também e sempre sobrava eu, revendo os procedimentos para o dia seguinte.

Tarde da noite resolvi tomar um banho de mar, afinal, o calor era imenso tentar dar uma refrescada, desci para o lado da areia, tropeçando nas pedras, tomando galhada de árvore na cara estava escuro apesar da lanterna e de repente percebi que não estava só.

Mirei na praia e vi Isabela e Leandra nadando, elas se assustaram se abaixaram e eu acenei e disse.

- Olá Isabela? Sou eu Roni

- Ah oi Roni, estamos nos refrescando não quer vir??? Venha já!!! ... Ela disse! E eu fui.

Ficamos conversando os três por horas, quando decidimos ir dormir, até aquele momento eu não tinha ainda nenhuma intenção com ela, mas pelo caminho, enquanto elas iam à frente eu ia olhando todos os detalhes daquele corpo, que eu não havia percebido antes, um belo par de coxas fortes, tonificadas, seios pequenos, quase Japoneses, mas não me incomodou, ela é muito goxxtosa e rebola “ma-ra-vi-lho-sa-men-te”.

Aquele rebolado foi me atormentando pelo caminho, aos trancos e barrancos cheguei a minha tenda, e tentei dormir, de pau duro com aquela visão maravilhosa.

Um aroma diferente, olhei o relógio... 06h00min da manhã, Isabela estava parada em pé na minha frente com uma caneca de café, eu estava de bruços levantei a cabeça e quase em câmera lenta olhei os seus pés descalços, tornozelos fortes com uma miçanga amarrada, panturrilhas grossas, joelhos que amei... as coxas fortes morenas, a saia mais curta que a minha cueca boxer branca, a barriga sarada e um belo sorriso me dizendo booom diaaa!

Estendeu a caneca com um belo sorriso, virou-se lentamente, me deixando admirar aquela bunda “Fe-no-me-nal”... efeito Matrix... lentamente, percebi que a vida não seria fácil, fiquei de pau duro as seis da manhã, o primeiro dos três dias. Levantei-me e ela percebeu a barraca armada, sorriu e saiu.

Quando quer a mulher sabe ser cruel...e nem o diabo escapa!!!

Os dias foram passando montagem acelerada, e agora nem eu e nem a Isabela disfarçávamos mais o tesão um para o outro, no meu caso tesão e medo, imaginando a peixeira do pescador...

Disfarçadamente em cada oportunidade agente se roçava, à noite banhos no mar na prainha, mas a Leandra empatava, não desgrudava da Isabela, parecia espiã do Valdo, e o tesão aumentava, sabe quando a porra sobe pra cabeça? então... assim mesmo, era a última noite, e eu estava decidido.

Hoje quero esta mulher.

Após o jantar enquanto Leandra cuidava dos seus afazeres na cozinha, dei um sinal com a cabeça para Isabela em direção a praia, ela entendeu, negou, mas com a minha insistência, fez sinal de calma... já vou!!!

Me levantei e fui em direção á praia.

Era a primeira noite de lua cheia, amanhã será o evento, tudo estava pronto e eu excitado por ter conseguido montar tudo... e por Isabela que estava por chegar, indescritível a sensação.

Eu estava fitando o mar...

Sinto um corpo suave me encoxando, me abraçando, uma mão no meu peito, a outra procura o meu pau, que já deu sinais imediatos, arrepios, ela morde o meu pescoço lambe a minha orelha.

Virei-me rapidamente, mordi os seus lábios, agarrei a sua bunda e com as mãos a levantei, ela bagunçou o meu cabelo, nos entregamos em um beijo de muito tesão, nos esfregamos, meu pau duro latejava na bermuda, ela me puxando pela cintura queria senti-lo por cima da saia.

De repente ela se ajoelha e abaixa a minha bermuda, com as mãos nas minhas coxas, olha fixamente pro meu pau que apontava para o céu, um pouco ao lado, lisinho, todo raspado, sentiu o perfume do hidratante de maçã verde, e com as duas mãos, acariciou as bolas, começou a punhetar, passou a pontinha da língua na cabecinha que já soltava uma brilhante gota de mel que não era mais meu, e sim dela, fez um biquinho lindo e engoliu o meu cacete sugou e aumentou a pressão, apertava as bolas e as movimentava igual às bolinhas chinesas “Thai Chi”, acariciava... a minha respiração aumentava, comecei a rosnar de tesão, ela aumentou a sucção, os movimentos, a sua cabeça ia e vinha rapidamente, vez por outra ela abria a boca respirava fundo, cuspia, olhava nos meus olhos com cara de vadia e sorria... olhava aquela baba toda escorrendo pelas minhas bolas e o seu queixo, e voltava a chupar com maestria, volúpia, desejo e fome, que tarada!

Urrando de tesão, balbuciei algumas palavras, ela cravou as unhas na minha bunda! Gozei... senti choques nas virilhas, estremeci meu corpo, continuei gozando naquela boca deliciosa, ela sugava, acariciava o saco as bolas, passeava as unhas suavemente na minha perna debaixo pra cima, prolongando a sensação.

Puxei a pelos cabelos ela me olhou nos olhos sorrindo e se jogou na areia, abriu as pernas e pediu... vem me mostra !!!

Joguei-me no meio das suas pernas, ajoelhei e coloquei as suas coxas nas minhas costas, a minha boca sente aquele sabor delicioso, salgado e doce da sua buceta, ela enlouqueceu com a minha língua no seu clitóris, se assustou, foi a primeira vez que foi chupada, confessou gemendo, sem saber como processar aquela nova emoção tremia de tesão, aumentei os movimentos da língua, muito rápido ela gozou, inundou a minha boca com um sabor naturalmente delicioso, quase não consigo descrever, mas tem uma palavra... tesão!

Tesão de uma mulher descobrindo novas emoções.

Em um próximo conto, relato o final da história...sim, tem mais muito mais...


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ronimacc@gmail.com





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