"Os mais excitantes contos eróticos"


Minha Paixonite Adolescente III — Fome


autor: AlineTotosinha
publicado em: 06/01/17
categoria: bdsm
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Fonte: maior > menor


Mais uma vez, eu esperava ansiosamente pela reunião, que só aconteceria dali a trinta dias. Em meio àquele misto de sentimentos e impressões, agora eu acreditava que mês que vem tinha mais. Torcia pra que ele me procurasse antes mesmo da próxima reunião, mas no fundo eu sabia que isso não iria acontecer.

Agora eu estava esperta. Lembrava do constrangimento, e acima de tudo, do medo que senti quando ele perguntou se eu tinha preparado o meu cu pra ele, e eu tive que dizer não. Tratei de pesquisar na Internet sobre aquela lavagem que ele fez no meu cu da primeira vez. Notei que foi muita sorte não ter deixado um “presentinho” no pau ou nos dedos dele, estremeci ao imaginar, temendo e ao mesmo tempo desejando, a surra que eu levaria se o sujasse. Descobri o que era a xuca e como fazer.

Tímida, fui até a farmácia e procurei por uma ducha vaginal. Encontrei um balãozinho idêntico ao que ele tinha usado em mim. Com muita vergonha, sentindo que o moço do caixa sabia muito bem que eu ia usar aquilo pra lavar o cu, e não a xoxota, paguei pelo produto e levei escondido pra casa.

Outra coisa de que me lembrava bem foi como desejei estar de salto naquele dia, enquanto ele comia o pão que preparei e me observava nua. Tratei de passar a usar salto todos os dias no trabalho, pra disfarçar. Era torturante. No final do dia meus pés, joelhos e panturrilhas doíam. À cada dia eu sentia mais dores, mas valeria a pena. Na próxima vez que ele fosse me comer, eu estaria de salto, e sem ninguém desconfiar que eu estava arrumada só pra impressionar o chefe.

As semanas passavam. O frio na minha barriga aumentava. Eu só conseguia pensar no Rubens, estava completamente apaixonada. Uma paixão totalmente diferente de qualquer outra que eu já tivesse sentido. Eu não queria que ele me quisesse. Eu queria que ele quisesse me usar. Eu não queria que ele me abraçasse, me beijasse, me chamasse pra sair. Eu queria que ele me levasse escondido, me batesse, metesse aquele pau gostoso no meu cu. Estava doida pra ele ser mau comigo. Pra ele querer ser mau comigo. E mais do que tudo, eu queria que ele finalmente comesse a minha boceta, que estava faminta pelo seu pau.

A semana da reunião chegou, e com ela o meu sono se foi. Terça-feira, levantei mais cedo, fui tratar de fazer a tal da xuca. Eu já tinha lido tudo o que havia pra ler sobre ela na Internet, em português, inglês e espanhol. Tinha assistido cada vídeo. Mas mesmo assim estava nervosa. Eu nunca tinha enfiado nada no meu cu. O Rubens fazia parecer fácil. Apesar de toda a dor, desconforto e angústia que ele impunha sobre todo o meu corpo, o meu cu ele nunca machucou. Ele fez a xuca em mim; ele me fodeu com aquele pau grosso lubrificado apenas com água e cuspe; ele meteu quatro dedos no meu rabo, e nada daquilo doeu. Foi puro prazer.

Tirei meu baby doll de renda cor de rosa, liguei o chuveiro. Enchi a duchinha vaginal de água morna. Encaixei a cânula mais fina. Apertei pra tirar o ar do tubo. Encostei no meu cu. Mas não tinha jeito, eu não conseguia fazer aquilo entrar, por mais fino que fosse. Lembrei então de como ele relaxava o meu cu antes de meter nele. Deixei a duchinha na pia, chupei meu dedo, deixei bem babado. Nervosa, sentindo como se alguém pudesse me ver fazendo aquilo, massageei a entradinha do meu cu, lubrifiquei com saliva. Senti as pregas do meu buraquinho tão fechado. Fui fazendo carinho, depois, pressão. Meu dedo foi entrando, senti meu cu por dentro, pela primeira vez. O esfíncter apertava o meu dedo, era simplesmente inacreditável como cabia o pinto extremamente grosso dele ali, e como era tão prazeroso quando me penetrava. Deixei o dedo parado, meu cu se acomodando em volta. Quando senti que estava pronta, tirei o dedo e mirei com o tubo da duchinha, que entrou suave. Aquela foi só a primeira parte, e provavelmente a mais fácil. Reuni coragem, respirei fundo, e apertei a ducha.

A água quente invadiu o meu ânus. A sensação era gostosa e desconfortável ao mesmo tempo. Injetei água até sentir que estava tudo cheio. No espelho, de relance, eu podia ver meu rosto vermelho. Com vergonha de mim mesma, eu era incapaz de olhar nos meus próprios olhos. Esperei alguns minutos. A cólica começou. A mesma cólica que experimentei quando o Rubens encheu meu cu de água quente antes de comê-lo. Logo parecia que a água ia explodir em um jato de dentro da minha bunda. Agora sem ninguém pra me vigiar, pra me obrigar a aguentar, pra me punir pela desistência, não consegui suportar a cólica por muito tempo. Sentei no vaso e derramei toda a água, num esguicho forte e longo. Parecia que não ia acabar mais, porém todas aquelas sensações eram familiares e me remetiam a momentos deliciosos. Repeti o processo, injetei mais água morna no meu ânus. Enquanto esperava a cólica surgir, senti algo escorrendo pelas minhas pernas. Apavorada, imaginando que a água estava vazando de dentro do meu cu, sentei no vaso. Foi aí que olhei minhas coxas e notei que o líquido morno que escorria nelas vinha da minha boceta. Concentrada no processo de limpeza, não notei que já estava encharcada de excitação. Eu me senti suja, errada, uma puta. Mas quanto mais vulgar eu me sentia, mais excitada eu ficava. Ejetei aquela água no vaso e fui tomar meu banho, me arrumar, me perfumar.

Agora confiante, segui para o trabalho de salto alto, como vinha fazendo durante todo o mês.
Quando cheguei ao escritório, meu coração parecia que ia saltar pra fora do peito pela boca. Mas o Rubens ainda não estava lá. Senti um misto de alívio e desapontamento.

A manhã foi passando e eu não consegui relaxar. Eu precisava agir normalmente, mas parecia que todos os meus colegas podiam ler escrito na minha testa que eu estava esperando ansiosa pelo chefe. Na hora do almoço, minha superior, a Caty, me procurou:
— Line, a gente vai pedir China in Box, o que você vai querer?

E agora? Eu não tinha pensado nisso. Não podia comer nada, porque a minha xuca tinha que durar o dia todo. Eu precisava estar limpa e preparada quando o Rubens quisesse comer o meu cu.
— Ai Caty, eu não estou me sentindo legal. Acho que comi algo que não caiu bem no café da manhã, tô meio enjoada… Por enquanto não vou querer nada não…

Mentira. Nem café da manhã eu tinha tomado. A última refeição tinha sido frango grelhado com alface e tomate, às 18h do dia anterior. Tudo isso pra não comprometer a minha limpeza anal. Tudo isso pra satisfazer o chefe.
— Menina, porque você não falou antes?! Por isso que você tá aí, toda esquisita o dia inteiro é? Eu tenho Buscopan, toma que melhora.

Pronto. Agora eu tinha a certeza de que meu nervosismo estava mesmo dando na cara, mas pelo menos ela ficou achando que era dor de barriga.
— Por enquanto eu vou recusar o Buscopan, brigada… Não é bom tomar remédio de barriga vazia. Vou esperar mais um pouco e ver se consigo comer algo mais tarde.
— Tudo bem então. Se você sentir fome e quiser parar pra almoçar durante a tarde pode ficar tranquila, viu?! Se precisar ir embora, me avisa também, menina. Vou deixar o Buscopan aqui pra você, caso você resolva tomar depois.
— Brigada chefa!

A Caty era um amor de pessoa e quase me doía mentir pra ela daquele jeito. Trabalhei durante o horário de almoço, o estômago roncando de fome. À medida que o horário da reunião se aproximava, o relógio parecia reduzir o ritmo. Minha cabeça fervia de nervosismo. Eu não sabia como seria tratada, não sabia o que esperar. Muito tempo se passava entre os nossos encontros, tempo o suficiente para eu questionar a minha sanidade mental: os acontecimentos dos últimos meses pareciam simplesmente surreais.
— Pessoal, todo mundo já pode vir pra sala de reuniões, por favor. — a Caty chamou.

Ajeitei o cabelo, conferi a maquiagem no reflexo do monitor. Dentro da sala, o aviso: o Rubens estava resolvendo um problema e não compareceria à reunião. Isso significava que ele provavelmente nem passaria no escritório. Senti o sangue subir, quente, em direção à minha cabeça. Que raiva! A frustração me consumia e eu não consegui prestar atenção em nada do que se passava. Meu cérebro irado funcionava sem parar. Acordei duas horas mais cedo. Passei um mês me torturando oito horas por dia em cima de um salto agulha de quinze centímetros. Quase 24h sem comer nada. Uma hora no banheiro enfiando água quente no cu. E ele não veio. Me senti uma trouxa, estúpida. Eu já devia saber, a culpa era minha mesmo... Um cara de quase quarenta anos comprometido com uma adolescente ingênua? Até parece! Como eu pude ser tão trouxa? Me dedicar um mês inteiro em troca de sei lá, uma, duas horas de atenção, que eu nem sabia se teria. Eu me odiava. Deixei ele me bater, me xingar, me usar, desvirginar o meu cu. Dois meses pensando nele dia e noite, planejando encontros que só eram certos na minha cabeça, nos meus sonhos. Nunca tinha deixado homem nenhum me fazer de trouxa, ele não seria o primeiro. Nunca mais eu permitiria que ele me tocasse, estava decidido.

A reunião terminou, o dia chegou ao fim. Puta da vida, morta de fome, eu já tinha desligado o meu computador e estava guardando as minhas coisas na bolsa quando o Rubens apareceu. Cheiroso, bem vestido e se fazendo de gente boa, como sempre. Ali, só eu sabia o monstro imundo que ele era.
— Oi pessoal! Desculpa o atraso… Como foi a reunião? Dona Caty e Dona Aline, vou precisar que vocês duas fiquem um pouco mais hoje.

Gelei. Fiquei nervosa, irada e... Eufórica.
— O que houve? — a Caty perguntou.
— Vamos precisar fazer algumas atualizações... Você tem os relatórios e a Aline é quem trabalha melhor com o sistema, acho que vai ser bem mais ágil se trabalharmos todos juntos.

Filho da puta. Que ódio. Eu devia ir embora, mas a vontade de ficar pra descobrir o que aconteceria me impediu. A Caty fez uma cara de preocupada e, por um momento, estranhei. Mas então a minha ficha caiu e eu tive a certeza de que eu não era a única. Entendi tudo. O Rubens também pegava a Caty, e hoje ele queria nós duas. A minha ira mais uma vez se transformou. Senti raiva dele. Senti raiva dela. Senti raiva de mim. Morri de ciúmes. A Caty falou:
— Então Rubens... Mais cedo a Aline estava passando mal. Não tem como a gente liberar ela?

Ele me olhou com uma cara estranha, eu não soube ler a expressão dele. Parecia ao mesmo tempo surpresa e repreensão, e ele me analisava. Foi a primeira vez que vi em público seu rosto normalmente dócil assumir uma expressão que parecia de alguma forma com o que eu via quando estávamos sozinhos. E a desgraçada da Caty, se fazendo de legal comigo, mas tentando me mandar embora. De certo percebeu que ele me pegava também e queria se livrar de mim. Vaca! Dissimulei o meu melhor:
— Não, Caty, já passou. Eu só estou sem fome agora, mas o enjoo passou.
— Tem certeza Line? Você passou o dia todo sem comer, incomodada, agitada…

Ele assistia a cena, sério. De camarote observava nós duas disputando a minha presença ou ausência ali nas próximas horas. Me olhava de um jeito estranho, me amedrontava. Mas eu não ia deixar eles dois sozinhos. Chefe que era, ele finalizou a discussão:
— Vamos fazer assim: começamos. Dona Aline, se você se sentir mal, pode ir. Vamos tentar ser rápidos.

E começamos a trabalhar. O resto da equipe foi embora. E nós três realmente atualizamos relatórios e sistemas. A expectativa me devorava. Eu não sabia o que esperar, meus sentimentos estavam confusos. Eu o odiava, e o queria só pra mim. Quando terminamos, já era tarde. Minha barriga gelada, o enjoo provocado pelo estômago vazio se misturava ao nervosismo, sem saber o que aconteceria em seguida. Então, o Rubens disse que me levaria até a rodoviária, me pediu pra esperar ele organizar uns papéis. Carona até a rodoviária era código pra me dar um trato, disso eu já sabia. Na sequência, a Caty se despediu e foi embora. Com a saída dela, meu coração por um momento ficou leve. Uma pressão desapareceu de cima do meu corpo. Mas imediatamente em seguida, a angústia retornou. Chegou o momento pelo qual eu esperei o mês inteiro, e hoje eu tinha me prometido que não ia mais me deixar ser usada assim. Ele entrou na sala dele, e por uns dez minutos intermináveis eu aguardei sentada à minha mesa. Até que ele me chamou. Com um frio na barriga, entrei em sua sala, parei em frente a sua mesa. Ele olhou nos meus olhos, a cara fechada. Ordenou:
— Tira a roupa.

Eu tinha decidido não fazer mais nada pra ele, mas quando ele mandava, mandava. E eu só conseguia obedecer. A voz dele exercia um poder irresistível sobre mim. Com o rosto quente de vergonha e raiva, eu comecei a desabotoar a camisa, deixando à mostra meus seios espremidos dentro do sutiã de cetim. Abaixei as calças. Desenganchei o sutiã, exibi pra ele os meus peitos. Fui deixando as peças em cima de uma cadeira. Finalmente, enfiei os polegares sob os fiozinhos que formavam a lateral da minha calcinha, comecei a puxá-la pra baixo.
— Fica com a calcinha, piranha. Calça de novo o sapato.

A calcinha era justa, pequena. Apenas um triângulo cobria muito precariamente a minha xoxota, deixando à mostra um trechinho da trilha de pelos que restava da depilação. Embaixo dos meus lábios, o tecido triangular se afunilava num fio muito estreito, que circundava meu corpo enterrado entre as minhas nádegas, subindo pela minha bunda e se revelando no alto dela, conectando-se aos fios laterais na altura do meu quadril, sem nunca chegar a cobrir um centímetro da minha bunda. Pequena demais, a calcinha apertava a minha carne. Deixava à mostra o meu cofrinho. Cetim azul escuro, este pouco pano combinava com os scarpins de nobuk, que eu voltei a calçar.
— Dá uma voltinha, minha puta.

Ele reclinou o tronco enorme sobre a mesa para me ver melhor. O olhar dele no meu corpo parecia queimar a minha pele. Tímida, mas submissa, dei uma volta, exibindo o rabo que certamente ele iria comer. Fiquei mais uma vez virada pra ele. Ele me fitou por mais alguns instantes. Observou meus pés calçados; minhas pernas nuas; minha xoxota apertada dentro da calcinha; minha barriga chapada de fome; meus seios pesados, os bicos duros e proeminentes. Então, olhou nos meus olhos: parecia ver dentro de mim, ler meus pensamentos. Morri de vergonha, mas não desviei o olhar, já conhecendo a minha pena caso o fizesse. Ele se recostou novamente na cadeira, se voltou para o computador e começou a trabalhar.

Fiquei em pé, esperando. O ar condicionado me congelava, minha pele de tão arrepiada chegava a incomodar. Os bicos dos meus peitos doíam de tão endurecidos pelo frio e pela excitação. Eu assistia ele digitar no computador e consultar papéis. Fazer contas na calculadora. De tempos em tempos ele levantava a cabeça, com os olhos, devorava o meu corpo por alguns instantes, e voltava a trabalhar. As solas dos meus pés ardiam, as pernas estavam cansadas. Me apoiei sobre a perna direita, flexionando o joelho esquerdo para descansar um pouco aquele pé.
— MAS QUE PORRA É ESSA?! — O grito me assustou. Com o coração disparado, a adrenalina expulsou o frio do meu corpo, que esquentou a ponto de me fazer transpirar.
— Isso é jeito de ficar, piranha?! Isso aqui não é quiosque de shopping não! Fica direito! Postura, sua cadela malcriada!

De pronto, voltei a ficar com as duas pernas esticadas, o peso do corpo apoiado sobre os saltos altos e finos, massacrando as solas e os ossos dos meus pés. Constrangida, amedrontada, olhei em seus olhos, buscando aprovação.
— Vi você de salto hoje, achei que você tinha tomado jeito. Mas agora tô vendo que você não aguenta porra nenhuma. Você vai me dar muito trabalho ainda sua putinha folgada. Só quer moleza… Põe essas mãos pra trás.

Coloquei as mão entrelaçadas atrás da bunda. Ele me mandou virar, pra conferir. Eu virei, esperando mostrar que estava na posição certa. Me avaliou por um tempo. Ainda de costas, ouvi ele levantar, vir em minha direção. Meu corpo já totalmente aquecido pela tensão começou a tremer, de medo, de ansiedade, de antecipação. Bruto, pegou minhas mãos e enfiou por dentro dos fiozinhos que formavam a traseira da minha calcinha. Pra minha surpresa, não me bateu. Com força, agarrou o meu braço e me virou bruscamente de frente pra mesa mais uma vez, a brutalidade do movimento sacudiu meus seios com força. Ele se sentou novamente à mesa e voltou a trabalhar.

Virei peça de decoração, o corpo tremendo como vara verde, amedrontada. Eu sentia meus peitos chacoalharem de leve com o tremor. Minha calcinha umedecida pela excitação. Eu me perguntava o que ele faria comigo, quando aquela agonia teria fim, mas meus pensamentos não pareciam claros. Acima da cabeça dele eu via o tempo passar em um relógio. Permaneci naquela posição por mais de uma hora.
— Tá cansada vadia? — Tive medo de responder, mas sabia que não podia ficar calada. A voz mal saiu da minha garganta:
— Tô.
— A Catyanne disse que você não comeu nada o dia todo. Isso é verdade?— Seu tom de voz me avisava que a situação não estava boa pro meu lado.
— É…
— Quando foi a última vez que você comeu?
— Ontem…

Seu rosto ficou ainda mais apavorante, os dentes cerrados apareceram entre os lábios, parecia uma fera prestes a rosnar. Surtaria a qualquer momento. Eu pensava freneticamente, procurando entender o que eu tinha feito de errado.
— E por que isso?— ele me perguntou entre dentes. Fazia quase duas horas que estávamos juntos e eu ainda não tinha apanhado nenhuma vez. Senti que o momento estava chegando.
— Eu tive medo de estragar a preparação… — Não tive forças pra completar a frase.
— O quê?! Que preparação?
— Da outra vez você perguntou se eu tinha preparado… — fiz um esforço enorme pra me explicar.
— PREPARADO O QUÊ?! Chama as coisas pelo nome, sua puta. Adora dar esse cu mas tem vergonha de falar “cu”?! Porra!

E eu adorava mesmo dar o cu. Embaraçada, obedeci:
— Eu tive medo de estragar a preparação do meu cu.— falar as palavras tornava tudo mais real. Eu não passava de uma vagabunda mesmo.
— Sua intenção foi boa, mas a sua solução… Puta. Que. Pariu! Sua solução foi muito estúpida, sua vadiazinha burra! Você não pensa não?! E se você passa mal, apaga, como é que fica? E se eu tivesse que te levar pro hospital? Como é que ia ficar hein? O que eu ia dizer pros seus pais?

Torci pra que a pergunta fosse retórica e não respondi.
— E aí sua putinha folgada, eu te fiz uma pergunta, você não vai me responder?!— a voz dele trovejou ameaçadora nos meus ouvidos.
— Eu não sei…— Lágrimas de medo começaram a escapar dos meus olhos, me esforcei para conter os soluços do choro. Incapaz de encará-lo, eu olhava pro chão.

Ele respirou bem fundo, como quem tenta recobrar a calma, a paciência. Pegou o celular, falou:
— Antes de mais nada eu vou ter que te alimentar. Seria imprudência te punir agora, você provavelmente está fraca demais. Mas depois eu não vou ter outra opção, senão você nunca vai aprender porra nenhuma.

Estendeu o celular pra mim:
— Vem aqui, minha burrinha. Liga pra esse número, pede uma Salada Colorida com uma porção de batata, salmão e uma água mineral, manda entregar no meu endereço.

Ainda só de calcinha e scarpins, disquei o número que constava no celular dele. Fiz o pedido com ele me observando, analisando meu corpo, minha fala. Nunca foi tão difícil pedir um delivery.
— Agora veste a roupa e vamos. Sem sutiã, que eu quero ver esses biquinhos.

Dei a volta na mesa, peguei minhas roupas e me vesti, guardei meu sutiã na bolsa. No carro dele, silêncio total. As poucas vezes que olhou na minha direção, foi apenas para fitar os meus seios, os bicos proeminentes de tesão se destacando na camisa branca. A cada olhar, minha respiração se acelerava, e meus mamilos ficavam ainda mais intumescidos. A calcinha de tão molhada umedecia meus jeans. Nunca alguém tinha me mantido excitada por tanto tempo. Mal sabia eu que a noite estava apenas começando.

Já na garagem do seu prédio, enquanto estacionava, ele me disse:
— Quando a gente entrar na minha casa, a primeira coisa que você vai fazer é fechar as cortinas da sala. Quando tiver fechado tudo, vai ligar luzes. Depois vai tirar a roupa toda, menos a calcinha e os sapatos. Entendido?
— Entendido...

As instruções eram simples, mas no elevador revisei mentalmente, pra não correr o risco de errar algum detalhe. Quando chegamos, assim que ele trancou a porta, comecei a executar a rotina, conforme o ordenado. Ele se sentou no sofá de couro marrom escuro e esperou. Cortinas fechadas, acendi as luzes, parei na frente dele e comecei a me despir. Ele pegou um controle remoto que estava sobre a mesa de centro, ligou o som. Uma música eletrônica suave tomou conta do ambiente enquanto eu me exibia pra ele.
— Muito bem, vagabunda. Agora ajoelha e tira os meus sapatos.

Me ajoelhei aos seus pés. Cuidadosamente, desamarrei os sapatos, tirei as meias.
— Me faz uma massagem.

Comecei a massagear seus pés grandes e pesados demais pras minhas mãos. Lá de cima, ele me observava. Senti vontade de lamber, beijar e chupar seus pés, seus dedos. Mas não podia ousar fazer algo não solicitado. Temia pedir. Fiquei só na vontade.
— Deita no chão cadela, barriga pra cima.

O chefe mandava, eu obedecia. Deitei. O porcelanato estava gelado, meu corpo se arrepiou. Ele colocou os pés enormes sobre os meus seios, começou a pisar de leve e esfregar as solas nos meus mamilos. Usou os meus peitos para massagear os próprios pés. A música; o frio do chão; o seu olhar superior; a aspereza da pele grossa arranhando os meus mamilos; o perigo de estar sob seus pés, completamente vulnerável: tudo aquilo me excitava. Meu coração parecia acompanhar a batida da música, perdi a cabeça. Estendi os braços, ele assistia eu me contorcer de prazer deitada no seu chão. Enfiou o dedão de um dos pés na minha boca, com o outro continuou esfregando meus peitos. Fechei os olhos e suguei o dedo como se fosse sua rola.
— Como você é assanhada piranha… Do jeitinho que eu gosto. Chupa olhando pra mim.

Abri os olhos. Estava abaixo dele, literalmente. Vê-lo lá em cima, me assistindo assim, totalmente submissa, me enlouquecia. A excitação extrema me fazia gemer ao mínimo estímulo. Mas como um balde de água fria sobre a minha cabeça, o interfone tocou, me lembrando do mundo real lá fora. Fiquei embaraçada comigo mesma: jogada no chão, com seu dedo na boca, gemendo ao mal ser tocada.
— Pega a minha carteira e libera a portaria, está na hora de você comer.

Depois de mais de vinte e quatro horas sem comer, a única fome que eu sentia era do pau dele, mas agora tudo parecia estranho. Constrangida, com os peitos e a bunda de fora, levantei do chão, peguei a carteira sobre a mesa, lhe entreguei. Até o barulho do meu salto batendo no piso contribuía pra me deixar mais envergonhada. Fui até o interfone, acionei o botão de abrir a portaria.
— Deitada no chão, atrás do sofá, piranha.

Fiz o que ele mandou. Me senti como um animalzinho, obedientemente deitada bem próximo à porta, mas num lugar onde o entregador não poderia me ver. Ele recebeu a minha comida. Pagou por ela.
— De joelhos, mãos pra trás.

Obedeci. Ele se sentou ao meu lado no sofá. Deixou o pacote de comida sobre a mesa de centro, ao lado de uma corda que já me esperava ali quando chegamos à casa dele. Amarrou as minhas mãos atrás das costas. Pela primeira vez, o seu toque na minha pele foi suave. Em compensação, ao apertar o nó, puxou com força a corda, que com um chiado deslizou velozmente pelos meus pulsos, queimando a minha pele. Acho que soltei um ganido de dor, que ele recebeu com um sorriso de satisfação. Em seguida, abriu a bandeja de plástico e me deu de comer e beber na boca. Ajoelhada no chão, praticamente nua, as mãos amarradas atrás do corpo, alimentada por ele, me senti bem cuidada. Ele trazia o garfo e eu abria a boca, comia quietinha, depois de um dia inteiro faminta, esperando por ele. Ansiosa, errei a boca no garfo e deixei cair um pouco de peixe, alface e molho no chão. Me faltou o ar quando subitamente ele agarrou meu pescoço com força, empurrou meu rosto contra o porcelanato.
— Come!

Com as mãos amarradas atrás do corpo, por um instante achei que meu rosto atingiria o piso. Mas sua mão pesada ferindo minha nuca, puxando meus cabelos, parou o movimento imediatamente antes do impacto. Meus lábios a centímetros da comida jogada no chão. Ofegante, abocanhei o que pude e engoli. No porcelanato escuro, brilhante, impecável, a mancha do molho rosê. Ele continuou segurando minha cabeça abaixada.
— Lambe.

Minha boceta inchou de tesão. Obedecer a ele era gostoso demais. Quanto mais grosseira a ordem, mais eu queria cumprir. Estendi minha língua e lambi o molho do chão. Lambi de novo. E mais uma vez, e mais uma vez, até não restar nada além da minha saliva naquele ponto. Ainda segurando o meu pescoço, com a mão livre ele alisou a minha bunda, agora levantada para o alto, e em seguida me deu o primeiro tapa da noite. Gemi de dor e prazer. Ele ergueu minha cabeça pelos cabelos e calmamente terminou de me dar a comida.

Eu estava alimentada. Enfim, ele soltou meus pulsos, só para prendê-los novamente, agora à frente do meu corpo.
— Sobe.

Me puxando pela corda, me colocou de joelhos sobre o sofá, no assento da ponta, de frente pro apoio de braço. De pé, acariciou meu rosto. Satisfeita, eu sorri. Em direção ao chão à minha frente, ele puxou a corda que imobilizava meus pulsos, me forçando a apoiar os antebraços no piso. Minhas pernas em cima do sofá, de bruços. O laço do meus pulsos ele amarrou à uma outra corda, que estava firmemente presa sob um móvel. Amarrada, de quatro, inclinada pra baixo, fui obrigada a equilibrar meu corpo entre o chão e o sofá. Minha bunda apontava pra cima, meu rosto pra baixo. Meus seios livres pendendo em direção ao chão. Absolutamente desconfortável, presa, vulnerável. Se tentasse me libertar, cairia do sofá. E provavelmente levaria uma surra ainda maior do que a que já me aguardava. Com a face próxima ao chão, tudo o que eu via era o reflexo do meu rosto no porcelanato negro e os enormes pés dele.

— Eu vou ter que te dar algumas lições hoje…— ele disse saindo do meu campo de visão, parecendo irritado. Com o rabo convenientemente exposto, me preparei pra apanhar.

Por trás de mim, ele passou de leve a mão na minha bunda empinada, bem na dobrinha entre a nádega e a coxa. Com as pontas dos dedos, quase sem tocar. Um arrepio passou pela minha espinha. Até então ele tinha tocado muito pouco no meu corpo, minha pele ansiava por aquele contato. Fechei os olhos e senti a carícia. Mas antes mesmo que eu terminasse de me deliciar com a sensação da bolinada, senti o ardor de um forte tapa, no mesmo lugar recém acariciado. No susto, gritei. A palmada foi tão forte que minha nádega latejava. Por trás de mim, ele começou a falar:
— Eu tive um dia foda hoje. Há quantos meses você trabalha na minha agência?
Os dedos acariciavam suavemente o lugar que com certeza estava estampado em vermelho pela palmada. Era difícil acreditar que a mesma mão que afagava tão levemente também batia com tanta impiedade. Com a pele queimando do tapa, meu raciocínio estava tão prejudicado que na hora nem estranhei a pergunta fora de contexto.
— Oito... — respondi ofegante.

Mal terminei de responder, a mão novamente desceu pesada no meu rabo. Com um estalo, agora o outro lado também ardia, bem na dobrinha. Grunhi para segurar um berro. Em meio à bestialidade das palmadas e à minha agonia, ele continuava me fazendo perguntas em um tom incrivelmente calmo.
— Você já tinha me visto faltar alguma reunião?
— Não… — minha voz trêmula, fraca: eu temia e desejava a próxima bordoada. Meus olhos se encheram de lágrimas.

Mas dessa vez ele não me bateu. Continuou falando, tranquilamente:
— Pois é... Você acha que eu queria perder a minha reunião de equipe? Acha que além disso, depois de um diazinho difícil como foi hoje, eu queria ainda passar a noite trabalhando também?

Sua voz não se elevava, mas o questionamento soou como uma ameaça. Incapaz de verbalizar, sacudi a cabeça negativamente. Separando as minhas nádegas, expondo o fio que mal cobria o meu cu, ele disse:
— Tudo o que eu queria pra essa noite era foder bem esse seu cuzinho gostoso, encher ele com a minha porra… Mas em vez disso, eu vou ter que te dar uma aula, sua piranha ingrata.

Engoli em seco. Ele pegou o controle e desligou a música que me embalava. Pareceu que ele sentiu a falta que a música fez pra mim. Se agachou ao meu lado, segurou o meu queixo com força e falou com a voz muito grave no meu ouvido:
— A única coisa que você vai ouvir agora é o som da minha mão acertando esse seu rabo.

Meu coração acelerou, minha xoxota inundada de tesão. Ele tirou a camisa. De seu tecido, enfiou o que coube na minha boca, entre os meus dentes. Montou atrás de mim no sofá, por cima das minhas pernas. Meu rabo bem servido e exposto pra ele castigar. Se abaixou sobre o meu corpo, senti o pau ereto debaixo das calças, pressionado contra a minha bunda. Violentamente, puxou minha cabeça pelos cabelos. Falou alto, quase gritando, bem próximo ao meu ouvido:
— Lição número um, biscate: se você não estiver aguentando, e quiser desistir, fale a palavra “Tatu”. — e completou sacudindo a minha cabeça pelos cabelos:
— Mas atenção: se você falar, vai estar abrindo mão de me servir. Eu vou te liberar imediatamente, vou te levar pra casa, e nunca mais vou te usar! Entendido?!

Entendido. “Tatu” era a palavra que eu não queria falar na frente dele. Com a boca obstruída pela camisa, acenei com a cabeça e fiz um “Um-hum”. Soltou meus cabelos, chegou pra trás e me deu mais um tabefe, dessa vez na parte de trás da coxa. No silêncio, o som ecoou pelo apartamento. Mordi forte a camisa, urrei de dor, as lágrimas que já enchiam meus olhos rolaram pelo meu rosto.

— Lição número dois: você não pode, em hipótese alguma, deixar alguém no trabalho desconfiar do que se passa aqui. Que porra de cena foi aquela que você aprontou hoje na frente da Catyanne, sua puta?! Aquilo é simplesmente inadmissível!

Não perguntou se eu tinha entendido. Estapeou a lateral da minha coxa: uma, duas, três, quatro vezes. Segurei a respiração e aguentei quieta o meu merecido castigo.

— Lição número três: de agora em diante, sua dieta será à base de carnes e alimentos naturais. Nada de chocolate, nada de batata frita, nada de junk food. E você está terminantemente proibida de passar fome. É assim que depois da limpeza você vai conseguir manter o rabo pronto pra ser currado sem me privar de te usar e castigar como eu quiser. Entendido?

Novamente sacudi a cabeça em sinal afirmativo, já sabendo que isso significaria levar mais uma palmada. Sua grande mão estalou ruidosamente na traseira da minha outra coxa. A cada gemido de dor, minha xoxota parecia derreter um pouco mais. A sensação quente na minha pele açoitada pela sua mão me excitava. Começou a esfregar e massagear deliciosamente a minha bunda, meu corpo sacudia com a força do contato.
— Vamos ver se você entendeu, sua piranhazinha ordinária… McDonald´s pode?
— Mm-mm…!— sacudi freneticamente a cabeça em negativa, pra me certificar de que ele via a minha resposta correta.
— Muito bem minha putinha… — continuou massageando bem gostoso o meu rabo — Cenoura pode?
— Um-hum!— afoita, balancei a cabeça dizendo que sim, as mãos enormes continuaram deslizando pela minha bunda. Eu não resistia e rebolava pedindo mais.
— Isso mesmo, excelente...Sanduíche natural pode, minha gatinha safada?
— Um-hum, Um-hum!— fiz mais uma vez um sim com a cabeça. O tapa que levei em seguida escureceu minha visão. Bem no alto da minha nádega direita, chacoalhou meu corpo inteiro. Formigava, ardia. Chorei aos soluços.
— Quem disse que pão é comida natural, PORRA?!— Mais uma palmada, no mesmo lugar que já pulsava e queimava. A camisa na minha boca já estava tão molhada quanto a minha calcinha. Cada castigo, cada carinho eram deliciosos. Ele prosseguiu com o teste:
— Leite pode, vadia?

Hesitei. Ele gritou comigo: eu não podia enrolar, eram perguntas simples, de sim ou não. Em dúvida, apavorada, respondi afirmativamente. Fechei os olhos, contraí o corpo, com medo da surra iminente. Senti então um sopro frio no ponto onde minha bunda ardia mais. Acertei a resposta, e em recompensa ele aliviou um pouco a dor da ferida que me fez. Com os lábios bem próximos da minha bunda, as mãos segurando suavemente as minhas coxas, ele soprava o vergão vermelho que deixou. Com os lábios deslizando sobre o meu machucado, a barba fazendo cócegas na minha bunda, perguntou:
— Mandioca pode, minha rabuda gostosa?

Errei. Mandioca podia. Com as costas da mão, açoitou a nádega esquerda. Eu tentava pedir pra parar, a camisa enchendo a minha boca, o som saía indistinto.
— Mandioca, batata, tudo isso pode, porra! Eu não quero que você perca peso, vagabunda. Quero esse rabo, essas coxas e esses peitos exatamente do jeitinho que eles estão.

Deitou por cima de mim. O rosto molhado de suor encostado sobre a minhas costas, agarrou com as duas mãos meus peitos pendurados sob o meu corpo. Meus cotovelos doíam, meus braços tremiam suportando o peso dele em cima do meu corpo, mas ele agarrava as minhas tetas com uma vontade insaciável, e eu não queria que ele parasse. Beliscou os biquinhos, o misto perfeito de agonia e prazer, me arrancando gemidos cada vez mais altos. Saiu de cima de mim. Aumentou um pouco a corda que me prendia ao chão. Ainda amarrada, me colocou deitada no sofá, de barriga pra cima. Em pé na minha frente, tirou a calça jeans, revelando aquele volume sob a cueca, que para a minha agonia, manteve no corpo. Abriu minhas pernas, entrou no meio delas, deu um tapa no meu seio.
— Que delícia esses peitões grandes de mulher com esses biquinhos tão rosinhas, de putinha novinha. Hoje eu vou chupar até eles ficarem roxos.

E assim ele fez. Deitado por cima de mim, caiu de boca nos meus peitos. Juntou os dois e lambeu os mamilos. Eu olhava pra baixo, me deliciando com a visão daquela boca mamando os meus peitos. A barba ruiva arranhando a minha pele. A língua molhada deslizando sobre a aréola. Chupou. Mordeu. Sugava com força e movia a cabeça pra trás esticando a pele e puxando o meu mamilo com força.

Ainda chupando os meus seios, com uma só mão puxou a minha calcinha. Entre as minhas nádegas, o fiozinho entrou com força, ferindo a minha pele. Até que se partiu e calcinha foi arrancada do meu corpo, jogada no chão. Ele botou o pau grosso pra fora da cueca, dobrou minhas pernas desconfortavelmente sobre o meu corpo. Fiquei com a boceta e o cu arreganhados pra cima. Eu senti que tinha chegado o momento: depois de comer duas vezes o meu cu, depois de me dar uma surra daquelas, finalmente ele ia torar e rasgar a minha boceta com aquela rola grossa, foder bem gostoso e me fazer gozar.

Passou a mão na minha boceta, seus dedos a percorreram de cima à baixo pelos meus lábios, várias vezes. Eu sofria, suspirava, gemia. Não aguentava mais, precisava sentir ele enfiar os dedos, a língua, a rola na minha periquita. Com os dedos, coletou todo o líquido que escorria da minha xoxota inchada. Mas em vez de massagear o meu grelo ou enfiar os dedos entre os lábios pra finalmente me masturbar e me saciar, usou toda a lubrificação da minha boceta sedenta pra comer o meu cu. Primeiro meteu nele dois dedos lambuzados, lubrificou, fodeu o meu cu. Depois pegou mais do caldo que escorria da minha boceta, passou no pau, e devagar enfiou a vara melada na minha bunda.

Mais uma vez a sensação daquele cacete penetrando e preenchendo o meu rabo me enlouquecia. Deitada no sofá, braços estendidos e imobilizados, eu assistia ele me montar e me foder. As mãos fortes seguravam as minhas pernas dobradas sobre mim, que doíam com a posição desconfortável, e exibiam os meus buracos pra ele escolher. Ele fodia o meu cu olhando pra minha boceta aberta, molhada, que por algum motivo ele simplesmente não comia. O cabelo avermelhado pingando de suor, escorrendo em mim. Arfava ao me estoquear com o cacete duro. Eu queria pedir pra ele meter na minha xoxota, mas o pau entrando e saindo do meu cu era gostoso demais, me impedia de pedir qualquer coisa que o fizesse parar.
— Geme pro meu pau no teu cu, geme minha puta...

Olhou nos meus olhos. Eu não conseguia sustentar o olhar, ele me intimidava.
— Olhando pra mim piranha — Um tapa estalou forte e quente no meu rosto.

Minha respiração acelerada fazia meus lábios formigarem. Eu gemia, suspirava. Envergonhada, fechava os olhos pra não ter que encará-lo. Ele me açoitava e me mandava abrir. Gostava de me ver constrangida com a minha própria entrega, ele se divertia e se excitava com a minha aflição. Olhando pro meu rosto contorcido de tesão, enrubescido de vergonha, ele curvou o corpo, fodeu mais rápido e gozou dentro do meu cu. Olhando em seus olhos, acho que gemi alto quando senti o gozo quente invadir o meu rabo.

Respirou fundo, deu um tapa na minha boca. Tirou o pau ainda um tanto duro de dentro da minha bunda. Se vestiu. Ainda me mantendo amarrada e nua, me virou de bruços no sofá, aplicou gelo e pomada sobre as feridas da surra que me deu, me fez beber água. Me libertou, ordenou que eu me vestisse, e no silêncio de sempre me levou pra casa. Já era madrugada.

Em casa, de volta no meu baby doll, deitada de bruços na cama, me masturbei antes de dormir e apaguei tranquila, com a certeza de que eu pertencia à ele.




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