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Múltiplos graças a um pneu furado


autor: babyblue
publicado em: 07/02/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Meus dias costumam ser sempre corridos e cansativos, acho que o de qualquer workaholic é. Sim, workaholic! Eu não apenas trabalho muito (me controlo para não passar de 12 horas diárias), mas eu também gosto.

Meu dia louco ainda não tinha acabado, estava indo para o meu terceiro turno. Depois de um longo dia de trabalho, lá ia eu para uma reunião de professores para falar do início do semestre.

Ao chegar na garagem, lá estava meu presente: um pneu furado. Olhei o relógio, joguei a bolsa no banco com raiva e respirei fundo. Liguei o som, abri a mala, tirei o estepe e o macaco.

Não liguei para nenhum colega pedindo ajuda. Pode ser um pouco de orgulho, mas confesso que tenho dificuldade em fazer isso. Fiquei surpresa ao ver várias pessoas passando pela garagem, olhando para o outro lado, fingindo que não me viam, para não serem acionadas para contribuir naquela tarefa ingrata.

Se eu já não ia pedir ajuda, agora que não ia mesmo! Mais uma vez decepcionada com a falta de solidariedade das pessoas – e sim, eu teria oferecido ajuda se fosse o contrário. Comecei a fazer o que tinha que ser feito, elevar o carro. Nesse momento me recordo de uma tarefa sempre pendente em minha “to do list” – comprar uma chave de roda descente!

Já estava exausta, toda dolorida, e não conseguia desenroscar a roda. Sempre que ia forçar, a chave saia do lugar. A essa altura eu já estava imunda, sentada no chão da garagem, refletindo sobre a possibilidade de largar o carro lá e pegava um Uber e acionar o seguro no dia seguinte.

O segurança me avista de longe e vem falar comigo. Oferece ajuda e pergunto se ele poderia me emprestar a chave de roda do carro dele. Acho que o primeiro pensamento dele deve ter sido o clássico machista: ela não sabe o que está fazendo e está pondo a culpa na ferramenta.

Para satisfação do meu ego feminista, apesar de toda sua força e sua grande intimidade com a chave de roda – sim, porque ele fez questão de falar de todos os pneus que já havia trocado na vida, teve o mesmo problema que eu.

Rendido, foi até o carro e voltou com a chave. Pego da mão dele e ele fica sem entender. Digo apenas: obrigada, pode voltar para seu posto, não quero atrapalhar seu trabalho. Assim que terminar levo lá para você.

Ele sorriu desconcertado e foi se afastando devagar. Encaixei a chave e dei pisão que precisava desenroscar aquela porcaria. Troquei o pneu em minutos e fiquei irada com o tempo e esforço desperdiçado por ainda não ter comprado a tal chave.

Ao concluir me vejo suada, suja e sendo observada. O segurança ficou de olho em mim no cantinho da garagem. Fui até lá devolver a ferramenta e ele diz: Fiquei te olhando daqui.

Sarcástica, respondo: Não achou que eu daria conta?

Ele: Não sei, mas adoro mulheres independentes. Sua fama aqui é que você é durona, mas achei que era apenas numa sala com ar condicionado.

Vou encarar isso como um elogio, digo. Claro, não há nada de mais sexy do que uma mulher independente, firme, decidida e cheia de atitude.

Nesse momento me vi constrangida com o comentário. Tenho um tipo de timidez esquisita, não sei lidar bem com elogios. Mas consegui disfarçar (eu acho), e disse apenas: Que bom então! Agradeci ajuda e dei boa noite.

Como a reunião de professores era perto, deixei o carro na garagem e fui andando. Cheguei lá suja, cansada e sem paciência. Para piorar, como estamos ainda em recesso do ano letivo, não tinha um banheiro aberto (juro!). Só pensava o que faltava me acontecer...

Três horas depois volto para pegar o carro e vejo que a maior satisfação do meu dia foi encontrar um pacote de lenços umedecidos no porta-luvas. Quando estava no carro tomando meu “banho de gato”, vejo o segurança se aproximando.

Baixo o vidro e dou um sorriso discreto sem entender o que ele fazia ali novamente. Ele se aproxima e pergunta se está tudo bem, se tive mais algum problema. Digo que não, que estava apenas juntando as coisas para ir para casa.

Percebo um certo ar de riso e não entendo... Quando me dei conta, estava com o rosto sujo. Fiquei ligeiramente irritada com isso (será que estava assim na reunião e ninguém teve a decência de me avisar?). Ele percebe minha irritação, pega um lenço e vem limpar meu rosto.

Acabado sendo rude com ele e digo rispidamente que não precisa. Ele, calmante responde: não tem nada de errado aceitar ajuda, sabia? Me dei conta que fui grossa com a única pessoa que foi gentil comigo o dia inteiro. Peço desculpas, desculpas sinceras!

Baixei a guarda, disse que não justificava, mas relatei todo o estresse daquele dia, e que estava por um fio para explodir. Ele toma o lenço da minha mão e enquanto limpa meu rosto, diz: mais um motivo para deixar eu te ajudar.

Começo a perceber que além de prestativo, ele é um homem bonito. Um negro grande, alto, de traços fortes. Olho para suas mãos, enormes e ásperas (do jeito que eu gosto). Acho que ele falou por um bom tempo enquanto estava lá pensado que ele devia ter pegada.

Percebo novamente um olhar de riso e percebo que lá estava eu, mordendo os lábios. Sou muito expressiva, daquelas que faz caras e bocas sem se dar conta. Peço desculpas e digo que estava com o pensamento longe, provavelmente por conta do cansaço.

Ele me olha sério e diz que se aproximou de mim apenas para pedir desculpas. Fico sem entender, e ele continua. Diz que ficou receoso de eu compreender mal os elogios que ele me fez mais cedo. Digo que não me recordava de nada que pudesse ser ofensivo.

Vi que ele estava tentando falar algo, mas ... e digo-lhe para falar abertamente, sem preocupações. Ele acatou imediatamente e disse que se sentia atraído por mulheres de personalidade forte como a minha, porque elas costumam ser dominadoras e ele via isso como um desafio, pois isso só lhe dava vontade de dominá-las mais ainda. E que de alguma forma ele achou que tinha transparecido isso antes.

Fico sem palavras, e apenas ruborizo. Parecia que aquele homem tinha acabado de ler meus pensamentos mais profundos, inclusive os mais recentes! Ele insiste em saber se está tudo bem e continuo quieta.

Ele me olha e diz: Ah, você está provocando... Não ia “quebrar” uma fera com você assim fácil. E me agarra. Ele me puxou em direção a seu corpo com força e tão rápido que só me dei conta do que estava acontecendo quando já o beijava.

Parece que minha sorte tinha acabado de mudar. Aquele negão gostoso me agarrando era tudo que eu estava precisando. Sentia suas mãos deflagrando cada parte de meu corpo enquanto gemia em seu ouvido e cravava minhas unhas em suas costas.

Ele se encosta em meu carro e me puxa para si. Sinto suas mãos grandes agarrando minha bunda, enquanto tinha buceta roça naquele pau duro que parecia ser enorme. Desço minhas mãos e confiro o tamanho do volume.

Ele puxa meus cabelos olha nos meus olhos e pergunta: A branquinha está com medo do tamanho da pica do negão?

Respondo debochada: pelo contrário, estou com medo que o negão não dê conta do fogo da branquinha.

Definitivamente ele não esperava aquela resposta. Agora eu que o tinha “quebrado”. Retomei o controle da situação.

Me abaixo e abro sua calça. De fato, era muito grande e grosso e fiz questão de não expressar qualquer surpresa ou satisfação em relação àquilo. Comecei a chupá-lo com vontade, de fato minha boca era apertada para aquela rola grossa. Enfiava o máximo em minha boca, enquanto o punhetava. O vi levando as mãos à cabeça e arqueando o corpo para trás. Não era só eu que estava adorando aquilo.

Batia aquela pica na minha cara com força enquanto o olhava e sentia meu corpo pulsar por ela. Ele me puxa e fico de costas para ele. Enquanto chupava meu pescoço, abria minha blusa e apertava meus seios.

Eles, que são bem fartos, cabiam facilmente naquelas mãos enormes e rudes. Enquanto isso, roçava minha bunda naquela pica e tirava minha calça.

O empurrei e fiquei no seu lugar recostada no carro. Olhei para ele e disse: Me chupa agora!

Estava com uma calcinha preta, de renda, uma das minhas favoritas. Ele não teve pena e em vez de tirá-la, a rasgou num puxão só. Aquilo me deixou louca de tesão. Ele, já ajoelhado enfiava a cara na minha buceta, mas eu queria mais. Levantei minha perna e a coloquei sobre seu ombro, de forma que ele pudesse chupar bem fundo.

Sentia aquela língua quente passando pelo meu clitóris, lambendo meu mel e entrando em mim. Gemia feito louca. Ele agarrava minha bunda com força e puxava meu quadril para frente, parecia que ia me engolir. Nossa, muito gostoso!

Me recosto no capô do carro e o convido para vir para cima de mim ao abrir minhas pernas. O sacana sabia que eu queria aquela pica dentro de mim e ficou me pirraçando. Ficou martelando aquela pica na minha buceta e vendo eu me contorcer de tanto tesão.

Me olhou com cara de sacana e disse: Agora você não vai mandar, vai pedir.

Digo em tom de desespero: Me come vai!

Ele continua provocando: e a palavra mágica?

Me vem uma mistura de raiva e tesão na hora, mas me rendi: Enfia logo, por favor!

Ele enfiou a cabecinha (o diminutivo aqui é meramente carinhoso) e me olhou. Se quiser mais, vai ter que pedir!

Mete toda vai, por favor!!

Ele atendeu o pedido. Senti minha buceta abrindo para aquele pau enorme. Quanto mais ele metia mais o carro balançava... estava uma delícia, mas eu queria mais.

Virei de costas e empinei para ele. Queria sentir ele todo, até o talo. Ele enfiava e eu pedia para ele meter com força. A este ponto eu não mais gemia, gritava e pedia mais.

Somente quando meu corpo não tinha mais forças, gozei. Senti meu corpo arrepiar, uma explosão dentro de mim. Sabia o que era isso, eram múltiplos, cacete! Uma gozada intensa, meu corpo ficou todo dormente, e só sentia aquele êxtase....

Ao me ver assim, ele também se rendeu e gozou. Ele soltou o peso do corpo em cima do meu e ficamos alguns segundos recostados no carro recuperando as forças.

Quando finalmente nos reerguemos, o olho com cara de sínica e um ar autoritário: você sabe que da próxima vez vai ter que fazer melhor, não sabe?

Ele ri e diz: Só se você pedir por favor!





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