"Os mais excitantes contos eróticos"


Metendo com a priminha no carnaval


autor: Ronimac
publicado em: 27/02/17
categoria: hetero
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Para comemorar o meu aniversário ontem 26/02...ganhei de presente a minha prima....

Eu tenho uma prima que é uma delicia, acho que todo mundo tem uma, e todos querem mais é comer a priminha.

Na infância, na casa dos parentes as sacanagens eram inocentes, sabem aquela brincadeira de beijo, abraço ou aperto de mãos? então... beijinhos de canto de boca, esfregação e nada mais, sempre fomos safados um com o outro, mas nunca passou disso.

Mari tem 1,76cm e deve pesar uns 68 Kg... loira cabelos cacheados, olhos verdes, seios XG, é uma cavala, apesar de não possuir muita bunda, mas as coxas grossas compensam... os peitos compensam... tudo compensa rsrs.

Ela tem sorriso fácil, mas é muito sisuda, brava e até mal humorada, sempre pensei que ela devesse ser mal comida, e neste carnaval resolvi tirar a prova, vou provocar e ver onde dá.

A família chegou na parte da manhã, estamos passando o carnaval no Guarujá tios e tias, papagaios, cachorros, aquele caos, mas tudo bem.

Mari rapidamente se trocou, e colocou um maiô cavado que evidenciava suas coxas e os seios, aff são maiores que eu me lembrava, assim que ela chegou á sala ela percebeu que eu a olhava, os seus biquinhos ficaram duros na hora, assim como o meu pau que deu sinais, ela olhou para o meu short, e mordeu o canto dos lábios, sorrindo maliciosa.

Convidei-a para ir a praia dar um mergulho, para minha sorte ninguém mais aceitou o convite, então saímos do prédio e atravessamos a avenida rumo à praia, parei numa barraca para comprar duas caipivodkas e escolhemos um guarda sol para nos sentarmos.

Ela tirou a canga em pé na minha frente, percebi toda a exuberância daquele corpo malhado, uma delicia de priminha cada dia que passa sou mais fã das mulheres de 30 e poucos anos no caso dela 37.

Pude perceber cada detalhe da sua bunda, cinturinha e seios trabalhados na academia, os biquinhos durinhos me convidavam, nós conversamos e bebemos por algumas horas, eu puxava assuntos relacionados a sexo ela tentava mudar de assunto, mas eu a envolvia na minha sacanagem até que falei sobre a minha suspeita de que ela sempre foi mal comida, por isso o mau humor e a carinha de brava, ela se enervou, mas acabou confidenciando que realmente os homens a deixavam a ver navios, dificilmente gozava com satisfação já que os homens da sua vida não se preocupavam em lhe dar prazer.

Isso soou como uma senha pra mim, ela sempre me julgou o galinha da família, pura injustiça, mas a fama às vezes tem um lado bom, começamos a conversar sobre nossos relacionamentos, eu sobre os meus casos e até lhe apresentei os meus relatos daqui do Clímax, que ela leu no celular, e a cada conto mais interessada ela ficava.

Após falarmos muita sacanagem fomos dar um mergulho no mar, eu já estava com o pau completamente duro, quase não dava pra disfarçar, a solução foi levantar com a camiseta disfarçando, ela sorriu e na água puxou a camiseta, começamos uma brincadeira de roçar um no outro, as ondas a traziam para perto de mim, aquela bunda encostada no meu pau duro de tesão, na agua é uma delicia, e ela me provocava cada vez mais, nos abraçamos, com água até a cintura.

Eu sentia os seios dela de encontro ao meu tórax, ela agarrou o meu pau por baixo d´agua, punhetava lentamente, por fora do short, e depois, por dentro, as ondas quase nos derrubaram várias vezes, ela apertava cada vez mais o meu pau, ofegante, lutando contra as ondas e a vontade de gozar.

Propus que fossemos para as pedras, excitadamente caminhamos por alguns minutos dentro do mar e nadamos até as pedras, avistamos ao longe uma casal transando, eram 11 da manhã, e aquele seria o melhor local possível, saímos um pouco do mar, para dentro das pedras e areia, duas pedras grandes nos encobriam, joguei-a contra a pedra e puxei seus cabelos, ela mordeu os lábios me chamou de cachorro, mordia a minha boca e me beijava com volúpia, eu desamarrei o seu maiô os seios pularam, maravilhosos, bicudos e rosas, caí de boca mamando um de cada vez, mordia e lambia, alternando-os, ela desajeitadamente tirou o meu pau pra fora do shorts, e punhetava rápido, descontrolada, eu apertava os seios, puxava os cabelos dela com força pra trás, mas foi quando dei um tapa no seu rosto que ela se mostrou...

Rangeu os dentes e ajoelhou, agarrou as minhas bolas, cuspiu na cabeçorra do meu pau e engoliu-o de uma só vez, buscava o ar a cada vez que o punhetava com mais força.

Eu agarrei aqueles cabelos loiros e fodia a sua boca com rapidez, ela me puxava pelas pernas, apertava a minha bunda tentando engolir o pau todo, eu senti a sua garganta roçando a cabeça do meu pau que ela sugava com tanta pressão querendo a minha porra toda direto na sua garganta, meus movimentos cada vez mais rápidos me aproximavam de gozar naquela boca ágil, mas eu queria fazê-la gozar, me afastei e a puxei pelos cabelos, joguei-a de encontro a uma das pedras e abri-lhe as pernas, caí de boca na sua buceta enorme, com pelinhos loiros, grandes lábios carnudos expostos, chupei-os, beijando como se fossem uma ostra, a minha língua em movimentos circulares no seu clitóris, era grande durinho, eu golpeava o seu clitóris com a língua e sugava a bucetinha dela, um sabor delicioso da agua do mar, e o néctar da sua excitação, com o meu polegar comecei a brincar com o cuzinho dela que se contorcia em minha boca.

Mari gemia de tesão, se contorcia enquanto eu coloquei dois dedos no seu cuzinho, a minha língua cada vez mais funda dentro da sua buceta, me levantei, peguei-a pela cintura e estoquei o meu pau de uma vez na sua buceta, ela soltou um grunhido, gemia enquanto eu bombava cada vez mais forte, ela gemia e eu metia fundo, as minhas bolas batiam na sua bunda, eu metia mais e mais forte, sentia o meu pau rasgando aquela buceta loira, ela dizia muitos palavrões, disse que iria gozar, segurei o seu queixo e dei mais um tapa no rosto, ela apertou os olhos, mordeu os lábios, gemei intensamente e começou a gozar, se arrepiou toda e se contorcia, chorando, gozando, começou a se urinar, a urinar no meu pau, estava em êxtase, doida, chorando, urinando, gemendo tremendo, uma explosão intensa de tesão, loucura, doideira, ao ar livre, o casal ao longe olhando, o sol por testemunha e o mar de trilha sonora.

Ela se virou rapidamente, me jogou na areia, mirou a buceta na minha vara e sentou com gosto, o meu pau doía de tesão quando ela começou a cavalgar feito uma doida, gritando, as pernas fortes levantavam o seu corpo rapidamente, os peitos pulavam e eu os beliscava com força, apertava aqueles dois melões, por vezes ela se deitava em meu peito, e eu os mordia com força, ela gemia e aumentava as cavalgadas, rebolava no meu pau, eu a estapeava, as suas coxas ficaram vermelhas marcadas, ela pulava feito doida no meu pau se esfregando pra frente e para trás, a minha respiração acelerou, balbuciei que ia gozar ela pulava mais e mais e começamos a gozar, gozei muito, enchi a bucetinha dela com a minha porra grossa, tesão de anos, ela começou a gozar novamente, urinando, tremendo, tremia muito e gozava e caiu chorando no meu peito, foi a primeira vez que fui urinado, confesso que é uma sensação doida. Um tesão mesmo.

Foi uma delicia de gozo, intenso, verdadeiro, coisa de pele, de tesão, um tesão de priminha.

Deem notas, comentem, e se quiserem me escrevam ronimacc@gmail.com





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