Foi assim que minha esposa deu pra outro
- Temas: Infidelidades, cama de casal, Webcan, Celular, Fetiche,
- Publicado em: 08/01/25
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- Autoria: ibida
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Uns dos conceitos fundamentais que mantenho com minha esposa, Débora, é a confiança mútua. Portanto, dou-lhe total liberdade para frequentar festas. Ao retornar, trocamos beijos e juras de amor. Tudo parece perfeito, não é? Nada disso, pois eu quero que Débora dê a buceta. Mas como poderia confessar tal coisa?
Pode parecer esquisito, mas eu, Otávio Ranfos, quero isso. Trabalho em uma indústria farmacêutica, realizando serviços de divulgação em outras cidades. Na minha ausência Débora continua se dedicando ao seu trabalho de secretária enquanto nossos dois filhos vão para creches. A propósito, Débora é uma loira de mãos finas e pernas longas cujo seios se projetam para cima dos seus sutiãs.
Eu confesso, desde que comecei a viajar, tenho uma fantasia: ver Débora sendo fodida por outro homem. Ela é extremamente bela e sexualmente desinibida entre quatro paredes. Enfim, durante uma viagem fiz uma chamada por videoconferência e pedir para Débora fazer uma masturbação. Houve alegações de que Débora iria ao balneário dos farmacêuticos com amigas e, segundo ela, os nossos filhos ficariam sob cuidados de uma babá.
– Uma dica – falei apressadamente –, se livre das amigas fofoqueiras e dê a buceta!
Foi uma impressionante ver os olhos de Débora se arregalando, o triste é que ela achou que era brincadeira. Entretanto, houve a promessa que ela se masturbaria na frente da webcam quando voltasse.
Horas após entardecer nos comunicamos como prometido. Débora estava alcoolizada e corada de sol. Ela já estava sentada nua na cama. Aproveitei seu estado alcoólico para pedir que iniciasse a masturbação imaginando paus de alguns homens que ela tinha visto no balneário dos farmacêuticos.
A alcoolizada Débora perguntou se eu tinha bebido cachaça pra falar tantas doidices. Entretanto, ela lubrificou com gel um consolo e lentamente o penetrou na buceta com cadenciadas estocadas. Minutos depois umas das suas mãos acariciaram os seios e logo sua boca emitiu gemidos anunciando liberações dos gozos múltiplos.
Depois disso houve um certo constrangimento entre nós. Então Débora olhou em direção a câmera para me interrogar;
– Otávio! Por que você me fez fazer isso? Eu nunca de trair, e que história é essa de eu dar pra outro?
– Talvez eu queira isso com outros homens.
Débora riu e nos despedimos após fazermos nossas costumeiras juras de amor. Fiquei no quarto do hotel andando de pau duro de um lado para o outro. Foi então que decidi ariscar tudo ao enviar um e-mail com vídeo pornô anexado.
Eis a integra do e-mail abaixo.
Débora, neste e-mail há um vídeo com uma proposta. Observe que a mulher é uma loira parecida com você.
É aí que entra a proposta: Use a mão da aliança para masturbar alguns paus, dê a buceta e rabinho se quiser, essas permissões terão validades nas minhas ausências!
Por favor, me diga o que acha dessas propostas. Não tive coragem para falar frente a frente.
***
Agora reservo parágrafos escritos pela própria Débora.
***
"Não posso dizer que nunca reparei em determinadas conversas do Otávio envolvendo sexo extraconjugais. Isso nunca me chateou, pelo contrário, pois eram excitante os papos de puta e corno durante o sexo, obviamente que desconfiei que Otávio tinha um “Q’ Maiúsculo de bom marido manso.
Mas dessa vez fiquei desnorteada com a proposta feita sem meias palavras. Depois de voltar do trabalho e colocar nossos filhos para dormirem em seus quartos revir o e-mail e vídeo e a única coerência nisso tudo seria vendo e ouvindo a proposta pessoalmente!
Otávio e eu voltamos a conversar pela parte da tarde pela webcam. Otávio perguntou o que decidir da proposta. Antes de quaisquer respostas ouvi declarações que os vizinhos, amigos e parentes não poderiam saber dos chifres que tudo ficaria bem.
Embora sabendo haver amor entre nós eu achei absurdo brincar desse jeito comigo, então desliguei a webcam do meu notebook.
Débora Ranfos.
***
Pelos parágrafos escritos acima ficou perceptível que os fortificados alicerces do nosso casamento tremeram. Então liguei para Débora e ela foi logo falando!
– Otávio, eu te amo e você vai me idolatrar e vai chupar minha buceta quando chegar aqui. Estamos entendido?
Débora entendeu que tinha passe livre. Passamos então a conversar diariamente sobre isso e terminávamos fazendo nossas juras de amor. No entanto, houve hesitações de Débora para tratar do assunto quando voltei para nossa casa.
– Otávio! Naquele e-mail… O vídeo e nossas conversas… É verdade que posso trazer outros caras pra cá e fodê-los?
Não tinha como fugir do assunto. Então ingenuamente indaguei sobre nossos filhos, no entanto, Débora continuou o assunto usando o óbvio clichê.
– Eu posso fazer quando você viajar, eu levarei nossos filhos para casa dos seus pais e então darei a buceta!
Débora estava tão interessada nisso quanto eu. Enfim, quase seis meses depois surgiu a oportunidade para realizar o pacto. Estando viajando por dois dias, recebi via celular uma foto de um pau negro saindo sêmen enquanto a mão de Débora contendo a aliança do nosso casamento entre os dedos manchavam-se com galas.
Parece loucura um homem casado receber fotos desse tipo da própria esposa. Mas confesso que foi o suficiente para eu me masturbar. Então, durante a noite pela webcam Débora perguntou se poderia enviar um vídeo mostrando aquele pau alargando a boquinha dela.
Foi atrevimento dela mandar sem que eu pedisse o vídeo. Mas deu tesão ver sua boca pintada de batom cintilante movimentando-se torno do negro pau que parecia tão bom, melhor do que a buceta, melhor do que qualquer coisa. Então houve outra mensagem perguntando se eu queria ver a grossa tora negra ou um pau pardo alargando a bucetinha!
– Somente se engoli tudo ou pode ser os dois! – respondi sem pensar. Débora riu e falou que seria melhor ao vivo!
Eu não perguntei como ela conheceu os caras. Nós apenas concordamos que ela escolheria um dos dois e ele saberia que eu estaria vendo pela webcam. Na noite seguinte recebi uma mensagem que o homem do pau pardo era maior e mais grosso, mas tinha sido descartado e que eu não deveria falar nada disso com o homem de cor negra.
Minutos depois recebi uma chamada de vídeos via celular e vejo Débora sentada em nossa cama. Ela parecia meio embriagada e estava só de sutiã e calcinha. Ela tinha colocado a webcam em nossa cômoda, então eu poderia acessar imagens pela webcam e pelo celular.
Liguei o notebook e aproximei a imagem pela webcam e por um momento achei que Débora tinha algo brilhoso no rosto, talvez fosse gala. Então perguntei quem estava com ela no quarto. Débora riu nervosamente e olhou para o lado.
– Otávio, Antônio está aqui e ele sabe que do nosso amor liberal, Tony, dê um olá para meu marido.
Então esse homem aparentando ter trinta anos apareceu e sentou-se ao lado de Débora na cama. Ele era é bonito e bem musculoso. Ele iniciou uma tímida conversa.
– Sr. Otávio! Desculpe-me por… foi sua esposa que me convidou…
– Calma, Tony, somos um casal liberal!
– Senhor, nunca me envolvi com nada parecido e posso mesmo comer ela aqui?
Débora deu risadas enquanto abria o zíper da calça do Tony. Ela puxou a calça e cueca para baixo e seus lábios carnudos mamaram a cabeça peniana do flácido pau negro. Foi incrível ver o pau de outro homem endurecendo entre os lábios da minha esposa. Então ela parou o boquete e fechou o zíper da calça jeans.
– Obrigado por permitir isso… – disse Tony.
– Ah – Débora o interrompeu –, Amorzinho, acertei com Tony que ninguém poderá saber que faço coisas extraconjugais na sua frente!
Eles então se beijaram ardentemente. Débora falou na voz fraca, porém conseguir escutar.
– Faça como combinamos, pois meu marido é honrado e merece ver ação!
Na timidez de Tony a Débora tomou a frente e começou a desabotoar a camisa e suas mãos percorreram pelo peito másculo indo até o cinto de Tony. Ao puxar sua calça e cueca para baixo puder ver novamente o pau agora meio flácido. De um zoom na imagem e constatei que endurecido deveria ser grande, grosso e pesado.
– Senhor Otávio, você quer mesmo que ela mame outra rola?
Tony falou enquanto os lábios de Débora deslizavam suavemente sobre a picona negra, provocando impactantes sons indecentes que podiam ser ouvidos claramente pelos microfones das webcam.
Também foram impactantes ver a boca avançando até que os encaracolados pentelhos tocassem o rosto e pude ver os lábios fazendo beiço ao deslizarem para fora. Dei zoom pela webcam e os lábios e pau foram ampliados.
Se esses são os prazeres dos maridos mansos, então esse era meu dia de corno manso mais feliz do mundo. Então Débora cortou o meu barato ao parar o boquete, pois eu queria ver seu rosto corado e os lábios pintados com batom vermelhos cintilantes borrados com galas.
– Eu quero a rola dentro de mim – Disse inclinando-se para trás e tirando rapidamente a calcinha e sutiã e abrindo as pernas.
O momento seguinte definiria o tipo de marido manso que eu seria perante minha esposa, timidez de minha parte foram pro espaço. Então inicio uma acelerada punheta ouvindo as indecentes palavras da mãe dos meus filhos.
– Otávio, antes de acessar a webcam gozei com dedadas e sendo lambida na buceta e seios – revelou Débora.
Tony olhou para mim, sua enorme tora negra balançando na frente da webcam. Ele então se ajoelhou entre as pernas da Débora e guiou seu pau em direção à tênue linha vaginal.
Débora ligou para mim do celular e soltou gemidos guturais quando sentiu que o pênis alargando a gruta de amor. Ela então emitiu no celular um “Oh é grosso e tão comprido” tendo a sólida marreta tudo dentro dela.
Então eu vi como Tony levantou as pernas de minha esposa sobre os ombros e foi um pouco além da timidez e gostei de ouvi-lo.
– Vamos dar ao seu marido uma visão melhor?
Débora acessou a câmera do celular e mudou de posição para ficar por cima de Tony e de frente para mim na webcam.
Ela então sentou e Tony começou a entrar e sair da buceta que deveria ser só minha, sua marreta máscula saia brilhando com sucos vaginais. Débora gritava, apertava os seios e rebolava os quadris cada vez que a buceta gulosa engolia tudo do pau.
Eu assisti isso por uns sete minutos e foi incrível. Então trocou de posição, indo para baixo do corpo de Tony e entrelaçou as pernas pela costa dele e o fez com que mamasse os pontiagudos bicos dos seios. Débora foi esperta ao colocar a câmera do celular perto da buceta, pois me deu uma ótima visão dos lábios rosados contraindo-se para dentro e para fora.
– Meu corninho, promete para mim que será sempre meu corno manso e em troca prometo manter segredos de todos os nossos conhecidos!
Débora estava descontrolada e implorando enquanto curtia o momento. Bem, meu papel estava definido, pois batia aceleradas punhetas vendo a respeitável mãe dos meus filhos dando a buceta. Portanto, respondo que sim pela webcam.
Então o inexperiente Tony deu uma de Zé Goiaba perguntando se gozar dentro da bucetinha da minha esposa era permitido.
– Você pode, pois tomo anticoncepcionais – Interveio Débora por mim.
Tony então socou muito mais forte e depois desacelerou e o pau meio flácido deslizou suavemente para fora.
– Você gostou? – Débora perguntou a mim, ainda tentando recuperar o fôlego.
– Senhor, a buceta da sua esposa é apertada e suave como seda – Tony disse isso olhando para a buceta vazando espermas.
Eu não estava arrependido, mas fiquei mudo por não saber o que responder, pois assim como Tony eu também era inexperiente nesse lance extraconjugal.
– Tony, a foda foi muito gostosa – Débora falou olhando para as roupas de Tony.
– Sim, claro – Tony sentou-se na cama e colocou a cueca, calça e camisa de volta.
Então, quando ela olhou para mim, ela disse:
– Tenho certeza que Otávio não se importará se fodermos novamente. E ele quer vê um boquete com gozada. Não é querido?
Eu apenas balancei a cabeça. Enfim, Débora o levou até a porta de casa e na volta fizemos juras de amor e depois de muitas conversas “sujas” nos despedimos. Eu adormeci com imagens de Débora e Tony fazendo sexo.
No dia seguinte, recebi um e-mail de Débora juntos dos nossos filhos e me agradecendo por deixá-la fazendo tais coisas. Eu envie e-mail com foto anexado contendo espermas escorrendo para fora de sua buceta.
Enfim, Tony só fode Débora quando viajo ou quando me hospedo num hotel qualquer perto da nossa casa. Aliás, a confiança mútua chegou, então Débora vai dar o rabinho pra ele.
Essa parte depois eu conto, pois preciso afirmar pra vocês que Débora me surpreende por manter a compostura entre as pessoas que nos cercam, pois eles apenas conseguem ver uma esposa de respeito que não deixa transparecer que entre quatro paredes sou chamado por ela de Otávio Ranfos corninho.
*Publicado por ibida no site climaxcontoseroticos.com em 08/01/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.