A minha vida de fêmea - Cap. III

  • Temas: gay, transsexual, lésbica, bissexual, prisão, humilhação
  • Publicado em: 21/03/26
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  • Autoria: jcb0909
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Private Muse

CAPÍTULO III


Acordei de manhã com o Carlos a dar-me palmadas no rabo.

- Acorda Joana, já é dia!

Estava atordoado, mal tinha pregado olho naquela noite. Abri um olho e lá estava o Carlos todo nu ao pé de mim.

- Vá, levanta-te e veste-te, enquanto vou tomar uma banhoca.

- Eu vou a seguir. - respondi.

- Não. Agora não. - disse enquanto voltava costas - Tomas banho à noite.

De repente volta ao pé de mim e puxa-me pela mão.

- Anda, vem mijar comigo. - disse à medida que me conduzia à casa banho.

Naquele momento lembrei-me que o Carlos me tinha colocado a maldita jaula de castidade.

- Não é preciso, eu vou depois. - Tentei evitar a humilhação de ter de o fazer à sua frente.

- Claro que é preciso. Não é emocionante estar com a minha mulher na casa de banho?

Quando chegámos à sanita largou-me a mão. Estava com um tonto sorriso de adolescente.

- Vá, podes fazer.

- Tens de me tirar isto. Assim vou sujar tudo.

- Tonta… - disse com um sorriso de adolescente - Tens de te sentar não é? Ainda não estás habituada.

Sentei-me na sanita e comecei a urinar, enquanto o Carlos me observava com o mesmo sorriso tonto, à medida que o seu pénis ia ficando ereto.

Colocou-se à minha frente, quase colado a mim e disse:

- Olha, Joana, fazes com que fique assim… Faz-lhe uma festinha.

Ia começar tudo outra vez…

Ele estava tão perto que sentia o cheiro a sexo da noite anterior e naquele momento parecia-me ainda mais intenso.

Suspirei, e passei-lhe ao de leve com a mão no pénis, que fez com que aquele órgão começasse imediatamente aos saltos.

- Continua - disse já ofegante - usa as duas mãos.

Com ambas as mãos, fazia-lhe ligeiras carícias na base do pénis, que o satisfaziam sobremaneira.

Depois pegou-me numa mão e encostou-a aos seus testículos.

Enquanto lhe acariciava o pénis e os testículos, ele fazia-me festas no cabelo, ofegante.

Estivemos naquilo dois ou três minutos, até que soltou umas gotinhas de líquido seminal.

- Já me fizeste sujar, Joana. - disse - Vá, limpa;

Passei com a palma da mão para o limpar, como tinha pedido.

Depois voltou costas e foi tomar banho.

- Arranja-te e veste-te enquanto tomo banho. Depois vamos tomar o pequeno almoço juntos.

Logo depois acrescentou:

- Não te limpes. Lava só os dentes.

Limpei o pénis com papel higiénico o melhor que pude, lavei os dentes e voltei para o quarto para me vestir.

Fiquei ali, sentado na minha cama, de olhos fechados e cabeça para baixo, à espera que o Carlos voltasse.

Na realidade, esperava que demorasse muito a voltar, mas esses momentos passavam demasiado depressa, e em menos de nada lá estava ele ao pé de mim.

- Continuo cheio de tesão, querida. - disse, à medida que com a palma da mão no meu queixo me fazia subi-lo novamente.

Abri os olhos. Estava novamente à minha frente completamente nu, com o seu pénis ereto.

- Não o queres beijar?

Fingi que não ouvi, e comecei a acariciá-lo como há uns minutos atrás.

- Vá, Joana. É o teu caralho! Só teu.

- Sim…

- Beija-o.

Respirei fundo, fechei os olhos e beijei-lhe a base no pénis ao de leve.

- Então, querida? Dá-lhe um beijo lambuzado, como deve ser.

Suspirei novamente. Dei-lhe novo beijo na base do pénis, um pouco mais demorado, tendo-lhe encostado ao de leve a ponta da língua.

Não foi tão mau como eu estava à espera. O Carlos tinha acabado de tomar banho e naquele momento não sentia cheiro ou sabor daquele órgão.

O Carlos ficou nitidamente mais excitado, começando a fazer um leve movimento de vai-vem.

Entretanto, parece ter mudado de ideias e mandou-me deitar de barriga para baixo.

Depois puxou-me vigorosamente as calças para baixo.

- Não, por favor, não. - Suplicava, perante a perspetiva de sodomização e a indiferença do Carlos.

Colocou-se por cima de mim, colocando o seu pénis entre as minhas nádegas e as cuecas, que puxara ligeiramente para baixo para lá colocar o membro.

Depois colocou-se como se estivesse na posição de missionário e começou a esfregar-se por entre as minhas nádegas, à medida de me sussurrava ao ouvido:

- Dás-me muita tesão querida.

Eu cerrava as pernas o mais que podia, tentando afastar o mais possível aquele pénis do meu ânus, que se contraia por causa da fricção de que era alvo a cada investida do Carlos.

- Vais muito bem, querida, vais muito bem...- dizia ofegante, à medida que me mordiscava a orelha e lhe passava com a língua.

Estremeci.

De imediato comecei a sentir o meu pénis a querer ficar ereto, agora preso naquela gaiola de castidade.

Mais uma vez tentava fazer qualquer coisa para que não acontecesse, mas, para desespero meu, não sabia o quê.

Levantei um pouco o rabo, para tentar aliviar a pressão que sentia no pénis que me estava a magoar, mas ao mesmo tempo deixei o meu ânus mais exposto à fricção feita pelo Carlos.

O líquido seminal do Carlos misturado com a transpiração fazia um pouco de lubrificação, fazendo com que aquele pénis deslizasse por entre as minhas nádegas quase sem resistência.

Pelo menos daquela vez ele não via o meu pénis ereto.

- Isso querida, isso. Levanta essa cona para mim.

Aquela situação fazia-me soltar um gemido de dor de tempos em tempos, que deixava o Carlos ainda mais excitado.

Os seus movimentos eram cada vez mais rápidos e intensos e a respiração cada vez mais ofegante.

- Isso querida, isso. - Dizia repetidamente cada vez mais alto, até que finalmente chegou ao orgasmo.

Ejetou o seu esperma quente contra as minhas costas, escorrendo depois por todo o lado.

Saciado, deixou-se ficar ali, como peso morto em cima de mim.

Sentia a sua respiração acelerada bem junto ao meu ouvido, e o seu pénis ainda ereto com contrações por entre as minhas nádegas e junto ao meu ânus.

Ao fim de alguns minutos naquela posição, comecei a sentir ardor no ânus em resultado daquele fricção e vontade de defecar.

- Tenho de ir à casa de banho. - Disse, tentando libertar-me.

- Não, não. Está quieta. Vais depois.

Eu sentia-me mesmo desconfortável e com vontade de ir à casa de banho mas, mais uma vez, obedeci, conformado.

Ficámos imóveis durante uns minutos. As nossas respirações normalizavam e o pénis do Carlos batia cada vez com menos força, até que deixei de o sentir.

Finalmente saiu de cima de mim, puxou-me as calças para cima e levantou-se.

- Vira-te ao contrário.

Pensei que ia sujar a cama, já que tinha as costas todas molhadas com o esperma do Carlos, mas rapidamente me lembrei que de facto ela já estava toda suja desde a noite anterior.

Que se lixe, pensei, enquanto me virava.

Logo depois o Carlos sentou-se por cima de mim, com o seu pénis em cima do meu estômago.

- Olha o meu caralho todo sujo. - disse enquanto se esfregava na minha camisola.

- Limpa-o melhor. Depois vamos tomar o pequeno almoço.

Naquele momento o cheiro do esperma do Carlos parecia-me insuportável, para além de estar por todo o lado, mas não queria contrariá-lo, pelo que peguei na ponta da camisola e limpei-o o melhor que pude.

Quando acabei o Carlos deitou-se por cima de mim e começou a beijar-me na boca.

A minha reação instintiva foi tentar esquivar-me, mas logo me lembrei que não o podia rejeitar e, a contragosto, acabei por retribuir com pequenos beijos com os lábios.

Mas o Carlos queria mais. Começou a mordiscar os meus lábios, passando-lhe com a língua, que aos poucos ia forçando a entrada na minha boca, que se mantinha cerrada.

Perante a minha postura, o Carlos apertou vigorosamente as minhas bochechas, à medida que pressionava cada vez mais com a língua a entrada na minha boca.

Quando finalmente cedi senti a minha boca e língua serem novamente exploradas pelo Carlos, que me beijava apaixonadamente, uma e outra vez.

- Estou muito feliz, Joana. Vamos ser muito felizes aqui.

- Carlos, preciso mesmo de ir à casa de banho.

- Agora vamos tomar o pequeno almoço. Vais depois. Sabes, estás assim porque és virgem e não estás habituada a que te toquem na cona. Agora vamos comer.

- Mas estou todo sujo, não posso ir assim.

- Estás toda suja. - Disse, enfatizando o “a”. - Diz!

- Suja. - disse contrariado.

- Vamos mesmo assim, temos que mostrar que consumámos o nosso casamento. - disse, com visível ar de felicidade.

Se havia coisa que não me apetecia de todo fazer naquele momento era comer, dado o estado em que me encontrava, mas não tive outro remédio senão acompanhar o Carlos, para ele me exibir como troféu.

Pegou-me pela mão e levou-me ao refeitório para tomarmos o pequeno almoço.

À entrada estava o guarda Pires.

- Bom dia! Faltou a água na vossa cela? - perguntou em tom jocoso.

O cheiro do esperma do Carlos tresandava por todo o meu ser. O guarda Pires reparou de imediato.

Senti-me mais uma vez humilhado, mas impotente para esboçar qualquer tipo de reação.

Aquele refeitório, mais parecia um restaurante. Tinha a ala das refeições e mais ao fundo parecia ser uma área de convívio, com uns sofás e televisão.

Havia duas mesas postas.

Uma delas, muito mais elaborada que a outra, era certamente a dos VIPs, pensei.

- Vá, vai para a mesa das fémeas. - Disse o Carlos, apontando para a outra mesa, enquanto ele se sentava na mesa VIP, onde esperavam os seus amigos, desejosos certamente de ouvir os seus relatos.

Quando me dirigia à minha mesa ainda ouvi o José a perguntar:

- Então, papaste a tua fémea com vontade, ou precisas que te ajude?

Como estava já um pouco longe deles, não consegui perceber a resposta, nem me interessava, mas fosse qual fosse, provocou risada geral.

Sentei-me na mesa que me estava destinada, enquanto os quatro reclusos de lá estavam observavam cada movimento meu.

- Como te chamas? - perguntou um deles.

- Carlos. - respondi.

- Carlos, sou o Jacinto. Estes são o Antunes, o Rogério e o Mota. - disse à medida que apontava para cada um deles.

- Prazer...

- Estamos todos na mesma situação. Todos. Nos primeiros tempos andamos revoltados com aqueles cabrões, mas o melhor é aceitar.

- Pois - acrescenta o Mota - Aqui não podemos lutar contra eles. Só podemos confiar em nós próprios.

- Pois… - disse.

- Mandas um cheiro do caralho. - disse o Jacinto, continuando: - o gajo veio-se em cima de ti?

Naquele momento veio-me uma lágrima ao olho.

- Sim. - respondi com um nó na garganta.

Pela forma como estava e falava, o Jacinto parecia ser o mais antigo daquele grupo. Estava ali a assumir comigo uma postura quase paternal.

- Olha, Carlos, um gajo de início revolta-se, mas não vale a pena. Não tens de ter vergonha de nada. Nós estamos todos na mesma situação.

- Pois…

- Agora come qualquer coisa. Durante o dia vamos para o pavilhão de atividades e os gajos não nos chateiam. Ânimo!

Mesmo sem vontade nenhuma lá coloquei qualquer coisa na boca enquanto os meus novos amigos tentavam reconfortar-me, mas naquele momento nada do que pudessem dizer me faria sentir melhor.

O pavilhão de atividades estava separado do complexo principal uns 100 metros. Basicamente tínhamos de tratar do essencial dos serviços administrativos da prisão.

Tinha um pequeno refeitório onde nos serviam o almoço.

Bom, pelo menos vou ficar afastado do Carlos até ao fim do dia…


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