Minha esposa
- Temas: traição, corno, infidelidade, casal, esposa, cumplicidade, ibida, maísa
- Publicado em: 06/04/26
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- Autoria: ibida
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O meu nome é Augusto e vou contar sobre um antigo tesão meu que reiniciou após alguns anos de casamento com Alexandra, minha esposa, ligando de onde trabalha para avisar que chegaria tarde em casa e, neste momento, eu assistia um curto vídeo pornô de uma mulher semelhante à Alexandra pagando boquete pro amante na saída do trabalho enquanto falava no celular com o inocente marido.
Enfim, no auge dos meus quarenta anos, o meu pau endureceu como se eu tivesse voltado aos tempos de adolescente. Portanto, ao ver Alexandra chegar do trabalho taquei-lhe um beijo imaginando que seus carnudos lábios haviam sido banhados com leitinhos de espermas.
Alexandra sentiu o meu pau duríssimo e ela gostou já que fazia tempos que eu não a recebia em casa daquele jeito e nem deu tempo de fecharmos a porta para eu aprofundar a língua na sua buceta, procurando achar resíduos de tortinhas de creme (espermas).
Enquanto Alexandra se preocupava com a porta aberta eu me satisfazia imaginando que ela fosse a atriz do vídeo deixando o marido passar a língua nas carnes rosadas que haviam sido perfumadas com perfumes aromáticas de pica.
A chupeta foi deveras impactante foi tão tesuda que pensei em falar dos explícitos tesões. Entretanto, mesmo confiando em Alexandra, eu recuava por temer a moral como provedor\ marido responsável.
Então… fodemos em vários cômodos quase todos os dias após meu tesão de corno reiniciar e num rompantes de excitações eu contei para Alexandra o lance casal liberal
– Quê? Que brincadeira é essa?
– Estou dizendo que você pode foder a buceta – respondi.
Segundos depois me arrependo de abrir meu coração ao ver Alexandra me olhar com uma mistura de choque e incompreensão. E pior, ela pegou pega a chave do nosso carro e fomos juntos para a colação de grau da minha irmã sem conversamos. Enfim, foi um erro que rasgou o tecido da nossa relação.
Então, ao chegamos em casa Alexandra fez pressão perguntando se podia mesmo dar a buceta.
Ficou obvio que a conversa nos excitou, pois a partir dessa noite tivemos conversas picantes durante o sexo e tiver por meses as nossas melhores transas. O resultado de ambas fantasias tinham atingido os ápices, portanto, cabia a nós passarmos da teoria a prática. Mas antes teríamos que ter certeza que nosso amor não estragaria por nos envolver com outras pessoas.
Depois de muitas conversas, Alexandra entendeu que o nosso lance liberal consistiria em eu fodê-la após ela fuder.
Aliás, Alexandra e branca, têm cabelos loiros, olhos castanhos, pele morena e seios médios.
Enfim, voltando ao texto, procuramos homens e não encontramos um que nos agradassem. Então, enquanto compartilhávamos uma dança em um evento social conhecemos Alex, um empresário de uma outra cidade.
Alexandra simpatizou com o rapaz, então eles flertaram, dançaram e paqueraram enquanto eu assumi o papel “marido liberal” e fiquei oculto, e em certo momento Alex vai ao banheiro e Alexandra veio até mim e disse:
– Augusto, você pode ir pra casa cuidar dos nossos filhos?
Eu não respondi. Então Alexandra sussurrou no meu ouvido.
– Ei, hoje vou de transformar no marido manso que você deseja. Então vá logo pra casa…
– Mas, mas…
– Nada de mas, nos combinamos que eu daria pra outro – Após sussurrar isso para mim – Houve juras de amor e ela se afastou de mim.
Eu queria vê-la gozando na pica, mas um candidato a corno não deve atrapalhar. Então fui para casa e deitei-me na cama. Alexandra chegou em casa por volta das 3h30 da manhã, ela se despiu e beijou-me e deitou na cama comigo.
Ela então disse algo que jamais esqueci:
– Foi uma experiência que não muda o respeito e amor que sinto por você. Agora você é marido liberal manso mesmo?
– Eu sou, eu sou teu corno manso! É o que tenho dito a você todo esse tempo!
Como posso descrever o quão duro estava o meu pau neste momento? Bom, eu estava quase gozando apenas ouvindo-a, narrar que sua boca se encheu de leite.
Não houve palavras quando ela passou a mão pelo meu pescoço e forçou em direção a sua buceta ainda inchada e úmida e a lambi de super bom grado e enfiei profundamente a língua entre as fodidas carnes rosadas.
Eu continuei limpando e chupando tudo da buceta. E, Finalmente, Alexandra disse para fodê-la e, se essa é o prazer do marido corno manso, então eu estava no paraíso. Pois meu pau deslizou para o túnel e a sensação de ser o segundo na fila me deixou louco de tesão.
Então, entre beijos e juras de amor eu ouvia como o pau do empresário alargou a bucetinha da minha esposa até o gozo…
– Corninho, eu tomei leitinho, tomei leite de vaquinha, sua esposinha dava dando… –
Alexandra repetia enquanto gozava na cabeça do meu pau. Após esse encontro, nós dois queríamos foder com sua buceta cheia de porra uma vez por mês (não mais que isso) Eu permito que minha esposa seja puta, mas antes precisamos combinar todos os detalhes para não ser tornar banal. Ou seja, algo especial de muito muito muitão.
Aliás, tive uns dos meus fetiches realizados, de conversarmos pelo celular com Alexandra mamando um cacete.
Ninguém sabe que curtimos o lance liberal e o combinado é Alexandra sai pra foder, CONTANTO QUE USE sempre controles de natalidades.
Maísa Ibida Aoi
